Que tristeza…

(Foto: Divulgação/Chapecoense)

(Foto: Divulgação/Chapecoense)

Que maneira horrível de despertar. O “Bom dia!”, hoje, é impossível. Como olhar para alguém e dizer “bom dia!”, vivenciando esta tragédia?

O momento de glória de uma cidade é ceifado pelo destino cruel. Os meus sentimentos sofridos aos familiares dos profissionais da Chapecoense.

Entre os que nos deixaram, três tiveram estreita relação com o Flamengo.

Mário Sérgio, o Marão, talento raro no futebol e na sequência de vida profissional, comentarista esportivo, o meio campista Cleber Santana , e o treinador Caio Júnior, este, um querido amigo, com quem tive o prazer de conviver e ser testemunha de que foi um ser humano pra lá de especial.

Caio Júnior dirigia o Goiás na época em que o convidei para ser nosso treinador, quando Joel Santana foi dirigir a seleção da África do Sul. Caio foi uma das mais doces e queridas figuras com quem convivi no futebol. Que todos descansem em paz.

Victorino Chermont, repórter da Fox, foi outro querido amigo que estava neste avião.

A vida é um fiapo… Que tristeza…

1 Comentário

  1. As vezes me falta motivos ou razões para entender essa nossa vida terrena, sinceramente! A única certeza que eu tenho é o dever de cumprir-la dignamente e amar as pessoas mais próximas. De resto, não há mais nada o que fazer.
    É muito triste o acontecido, uma fatalidade independentemente de qualquer coisa.
    O que eu desejo é que Deus conforte as famílias das vítimas, e a todos nós tbm. SRN.

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  2. Meu querido Kleber!
    Qualquer comentário é muito pouco…
    Acordar com uma notícia dessas, fulmina qualquer expectativa de um fim de ano feliz…
    Não falo apenas de passageiros. Falo também, de TODOS os familiares.
    A palavra é LUTO!!!!

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  3. Fatalidade… Pode ser, porém a ANAC impediu que a equipe fretasse um voo de uma empresa venezuelana, obrigando com que a mesma voasse com uma empresa do Brasil ou da Colômbia. (Fonte: JB entre outras). Qual o motivo ? Com a palavra a ANAC !

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    • Sérgio, estão se discutindo se o avião tinha autonomia de vôo para o trajeto. Como ocorreu pouso forçado, a hipótese de pane no sistema de combustível é factível, e provavelmente a única explicação, uma vez que o piloto tinha controle da aeronave para um pouso e 4 motores, sendo que só precisava de 2 para pousar. Vamos aguardar.

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    • Caro Sérgio! Ai está a nota da ANAC…

      Confira na íntegra a nota emitida pela ANAC

      “A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) informa que a empresa boliviana Lamia Corporation solicitou autorização de voo à ANAC para o transporte do time de futebol Chapecoense que faria um torneio na Colômbia. O voo partiria do Brasil para a Colômbia, na segunda-feira, 28/11, segundo a solicitação. O pedido foi negado com base no Código Brasileiro de Aeronáutica (CBAer) e na Convenção de Chicago, que trata dos acordos de serviços aéreos entre os países. O acordo com a Bolívia, país originário da companhia aérea Lamia, não prevê operações como a solicitada.
      Complementando a negativa do pedido, a ANAC informou ao solicitante do voo que o transporte poderia ser realizado por empresa aérea brasileira e/ou colombiana, conforme a escolha do contratante do serviço, nos termos dos acordos internacionais em vigor.
      A ANAC se solidariza com os familiares das vítimas do acidente ocorrido nesta madrugada, 29/11, com o time da Chapecoense, nas proximidades de Medellín, na Colômbia.”

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  4. Caro Kléber e amigos! Muitas condolências a todos os familiares. Muita luz e sentimentos de solidariedade a todos. Não temos uma só palavra que possa descrever tamanha dor. O mundo ficou triste hoje.

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