Uma coisa, é uma coisa. Outra coisa, é outra coisa

(Foto: Divulgação / Flamengo)

Tive tempo na vida para conhecer torcedor de tudo que é tipo. Mais exigente, menos exigente, brutalmente apaixonado, apaixonado comedido, equilibrado, enfurecido, dócil, violento, enfim, já vi de tudo.

O nosso momento, embora de questionamentos e, até de críticas com relação às últimas atuações, passando pelo desapontamento por algumas contratações e pela polêmica com relação ao treinador Zé Ricardo ser substituído, precisa de uma bandeira branca, pois há uma diferença brutal em importância, entre o que pensamos e a necessidade do Flamengo se recuperar, ganhando o jogo de amanhã.

Embora continue achando que poderíamos ter contratado com mais competência e, de ter dúvidas neste momento com relação à manutenção do treinador, nesta quarta-feira, quando a bola rolar, toda a minha energia será positiva, pois estará em jogo algo infinitamente mais importante do que um simples achismo de minha parte e, sobre este tema, repito que, somente quem está lá dentro tem a noção exata da temperatura e, por conseguinte, quando e como fazer. Portanto, bandeira rubro-negra na mão e bandeira branca no coração.

O Flamengo merece e precisa. Aqui, nada funciona sem o apoio da torcida. Aqui, a sinergia entre campo e arquibancada, é tudo. Isso aqui, é Flamengo.

Pior do que não contratar, é contratar errado

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Sabem quem é o autor do título deste POST? Cuca, ex-treinador do Flamengo e, atual “professor” do Palmeiras.

No futebol, quem vive nele ou, quem vive dele, se aprende todo dia, desde que, claro, se esteja atento e, haja humildade suficiente para captar uma mensagem que seja.

De todos os treinadores com quem trabalhei, Cuca foi o mais cuidadoso e participativo quando se tratava de reforçar o time. Além de pesquisar profundamente o “alvo” e, a partir do momento em que não houvesse nenhuma dúvida quanto às partes, técnica, física e médica, interagia ele pessoalmente com o jogador pretendido e, só após vencidas todas as etapas e, estando ele convencido, dava o sinal verde para a contratação. Já houve caso do jogador que queria se contratar, estar bem, técnica e fisicamente, mas “nas entrevistas”, por este ou aquele motivo, Cuca ter desaconselhado o fechamento do negócio. Em síntese, era ele extremamente meticuloso e exigente quando se tratava de colocar alguma cara nova no grupo e, tinha com ele a verdade que inspira o título deste POST.

Entre os poucos equívocos da atual direção do Flamengo, a maioria se concentra no futebol e, o mais contundente dos equívocos têm sido exatamente as contratações.

Curiosamente, apelidaram este setor de “inteligência rubro-negra”, que fica devendo exatamente na forma como se intitula. Se fosse competente, diria, pelo título, ser pretensiosa. Pelos resultados que verificamos, diria tratar-se de um título tragicômico.

. Rhodolfo, o zagueiro que acaba de ser apresentado, diz que está clinicamente curado do problema no joelho, mas por que motivo terá jogado tão pouco após a cirurgia? Conca, segundo apurei, foi ontem para compor o banco, ainda completamente fora de forma, e, já há quem duvide que esteja ele bem até o final do campeonato.

. Donatti, o zagueiro argentino, foi contratado sem que as duas figuras máximas do futebol, presidente e vice, além do treinador, o tivessem visto jogar. Aí, sinceramente, passa a ser loteria…

. Não vou aqui me alongar nem tomar o tempo de vocês falando da quantidade de jogadores que custaram valores consideráveis e que, já haja uma unanimidade com relação ao “final do filme”. E agora, fazer o que, com esta quantidade significativa de jogadores, que já sabemos que não vai dar em nada? O pior é que, pelos nossos erros nas contratações, os outros clubes já sabem quem é quem. Acabamos sendo a vacina para possíveis equívocos dos clubes rivais.

Bem que a “inteligência rubro-negra” se não demitida for, poderia fazer um cursinho intensivo com o  treinador do Palmeiras…

E agora?

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Ontem, coloquei aqui que, só quem está com a mão na massa pode saber se o treinador perdeu o comando e, consequentemente, deve ser substituído.

Pelas declarações do presidente, Zé Ricardo vai continuar, o que equivale a dizer que o nosso presidente está convicto de que o “barco” está em boas mãos.

Estes dois próximos jogos, com todo respeito ao que pensa hoje o presidente Eduardo, darão tom do final do filme.

Tomara que tudo dê certo, a começar pelo jogo desta quarta-feira, contra a Ponte Preta. Os pedidos de apoio à torcida foram válidos e inteligentes, até porque não há como no Flamengo qualquer coisa  caminhar bem sem que haja uma sinergia perfeita entre o campo e a arquibancada.

Semana que promete e, pelo jeito, vai definir o futuro do comando do nosso futebol. Semana de fortes emoções…

E, ia esquecendo. Cadê o baita goleiro? Como já dizia minha avó Corina, “quem tem um, não tem nenhum”. Quem tem meio então…

Time sem confiança

(Foto: Eduardo Valente / LANCE!)

Não há como se avaliar, com precisão, as atuações individuais do time do Flamengo, pois o aspecto psicológico agiu e, como era de se esperar, de forma negativa.

Quem esperava um monte de alterações, em função das últimas desastrosas atuações, teve que se contentar com um goleiro novo, e com Vinicius Jr, finalmente, começando um jogo.

Aliás, começo pelo garoto. Zé Ricardo, que teve três ou quatro ótimas oportunidades para dar chance ao garoto de começar jogando ou, ao menos, jogar meio tempo, e só não fez alegando o aspecto psicológico, acabou escolhendo o pior momento, o de crise, e com o time completamente sem confiança. Vinícius Júnior teve três bons lampejos e, como o restante do time, ficou devendo.

A principal providência, a prioritária, de preferência “ONTEM”, tem que ser a contratação de um grande goleiro. Muralha, queimado. Thiago, em um determinado lance, quando deveria ter saído do gol, inclusive com Juan cantando a jogada, quase entrega a rapadura. Thiago não está pronto.

. Pelo time do Avaí, que se não se ajeitar vai acabar caindo, perdemos mais dois pontos. Para não deixar de falar em destaques, aponto, pela pobreza do jogo, dois “meio destaques”: Mancuello, que entrou bem no jogo substituindo William Arão; e o veterano Juan, não o zagueiro do Flamengo, e sim, o hoje meio campista do Avaí.

(Foto: Eduardo Valente / LANCE!)

. Damião foi salvo pela bicicleta. Por ela e, só por ela, conseguiu aparecer. Diego, sempre lúcido, fez o que pôde, sentindo visivelmente a falta de ritmo de jogo. No mais, nada demais…

. O jogo agora é contra a Ponte Preta, quarta próxima, no Ninho da Ilha e, domingo, no Maracanã, o Fla-Flu com mando de campo do Fluminense. Não tenho nenhuma dúvida de que o nosso futuro, a curtíssimo prazo, vai depender da agilidade da diretoria em recolocar o barco no seu curso normal.

Continuo achando que o momento pede ação, começando pela contratação de um baita goleiro e, ter a coragem de mudar o que eles sentirem que seja necessário. Só se espanta crise, agindo.

Melhor conversar

(Foto: Igor Rodrigues / GloboEsporte.com)

Há muito tempo foi dito que a cadeira da presidência do Flamengo era a própria cadeira elétrica e, hoje, o nosso presidente deve estar entendendo isso.

Vi as imagens dos torcedores rubro-negros na porta do centro de treinamento George Helal e, deu para notar o quão tenso estava o ambiente.

Com a experiência de quase nove anos, como presidente e vice-presidente de futebol e, acima de tudo, como quem só quer o bem, a paz e o sucesso do Flamengo, afirmo que em momentos como esse, o diálogo é a única saída.

Tomara que o presidente Eduardo Bandeira de Mello pense desta forma, até porque, ouvir não custa nada e, quando há mensagens construídas pelo amor, pela paixão, por que não ouvir e, quem sabe, aproveitar alguma coisa…

Uma coisa é certa: o objetivo de todos, é o mesmo. Conversar, é preciso.

As duas dúvidas rubro-negras

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

. A primeira, começa exatamente pela camisa 1. Há uma unanimidade com relação ao momento ruim de Muralha e, uma enorme dúvida, com respeito a ser ele um goleiro do tamanho do Flamengo.

Particularmente, e já coloquei isto aqui, houve um grave erro na montagem do elenco para esta temporada. Com a saída de Paulo Victor, ficamos rigorosamente entregues nas mãos de Muralha e, como dizia minha avó Corina, “quem tem um, não tem nenhum”. Acho que na saída de Paulo Victor, ato contínuo, alguém deveria ter sido contratado. E, é bom não esquecer que houve um momento para tirar Cássio, do Corinthians. Este episódio me motivou a falar sobre a importância do “timing” no futebol, onde citei a sensibilidade de Francisco Horta ao contratar Roberto Rivelino. Cássio, insatisfeito com a reserva momentânea, estava doido para sair. Aquele era o momento. Agora, Inês é morta…

No gol, as dúvidas são muitas. Muralha deve ser barrado? Thiago segura esta barra? Alguém deve ser contratado? Enfim, são essas as dúvidas. A primeira, só quem convive com o jogador pode responder, até porque, só se conhece alguém profundamente, convivendo.

Zé Ricardo é que tem que definir qual seja o nosso maior risco. Escalar Muralha ou arriscar com Thiago. Se a cabeça de Muralha está boa, iria com ele. Se não, solucionado para o jogo de domingo está, até porque, como opção, só restaria escalar o jovem Thiago. Não tenho nada contra se arriscar com jogadores jovens, só que, desde que sejam muito acima da média, como um dia, com 17 anos, Júlio César virou titular e foi campeão da Copa dos Campeões Mundiais e da Copa de Ouro. O problema, é que, em qualidade, a diferença entre Júlio César de 95, e Thiago, de hoje, é enorme…

Sintetizando: Está mais do que na cara que o Flamengo precisa de um baita goleiro. Ponto!

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

. A segunda grande dúvida, é se Zé Ricardo deve continuar. Novamente, tenho que dizer que, só pode decidir isso quem está com a mão na massa, quem convive com os jogadores e com o treinador.

Certa vez, após me reunir com todos os jogadores, fui obrigado a demitir um treinador. Ficou claro que havia ele perdido não só o comando, mas também a confiança de todos.

Vejo este tema de forma bem simples. Se Zé Ricardo tiver perdido o “timão” do time, que assuma um interino e, que se procure um novo treinador. Se Zé Ricardo estiver com nervos e moral com a rapaziada em dia, só trocar, caso se encontre um treinador do tamanho do Flamengo, pois trocar de problema nada vai adiantar.

Ainda sobre Zé Ricardo, acho muito importante para quem decide ter a sensibilidade do que seja melhor para o Flamengo e, que isto detectado seja 100% respeitado. Exemplo: Eu, Kleber Leite, acho Márcio Araújo e Rafael Vaz jogadores aproveitáveis, úteis, porém, se tivesse que decidir, trataria de encontrar um clube para eles, pois, a minha sensibilidade rubro-negra diz que o “o Flamengo parou com eles…”

A diferença que faz um grande treinador

Seleção argentina comemora gol de Mercado. (Foto: Julian Smith / EFE)

Ia esquecendo e, ao ler um dos comentários aqui no blog, lembrei do jogo entre Brasil e Argentina, na Austrália.

O jogo foi transmitido pela TV Brasil, na Net, canal 16. Este fato novo ocorreu em função de um desacordo comercial entre a CBF e a Rede Globo de Televisão. Apesar do esforço da CBF, contratando Pelé para comentar, no duro, no duro, quando a Globo está fora, a sensação é a de que o evento não existe.

O público, excepcional. Mais de 95 mil pessoas presentes ao estádio e, como fato novo, a estreia de Sampaoli como treinador da seleção argentina.

A Argentina venceu por 1 a O, num jogo igual, em que o empate seria um resultado mais justo. A Argentina se aproveitou de um rebote, após uma bola na trave. A Seleção Brasileira colocou duas bolas na trave, mas o gol não pintou.

O que mais me impressionou foi a nova cara da seleção argentina. Que diferença daquela seleção apática que nos habituamos a ver nas eliminatórias. Impressionante, não só a disposição tática, como, e principalmente, pela pegada.

Como os jogadores eram os mesmos, a diferença só pode ser creditada a este excepcional treinador que é Sampaoli. Esta história de que treinador não ganha jogo, que perde jogo, é conversa fiada. Um jogo começa a ser ganho nos treinamentos e, depois, na escalação.

E, quem treina e escala, é o treinador.

Que diferença…

Estrutura e distância

Ninho do Urubu (Foto: site do Clube de Regatas do Flamengo)

Criticar a atual estrutura do Clube de Regatas do Flamengo seria algo insano, na medida em que, dirigentes amadores e profissionais, das mais variadas áreas, vivem em perfeita harmonia, onde todos se entendem e, consequentemente, tudo funciona a contento. Sem esquecer o excelente nível dos dirigentes amadores e, dos profissionais por eles contratados. Em síntese, a sede da Gávea é um ninho de dirigentes apaixonados, sérios e competentes, que “tocam o barco” no dia a dia, com rara maestria.

O problema é que há dois Flamengos. Este, que acabo de mencionar, onde – na sede da Gávea – o presidente e seus vice-presidentes, diariamente, vivenciam e solucionam o que apareça pela frente.

O outro Flamengo, o da paixão maior – o do futebol – fica muito distante dali, do outro lado da cidade, onde além da distância, o trânsito para lá chegar é infernal. Aí, diferente do primeiro Flamengo – o da Gávea – a estrutura centenária, onde o regime é presidencialista e, cada setor tem um vice-presidente responsável, atuante e, por designação dele, os profissionais são escolhidos e, a partir daí, sob a batuta deste vice-presidente, tudo caminha, no futebol deixou de ser assim e, há bastante tempo.

Lá, no futebol, a presença do vice-presidente – e até do presidente – está muitíssimo mais para o esporádico do que para o constante e, isto tem sido muito ruim. Respeito todos os profissionais, mas ninguém tem a leitura mais próxima da necessidade real do clube do que o dirigente amador. Aliás, na prática, não deveria dizer dirigente amador, e sim, dirigente não remunerado. Ivan Drummond, George Helal, Walter Oaquim, Radamés Lattari, Paulo Dantas, entre tantos, eram tão, ou mais competentes na matéria, do que qualquer profissional. E, com um entendimento do que é Flamengo infinitamente maior do que todos os profissionais juntos.

Rodrigo Caetano é um ótimo profissional, mas falta a ele autoridade institucional. Falta em Vargem Grande, no dia a dia, alguém com cara, corpo e alma de Flamengo.

Como tudo muda nesta vida, pode ser que um dia este modelo atual dê certo, mas, sinceramente, duvido muito.

A minha sugestão para o nosso bravo presidente é que procure, na região oeste do Rio de Janeiro, um rubro-negro de verdade, que tenha intimidade com o futebol e que se disponha a estar dia sim, dia também, no Ninho do Urubu que, formidável é, porém muito distante da Gávea.

Acho que este será o primeiro passo para tudo ir se ajeitando. Desde já, me desculpo com quem pensa diferente. Tomara que o nosso presidente leia isto e, reflita.

Tudo errado 2

(Foto: Staff Images / Flamengo)

Hoje, o título não poderia estar melhor colocado, até porque, o “tudo errado” foi amplo, geral e irrestrito.

O primeiro erro fica na conta do calendário e, em função disso, o Flamengo não pôde contar com Guerrero e Trauco. Independentemente do valor individual destes dois jogadores, o time fica mexido e, aqui pra nós, a distância dos que entram para os que vão para a seleção peruana, é quilométrica…

O segundo erro, este de lascar, foi o nosso principal jogador ter viajado no dia do jogo, pelo fato de ontem, no embarque da delegação, Diego não ter se apresentado com seu documento de identidade e, consequentemente, ter sido barrado no voo.

Juro que não lembro, ao longo da minha vida esportiva, como profissional de imprensa e como dirigente, de nada parecido. E, que ninguém venha dizer que Diego chegou e jogou. Ora bolas, se fosse bom viajar no dia do jogo, por que motivo então a delegação viajou na véspera? Além de estar voltando, após longa inatividade, Diego enfrentou um stress absolutamente desnecessário…

O terceiro erro, de novo, a escalação do time. Meu Deus, depois do jogo contra o Botafogo insistir com Éderson e, jogar – mais uma vez – com um só atacante (???). Bem, quando Guerrero joga a colocação é válida. Com Damião, talvez “meio atacante” fique mais de acordo com a realidade. E, de novo, Vinícius Júnior é sub utilizado, entrando quando o time já estava entregue e, completamente pirado…

O quarto erro, realmente grosseiro, do nosso goleiro. Este lance – decisivo – praticamente definiu o jogo.

Aproveito esta oportunidade para convidar os responsáveis pelo futebol do Flamengo no sentido de que façam uma profunda reflexão. Eu, particularmente, até acho dentro do futebol que se joga hoje no Brasil, Muralha, Márcio Araújo e Rafael Vaz jogadores aproveitáveis.

Acontece que, ao longo do tempo, aprendi que tudo no Flamengo é diferente e, quando não há sinergia da arquibancada para o campo, insistir não é inteligente. Mesmo achando até certo ponto um tanto injusto, como é assim que a banda toca, não dá para insistir. Vamos perder tempo, tomar o tempo destes jogadores, perder pontos preciosos e levar os torcedores à loucura. Em síntese, com os jogadores que estão chegando, é hora de uma reciclagem no elenco. E rápido, antes que não dê mais tempo para qualquer recuperação.

Com certeza a pressão em cima do treinador Zé Ricardo vai aumentar. Como sei o quanto é difícil julgar sem total conhecimento de causa, torço para que os dirigentes que comandam o futebol do Flamengo tenham sensibilidade e coragem para definir o que seja melhor para o clube. Para manter ou, trocar.

Que São Judas os ilumine. Nesta quarta-feira, tudo errado. De novo…

 

O início do sonho

(Foto: Divulgação)

Qualquer torcedor apaixonado sonha com um super time e, com a chegada de Éverton Ribeiro, o retorno de Diego e o momento mágico de Vinícius Júnior, não dá para não começar a montar um time que, se Papai do Céu ajudar, pode vir a ser um papão de títulos. E, reparem que não citei Conca, até porque, pelas imagens que vi do jogo treino, acho que o argentino vai demorar um pouquinho a estar em forma.

Sei que no sistema defensivo ainda temos situações polêmicas, como no gol e na zaga de área, pelo lado esquerdo. Pelo que diariamente lemos aqui no blog, Muralha e Rafael Vaz, embora particularmente não veja como jogadores problemáticos, passam bem longe da unanimidade. Ainda no sistema defensivo, os dois jogadores que, no momento, escalaria como volantes titulares também têm sido muito criticados. De qualquer forma, para o time ofensivo que tenho na cabeça, seria impossível jogar sem Márcio Araújo e Willian Arão.

O melhor está por vir e, não tenho nenhuma dúvida de que, muito em breve, vamos ter um quarteto ofensivo dos sonhos, composto por Diego, Éverton Ribeiro, Vinícius Júnior e Guerrero.

Quando este time entrar em campo, ou melhor, quando este quarteto ofensivo for escalado, estará sendo decretado o fim do pesadelo do peruano Guerrero que, invariavelmente joga isolado no ataque, tendo que bater o corner e, fazer o gol de cabeça.

Os que, hoje, criticam Guerrero vão perceber que, por melhor que seja um atacante, jogar sozinho é quase impossível.

E, com Conca em forma, e Éverton, as alternativas para contusões ou cartões serão de muita qualidade. Enfim, acho que já podemos começar a sonhar…