Fala Radinha…

(Foto: Divulgação)

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Este blog, é nosso.

Entre tantos companheiros e amigos, há um especial.

Radamés Lattari, cuja origem é o vôlei, é com certeza – pelo seu caráter e profundo conhecimento de causa – a nossa bússola para este esporte que também adoro.

Radinha, com o coração em festa desabafou. Diga aí Radamés…


622_fce35579-6e5d-3275-a921-d3ca7cc5ff21“Infelizmente, aqui no Brasil temos a mania de diminuir, criticar os nossos grandes vencedores, sou amigo do Bernardinho desde 1971, o considero um irmão, ele é um treinador espetacular, mas como ser humano ele consegue ainda ser melhor.

Sete medalhas olímpicas, uma como jogador, e seis seguidas – repito seis seguidas – ou seja, desde 1996 ele está no pódio. Seu filho Bruno Rezende, outro ótimo caráter, foi muito perseguido injustamente, mas os dois juntos colocam o Brasil no pódio mais uma vez.

E por favor, parem com esta estúpida comparação entre Bernardinho e Zé Roberto, os dois treinadores mais vitoriosos dos esportes coletivos na história mundial, vamos continuar sempre aplaudindo os dois, e vamos encher a boca para gritar ao mundo inteiro o orgulho de ambos serem brasileiros – sorte a nossa – e que inveja o mundo deve ter do Brasil por termos estes dois gênios do vôlei.”

Radamés Lattari

1 Comentário

  1. “Cada macaco no seu galho”
    Que é inegável que a seleção masculina tem mais apelo midiático, mais torcida em quadra, que é um jogo mais intenso e brutal, isso ninguém duvida, até porque acho que é por ai que a cobrança seja mais pesada em cima da masculina.
    Já a seleção feminina é toda mais peculiar em todos os quesitos, até porque estamos falando de mulheres, um ser biologicamente mais complexo e fisicamente mais limitado que o masculino.
    Até o momento (esperemos que após as 15 horas a masculina seja tri-campeã olímpica), em Olimpíadas ambas as seleções são bi-campeãs, porém tendo a masculina chegado mais as finas, ter mais títulos de Mundiais e Liga do que a feminina.
    O que é curioso sobre o Bernadinho, é que aquele jeito ensandecido que ele sempre teve fora de quadra, que parecia incontrolável, parou com esta geração de jogadores. Em entrevista ele explicou o fato, dizendo que para esse grupo de jogadores, aquela reação não era motivacional como as outras, mas que o time sentia negativamente dentro de quadra, algo comparável com a seleção feminina.

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  2. Ele grita muito quando olha de cima pra baixo, porém no MASCULINO ele tem que falar olhando de baixo para CIMA dos 1,90cm, ….. ai amigo TEM QUE FALAR MAIS BAIXINHO MESMO.
    KKK KK K KKK K K

    e

    K

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  3. Radamés é um gigante. Assumiu a Seleção Masculina numa entre-safra desgraçada, teve de reestrutura o time, dar-lhe novo padrão tático e tudo isso em cima de uma cobrança brutal que vinha, ainda, do ouro de Barcelona em 1992.

    Lembro do nosso primeiro título Mundial, em 2002, quando Bernardinho recém tinha assumido a Seleção. Bernardo, logo após o título, deu várias entrevistas falando da importância do trabalho que Radamés havia feito, costurando a transição e lhe entregando um time que, de fato, não recebeu.

    Seu desabafo é mais do quê correto. Bernardo e José Roberto são dois gigantes. Como o próprio Radamés.

    Um dia a história fará justiça ao Radamés como as medalhas fizeram justiça à Bernardo e José Roberto.

    Forte abraço a um dos maiores líderes esportivos que o Brasil já teve.

    E que tive o prazer de encontrar aqui, graças à iniciativa do Kleber ao manter este blog.

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  4. Eduardo, meu amigo,

    Você foi super feliz em suas palavras. O Radames é um gigante de nosso esporte. Como eu gostaria de ver ele cuidando de um time de volei no nosso flamengo! Foi uma imensa alegria poder estar com esse incone do esporte nacional!
    Temos que parabenizar o Bernardinho Super campeão, o Zé Roberto outro monstro, como faria bem ao esporte esses dois se reconciliando!

    Radames, como faz falta uma figura como a sua, comandando nosso esporte!

    Abraços

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