No futebol, estatística é nada

(Foto: André Durão / GloboEsporte.com)

O futebol é, disparado, o mais imprevisível dos esportes e, talvez por isto mesmo, seja o mais popular.

Nos outros esportes coletivos, a chance do melhor time perder para o mais ou menos é quase zero, nestes, a estatística é o resumo de um jogo. No futebol, a estatística é apenas um detalhe.

Na partida entre Fluminense e Cruzeiro, em que o time carioca jogou com um jogador a menos, praticamente, o jogo todo, o Cruzeiro teve 15 chances de gol, contra três do Fluminense. Resultado final: Fluminense 1 a 0. Brilharam o goleiro Júlio César e o zagueiro Gum. Os dois desmoralizaram a tal de estatística…

Muita gente elogia o elenco do Cruzeiro. Acho apenas razoável. Um time bem arrumado, pois tem um excelente treinador, mas com um elenco nota seis. Seis e meio, com boa vontade…

Quem consegue fazer a roda girar sem ter grandes astros é o Corinthians que, está sinalizando que pode repetir a campanha do ano passado.

O Palmeiras, ao contrário, tem um elenco forte, mas ainda não conseguiu a intensidade do Corinthians. Como o campeonato é longo, a tendência é o time do Palmeiras melhorar e, muito.

Na cola dos dois times paulistas vem o Grêmio, que no ano passado, em função de uma estratégia equivocada, largou o Campeonato Brasileiro de lado. O Grêmio tem intensidade, treinador e bom elenco.

Aí, no segundo pelotão, estamos nós, com um elenco de razoável para bom, um time sem intensidade e sem treinador.

Ainda neste segundo pelotão, incluo Cruzeiro e Atlético Mineiro. Claro que, como o campeonato vai até o final do ano, algo pode mudar, para melhor ou, para pior.

E por falar em melhorar, CADÊ O NOSSO TREINADOR?

A inspiração de Julio Cesar e o talento de Vinícius Júnior

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

A despedida de Julio Cesar acabou sendo um espetacular combustível para o emocional do nosso time.

Tenho a obrigação de ser honesto e, em consequência, dizer que temia pela programação elaborada. Ainda bem que o emocional funcionou a favor.

Neste jogo, o de despedida, Julio Cesar apresentou um cardápio completo. Carisma, liderança, defesas importantes e, sorte. Para um goleiro, a perfeição no jogo de despedida.

O jogo estava enrolado e, apesar do domínio, com quase 70% de posse de bola no primeiro tempo, o Flamengo não oferecia perigo, até que, em jogada individual, em que somou talento e persistência, Vinícius Júnior colocou o Ceifador na cara do gol. Na sequência, Ceifador, o rei do pênalti, fez 2 a 0.

Aliás, sobre o sucesso do Ceifador nas cobranças de pênaltis, qualquer goleiro que saia antes, tentando adivinhar o canto, vai dançar, pois a cobrança é feita sempre de olho no goleiro. A única chance para um goleiro pegar um pênalti do Ceifador é esperar a cobrança para ir na bola e, torcer para o toque final do cobrador ser impreciso.

No segundo tempo, o América Mineiro criou as melhores oportunidades de gol, que esbarraram no talento e na sorte do notável Julio Cesar.

Como festa, como dia de glória para um ídolo, tudo perfeito.

Como esperança de dias melhores pelo que se viu hoje, quase nada. Até porque, na quarta-feira que vem, contra o Santa Fé, não haverá o combustível emocional. Júlio César será apenas um torcedor.

E o nosso estagiário, hein? Será que vimos o mesmo jogo? Sacar o Vinícius Júnior deixando o Geovânio? Parei…

CADÊ O TREINADOR?

 

 

Quanto mais vejo, mais preocupado fico

(Foto: GloboEsporte .com)

Curioso estava pela estreia do Palmeiras no Campeonato Brasileiro. Afinal, estamos falando de quem mais investiu, do time apontado pela maioria esmagadora dos companheiros de imprensa como o mais provável candidato ao título.

Aí, me preparei para ver o Palmeiras e, acabei vendo um bom jogo, com o time do Botafogo operando quase que um milagre.

Vamos começar pelo Palmeiras. Realmente, as opções que têm o seu treinador são enormes. Neste jogo, no intervalo, Lucas Lima foi sacado e, o seu substituto, Guerra, foi o autor do gol do Palmeiras. Em síntese, o banco do Palmeiras é um luxo.

O problema é que o Botafogo, com todos os problemas financeiros e, consequentemente, com um elenco limitado – e ainda por cima desfalcado de jogadores importantes – é um time muito bem arrumado e com uma bela dinâmica de jogo.

Após o gol, o Palmeiras relaxou e o Botafogo partiu pra cima, sendo premiado, com justiça, com o gol de empate.

O jogo, muito gostoso de se ver. E, no final, para mim, uma preocupação que cresce. Temos um bom elenco, porém, inferior ao do Palmeiras.

E, temos um time que, em termos de dinâmica e arrumação, fica devendo ao Botafogo.

Gostaria muito de estar externando minha opinião de forma diferente, mas esta é a realidade. Só não vê quem não quer ou, quem de futebol entende o mesmo que entendo eu de Botânica.

Para encerrar. Há quem comente que a medida em se definir um treinador para o Flamengo após a Copa do Mundo é uma atitude inteligente. Aos que assim pensam, um pequenino lembrete e, uma rápida aplicação da velha matemática. Até a Copa, serão disputadas 12 rodadas de um total de 38. Ou seja, esperar pelo reinício do campeonato para contratar um treinador será abrir mão de 31,6%, ou, quase um terço da competição.

Ainda há um agravante. O período da Copa do Mundo seria tudo que um profissional precisaria para ajeitar o time. Após a Copa, no dia seguinte, a bola já rola por aqui.

Em 2006, conquistamos a Copa do Brasil exatamente assim. Com um treinador novo ajeitando o time para a decisão. E ganhamos!!!

CADÊ O TREINADOR???

Campeonato nivelado

(Foto: Staff Images / Flamengo)

Numa análise fria, sem paixão, o início do Campeonato Brasileiro não foi tão ruim como se poderia imaginar.

Ontem, em função de erros grosseiros da arbitragem, principalmente contra o Flamengo, num jogo atípico, fica impossível um comentário correto sobre a partida e, sobre o potencial dos dois times.

Pelo retrospecto, fica a sensação de que o time do Vitória é fraco e que, infelizmente, o Flamengo não dá ao torcedor a certeza de que pode brigar pelo título. Sinceramente, diferente de alguns companheiros aqui do blog, não acredito mesmo que corramos algum risco de sofrimento no campeonato. Aí também já seria demais…

Não há como negar que fica uma sensação de que o nosso barco não navega com firmeza no mar agitado do Brasileirão. No timão do nosso barco, não há o comandante. Está mantido um marinheiro. De primeira viagem… Acreditar, como?


(Foto: Newton Menezes / Futura Press / Estadão Conteúdo)

Hoje, o panorama para o futebol carioca foi até bom. O Fluminense, que perdeu, deixou a impressão de que a derrota de 2 a 1 para o Corinthians não foi um resultado que traduzisse o que se viu.

Primeiro tempo ridículo, pobre, de dar sono. Segundo tempo vibrante, com mais chances para o Fluminense, mas como o tema é futebol, vitória do Corinthians por 2 a 1. Aqui pra nós, este Rodriguinho, além de bom jogador, é decisivo. Jogador iluminado, que faz a diferença.


(Foto: Celso Pupo / Fotoarena / Estadão Conteúdo)

O Vasco, com todos os seus problemas, foi o único do Rio a vencer. E, com méritos, venceu o Atlético Mineiro por 2 a 1. Difícil discordar do excepcional comentarista e querido amigo Lédio Carmona, que não achou pênalti no lance que originou o gol da vitória do Vasco. Achei pênalti. Aliás, “muito pênalti”… Lédio, querido, desculpe discordar. A primeira vez em mil anos…

Agora, atentem para um fato curioso neste campeonato. O Cruzeiro, apontado como um dos favoritos para o título, começou perdendo, em casa, para o Grêmio, num jogo em que o time de Renato Gaúcho teve domínio total. Agora, o Cruzeiro vem ao Rio e pega o Fluminense que, hoje, perdeu, mas não decepcionou. Apesar da competência indiscutível de Mano Menezes, não vejo o Cruzeiro como bicho papão.

Para encerrar, a pergunta que não quer calar: CADÊ O TREINADOR DO FLAMENGO?

Parece castigo

(Foto: Staff Images / Flamengo)

No balanço final sobre a arbitragem, sem dúvida, o prejuízo maior foi do Flamengo, pois, embora dois gols tenham sido assinalados de forma irregular, sendo um para cada lado, é bom não esquecer que o Flamengo foi duplamente punido no erro do árbitro.

Além do pênalti inventado, a expulsão de Éverton Ribeiro deixou, de forma injusta, o Flamengo com um jogador a menos durante praticamente o jogo todo.

Jogo feio, nervoso e com uma desarrumação geral dos times, principalmente o nosso. Não entendi as alterações introduzidas pelo nosso treinador. Paquetá saiu dando a entender que não concordava, ou que estivesse surpreso com a sua substituição.

No fim do jogo, a entrada de Pará no lugar de Vinícius Júnior foi a sinalização clara de que estávamos abdicando da tentativa de vitória e, como era de se esperar, fez com que o Vitória jogasse no nosso campo, sem nenhum receio de um possível contra-ataque.

O segundo gol do Vitória, com Réver marcando a bola e Juan atrás do atacante do time baiano, deixa uma enorme sensação de desarrumação.

Não quero me alongar analisando um jogo atípico, mas que, ante tantos erros cometidos, dentro e fora do campo, o que se viu hoje parece castigo….

Começo, desanimador…

Alô CBF!!!

Ao longo do tempo, desde que o regulamento por pontos corridos foi implantado, a CBF vem adotando o critério no sentido de que o clube que faz o último jogo do Campeonato Brasileiro em casa, no ano seguinte, termine fora de casa e, vice-versa.

Isto vinha sendo respeitado ao longo dos anos, até que – e não se sabe o motivo – o Flamengo nos dois últimos anos jogou sua última partida fora de casa. Em 2016, contra o Atlético Paranaense e, em 2017, contra o Vitória da Bahia.

Para “arrumar a casa” e, principalmente, corrigir o erro cometido, não há como a CBF, nos dois próximos campeonatos, a começar por este de 2018, deixar de determinar que o Flamengo faça seu último jogo em casa. Aguardemos…

Que loucura!!! 

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Não lembro de uma rodada, ao longo de todos os Campeonatos Brasileiros, mais emocionante. Verdadeiro fogo cruzado, com cada gol que pintava interferindo em outro jogo.

Hoje, é impossível querer se fazer uma avaliação simplesmente pelo que se viu no gramado do Barradão.

Não vou falar nos desfalques, até porque o Vitória também entrou prejudicado por várias ausências. A verdade é que o time cansou, o que me parece natural, em função da nossa maratona.

O nosso primeiro tempo foi melhor. Claro, havia mais gás, com Éverton Ribeiro fazendo uma ótima partida. Não concordo com a observação que ouvi na transmissão, imputando culpa a Rafael Vaz no gol do Vitória. A crítica foi de que ele cabeceou para o lado. Ora, para onde queriam que ele cabeceasse?

A maior barbaridade que vem ocorrendo no Flamengo é o pouco aproveitamento do garoto Vinícius Júnior. Hoje em dia, no futebol mundial, se procura com lupa um atacante que seja habilidoso, veloz e decisivo. Nós temos e quase não usamos. O Flamengo só venceu o jogo graças à ousadia do garoto que construiu a jogada no primeiro gol e sofreu a falta no segundo. E, bom não esquecer que, fazendo isto sem confiança… imaginem o menino jogando com a autoestima lá no alto…

Melhor, impossível! A fase de grupos já garantida e, podemos fechar o ano com uma conquista continental.

O problema do gol, pelo jeito, enquanto não retorna o titular Diego Alves, foi resolvido. César, de novo, foi firme, confiável e decisivo.

Quem dançou foi o Botafogo que, por uma série de circunstâncias, foi um verdadeiro balão japonês…

Já o Vasco, após a chegada de Zé Ricardo, conseguiu uma recuperação inesperada, e está na pré-Libertadores. Vinícius Júnior tirou o doce que já estava sendo saboreado pelos vascaínos…

O ano terminou para todos no futebol brasileiro, menos para Grêmio e Flamengo. Que Papai Noel seja generoso com rubro-negros e gremistas.

E, no que nos diz respeito, que São Judas esteja de plantão até o dia 13.

MMMEEEENNNNGGOOOOOO!!!

Domingão…

Treino do Flamengo – 02/12/2017 (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

…do futebol!! E, não há como não ser emocionante, pois teremos vários tipos de decisão em jogo. No nosso caso, é ficar ligado no Barradão e esperar que as bolinhas pintem no vídeo.

Vamos ter uma zaga que pode ser composta por Léo Duarte e Rafael Vaz, o que, de certa forma, não deixa de causar alguma preocupação, pois Léo Duarte não joga há um bom tempo, e Rafael Vaz, embora não seja um jogador ruim, talvez pela falta de noção do limite de competência, acaba se complicando. Enfim, pelos problemas físicos com Rever e Juan e, em função da suspensão de Rhodolpo, é o que temos.

Embora bem encaminhados na Copa Sul-Americana, como seguro morreu de velho, não podemos é perder este jogo, pois aí, dependendo de outros resultados, podemos ficar pela bola sete na Copa Sul-Americana.

Os outros dois clubes do Rio, Vasco e Botafogo, como jogam em casa, respectivamente, contra a Ponte Preta já rebaixada, e o Cruzeiro curtindo férias, devem garantir vaga na Libertadores. Não fosse a má campanha do Fluminense este ano, poderíamos ter um Campeonato Carioca patrocinado pela Conmebol…

Agora, a discussão do momento, se Guerrero for absolvido, o que deve realmente acontecer, é se deve continuar Felipe Vizeu ou, se Guerrero deve voltar ao time.

Calma minha gente. Discussão precipitada. Pra começar, Guerrero continua suspenso, portanto, amanhã, chance zero. E, bom não esquecer que só teremos mais dois jogos. Dias 6 e 13 de dezembro. Melhor começar a pensar neste tema só quando dona FIFA liberar o peruano. Qualquer movimento fora disso, é um tremendo gol contra. Procurar problema, pra que?

Todos os jogos deste domingo vão começar às 17h. Só não esquecer que, em Salvador, não há horário de verão, portanto, lá, o jogo vai começar às quatro da tarde. Como o calor vem nos fazendo bem, vamos nessa com bom humor…

O domingão…promete!!! Só não podemos é perder…

Dizer o quê?

Flamengo x Santos – 26/11/2017 (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

O time até que começou bem, com apenas – entre os titulares indiscutíveis – Juan sendo poupado.

O gol aconteceu bem cedo e, o ritmo do Flamengo continuou igual. Aí, eis que ocorre a gracinha do goleiro Muralha, que, ao invés de dar o chutão, após um recuo de bola, tentou o drible, perdeu a bola e, o Flamengo dançou…

Claro que o time sentiu, mas mesmo assim continuou atacando, tentando o gol. Aí, de novo, com mão de alface, em chute defensável, Muralha, mais uma vez, entregou o ouro…

Quero chamar a atenção de vocês para o tamanho dos nossos problemas. O primeiro é quem escalar no gol no jogo de quinta-feira.

Há três goleiros inscritos: Muralha, Thiago e César. Acho bom lembrar que na decisão da Copa do Brasil ocorreu o mesmo. A opção do treinador foi por Thiago e, infelizmente, em função de uma falha dele no jogo no Maracanã, o Flamengo deixou o título escapar.

Agora, para quinta, Muralha com o moral lá embaixo. César não joga há praticamente um ano, e Thiago, voltando de contusão, completamente sem ritmo. Problemão!!!

E, imaginar que entregamos Paulo Victor, de graça, para o Grêmio…

Semana decisiva. Ganhando ou empatando na Colômbia, via Copa Sul-Americana, estaremos a dois jogos da Libertadores.

E, domingo, numa batalha de vida ou morte para o Vitória na luta para não cair, o jogo em Salvador.

Na quarta, mais do que nunca, torcer pelo Grêmio, que sendo campeão, abre mais uma vaga, via Campeonato Brasileiro.

Final de ano, com certeza, com fortes emoções. Ainda há esperança. Ainda estamos vivos. Tomara que na base do bom senso, e do papo, tudo se ajeite.

Que domingo triste…

Sábado melancólico e domingo para se usar a cabeça

(Foto: Lucas Merçon / Fluminense)

Resolvi ver Fluminense x Sport e, se arrependimento matasse, não estaria mais por aqui.

Sabem o que imaginei vendo o jogo? Se o nosso time fosse aquele que entrou em campo com a camisa tricolor, a torcida do Flamengo invadiria a Gávea, o Ninho do Urubu e, ocuparia sem devolução o abandonado edifício Hilton Santos. Que coisa triste…

Sem querer tripudiar, até porque respeito todas as instituições, neste time do Fluminense só gostaria de ver um único jogador atuando no Flamengo. Acho que não é um exercício difícil. Gustavo Scarpa.

O Sport abriu 2 a 0 e, ainda no primeiro tempo o houve o lindo gol de honra. Gosto demais do Abelão, mas tirar o Scarpa na metade do segundo tempo foi uma mancada de fazer inveja ao nosso treinador…


(Foto: Cristina Mattos // Futura Press)

Encerrado o jogo, lá fui eu acompanhar a partida em que o América Mineiro confirmou o título da série B. Tinha que vencer. Qualquer outro resultado daria o título ao Inter. E por falar em Inter, não ter conseguido ser o campeão da série B, convenhamos, foi um tremendo mico.

De nível técnico muito ruim, esta segunda divisão apresentou característica curiosa. Muitos jogadores fora do peso. Diria mesmo, um festival de barrigas…


Treino do Flamengo – 24/11/2017 (Fotos: Gilvan de Souza / Flamengo)

Agora, o que interessa. Não sei o time que o senhor Rueda vai colocar em campo amanhã, às 19h. Torço para que haja bom senso. Há dois jogadores que, obrigatoriamente, devem ser poupados. Juan e Diego. Acho até desnecessário explicar…

Réver precisa jogar para readquirir ritmo. Arão, como se desgasta muito, também poderia ter um refresco.

No mais, é escalar o que houver de melhor. Pelo retrospecto das escalações, aí é que mora o perigo, pois tem havido por parte do nosso treinador uma enorme dificuldade em entender o que temos de melhor. No início, quando ele não conhecia ninguém, até dava pra entender. Agora, não há mais desculpa.


Li o noticiário dando conta de que o nosso presidente, Eduardo Bandeira de Mello, havia assumido a responsabilidade pela cessão do Ninho do Urubu, para o Sport de Recife.

Li e não acreditei que a autorização tenha partido dele, porém este episódio num momento em que o país bate recorde mundial de deduragem por metro quadrado, a atitude do presidente do Flamengo cai como um oásis de dignidade no meio de um deserto de podridão.

A atitude de Eduardo foi de homem com H maiúsculo e, de minha parte, compensa, com juros e correção monetária, a equivoca cessão do nosso Ninho. Não falo mais no tema. Assunto encerrado.

E, não esquecer que o jogo contra o Santos, amanhã, será às sete da noite.

Que o nosso domingo seja um replay da quinta-feira.