Continuo acreditando, mas precisamos jogar com 11

(Foto: Staff Images / Flamengo) Kléber Leite Blog

Confirmo tudo que disse no post anterior. O Flamengo só perde este Campeonato Brasileiro para ele mesmo. Como? Não priorizando a competição, e – já passou da hora – sem encontrar uma solução para um ataque mais produtivo.

Hoje, na expulsão de Cuéllar, com a saída do Ceifador, nada mudou, pois o Flamengo já estava com 10 jogadores. Ceifador não ceifa e, não joga…

De forma prática: se não há um centroavante de ofício que mereça a confiança do treinador, que se improvise, como muitos times estão fazendo. Sinceramente, Ceifador, Uribe e Lincoln, não dá para acreditar em nenhum deles. E, este negócio de justificar contratação é perda de tempo. O que interessa é ganhar o campeonato.

Nossa zaga, hoje, meio vacilante. Léo Duarte não jogou o que sabe. Pouca criatividade no meio, onde apenas Éverton Ribeiro brilhou.

Mais do que nunca, o Flamengo precisa do seu treinador. Os ingredientes para a feijoada são bem razoáveis, mas na falta da carne seca, compete a ele encontrar a boa e palatável solução.

Continuo levando fé. Só perderemos este campeonato para nós mesmos.

Convicção

(Reprodução do Twitter) Kléber Leite Blog

Após ver São Paulo e Ceará, em que o São Paulo venceu (Deus sabe como), cada vez mais convicto fico de que o Flamengo só perde este Campeonato Brasileiro para ele mesmo. E, por uma questão de coerência, se assim penso, a conclusão de que o Campeonato Brasileiro é prioritário, é mais do que óbvia.

Claro que o nosso time não é a seleção húngara de 54. O problema é que somos muito críticos – e, até natural – em querer a quase perfeição, e nos esquecemos de algo fundamental, que é a comparação.

Pergunto: você trocaria o nosso elenco pelo do São Paulo ou do Inter? Você trocaria o nosso time titular pelo do São Paulo ou do Inter?

Como este calendário é desumano, traçar prioridade é fundamental. Repito: o Flamengo só perde o Brasileirão para ele mesmo.

Cabeça de treinador

(Reprodução da TV) Kléber Leite Blog

O Palmeiras, graças à sua apaixonada patrocinadora, que sonha ser presidente, gastou uma fortuna para formar o atual elenco, onde o reforço de maior impacto para os torcedores veio do Santos.

Lucas Lima, realmente, um jogador bem acima da média, chegou e, em pouco espaço de tempo, apesar do quanto custou – e da esperança da galera palmeirense – começou a esquentar o banco.

Cheguei inclusive a sugerir ao nosso pessoal do futebol, “olho no lance”, pois estas aberrações fazem parte e, não é de hoje.

Aí, chegou Felipão enchendo a bola de Lucas Lima que, confiante e com confiança no novo treinador, voltou a jogar o que sabe e, o que sabemos nós ser ele capaz.

Como é que se marginaliza um dos raros talentos do atual futebol brasileiro? Tudo bem que cabeça de treinador possa levar a este estágio, mas o que fazem os outros no clube, incluindo o presidente e o vice de futebol? Não há conversa? Não há debate sobre o tema?

Em 2005, Helinho e eu encaramos a nossa mais difícil missão no Flamengo e, logo na chegada nos deparamos com duas barbaridades. André Santos, que chegou à Seleção Brasileira, era reserva de Andrezinho. E Diego Souza era, também, reserva.

Preciso explicar porque os matemáticos afirmavam que o Flamengo tinha 94% de possibilidade de ir para a segunda divisão?

No Palmeiras, Felipão restabeleceu a verdade e, lá atrás, com muita conversa e ações pontuais, deu para livrar o Flamengo do que seria o maior mico na sua gloriosa trajetória no futebol.

Em síntese, com todo respeito aos treinadores, se não houver uma linha direta entre os que compõem o departamento de futebol, a tirania burra de um “professor” pode ser mais devastadora do que um tsunami.

O Flamengo e o ser humano

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo) Blog Kléber Leite

Estou a trabalho em Buenos Aires e, desta forma, como sempre ocorre, Carlos Egon, nosso irmão do blog, vai levantar a bola, cujo tema central é o jogo do Flamengo.

Antes do Egon, já pedindo perdão por saber que vou contrariar alguns amigos, quero deixar clara a minha posição com relação ao novo episódio envolvendo Guerrero, com a extensão de sua pena até o ano que vem.

Aí, deixo de lado a paixão clubística e me apego ao sentimento humano. Será que estes gênios da FIFA, ou seja lá de onde for, responsáveis pelo prolongamento da pena, esqueceram que são seres humanos?

Será que não entendem que já passou do ponto o sofrimento de um atleta, que já pagou com juros e correção monetária, o erro que possa ter cometido.

Sabem o que penso? O ser humano está cada dia pior. Vibra com a desgraça dos outros. Esta ditadura da FIFA, impondo o que bem entende, com um bando de cordeirinhos dizendo amém, é o que há de mais covarde no mundo do futebol.

E o pior é que não mostram a cara. Agem com covardia e, como covardes se escondem. Como toda ditadura, esta chegará ao fim. Só que, até lá, muita maldade será cometida.

Registro aqui, o meu repúdio e inconformismo, ante tamanha agressão a um ser humano.

Agora, o nosso jogo.

Com vocês, levantando a bola com amor e bom humor, o nosso irmão, Carlos Egon

Dá-lhe Egon!!!


“Inquestionável que temos um time acima da média nesse Brasileiro. Mas como não conseguimos traduzir em campo tamanha superioridade?

Vejamos! Temos um elenco de mediano para bom, onde estamos colocados entre os quatro melhores do campeonato.

Como não conseguimos rodar, quando encaramos no Maracanã, uma baba como o Vitória?

A resposta não é difícil. Temos na maioria dos jogos a tal POSSE DE BOLA, que na verdade, nada representa…

Contratamos Vitinho, que chuta muito bem, mas não é suficiente para fazer a diferença. No meio do caminho um travessão… e nada mais…

Muito pouco pelo que custou, muito caro pelo que está demonstrando.

Ahhhh! Temos que levar em conta a tal da “adaptação”…

Uma mentira que serve como desculpa…

Quando nosso goleiro pega apenas uma bola e, o do Vitória deixou passar a única que foi na sua direção, fica difícil dar notas para essas crianças do parquinho de quinta-feira. Mas vamos lá!

Diego Alves – Espectador privilegiado que nos salvou num único chute – 8

Rodinei – Um touro quando parte pro ataque, uma anta quando tem que definir a jogada – 2

Réver – Como zagueiro, embora “usado”, é meu preferido na zaga. Não perde uma única bola pelo alto. Uma segurança – 8

Léo Duarte – Jogando ao lado do Réver, está aprendendo e melhorando a cada dia, mesmo não tendo trabalho hoje – 7,5

Renê – Aquela coisinha sem graça que desarma e não arma nada…. Jamais, em tempo algum, podemos esperar uma jogada de Júnior. A verdadeira água com salsicha – 5

Cuéllar – Eterno leão na marcação, mesmo não tendo um segundo volante para aliviar sua barra. Jogador de altíssimo nível que cobre tudo e todos. Inegociável… – 9

Paquetá – Sem gracinhas e muita dedicação. Não é vertical, muito menos decisivo, mas é muito craque quando deixa de lado as firulas – 7

Diego – Mesmo prendendo a bola em demasia, é diferenciado nesse time. Se esforça e até tenta marcar, mas a idade não permite correria desnecessária – 9

Éverton Ribeiro – Cada partida melhora absurdamente! Jogador fundamental no nosso esquema – 9

Ceifador – Deveria ser candidato pelo MST! De bola não entende picas – 1

Vitinho – Aos poucos vai se adaptando! Se é que isso existe…  Mas, já está partindo pra dentro como fazia no Botafogo – 7

Barbieri – Arrumou 3 pontos e nos aproximou do líder. Çei!!!!!”

Carlos Egon Prates

Somatório de equívocos

(Fotos: Staff Images/Flamengo) Noticias com Kléber Leite

O primeiro equívoco – e não é desculpa pela derrota – precisa ser registrado. Um absurdo, um único clube ter o direito de disputar os seus jogos em casa com gramado artificial. Quem jogou bola sabe que a diferença entre os gramados, artificial e natural, é enorme. Claro que, quem joga sempre no artificial, pelo costume, leva enorme vantagem.

O segundo equívoco ocorreu ainda sem a bola ter rolado. Infelizmente, o Flamengo não sabe o que quer. Um absurdo poupar qualquer jogador em partida válida pela principal competição do país, cuja nossa última conquista foi em 2009.

O nosso Fernando Versiani, diz que, com 63 anos, corre oito quilômetros, seis vezes por semana. E conclui: “se consigo isso, por que poupar Diego, que tem 35 anos?” E mais: poupar goleiro? E um goleiro decisivo, como Diego Alves?

O terceiro equívoco, a falta absurda, desnecessária, de Rodinei, com o jogador do Atlético de costas para o campo e quase saindo com a bola pela lateral. Daí, surgiu o primeiro gol.

Quarto e quinto equívocos, também de Rodinei, posicionado de forma errada, tanto no primeiro, como no segundo gol.

O sexto equívoco, de marcação, no escanteio que originou o terceiro gol. O jogador do Atlético cabeceou entre William Arão e Uribe. A verdade é que quando Réver não joga ficamos vulneráveis nas bolas levantadas na área.

O sétimo equívoco, ainda no primeiro tempo, ficou por conta da disposição tática do meio campo, pois, apesar da presença de William Arão, Paquetá continuou a jogar como nas partidas anteriores, quando formava a dupla de volantes com Cuellar. Talvez o uso do cachimbo explique a boca torta…

O fato é que jogamos com três volantes durante todo primeiro tempo. Paquetá, que deveria ter sido uma peça criativa e ofensiva, jogou muito recuado. E, embora recuado, pouco combativo.

E, todos estes erros, do vestiário ao último segundo do primeiro período. Muito pouco tempo para tantos absurdos. Resultado: derrota por 3 a 0. E, bom não esquecer que, embora tenhamos melhorado no segundo tempo, tomamos duas bolas na trave.

E o Uribe, hein? Manhã de domingo para esquecer. Será que serviram uma feijoada no café da manhã?

Jogo diferente e importantíssimo

(Reprodução da internet) Blog do Kléber Leite

Curioso que este horário de onze da manhã, aos domingos, acabou pegando e passou a ser o “jogo da família”.

E, como as famílias não são pequenas, o público de cada jogo programado para este horário tem surpreendido favoravelmente.

Sei que para o jogador é meio complicado, pois foge da rotina. Imagine que, levando-se em conta que, entre o despertar e o jogo, há o café da manhã, a preleção, a ida para o estádio, o aquecimento, a entrada em campo e a execução do Hino Nacional, esta confusão começa, no máximo, às seis e meia da manhã. Em síntese, tudo novo, tudo diferente, o que não favorece a quem favorito é.

Não sei o time que vai começar o jogo. Tomara que todos no futebol estejam entendendo a importância em se ganhar este Campeonato Brasileiro.

Tomara que ninguém importante seja poupado, pois, apesar da campanha ruim até agora, o Atlético Paranaense, em casa, para nós sempre foi um adversário indigesto. Portanto, nada de dar sopa para o azar. Com tudo e, com todos, pra cima deles.


Hugo Souza, goleiro convocado por Tite (Foto: Emílio Botta).

A média dos comentários do blog sugere que a convocação do nosso goleiro dos juniores, Hugo Souza, foi uma artimanha para driblar a atenção de todos para a não convocação de Cássio, do Corinthians, o goleiro de confiança de Tite que, livre dos dois amistosos da Seleção, vai poder jogar contra o Flamengo.

Acho que a comissão técnica da Seleção pisou na bola. É aquele tal negócio: à Rainha da Inglaterra não basta ser honesta. Tem que parecer honesta…

Aliás, para que convocar jogadores envolvidos em decisões nacionais Falta de sensibilidade e de inteligência. Prefiro assim pensar, do que imaginar tamanho protecionismo clubístico ou, de forma bem popular, tamanha sacanagem.

Continuamos correndo atrás

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo) Blog Kléber Leite

O título poderia ser, inspirado nos mais antigos, “Tudo como dantes no quartel de Abrantes…”. No fundo, continuamos um ponto atrás do São Paulo que, meteu 3 a 1 no Sport, em Recife. Nas escalações, Ceifador foi a surpresa no Flamengo, enquanto que Mano Menezes confirmou o time 100% reserva.

O primeiro tempo, com o Flamengo tendo muito maior posse de bola, definiu o placar do jogo. Bela jogada de Éverton Ribeiro, com gol de bico do Ceifador.

No mais, só mais uma bela jogada de Éverton Ribeiro, que o goleiro defendeu. Trauco foi decisivo, pois salvou um gol, rigorosamente, em cima da linha, com Diego Alves já batido.

No segundo tempo, só corremos risco quando Mano Menezes colocou em campo Arrascaeta e Thiago Neves.

Destaque absoluto para a defesa ESPETACULAR deste goleiraço que é Diego Alves. No nosso time, Diego Alves, salvou a lavoura.

Rodinei, muito ativo. Zaga, sem erros. Trauco, salvador. Piris, começou atabalhoado. No segundo tempo, cansou. Não vou analisar por um jogo, mas custo a crer que na nossa base não haja um jogador para a função, no mínimo, com a mesma qualidade técnica do jogador paraguaio.

Éverton Ribeiro foi o mais lúcido e criativo jogador do Flamengo. Diego, muita luta e pouca criatividade. Paquetá, prendendo a bola além da conta. Volto a colocar que acho um crime escalar Paquetá como volante.

Vitinho, mais ou menos. Pelo que custou, ficou devendo. E, o Ceifador, hoje, Ceifou…  Dos que entraram, gostei da disposição de William Arão.

Alguma providência precisa ser tomada. Na mais importante competição nacional, que é o Campeonato Brasileiro, times reservas continuam sendo escalados. Isto é puxar o tapete do torcedor e dos patrocinadores da competição.

Agora, de volta à Copa do Brasil, onde Flamengo e Grêmio, jogarão completos, com seus principais jogadores. Ainda bem…

Kléber Leite Twitter

O líder foi ali e, já volta!!!

(Foto: Paulo Whitaker / Reuters) Klefer Noticias

Vi São Paulo e Vasco. Como diz o Velho Apolo, o São Paulo suou um litro certo para ganhar o jogo.

Ontem, se criticamos o time do Flamengo pela atuação pífia diante dos reservas do Grêmio, hoje, por uma questão de justiça, não há como não dizer que, apesar de vencer o Vasco por 2 a 1, o São Paulo não jogou nada.

Não é de hoje que afirmo que a sorte é fundamental no futebol. E, não foi diferente neste jogo. Os dois gols do São Paulo – para quem tem um mínimo de intimidade com este esporte – foram obra e arte da dona sorte.

Claro que, há outros fatores, como no segundo gol, a perseverança de Éverton. Mas, não cruzou, e sim, se livrou da bola, que encontrou a cabeça de um companheiro, que cabeceou sem ver o gol e a bola foi parar na forquilha.

Volto a afirmar que o nosso time é melhor, que o nosso elenco é melhor. E, volto a afirmar que o Flamengo só perde este Campeonato Brasileiro para ele mesmo.

Neste momento, usar a cabeça é tudo. Estamos disputando três competições, todas muito importantes, mas é bom lembrar que para isto, temos um bom e numeroso elenco. A hora é de bom senso.

Este negócio de colocar ou não o time principal é relativo, haja vista o jogo contra o Grêmio, que, com o time reserva, nos venceu por 2 a 0.

O resumo da opera é que, até para poupar, decidir certo é determinante. Será que contra o Grêmio era hora de poupar alguém? Será que contra o Grêmio o time foi bem escalado? Cabe, Paquetá, o nosso mais agudo e criativo jogador, continuar jogando de volante?

E o centroavante, hein? Que problema… como não sei ficar em cima do muro, sem Guerrero, só vejo duas alternativas. A primeira, apelar para o improviso, com Vitinho como falso centroavante e Marlos, pela esquerda.

A segunda, é promover o melhor centroavante do Flamengo que, a meu conceito, é Vítor Gabriel. Não acredito em nenhum outro como solução definitiva.

Continuo levando fé. O líder foi tomar um cafezinho e, já volta!!!

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Erramos muito

(Foto: Gilvan de Souza/Flamengo) Klefer

O primeiro erro ocorreu antes de a bola rolar. Não vou aqui discutir a filosofia. Se Réver, Léo Duarte e Diego deveriam ou não ter jogado. Se foram poupados, tendo o Flamengo uma boa equipe de avaliação física, motivos não devem ter faltado.

O primeiro erro a que me refiro diz respeito ao substituto de Diego. Imaginei que, sem Diego, Paquetá deixasse de ser volante, ocupando, mais adiantado, o lugar de Diego. Qual nada. Paquetá continuou como vinha jogando e, Jean Lucas, sem inspiração, ficou perdido como armador.

A primeira defesa de Paulo Vítor foi aos 37 do segundo tempo, em chute de Lincoln. Ou seja, o jogo inteiro o time do Flamengo, que ficou mais com a bola, foi absolutamente inoperante no ataque. E esse Uribe, hein? Será que pesquisaram direito? Palavra que o desânimo é total com relação a este jogador.

Vitinho, que estreou razoavelmente bem, neste segundo jogo contra o Grêmio não jogou nada e, acabou substituído. Não bastasse o resultado, ficamos sem Cuellar e Renê para o jogo contra o Cruzeiro, domingo, pelo Campeonato Brasileiro.

Não jogamos como líderes. Parecia que estávamos jogando uma partida amistosa. Pane mental, geral. E, bom lembrar que jogamos contra um time que atuou com 10 jogadores reservas. Cortez foi o único titular a jogar.

Sábado para esquecer. E que ninguém se iluda. As gozações do “segue o líder!!!” vêm por aí…

Aos meus queridos amigos do blog, a minha gratidão eterna pelo amor e carinho. Na segunda-feira, voltaremos ao tema.

Um beijo no coração de vocês.

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Quarta da arrancada

Treino do Flamengo – 30/07/18 (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo) Klefer

A quarta-feira pode ser o início de tudo. Vamos jogar contra um time muito bom que, normalmente, tem ótimo desempenho atuando em casa.

Claro que em situação como esta, em que o Grêmio se vê obrigado a fazer o resultado na primeira partida, o contra-ataque passa ser uma arma poderosa.

Foi muito bom, que na goleada sobre o Sport, o colombiano Marlos Moreno tenha ido bem. Ganhou moral e, em função de suas características naturais, cria, pelo fato de ser um jogador veloz, uma ótima opção de contra-ataque.

E, este é o tipo de jogo que o time visitante deve jogar fechadinho, porém sem abrir mão de também agredir o adversário. Ficar todo mundo lá atrás, empurrando o jogo com a barriga e torcendo para o tempo passar, é suicídio.

Vitinho, que foi com a delegação, embora para alguns uma incógnita, passa a ser um trunfo precioso, pois, a exemplo de Marlos Moreno, é muito veloz e agudo, ou seja, tudo que o Flamengo precisa neste jogo.

Pelo retrospecto recente, não há do que duvidar sobre a forma de Vitinho, pois o seu adeus pelas bandas de lá foi conquistando um título importante, com atuação elogiada por todos.

Sem esquecer que, depois de longa inatividade, Berrío, que não é tudo aquilo que esperávamos – mesmo assim – também pode ajudar.

Muito interessante estarmos recompondo o elenco no momento exato em que vamos começar uma autêntica maratona.

Agora é torcer para o centroavante colombiano desencabular e, que de maneira rápida, tragam um substituto a altura para Cuellar.

Se estas preces forem ouvidas e, tendo dona sorte do lado, dá até para imaginar o sonho dos sonhos, qual seja, ganhar tudo que vier pela frente.

Já pensou???

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