Decisão quase perfeita

Treino do Flamengo em 15/02 (Foto: Gilvan de Souza)

Conforme imaginamos, o pessoal do futebol do Flamengo, usando bem a cabeça, definiu um time quase B para o jogo de hoje, contra o América Mineiro, em Brasília, pela Copa da Primeira Liga, competição que sequer está incluída no calendário oficial, portanto, nenhuma importância tem.

De qualquer forma, será muito bom ver como anda o zagueiro argentino Donatti, assistir à estreia do lateral esquerdo Renê e poder ver melhor o colombiano Berrío. Do time titular, só dois vão jogar.

Aliás, a meu conceito, sem nenhuma necessidade, pois no momento, Muralha e Éverton, não têm substitutos a altura. Se é assim, por que escalá-los em jogo que não vale nada?

Continuo indagando: Se Muralha tiver algum problema, quem será o goleiro na Libertadores?

1 Comentário

  1. Realmente decisao muito valida. A estranhar o porque da nova tentativa com Gabriel agora substituindo o meia Diego.
    Gabriel somente serve para acompanhar lateral, ja que não tem intensidade, finaliza mal e não tem força para armar o time.
    Com relaçao ao goleiro, eu nem diria para substituir Muralha em caso de ausência( contusão / Convocação), todos nós ja vimos que é um goleiro mediano, com muitas limitações. Se pudesse indicar, indicaria urgentemente o goleiro Rafael ex Santos que está ou estava no Napoli. Tem experiência de libertadores, europa e seleção brasileira, viria para ser titular. Ja vi muitos times ganhar titulos pela qualidade do goleiro. Vide Cruzeiro com Dida, Corintians com Cássio e diversos. Coisa que o correto Muralha não fará.

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    • Liliano,
      Aparentemente o Gabriel Peteleco tem padrinhos fortes dentro do Flamengo, gente grande que “investiu” uma grana em sua contratação. Por isso sempre entra, na tentativa desesperada de ganhar algum retorno com o menino baiano que não vingou.

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  2. Só para constar como se machuca o argentino do outro clube carioca na libertadores, pelo menos até quarta que vêm eles estão na competição.
    Vendo ele machucado e depois de tudo que falaram sobre o nosso argentino, cheguei a conclusão que como na vida o risco sempre faz parte em qualquer decisão.
    Uma pena hoje vivemos numa sociedade que têm aversão a palavra risco.
    Poderia me aprofundar na questão, mas para quê correr o risco.

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  3. Presidente e amigos do blog, boa noite! Deixa eu levantar uma questão sobre o número de estrangeiros do nosso elenco. Vocês desculpem minha ignorância, mas o Conca pelo tempo que ele tem no país já não era para ter cidadania brasileira? Não sei como funciona esses tramites, mas para mim ele já teria direito. Será que não seria o caso da nossa diretoria ver isso?

    Abs e SRN

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