Que torcida é essa!!!

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Mais três pontinhos nesta procissão que é o Campeonato Brasileiro, em que o dever de casa
foi feito com determinação inquestionável e, o show, ficou por conta da nossa torcida, que encantou até os poucos baianos que foram ao Maraca.

A individualidade fez a diferença, na medida em que o elenco do Flamengo é infinitamente superior ao do Bahia.

O placar, construído ainda no primeiro tempo, com um gol esquisito de Diego e um golaço de Lucas Paquetá, foi justo. O Bahia só levou algum perigo no segundo tempo, obrigando Diego Alves a fazer duas defesas decisivas.

Destaque absoluto no jogo, não houve. Talvez, hoje, o lateral Renê em um nível superior.

Paquetá, continua jogando muito recuado e como é voluntarioso, quer ir e vir a todo momento. Tipo querer beijar o pescoço e o pé da girafa, como dizia o João. Só que ninguém suporta este exercício o tempo todo, e por isso, Paquetá termina os jogos no bagaço.

Quero chamar a atenção para um fato curioso. Embora tendo no banco, dois centroavantes de origem, nenhum deles entrou em campo na saída do Ceifador.

O resumo da opera é que além do Ceifador não ceifar, o nosso estagiário e, com razão, não leva muita fé em Lincoln e, tão pouco em Vizeu.

Aí, há três alternativas para o futuro imediato, sem Ceifador:

  1. Adiantar Paquetá e escalar um volante;
  2. Dar uma chance a Vítor Gabriel;
  3. Contratar Vágner Love ou algo parecido.

Aliás, melhor resolver este tema o mais rápido possível, para que não venhamos a nos arrepender lá na frente.

Ia esquecendo de registrar a evolução de Éverton Ribeiro que, mesmo também jogando muito recuado, está conseguindo dar conta do recado.

Vinícius Júnior teve seu dia de altruísmo. Podia ter feito dois gols. Não fez por ter preferido passar a bola em duas oportunidades. Diego, empenhado e voltando a mostrar que ainda pode ser útil.

De novo na liderança. Isto é muito bom.

Sorteio ou “azareio”?

(Foto: CBF / Divulgação)

Estava no meio da rua, quando fui surpreendido por um alegre torcedor tricolor que, querendo brincar e ao mesmo tempo provocar, veio em minha direção, muito sorridente, e gritando para quem quisesse ouvir: “Foudez-vous!!! Vocês vão pegar o…Grêmio!!!”

Como o fator surpresa conta, fiquei meio sem jeito e, de cara, imaginei que fosse o sorteio da Libertadores. Em fração de segundos, me dei conta de que este sorteio será no dia 4 de junho e, confesso ter ficado meio sem rumo, até o torcedor rival esclarecer que a definição por sorteio era pertinente à Copa do Brasil.

A minha primeira preocupação, já que a “curra”, na opinião dele, era inevitável, foi saber onde seria o segundo jogo. O companheiro tricolor teve que recorrer à internet e, não demorou muito para afirmar – a bem da verdade, desapontado – que o segundo jogo, o decisivo, seria no Maracanã.

Ai, o sorteio que tinha virado azareio, passou a não ser tão ruim assim. Respeito qualquer tipo de opinião, mas se dependesse de mim, o Flamengo faria sempre o segundo jogo em casa. Por isso, apesar do adversário ser complicado, o final do filme não foi ruim…

De uma certa forma, para o Flamengo, a Copa do Brasil soa como um seguro, levando-se em conta que o campeão tem direito adquirido de participar da Copa Libertadores. Entendo como seguro, pois a boa campanha inicial do Campeonato Brasileiro sinaliza que estaremos sempre no pelotão de cima da tabela, o que equivale a dizer que, a presença na Libertadores deverá vir, certamente, por este caminho.

Além disso, há a própria Libertadores em disputa, onde o campeão tem vaga assegurada na próxima competição.

Como toda competição “mata-mata”, a emoção é outra e desperta um interesse muito maior do que a “procissão” que é o Campeonato Brasileiro.

E como argumento final, o campeão da Copa do Brasil leva para casa 50 milhões de reais. Antes que alguém argumente com o famoso “e daí?” – na equivocada conclusão de que este dinheiro não vai para os jogadores e sim para os clubes – garanto a todos que, seja lá quem for o campeão, os jogadores serão “sócios” no projeto…

Em síntese, a meu conceito, para o futebol e, como gerador de fortes emoções, este sorteio foi …espetacular!!!

Quem é bom, nunca é demais

(Reprodução da internet)

O nome da vez é Vágner Love. Aliás, o nome da milésima vez, já que, de novo, o Flamengo faz a tentativa, após “bater na trave” nas duas últimas.

Vágner Love pode resolver o nosso problema? Claro que pode!!! Além de saber jogar bola, princípio básico para quem pretende atuar em um time de ponta, o nosso personagem tem empatia com o gol e um currículo animador.

Ontem, ouvi de um amigo rubro-negro que Vágner Love é um ex-jogador, ao que contestei de imediato com dois argumentos. Primeiro, por ter começado muito cedo, as pessoas imaginam que tenha muito mais idade do que realmente tem. Vágner Love tem 33 anos e goza de saúde perfeita. Além disso, é bom nunca se esquecer a realidade do futebol brasileiro e, aproveitando o gancho, deixo no ar a seguinte pergunta: Que centroavante em atividade no Brasil é melhor do que Vágner Love?

E, vamos somar a tudo que já disse aqui, a extrema necessidade que tem o Flamengo de um atacante agudo, que possa fazer companhia e dar uma mãozinha lá na frente ao nosso Vinícius Júnior. Tomara que dê certo…


E, conforme já esperávamos, Paulo Autuori deixou o Fluminense e, pelo pique da remada, como diziam os antigos companheiros do Rádio, vai desembarcar no Flamengo.

Todos aqui já sabem o que penso e, como sou fiel às prioridades. Muito antes de um coordenador, diretor técnico, gerente ou, qualquer outro nome que se queira dar, o Flamengo precisa de um TREINADOR compatível com o seu tamanho, suas exigências e seu elenco.

Nada contra Paulo Autuori, a quem considero um gentleman, muito embora tenha como defeito, se é que assim podemos dizer, o fato de não ficar muito tempo nos desafios profissionais que aparecem.

Em 1997, após uma boa campanha no Campeonato Brasileiro, Paulo Autuori me pediu cinco jogadores para que o ano de 98 fosse de ouro para o Flamengo. Contratamos, a pedido dele, Rodrigo Fabri, Zé Roberto, Romário, Palhinha e Cleisson.

Após estrear na temporada com uma derrota para o Vitória, da Bahia, Paulo Autuori entregou o cargo e, consegui demovê-lo desta ideia. No jogo seguinte, perdemos para o Bangu, em Moça Bonita. Aí, não houve jeito. Pegou o boné e foi embora.

Agora mesmo, no Fluminense, nova passagem muito curta. Em que pese, ser estudioso, conhecedor da matéria e, de fino trato, o desapego ao projeto é uma característica marcante no possível futuro gerente de futebol rubro-negro.

Fla x Flu no topo

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Se o Campeonato Brasileiro, corrida de cavalo fosse, quem apostaria nesta dupla?

Não acredito em nada por acaso nesta vida. Vejo claríssimas explicações, tanto para Flamengo, como para Fluminense.

Vamos começar pelo Flamengo. Como somos apaixonados, imaginamos, diariamente, vestindo o Manto Sagrado, um combinado da seleção húngara de 54 e da Seleção Brasileira de 70 e, com o treinador dando um jeito de Zico jogar…

Enfim, somos bem mais exigentes do que os torcedores do arco-íris.

E, a bem da verdade, fosse em outra época, nós os exigentes, poderíamos até ter razão. Acontece que olhamos apenas para o nosso umbigo, e por isso somos tão críticos. Se esta análise for comparativa, vamos começar a entender que, se no céu não estamos, tão pouco no inferno estaremos.

O futebol brasileiro está muito nivelado e, desta forma, tudo pode acontecer, inclusive o Flamengo ser o líder do campeonato, e o Fluminense, vice.

Temos um ótimo goleiro. Dois laterais feijão com arroz e sem sal. No cômputo geral, a zaga é boa.

Temos um volante (Cuéllar) que – com certeza – é um dos três melhores em atividade no Brasil. Daí para a frente, Diego que não é mais o mesmo, mas pode ainda ser útil. Éverton Ribeiro que voltou a boa forma, poderia estar melhor se não fosse escalado para ser auxiliar de lateral.

Paquetá, igual. Muito bom, jogando muito recuado, encurtando o seu potencial ofensivo.

E, para encerrar, Vinícius Júnior é um atacante que faz a diferença. Tudo isto, tendo um estagiário no comando do time. Técnico, não temos.

Vamos ao Fluminense, cujo sucesso poderia ser definido com um único nome: Abel.

Vou acrescentar mais um e, este é de lascar, pois só existe pelo fato de algum gênio ter pago 10 milhões pelo Ceifador. Aí, com os tricolores agradecendo ao “gênio” rubro-negro, surgiu o jovem Pedro.

Sintetizando, Fla e Flu, líder e vice-líder do Campeonato Brasileiro, pode ser surpreendente, mas dá para explicar…

Tite errou

(Foto: Staff Images / Flamengo)

Vou repetir aqui o pitaco que dei em comentário de um post anterior.

Se Tite, quando relacionou Paquetá entre os 35 jogadores, fez isso pensando em ter uma opção diferente, errou. Nada contra Paquetá, que considero muito bom jogador, e que vem jogando, como nesta partida contra o Atlético, muito recuado, prejudicando seu potencial ofensivo. Paquetá é muito bom, mas não é um jogador diferente, não é um jogador decisivo.

Ao contrário, Vinicius Júnior é tudo isso.

Neste jogo, Vinícius foi a única arma ofensiva do Flamengo e, como é diferente, decidiu o jogo. O gol foi de Éverton Ribeiro, mas a obra de arte foi do garoto.

Por falar em Éverton Ribeiro, de novo, foi ajudante de lateral. Está sendo escalado de forma equivocada.

Os garotos da zaga deram conta do recado. Os dois zagueiros bateram um bolão. Depois de Vinícius Júnior, foram os melhores do nosso time.

E o Ceifador, hein?

Voltamos à liderança. E, sem essa de que o Atlético dominou, atacou e chutou mais. Tudo isso é verdade. O problema é que o Galo não tem um jogador diferente. O Flamengo, como tem, ganhou o jogo.

Em síntese, Tite errou…

Flamengo e Seleção

(Foto: Lucas Figueiredo / CBF)

Lendo a coluna do Renato Maurício Prado no JB, que melhora a cada cinco minutos, deu vontade de também dividir este espaço entre os dois importantíssimos temas.

Começo pela Seleção Brasileira e, dando crédito ao autor – no caso, o nosso Renato Maurício Prado – gostaria de discutir aqui o motivo pelo qual o povo brasileiro não está “comprando” esta Copa na Rússia, como sempre aconteceu em outras Copas do Mundo. Por que motivo, faltando menos de vinte dias para a bola rolar, as ruas continuam nuas? Onde foram parar as bandeiras e as tintas nas cores verde e amarela?

Será que as respostas estão relacionadas exclusivamente ao futebol? Será que o momento conturbado que vive o país tem influência suficiente para desanimar quem ama o futebol e ama a Seleção? Enfim, o tema realmente é apaixonante e, dou a largada sugerindo que, no caso específico do Rio de Janeiro, em que não há um único jogador na Seleção pertencente a qualquer clube carioca, trava um pouco desta paixão pela camisa amarela. Pode até ser saudosismo, mas para mim, Seleção sem jogador do Flamengo é igual a comida sem sal.


Treino do Flamengo – 21/05/18 (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Partindo para o nosso quintal, estou muito preocupado com o jogo contra o Atlético Mineiro. Não temos um treinador e o time que vai a campo estará cheio de desfalques. Zaga juvenil.

Cuellar, o mais competente na média dos dez últimos jogos, vendo pela TV. De bom, o retorno de Diego, muito pouco para compensar tantas ausências importantes.

Se no jogo contra o River, quando só a vitória interessava, o time jogou retrancado. Imagine, contra o Galo…

O que me espanta é que o tempo está passando e não há nenhum sinal de qualquer reformulação que permita ao torcedor sonhar com um segundo semestre vencedor. A sensibilidade dos nossos dirigentes, infelizmente, anda na sola do sapato.

CADÊ O TREINADOR?


Meu abraço fraterno à Eliane, Teté, Bito e Renata, neste momento de perda e de dor.

Farinha pouca, meu pirão primeiro

(Foto: Staff Images / Flamengo)

Esta máxima nordestina deve ter sido a filosofia do nosso estagiário que, certamente, o que queria era não perder, muito embora o empate representasse uma derrota para o Flamengo.

E aí, entramos naquele caso do conflito de interesses. O do nosso estagiário, em benefício próprio, era não perder. O do Flamengo era vencer, até porque este era o único objetivo, pois qualquer outro resultado deixaria o Flamengo em desvantagem para a próxima fase.

Incrível que Éverton Ribeiro tenha jogado como auxiliar de lateral. Jean Lucas, muito verde, completamente perdido. Laterais, com freio de mão puxado, não apoiando e não arriscando. Aliás, não arriscar foi o retrato do time ao longo do jogo.

Paquetá, completamente só na criação, pois não havia com quem dialogar. Vinícius Júnior, praticamente sem ser acionado, foi peça nula. E o nosso Ceifador, pra variar, não incomodou…

Rhodolpo fez uma boa partida. Léo Duarte não comprometeu. O nosso goleiro fez uma lambança e quase entrega o ouro.

O time do River dominou o meio de campo desde o primeiro minuto, porém, sem ser muito objetivo. Como não precisava vencer, ficou de bom tamanho.

Jogo estranho, onde o Flamengo entrou em campo abdicando do seu objetivo que, através da vitória, o deixaria diante de adversários mais fracos na próxima fase. Agora, para nós, não será sorteio. Pelo comportamento covarde de hoje, desistindo de tentar vencer, o sorteio tem tudo para virar “azareio…”


A nossa grande derrota de hoje aconteceu fora das quatro linhas. A perda de Fred Luz, como principal executivo do clube, foi, a longo prazo, uma perda irreparável. Acreditem, perdemos um super craque.

O Flamengo às vezes me espanta. Dentro e fora do campo, como hoje. Esta dupla derrota poderia ter sido evitada.

Vida que segue…

O poder mágico da vitória

(Foto: Carlos Gregório Jr/ Vasco.com.br)

O momento do Vasco, um de nossos rivais históricos, traduz com enorme clareza a importância da vitória neste esporte mágico que é o futebol.

A semana vascaína tinha tudo para dar errado. Caindo pelas tabelas e, pela frente, o compromisso contra o Flamengo, líder do campeonato.

De forma surpreendente, o time se supera, joga o seu melhor futebol no campeonato e, transforma um empate em vitória moral…

Quando as coisas começam a se ajeitar, pelo bom resultado obtido contra o grande rival, o time viaja para Santiago, na tentativa de uma vitória improvável contra a “La U”, ao invés de paz, de tranquilidade para atingir o difícil objetivo, surge a tal foto que recolocou lenha na fogueira, tumultuando de vez o ambiente.

Aí vem o jogo. Com determinação, falhas dos adversários e sorte, o Vasco consegue uma vitória por 2 a 0, garantindo vaga para a Copa Sul-Americana. Dos males, o menor…

Após o jogo, o ambiente vascaíno – que era de terra arrasada e de perspectiva imprevisível pelo episódio da foto – como num passe de mágica, se transforma radicalmente , onde as palavras mais ouvidas foram vitória e perdão…

Em síntese, no futebol, tudo pode. Menos perder.

No futebol, o remédio para todos os males é a vitória. Sempre foi e, será sempre.

Prefiro não acreditar

(Foto: Christof Stache / AFP)

Todos que acompanham este blog sabem do respeito, carinho e admiração que tenho por todos – sem exceção – que compõem esta diretoria.

Quantas e quantas vezes, aqui já coloquei que, como rubro-negro, tenho orgulho de todo este pessoal que nos representa. Sempre é bom lembrar que, muitos que não estão mais no processo merecem igual deferência, pois embora – no momento – ausentes, ajudaram a construir este modelo de administração que, a todos encanta. Portanto, esta vitória é de todos. Do Eduardo e seu pessoal, ao Bap e sua turma.

Dito isto, vamos ao que interessa, ou seja, vamos ao futebol, onde, infelizmente, reside a exceção de competência do pessoal que dirige o clube.

Leio que o Flamengo está interessado em Paulo Autuori, hoje no Fluminense, para ser o diretor técnico, supervisor, gerente ou, sei lá o nome do cargo.

Caramba, isto é a vocação para o erro. Será que ninguém enxerga que o nosso problema não está em cima, e sim, embaixo?

Não precisamos de ninguém para dar suporte a um estagiário para virar treinador. O que precisamos é que no campo, lá embaixo, haja alguém que se faça respeitar, que tenha bagagem e, em quem os nossos jogadores acreditem, e que, os adversários temam.  Não é muito mais simples contratar um treinador?

Como não há na vida nada que seja tão bom que não tenha o seu lado negativo, e a recíproca é verdadeira, esta nossa gente que, como já frisei, é séria, têm bons propósitos, rubro-negros de verdade, mas, infelizmente, não têm a humildade suficiente para ouvir. E, provavelmente esteja havendo um crasso erro de autoavaliação.

Depois dessa, se for verdade, vou concluir que, a sensibilidade deles para o futebol é a mesma que tenho para botânica.

CADÊ O TREINADOR?

Flamengo x Vasco

Pepê comemora gol de pênalti que deu o título ao Flamengo (Foto: Jorge R Jorge/BP Filmes)

1

O primeiro jogo foi o da garotada e, por pouco não é adiado, pois caiu um dilúvio no Maraca, no momento exato em que a bola rolou. O jogo foi paralisado por 15 minutos. Como São Pedro fechou a torneira, a bola voltou a rolar.

O Flamengo venceu por 1 a 0, gol de pênalti, marcado por Pepê que, aliás, merece uma chamada, pois firula além da conta.

O resultado foi justo, pois enquanto o Flamengo teve quatro chances claras de gol, o Vasco não teve nenhuma.

Gabriel Batista, o goleiro, super firme. Zaga de área, composta por Thuler e Matheus Dantas, simplesmente perfeita. Hugo Moura, o melhor do meio campo e, Vitor Gabriel, longe, o destaque do jogo. Ia fazendo um gol de cinema. O goleiro do Vasco fez uma defesa impossível.

Enfim, valeu a pena ter chegado ao Maraca tão cedo.

Parabéns à nossa garotada. Apostaria todas as minhas fichas neste Vitor Gabriel.


(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

2

Tirando a confusão no final, o jogo talvez tenha sido melhor do que se esperava e, a bem da verdade, quem jogou acima do esperado, foi o Vasco.

Não que o Flamengo tenha jogado mal. Apenas, o que foi apresentado foi insuficiente para vencer. O empate em 1 a 1 foi justo.

Acho que o nosso estagiário vai ter que rever o posicionamento de Paquetá que, jogando de volante, muito recuado, fica longe da zona de criação.

Diego melhorou um pouco, porém, ainda longe da necessidade do time. Éverton Ribeiro, razoável. Merecia ter sido expulso na confusão no final do jogo.

A substituição de Vinícius Júnior, por Marlos, mereceu e, com razão, a vaia da torcida. Nesta alteração foi sepultada a única possibilidade de contra-ataque. As vaias foram pertinentes.

E o Ceifador hein? Na Rádio Tupi, o Garotinho perguntou ao Gérson, Canhota de Ouro: “Gérson, vai sair o Ceifador, e aí? Resposta do Papa: “Ué, e ele entrou?”.

Perdemos a liderança e zagueiros em penca.

CADÊ O TREINADOR?