Liga dos Campeões

CdtAe5-UYAEQ9ZQO sorteio para definir os jogos das quartas de final da Liga dos Campeões deixa várias bolas quicando para quem gosta de discutir futebol.

Perguntas:

1. O sorteio é a melhor opção para definir os jogos?

2. Real Madrid, Atlético de Madrid, Manchester City e Benfica farão o segundo jogo, o decisivo, em casa. Pergunta: Fazer o segundo jogo em casa, é uma vantagem?

3. Algum dos “papões” foi beneficiado pelo sorteio, pegando uma “molezinha?

4. Wolsburg ou Real Madrid?
Barcelona ou Atlético de Madrid?
PSG ou Manchester City?
Bayern de Munique ou Benfica?

5. Se os quatro jogos fossem marcados para o mesmo dia e no mesmo horário, que jogo você escolheria para ver na TV?

6. Você deixaria de ver um jogo do seu clube de coração para ver um destes jogos da Liga dos Campeões?

A bola está quicando… ou melhor, as bolas estão quicando…

Vamos lá?

Papo cabeça

Daniel Alves (Foto: Ivan Raupp)

Daniel Alves (Foto: Ivan Raupp)

Muito boa a matéria do Globo.com, em que Dani Alves faz uma afirmativa interessante e nos remete aos filmes em que a máquina do tempo era capaz de desvendar mistérios e conseguir respostas que ninguém poderia imaginar serem possíveis.

Dani Alves, afirma que, se Messi tivesse jogado na mesma época em que Pelé jogou, seria tão grande quanto Pelé.

Como, após ler isto, não lamentar que a máquina do tempo só exista no cinema? Já imaginaram? Pelé e Messi, jogando em uma mesma época… Se bem que, em termos de mídia e tecnologia, com todo respeito ao Rei, o ideal mesmo seria ele entrar na máquina do tempo.

Se fosse na Espanha, seria Messi no Barça e Pelé no Real Madrid. Pelé, com certeza, até pelo uniforme todo branco, em algum momento teria o seu “deja vu…”.

Sonhar não custa nada. E, é tão bom…

Vitória

Casa cheia para Flamengo e América-MG, no Estádio Kleber Andrade (Foto: Ricardo Medeiros e Fernando Madeira)

Flamengo e América-MG, no Estádio Kleber Andrade, em fevereiro (Foto: Ricardo Medeiros).

Meu querido amigo Gilmar Ferreira, bem antes do Vasco ser recebido por enorme contingente de torcedores na capital do Espírito Santo, me dizia que os clubes do Rio deveriam estar mais atentos a esta praça, que tem demanda reprimida e, consequentemente, sempre superlota os estádios.

O Gilmar tem toda razão. Não lembro exatamente o ano – entre 95 e 98 – o Flamengo lá jogou, se não estou equivocado contra a Portuguesa, pelo Campeonato Brasileiro e, neste jogo ocorreu algo absolutamente incomum. O percurso do ônibus que levava a delegação do hotel até o estádio, foi feito em meio a um “corredor polonês” humano…

É isto mesmo. Era gente que não acabava mais de um lado da rua, outro tanto do outro lado e, no meio, o ônibus que conduzia a paixão de todo aquele povo. Repito, isto do hotel até o estádio, o tempo todo!!!

Esta é uma das mais lindas recordações que tenho do futebol. Estava naquele ônibus e fui testemunha do espanto de Romário ante tamanha idolatria, tamanha paixão…

Este foi um momento mágico, que contribuiu para tatuar definitivamente o coração do Baixinho de vermelho e preto…

Pra quem não sabe, Romário é Flamengo. Mesmo!

Papelão

(Foto: Staff Images)

(Foto: Staff Images)

Um jogo contra o Confiança, cuja folha salarial é de 200 mil reais, com um estádio totalmente favorável, lotado e, com esmagadora maioria de torcedores do Flamengo, era um cenário pronto, como se preparado fosse para uma noite feliz.

Não bastasse tudo isso, com 15 minutos de jogo – 15 minutos do primeiro tempo – o time da casa tem um jogador expulso. Daí para frente, ao invés de uma vitória tranquila, com pelo menos dois gols de diferença para evitar o jogo da volta, ao apito final, CONFIANÇA 1 a 0.

Mais do que ninguém, até porque tenho o tempo todo aqui alertado para o desgaste físico deste time obrigado a viajar jogo sim, jogo também, poderia atribuir o péssimo desempenho ao aspecto físico, porém isto não refletiria a verdade.

Ao time faltou vontade. Ao time faltou talento. Ao técnico, que é muito bom, hoje, faltou inspiração.

A substituição feita aos 30 minutos do segundo tempo, quando Gabriel entrou no lugar do volante Cuellar, deveria ter sido feita aos 15 minutos do primeiro tempo, quando o Confiança ficou com 10 jogadores. Substituição tardia. Treinador e time sonolentos… desatentos…

Paralelo ao que aqui coloco, registrar a falta que faz um jogador criativo do meio para a frente. Com esta falta de qualidade na criação será difícil algum jogo ser fácil.

Enfim, noite confusa para o torcedor do Flamengo, como foi para o povo brasileiro. Noite para esquecer… Papelão!!!

Imperdível

Havia entrado no carro e, antes de acionar o motor que me levaria de Correas até o Rio, ouvi aquele sonzinho no telefone anunciando uma mensagem. Era o meu filho Dudu, pedindo que me desligasse de tudo para usufruir de um vídeo que estava embutido na mensagem.

Como era sábado e, como  todo sábado nos dá o direito de ligar o piloto automático no “deixa pra lá”, entrei nessa, esquecendo o horário do meu compromisso no Rio e, capitulei ante proposta tentadora de uma das pessoas que mais amo e admiro nesta vida.

Não resisti. Ao meu toque surgiu algo mágico que agora, divido com vocês.

As imagens são fascinantes. O texto,  um poema…

Espero que vocês tenham  gostado. Eu, amei e me emocionei. Messi, para mim, é o que de mais perfeito o futebol já produziu. E, como homenagem, o meu filho de quatro patas, esse que está na foto do blog, atende pelo nome de Messi… O meu percurso de Correas até o Rio, foi como se levitando estivesse.

O texto, lindo, me trouxe uma enorme paz, em função de um troféu que tenho em mim, pelo fato de ser e, que ninguém duvide, a pessoa que mais viu Zico jogar. Já falei sobre isso e não quero ser repetitivo. Só que, este poema que acabamos de ouvir, me faz sentir um ser privilegiado. Finalmente, foram raríssimos os Messis no mundo. O nosso Zico, gênio também, ninguém viu mais do que eu.

Obrigado, Papai do Céu…

Maracanã

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Antes do assunto principal, dizer que o jogo, quer dizer, meio jogo, foi até razoável. Meio jogo, na medida em que os primeiros 45 minutos não podem servir de avaliação, em função do estado do gramado.

Quando a bola rolou, a superioridade técnica do Flamengo foi flagrante. Como sempre, muitos gols perdidos. A escalação de Gabriel, levando-se em conta que o jogo era contra um time pequeno, foi até bem sacada. Ideia premiada com o pênalti sofrido por ele e, diga-se de passagem, claríssimo, embora desnecessário.

No time do Madureira, neste jogo, muito me chamou atenção o ligeirinho William. Técnico, rápido e excelente marcador.

Sei que muitos vão discordar, mas no Flamengo gostei, neste jogo, de Gabriel.

Enfim, jogo de 45 minutos. Deu pro gasto.

Após o jogo, levei um longo papo com meu querido amigo Michel Assef e, o assunto foi o Maracanã.

O resumo da ópera é que o cavalo está passando encilhado na nossa cara. Odebrecht, entregando, e o governo do estado querendo distância do “problema”.

O momento requer coragem e ousadia. Nada de se tentar pegar o Maracanã com algum clube parceiro, Federação ou CBF, pois se assim for, o Maraca não será de ninguém e, como em qualquer casa de “mãe Joana”, tudo será confuso.

O Maracanã tem que ser a casa do Flamengo. Administrado sem que seja um cabide de emprego e, aberto à modernidade administrativa, sempre tendo o interesse do Flamengo como objetivo final.

Que ninguém se iluda. O Maracanã como casa, a vida será outra para o mais popular clube do país.

Por favor, coragem e ousadia. O momento pede e o Flamengo precisa.

A hora, é essa!!!

20140405171556_561

FLA-FLU, com “dois pastel e um Chopps”

choppDepois de 74 anos, o charmoso clássico carioca, batizado por Mário Filho como FLA-FLU, voltará a ser realizado no Estádio Municipal do Pacaembu, em São Paulo, em jogo válido pelo Campeonato Carioca.

Esta notícia pode ser trabalhada, ou vista, por ângulos distintos.

O primeiro, relembra o despreparo dos nossos dirigentes, que tiveram mais de cinco anos para encontrar uma alternativa na cidade do Rio de Janeiro, na impossibilidade de utilização do Maracanã e Engenhão, e nada fizeram… Inacreditável!

O segundo modo de se conviver com a notícia, agora de forma mais animada, até porque, quem não tem cão caça com gato, é fazer do limão uma doce limonada e, curtir a novidade.

Em março de 1942, acho que Fla-Flu ainda não “havia nascido”, Flamengo e Fluminense jogaram no Pacaembu e o placar foi 0 a 0. Confesso que, pelo inusitado, tenho enorme vontade de ir a este jogo e, não vou deixar de pedir “dois pastel e um chopps”, bem geladinho…

A terceira forma de se trabalhar o tema, é ter uma noção exata da força dos clubes do Rio em São Paulo. Há uma pesquisa do IBOPE, bem antiga, que aponta o Flamengo como o quinto mais popular clube no Estado. Em diversas oportunidades, já vi na capital e no interior de São Paulo a torcida do Flamengo engolindo a do adversário. A explicação é simples: o que tem de gente nascida na região nordeste por lá, é uma loucura. E, como todos sabem, o Nordeste é nosso…

Para finalizar, que bom que uma solução que agradasse aos clubes foi encontrada em paz e, sem maiores problemas.

Vamos ao Fla-Flu da garoa?

palmeiras-inaugurou-o-estadio-do-pacaembu-com-uma-vitoria-em-cima-do-coritiba-em-1940-1416342932352_956x500

Papelão

(Imagem: Reprodução)

(Imagem: Reprodução)

Os americanos, lá atrás, e durante muito tempo, achavam que a capital do Brasil era Buenos Aires, numa demonstração clara de ignorância com relação a qualquer assunto que saísse fora das fronteiras do Tio Sam.

O tempo passou, a cultura geral dos americanos melhorou um pouquinho, mas este de hoje é um misto de ignorância e irresponsabilidade.

O nosso “Globo.Com“, pescou uma tremenda bola fora da importante revista TIME. Nesta edição, o nosso querido Joel Santana entrou para a lista dos corruptos e, ainda por cima, mudou de nome…

Que papelão, dona TIME…

Tabela do Brasileirão em Vermelho e Preto (O Original…)

brasileiraoPRIMEIRO TURNO

  1. SPORT (CASA)
  2. GRÊMIO (FORA)
  3. CHAPECOENSE (CASA)
  4. PONTE PRETA (FORA)
  5. VITÓRIA (CASA)
  6. PALMEIRAS (CASA)
  7. FIGUEIRENSE (FORA)
  8. CRUZEIRO (FORA)
  9. SÃO PAULO (CASA)
  10. SANTA CRUZ (FORA)
  11. FLUMINENSE (CASA)
  12. INTERNACIONAL (CASA)
  13. CORINTHIANS (FORA)
  14. ATLÉTICO MINEIRO (FORA)
  15. BOTAFOGO (FORA)
  16. AMÉRICA MINEIRO (CASA)
  17. CORITIBA (FORA)
  18. SANTOS (FORA)
  19. ATLÉTICO PARANAENSE (CASA)

RETURNO

MESMA ORDEM DE JOGOS, COM O MANDO DE CAMPO INVERTIDO

COMENTÁRIOS

. Na realidade, o Flamengo começa o Campeonato Brasileiro como mandante, e o último jogo será na casa do adversário. O primeiro jogo será contra o Sport, provavelmente em Brasília, e o último jogo do campeonato, contra o Atlético Paranaense, em Curitiba. Particularmente, reconheço ser um detalhe de ordem pessoal, sempre preferi terminar em casa. Aliás, como no início do campeonato não teremos o Maracanã, mais do que nunca, seria melhor começar fora e, terminar em casa.

. Nos jogos contra os clubes do Rio (Fluminense e Botafogo), tudo leva a crer que contra o Fluminense, o primeiro jogo seja em Brasília e, o segundo, no Maracanã. Pela relação política, a tendência é uma divisão de renda natural nos dois jogos. Contra o Botafogo, ao contrário do que ocorre com o Fluminense, pelas posições políticas conflitantes, o primeiro jogo deverá ser em São Januário, com 90% dos ingressos para a torcida do Botafogo, e no returno, o Flamengo ficando com 90% dos ingressos, no Maracanã.

. Na maioria dos campeonatos por pontos corridos, normalmente se observa que é um jogo fora e um em casa, e assim vai… Neste Brasileirão, há situações do Flamengo fazer seguidamente dois jogos em casa (Vitória e Palmeiras), e dois jogos fora (Figueirense e Cruzeiro).

. Na reunião entre os clubes, haverá uma proposta da CBF no sentido de que, a exemplo do que já ocorre com os jogadores – que quando completam o sétimo jogo por um clube, há o impedimento natural para que não possam jogar por outro clube que dispute o Campeonato Brasileiro na mesma série – o mesmo venha a valer para os treinadores. Se isto for aprovado, a dança de técnicos que estamos acostumados a ver, vai diminuir, e muito.  Vale lembrar que, no ano passado, o único técnico que começou e terminou o campeonato no mesmo clube foi Tite.

. E aí, que tal a tabela?

Mateus Vital

Samuel Souza mostra o par de chuteiras que recebeu de Mateus Vital.

Samuel Souza mostra o par de chuteiras que recebeu de Mateus Vital (Fotos: Jornal Extra)

No mundo em que vivemos, egoísta, materialista, enfim o mundo do “farinha pouca, meu pirão primeiro” ou, o mundo da Lei de Murici, (este Murici aí, é com i) onde “cada um cuida de si”, saber do gesto de um menino chamado Mateus Vital, que joga nos juniores do Vasco da Gama, é um colírio para a alma.


Ontem eu tive o prazer de ir a São Januário em uma partida pelo Carioca Sub-20, entre Vasco e Macaé. Estava com a minha chuteira abrindo e, no meio da partida, o jogador Mateus Vital perguntou quanto eu calçava. Por um acaso eu calço o mesmo número que ele. O Mateus, simplesmente com toda sua humildade e personalidade, me deu sua chuteira. Na hora, fiquei surpreso e feliz. Nunca vou esquecer esse dia. Obrigado, Mateus”.
– Samuel Souza, jogador do sub-20 do Macaé.


Por favor, não deixe de ler AQUI, a excelente matéria do jornal EXTRA. Tenho a certeza de que, como eu, você também vai se emocionar.