Quase…

Jogadores ingleses comemoram a vitória sobre a Colômbia, nos pênaltis (Foto: FIFA / Getty Images) Kléber Leite Jornalista

A Colômbia, sem James Rodriguez, seu principal jogador, fez uma partida heroica contra a Inglaterra.

Jogo tecnicamente pobre, porém, rico em emoção, com o gol de empate da Colômbia sendo marcado no finalzinho do jogo, em espetacular cabeçada do excelente zagueiro Mina.

Na prorrogação, tudo equilibrado, e nos pênaltis, os ingleses – mais frios – foram os vencedores.

Antes, a Suécia, mais objetiva, eliminou a Suíça, em jogo de baixo nível técnico.

Resumo da ópera: por tudo que vi até aqui, a final desta Copa do Mundo será na decisão do grupo do Brasil. Uruguai, França, Brasil e Bélgica são infinitamente superiores a Rússia, Croácia, Suécia e Inglaterra. Claro que, em se tratando de futebol, tudo pode acontecer, mas não há como negar que o grupo onde se encontra a Seleção Brasileira seja muito mais forte do que o outro.

Pode ser que me engane, mas toda a pinta de um Brasil x França, em uma semifinal, com toda pinta de final. Se o Uruguai jogasse completo, com Cavani em campo, a França correria um seríssimo risco, porém, sem ele – e só com Luizito para resolver – será uma missão muito difícil.

E, bom não esquecer que meu amigo Atílio Garrido, jornalista, escritor e historiador uruguaio, informou aqui no blog que o provável substituto de Cavani será Maxi Gomez, um garoto de 21 anos, que começou no Defensor do Uruguai e depois foi para o Celta de Vigo, onde nos cinco primeiros jogos fez cinco gols – tendo feito dezessete no total. Segundo Atílio, Gomez é um fenômeno. Se for mesmo, e se não sentir a estreia na Copa, a França corre risco.

Na nossa Seleção, de ruim só a suspensão de Casemiro. No mais, Douglas Costa liberado e Marcelo, escalado. Só o sobrenatural de Almeida nos tira esta Copa.

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