UFA!!!

(Foto: Staff Images / Flamengo)

(Foto: Staff Images/Flamengo)

Caramba, que dificuldade para vencer um time fraco e que, matematicamente, rebaixado está.

Diria, sem medo de errar, que esta vitória caiu do céu, pois a falta de criatividade do time foi algo assustador e, preocupante.

Hoje, tirando – pela ordem – Jorge, Paulo Victor, Juan e Donatti, o restante estava de mal com a bola. Talvez deva incluir aí também, pela combatividade, Éverton. E, ponto!

E, que ninguém venha com a conversa de que foi um jogo fora de casa. Na realidade, foi um jogo fora. Mas, em casa, pois o Mineirão era todo rubro-negro.

Nada como um estádio “inteligente”, onde é possível compactar o público, como hoje, na parte de baixo apenas, livrando um custo desnecessário caso a parte de cima tivesse que ser aberta. Este é um problema sério do Maracanã, que, apesar da fortuna gasta, não permite este tipo de operação verificada hoje no Mineirão.

Enfim, três pontos na caixinha e, isto é o que interessa. Independentemente do que vier a ocorrer amanhã, com Santos e Palmeiras, pelo resultado de hoje, o Flamengo continua na briga e, por isso, domingo de muita gente no Maraca no jogo contra o Coritiba. E, que os nossos meninos estejam mais inspirados. Hoje, o jogo foi duro. De se ver…

Acreditar, é preciso e, devemos…até porque onde há vida, há esperança.

Hoje, pela primeira vez estive um longo tempo com o nosso primeiro ministro Fred Luz. Confesso que fiquei duplamente muitíssimo bem impressionado. Com o profissional e com a figura humana.

Definitivamente, o Flamengo está muito bem entregue. O futuro nos reserva grandes alegrias.

O Dia do Otimismo

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

O dia 07 de novembro, segunda-feira, para nós rubro-negros – que meditamos e fizemos muitas contas neste final de semana – pode ficar marcado como o dia do otimismo se vier a se concretizar o que me encaminhou um querido amigo, rubro-negro de carteirinha, sobrevivente vencedor nesta selva desvairada e, otimista 24 horas por dia.

Por favor, leiam e avaliem.


  • Rodada 34
    • Flamengo x Botafogo – Empate
    • Palmeiras x Inter – Palmeiras
      • Fla – 63 pontos
      • Palmeiras – 70 pontos
  • Rodada 35
    • America-MG x Flamengo – Flamengo
    • Atlético-MG x Palmeiras – Atlético
      • Fla – 66 pontos
      • Palmeiras – 70 pontos
  • Rodada 36
    • Flamengo x Coritiba – Flamengo
    • Palmeiras x Botafogo – Empate
      • Fla – 69 pontos
      • Palmeiras – 71 pontos
  • Rodada 37
    • Flamengo x Santos – Flamengo
    • Palmeiras x Chapecoense – Palmeiras
      • Fla – 72 pontos
      • Palmeiras – 74 pontos
  • Rodada 38
    • Atlético-PR x Flamengo – Flamengo
    • Vitória x Palmeiras – Vitória
      • Fla (campeão) – 75 pontos
      • Palmeiras – 74 pontos

 

E aí, você acredita?

Vida que segue

Marinho comemora o 1º gol do Vitória sobre o Atlético-PR (Foto: Francisco Galvão/EC Vitória)

Marinho comemora o 1º gol do Vitória sobre o Atlético-PR (Foto: Francisco Galvão/EC Vitória)

Como sou adepto da filosofia de São Thomé – ver para crer – lá fui eu dar uma olhadinha no jogo do Palmeiras. Um jogo igual, com muita correria e pouquíssima técnica, decidido no primeiro tempo, num lance casual e em cuja a origem houve um erro de arbitragem. Aliás, como estão ruinzinhos os nossos árbitros…

O segundo tempo começou e nada acontecia. Não seria exagero a afirmativa de que era quase uma pelada de luxo.

Como minha cabeça já está no ano que vem, mudei de canal e passei para Vitória x Atlético Paranaense, com a intenção de observar o atacante Marinho, do Vitória.

Quando comecei a ver, no meio do segundo tempo, o Atlético vencia por 2 a 1. O tal do Marinho, só não fez chover. Aliás, fez. O gol da vitória, o terceiro do Vitória, foi um golaço. Chuva de palmas para Marinho. Meu amigo Carlos Egon, que considera Marinho um baita atacante, não viu, pois viajava do Rio para Angra. Vai ficar doido vendo o que já vi. Alô Godinho!!! Este é o cara!!!

Amanhã, teremos tempo de falar sobre o Flamengo. Acho que, apesar da frustração natural ante objetivo que ficou quase impossível, que esteja em cada um de nós um mínimo de sentimento de justiça.

Um ano atípico, em que tudo conspirou contra e, mesmo assim, continuamos na briga, agora por uma vaga entre os três primeiros colocados.

Agora, é o jogo fora das quatro linhas. Se faltou criatividade dentro de campo – e por isso o caneco ficou distante – que haja criatividade, inspiração e coragem aos dirigentes na montagem do elenco para 2017.

É o que todos os rubro-negros esperam.

Faltou talento

(Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)

(Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)

Por favor, sem essa de dizer que o Botafogo jogou como time pequeno.

O time do Botafogo jogou com a inteligência que o conduziu a ser a grande surpresa deste campeonato. E, sabem o motivo? Uma perfeita percepção do limite de competência. Portanto, antes da avaliação do nosso time, acho muito importante destacar que jogamos contra uma equipe que entra no jogo sabendo exatamente que objetivo alcançar. O trabalho desenvolvido fora de campo, comandado por esta extraordinária figura humana que é Carlos Eduardo, o presidente, e toda a turma do futebol, é digna de todos os aplausos, de preferência, de pé.

O nosso time lutou? Lutou. Foi guerreiro? Foi. Faltou o que então? Uma dose maior de talento. Alguém mais para ajudar a decidir.

Vamos lá: O nosso goleiro, algumas vezes me mata de susto. Pará foi a grande decepção. Tudo poderia ter sido construído pelo corredor dele. Tímido. Se escondeu do jogo. Zaga bem, como sempre, embora, pelos cartões, fora do próximo jogo. Jorge, burocrata.

No meio, Marcio Araújo, quase perfeito. Destaque absoluto. Arâo, dispersivo. Diego, a única cabeça pensante. Gabriel, compôs, como sempre, o meio, mas sem inspiração.

Guerrero, foi guerreiro. Só. E, Fernandinho, foi esforçado. Só. Cirino e Sheik, que entraram, lutaram. Só. Damião, que entrou por último, nem foi percebido.

O retrato do jogo que vi, é esse aí. O retrato do time, ao longo do campeonato, jogando fora de casa o tempo todo, cá pra nós, muito acima do que se poderia esperar.

O treinador é bom? Acho que é. Pelas dificuldades, os resultados são positivos.

E agora? Seguir brigando neste campeonato e tentar umas duas figurinhas carimbadas, talentosas, que possam fazer a diferença no ano que vem.

O nosso balanço é positivo. 2017, dependendo da ousadia da diretoria, pode ser muito melhor.

Um bom domingo a todos.

Tribunal incorrigível

(Foto: Caio Filho)

(Foto: Caio Filho)

E os gênios do STJD, reunidos de forma solene, determinaram que o Corinthians não poderá vender ingressos para as organizadas nos cinco próximos jogos em que for mandante e, puniu o Flamengo com a proibição de venda de 20% dos ingressos, no jogo contra o Coritiba, no Maracanã.

E, bom frisar que o julgamento começou com o auditor punindo o Flamengo com a perda de um mando de campo.

Enfim, dos males o menor. Agora, num regime profissional, abrir mão de 20% dos ingressos é muita falta de sensibilidade. Por que não deixar a venda de acordo com a demanda e, encaminhar 20% a uma instituição de caridade?

Tão simples…

Só pode ser piada

(Foto: Reprodução da TV)

(Foto: Reprodução da TV)

O Globo.com estampa em letras garrafais: “FLAMENGO PODE PERDER 20 MANDOS DE CAMPO”.

Estava sem óculos e, como as letras que viajam pela matéria são bem menores, enquanto ia procurando o “salvador da pátria”, ia imaginando: será que foi ainda por causa da briga no jogo de basquete e, o repórter se equivocou, escrevendo campo, ao invés de quadra? Ou será que foi algum rolo ocorrido no futebol feminino?

Pronto, óculos à disposição e lá vou eu desvendar o mistério. Não acreditei!!! O julgamento, que será hoje, é por conta do jogo contra o Corinthians, no Maracanã. Ué, ficaram todos loucos? O Flamengo ser julgado pelo que aprontou a torcida do Corinthians?

Olha, o futebol está ficando muito chato, pois está impregnado por malas e sem alças, por chatos de galocha, que nada entendem do tema e são doidos para aparecer. Eu estava no Maracanã e a tudo assisti. A porradaria ocorreu entre a torcida do Corinthians e os policiais militares, em que um deles, quase foi massacrado covardemente pelos torcedores DO CORINTHIANS!!!

Quantos torcedores do Flamengo foram e continuam presos? Respondo: Nenhum!!! E, sabem por que? Porque nada fizeram.

Quantos torcedores do Corinthians foram presos? Respondo: Uns trinta e, continuam em cana!!! E sabem por que? Porque provocaram, de forma criminosa, um tumulto cujas consequências poderiam ter sido piores. Papai do Céu ajudou e os policiais militares foram firmes, evitando possível tragédia.

Como diria meu querido amigo Afonso Soares, “esta é de cabo de esquadra!!!” Imputar culpa a quem nada teve a ver…

Será que este pessoal não tem o que fazer, além de querer aparecer?

Malas… Chatos de galocha!!!

Os chatos de galocha

(Foto: Wesley Santos / Agência PressDigital)

(Foto: Wesley Santos / Agência PressDigital)

Ontem, passei o tempo dividido entre a Rede Globo, que mostrava Grêmio x Cruzeiro e, o SporTV, que exibia Atlético x Internacional.

Em tudo que aconteceu nos dois jogos, inclusive os gols de Inter e Atlético, o mais comovente e marcante ficou por conta do longo, apaixonado e profundo abraço de filha e pai. Foi lindo ver a emoção e participar do mágico momento que viveram Carol e Renato Portaluppi.

Tanta coisa passou pela minha cabeça após testemunhar tal tsunami de emoções que, confesso, viajei no imaginário tentando entender aquele abraço e, ao final das minhas elucubrações, entendi que era o abraço do reencontro. De Renato, com o futebol. De Carol, com o pai, agora, feliz novamente.

Fui dormir leve, de bem com a vida e, valorizando o ser humano e sua enorme capacidade de emocionar quando liberta a sua alma.

Hoje, acordo e leio que o árbitro Thiago Duarte Peixoto, que apitou Grêmio x Cruzeiro, colocou na súmula, como fato estranho, a presença de Carol no gramado, após o encerramento da partida. Logo a seguir, o complemento da notícia: que o STJD pode punir o Grêmio, pela estranha presença no gramado após o final do jogo.

Meu Deus, quanta falta de sensibilidade. Conseguiram transformar o céu em inferno. Este abraço, que deveria em nome do amor ser eternizado, vai a julgamento!!!

Francamente… chatos de galocha!!! Malas!!!

Equilíbrio

(Foto: Ricardo Duarte / Inter - Divulgação)

(Foto: Ricardo Duarte / Inter – Divulgação)

Se alguém pedisse para que este campeonato fosse definido em uma única palavra, escolheria sem pestanejar: EQUILÍBRIO.

O Inter, em uma fase complicada, mais preocupado em não cair para a segunda divisão, entrou em campo com um time recheado de reservas. O Atlético, que briga na parte de cima da tabela, quase no cume, com o time completinho. O jogo terminou 2 a 2 e, no campo do Galo. Placar que caiu do céu para o time mineiro, pois o Inter foi superior em boa parte do jogo.

Por estas e por outras, é que continuo achando que tudo pode ainda acontecer neste campeonato, onde os números na tabela não retratam com fidelidade técnica, por um motivo ou por outro, a diferença entre os times.

A distância que Palmeiras e Inter estão separados pelos números na tabela de classificação não corresponde à realidade dos fatos em um confronto direto, onde a diferença é bem menor.

Duas máximas cabem neste momento, claro que, máximas em vermelho e preto. A primeira, de autor desconhecido: “muita água ainda vai rolar nos cinco metros finais desta ponte”. A segunda, do inesquecível companheiro Afonso Soares: “Já vi muita noiva voltar do altar”…

 

Tarde infeliz dos treinadores

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

E parece que eles combinaram. No primeiro tempo, o treinador do Atlético trabalhou para o Flamengo. No segundo, o treinador do Flamengo trabalhou para o Atlético.

O time do Atlético começou o jogo escalado de forma totalmente confusa, com o meio de campo inteiramente vulnerável, isto sem falar nas opções individuais equivocadas. No segundo tempo, tudo foi corrigido.

No Flamengo, exatamente o contrário. Time muito bem escalado, jogando um primeiro tempo quase perfeito, com Guerrero muito bem no jogo, Diego ativo e, a dupla Gabriel e Fernandinho, incansável na marcação, fechando o meio e criando um monte de jogadas pelas beiradas do campo.

O placar de 1 a 0 para o Flamengo nos 45 minutos iniciais, foi magro. A vantagem poderia ter sido maior.

Veio o segundo tempo. O treinador do Atlético mexeu no time e corrigiu seu equívoco na escalação. O nosso Zé Ricardo, em tarde infeliz, trocou Gabriel por Emerson, e Fernandinho por Alan Patrick. Um desastre!!!

Será que o Zé esqueceu do jogo contra o Corinthians? Caramba, o jogo foi domingo passado. Será difícil concluir que, apesar do esforço, Emerson não dá mais e, que Alan Patrick não foi feito para este tipo de jogo?

Entre todos os jogadores do Flamengo, tenho por Emerson um carinho especial, afinal, eu que o trouxe quando aqui ninguém o conhecia. O tempo passou. O meu carinho por ele continua igual. Diferente e, fácil perceber, é que o futebol do Emerson que nos encantou, ficou no passado. Por que insistir tanto?

Menos mal que no finalzinho, a sorte que faltou durante todo o jogo, deu o ar da graça e empatamos.

De tudo, o melhor foi Guerrero. Bela partida…

Se ainda houvesse no Rádio o programa “Bola de Fogo”, Guerrero iria para a suíte Champion e os dois treinadores iriam para a Pensão da Cremilda…

Justiça? Pra que justiça?

(Foto: André Durão)

(Foto: André Durão)

Intervalo. Fluminense 2 x Vitória 1.

O Vitória vencia o jogo, quando um jogador do Fluminense, que penetrava pela meia esquerda, foi puxado pela camisa, visivelmente fora da área. O árbitro, indo na onda do bandeira, marcou pênalti.

As reclamações por parte do time do Vitória e de seu treinador, foram contundentes, mas a marcação equivocada foi mantida.

No Fla x Flu, os tricolores pouco se importaram com o fato do gol anulado ter sido justo, pois houve realmente o impedimento. Naquele momento, justiça era algo relativo. O que interessava era o argumento que favorecesse à causa tricolor. Houve a tentativa, frustrada, de anular o jogo, com o argumento de que “fatores externos” definiram a correta marcação de impedimento.

Hoje, lance fora da área e o árbitro marcou pênalti. Como foi a favor e, a justiça é algo relativo, tudo bem… Caras de pau…