Muralha ou Thiago?

Ospina cai e observa a bola chutada por Willian entrar no ângulo (Foto: Raul Arboleda / AFP)

Com todo respeito à Seleção Brasileira, o que interessa mesmo é a decisão da Copa do Brasil.

O jogo da nossa Seleção foi muito chato. Horário esquisito – final de tarde no Brasil – e, de positivo os dois gols, realmente muito bonitos. O de Willian, plasticamente falando, uma obra de arte. O de Falcão Garcia, também bonito.

De positivo no jogo, só isso. Para o Brasil o resultado era indiferente, pois já classificado está. Para a Colômbia o pontinho do empate caiu do céu e, pelo jeito, os colombianos estão carimbando os passaportes para a Rússia.


(Foto: Gilvan de Souza)

Para nós rubro-negros, o mais importante no momento é saber o time que vai entrar em campo depois de amanhã.

Na frente, a dúvida é entre Paquetá e Vinícius Júnior.  No gol, Muralha ou Thiago.

As opiniões estão divididas. Há quem ache que, pelo episódio em que Muralha foi vítima de uma brincadeira por parte do jornal Extra, com a diretoria do Flamengo fazendo ferrenha defesa do jogador, a hora é de, por coerência, dar força ao jogador.

Por outro lado, há quem entenda que Muralha não tem a mínima condição psicológica de encarar este desafio e que, em consequência, o Flamengo correrá risco desnecessário.

Costumo dizer que, quem está com a mão na massa, quem está no dia a dia, é que pode opinar com absoluta convicção. Por isso, seja qual for a decisão, e novamente invocando a coerência, vou aceitar.

De qualquer forma, para não ficar em cima do muro, à distância, acho a escalação de Muralha, se ocorrer, de alto risco para o Flamengo.

E você? Iria de Muralha ou Thiago?

Quinta-feira Santa

Holanda vence a Bulgária.

Convenhamos que sábado e domingo sem futebol é muito ruim. Na verdade, quis dizer “sem Flamengo” e saiu “sem futebol”. Até porque, futebol houve. O que faltou ao final de semana foi emoção, foi paixão.

Por exemplo, vi o primeiro tempo de Holanda x Bulgária, pelas eliminatórias europeias e, apesar de ter vencido por 3 a 1, quem já viu grandes seleções holandesas e se depara com a atual, é de chorar. Robben é um oásis em meio a um deserto descomunal.

Pela saudade e pela importância do jogo, podemos batizar a próxima quinta de “quinta-feira santa…” Será o reencontro da nossa torcida com o time que disputa mais uma final de Copa do Brasil. Será o reencontro, em momento decisivo, de duas torcidas com afinidade.

Os dois clubes e as duas torcidas capricharam na comunicação, com mensagens carinhosas. Eu, particularmente, tenho enorme carinho, apreço e gratidão, ao Cruzeiro e a sua torcida.

 

 

Um dos episódios mais marcantes na minha vida esportiva ocorreu no dia 15 de novembro de 1995, no Mineirão (vídeo acima). No dia do centenário do Flamengo, a tabela da Supercopa da Libertadores determinava Flamengo x Cruzeiro, em Belo Horizonte.

Antes do jogo várias homenagens por parte da diretoria do Cruzeiro, comandada pelo querido Zezé Perrella, e de sua torcida. A melhor, a mais espontânea, ocorreu quando o árbitro apitou o final do jogo. O Flamengo venceu no dia dos seus 100 anos, por 1 a 0, gol do zagueiro Ronaldão. Ao apito do árbitro, o Mineirão inteiro cantou “parabéns pra você”.

Não deu para não chorar. A emoção foi forte e até hoje tudo está muito claro em minha mente, como se tivesse acontecido ontem.

O Cruzeiro e sua torcida ficaram e ficarão eternamente marcados no meu coração rubro-negro que, desde aquele dia no Mineirão, ganhou uma tatuagem azul.

Quinta que vem, quando a bola rolar, cada torcedor estará alucinadamente empurrando o seu time. A diferença é que sem um mínimo de rancor. A luta, será apenas pela vitória e, consequentemente, pela conquista de um título importante. Adversário assim, quando se ganha, não se tripudia. Se conforta…

Quinta-feira, mais santa, impossível…

O caminho certo e a “Primeira Liga”

(Fotos: Gilvan de Souza / Flamengo)

Bom jogo e, vitória com autoridade. A escalação do Flamengo era uma expectativa pra mim. Com todos à disposição, estava curioso para saber o time que entraria em campo. E, sobrou exatamente para o jogador mais caro, o que representou o maior investimento. Éverton Ribeiro jogou pouco mais do que cinco minutos e, só entrou porque Diego pregou.

Isto é uma crítica? Claro que não! Apenas uma constatação pouco comum. Com o embalo de Berrío após a linda jogada que classificou o Flamengo para a final da Copa do Brasil, realmente ficava difícil não começar com ele. A única possibilidade de Éverton Ribeiro começar, seria deslocar Éverton para a lateral, e Éverton Ribeiro ocupando a meia esquerda.

Rueda preferiu não complicar e, escalou com simplicidade. O time correspondeu, jogando bem o tempo todo. Defesa, atenta. Meio, pegador, dinâmico e criativo. Ataque, como deve ser, aporrinhando a defesa adversária o tempo todo.

Os gols foram de Diego e Arão. Guerrero não marcou, mas foi destaque. Jogou muito!

Continuamos no pelotão da frente e, com certeza, assim terminaremos este Campeonato Brasileiro.

Com o coração do torcedor totalmente ocupado pela decisão da Copa do Brasil, vamos nesta quarta-feira até Cariacica, jogar contra o Paraná, pela “Primeira Liga”… e, este é o tipo de reclamação que os clubes não podem fazer com relação ao calendário. Esta ideia infeliz, partiu deles. Como diria minha avó Corina, “quem pariu Mateus, que o embale”…

Brincadeira à parte, a esperança de que Rueda poupe seus jogadores importantes, livrando-os de desgaste e possível contusão, em jogo que não vale nada.

Aliás, a sequência será braba. Dia sete, decisão da Copa do Brasil e dia 10, jogo contra o Botafogo, pelo Campeonato Brasileiro.


Recebi a informação de que Reinaldo Rueda, na entrevista coletiva, deu a entender que Diego e Éverton Ribeiro não podem jogar juntos.

Depoimento, a meu conceito, se verdadeiro, precipitado. Bom não esquecer que Berrío – neste momento, titular absoluto – no jogo contra o Botafogo ia ser substituído quando realizou a linda jogada e caiu nas graças da galera, e do treinador.

Ao simpático Rueda, lembro uma máxima pertinente ao momento. “Muita calma. Pato novo, não dá mergulho fundo…”


E o Corinthians, hein? No jogo do primeiro, contra o último colocado, na casa do número 1 na tabela, a zebra pintou. Definitivamente, o futebol praticado no Brasil está nivelado por baixo…

Como manter a concentração?

Treino do Flamengo – 25/08/2017 (Fotos: Gilvan de Souza / Flamengo)

Ia utilizar para o título do POST a palavra “foco”, porém, para dar uma variada, optei pela “concentração”.

Onde quero chegar? Simples. Imagino o quanto deve ser difícil para qualquer treinador, já no meio da segunda e última etapa do calendário, encontrar os argumentos para manter a tropa ligada.

Vejam o caso do Flamengo. Estamos disputando três competições, sendo duas nacionais e uma continental, cujos objetivos às vezes coincidem.

No Brasileiro, como não se tem a certeza de que o time será campeão da Copa do Brasil ou, da Copa Sul-Americana, a briga é para ficar no pelotão de cima, atrás de uma vaga para a Libertadores do ano que vem.

A Copa do Brasil passa a ser – em importância – a grande prioridade, já que, sendo campeão, o Flamengo fecha o ano com uma grande conquista e a vaga na Libertadores garantida.

A Copa Sul-Americana, na realidade, a segunda divisão do futebol no continente, tem como única virtude também garantir vaga na Libertadores.

Agora mesmo, embora tenha o Flamengo, neste domingo, o jogo contra o Atlético Paranaense, pelo Brasileiro, ninguém tira da cabeça a decisão contra o Cruzeiro, que começa no dia sete de setembro.

A confusão é tão grande que espicharam a Copa do Brasil até o final do ano e, esqueceram de alongar o prazo para inscrições de novos jogadores.

O resultado disso é que, além do que aqui já foi colocado, os treinadores têm que se virar, com times diferentes nas três competições.

A Sul-Americana, na canetada, espichou também a Libertadores, sem a mínima preocupação com as competições nacionais Enfim, um mínimo de compreensão e paciência com os treinadores é mais do que justo, pois é realmente uma loucura conseguir assoviar e chupar cana, ao mesmo tempo.

Com quem veio de fora e pegou o barco no meio do oceano, como Rueda, a compreensão tem que ser triplicada.

E por falar em treinador, mesmo sem estar no campo, Zé Ricardo conseguiu um sopro rubro-negro para o Vasco que, finalmente, venceu.

Que o domingo seja rubro-negro, com sotaque carioca…

Sorteio ou azareio?

(Foto: Staff Images)

Duvido que o tema central desta quinta-feira não divida opiniões, muito embora, tenha eu uma opinião definitiva a respeito. A final da Copa do Brasil, entre Flamengo e Cruzeiro, será no Mineirão, casa do Cruzeiro. Pessoalmente, e várias vezes já disse aqui, penso que fazer o último jogo em casa não deixa de ser uma vantagem.

A prova disso são as manchetes de todos os veículos, rigorosamente iguais: “A decisão será no Mineirão”. Se bom fosse fazer o primeiro jogo em casa, as manchetes poderiam ser: “Flamengo larga na frente. Primeiro jogo será no Maracanã”.

Brincadeira à parte, dizer que, por coerência com o que penso, torci muito para o segundo jogo ser no Maracanã, mas dentro do que penso, para mim, ou melhor, para o Flamengo, não houve sorteio e sim, azareio. Mesmo assim, continuo um otimista de carteirinha. Vamos vencer o Cruzeiro e atropelar o azareio.

Bom lembrar que na final não existe mais o gol dobrado fora de casa, em caso de igualdade. Assim sendo, se o Flamengo vencer aqui por 3 a 1 e perder em Belo Horizonte por 2 a 0, pênaltis!!! Esta mudança de regulamento para a final traz um certo conforto para quem faz o primeiro jogo em casa, pois o visitante pode até marcar, desde que não vença o jogo.

Claro que, matematicamente, a possibilidade de a decisão ir para os pênaltis, em função da mudança no regulamento, aumenta consideravelmente. E diante do exposto, não restará alternativa ao Flamengo senão jogar ofensivamente no Maracanã. Não adotar esta estratégia é concordar em decidir o título na casa do adversário.

Guerrero está fora, pois levou mais um cartão amarelo. Aqui mesmo no blog, li um comentário muito interessante em que é colocado que no embate entre defensor e atacante, o normal é haver a falta do defensor no atacante, porém, Guerrero é exceção, pois comete mais, do que recebe faltas. E, sem falar no número de cartões que leva por reclamação. Já é hora de alguém ter um papo sério com ele e, abrir a possibilidade de punição cada vez que deixar de jogar por tomar cartão por reclamação. Jogador de futebol é como criança. Se os limites não forem estabelecidos, a coisa desanda…

Por falar em comentários e, com todo respeito, discordo de quem achou boa a atuação de Pará. Jogou torto o tempo todo e em nenhum momento foi eficaz no apoio, como deve ser qualquer bom lateral. Curioso que, de repente, Trauco, antes tão elogiado, virou um perna de pau.

A verdade é que um gol muda tudo. Muda tanto que encobre erros, como o que ia ser cometido. Quando fez a jogada do gol da vitória, Berrío já havia sido anunciado para sair, com Vinícius Júnior esperando à beira do campo. Ali, quem deveria ter saído era Pará, com Éverton passando para a lateral. Afinal, quem buscava a vitória era o Flamengo. Às vezes, a vitória encobre os equívocos. Como ontem…

Agora, esperar até o dia sete de setembro e, em função do que ocorrer no Campeonato Brasileiro, definir o time para o primeiro jogo decisivo. Melhor que haja este tempinho para que Rueda possa ir conhecendo melhor os jogadores. Com certeza, o conhecimento dará a ele maior segurança, não só para escalar, como – e principalmente – para substituir bem.

Para finalizar, uma boa notícia. Muito em breve o edital de licitação do Maracanã estará à disposição dos interessados e, pelo que apurei, em condições bem favoráveis ao Flamengo. O que é de fato – “O maraca é nosso!!!” – em breve, pelo pique da remada, será também de direito. E, este será o primeiro passo para o Flamengo ser um clube mundial.

Salve Diego!!!

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Que maravilha!!! Conforme esperava, ou melhor, tinha quase que certeza absoluta, estamos na final.

Ontem, coloquei aqui que os dois times jogariam desfalcados, e que isto poderia ser um fator decisivo para o Flamengo, que tem um elenco, sem discussão, bem superior.

Para melhorar, Guerrero e Berrío foram confirmados. Se já estava bom, ficou melhor.

Não gostei da opção de Pará na lateral esquerda. Jogou torto e foi peça nula. Engraçado que, de repente, Trauco virou um perna de pau.

Ainda no “não gostei”, demorou muito o nosso treinador para fazer uma alteração óbvia, que era colocar Vinícius Júnior no lugar de Pará. Claro que, puxando Éverton para a lateral, e Vinicius Júnior, no ataque, pela esquerda.

No momento em que, imagino, Rueda ia fazer isso, saiu o gol do Flamengo e, no lance a contusão de Berrío, que fez a jogada do gol e saiu.

Não sei se vocês notaram, mas o número 4 do Botafogo, o lateral direito, jogou o tempo inteiro mancando. Ali era o “mapa da mina”…

Resumo da ópera: deu o que tinha que ser. O Botafogo, sem duvida, é um time organizado, mas até provem em contrário e, respeitando todos os “professores” de futebol, quem ganha jogo é jogador. E, os nossos são melhores. O Botafogo, com o elenco que tem, foi longe demais.

Parabéns à nossa moçada. O time foi determinado. Valente…

Lindo o Maraca. Agora, como explicar tantos lugares vazios? Ridículo…

Para se chegar ao Maraca, um caos. Incompetência, geral.

Agora, sem Guerrero no primeiro jogo contra o Cruzeiro. Tomara que para nós seja sorteio e azareio para o Cruzeiro. O último jogo, o decisivo, no Maraca, seria a glória.

Que noite linda!!!!

MEEEEEEEENGOOOOOOOOOOOO!!!!

Tema polêmico

(Foto: Reprodução SporTV)

O Esporte Interativo antecipou e garantiu Zé Ricardo no Vasco. Esta história pode ser vista das mais variadas formas possíveis.

Vamos começar pela diretoria do Vasco que, imagino, após uma sucessão de derrotas resolveu mudar o comando e, indo ao mercado, achou Zé Ricardo – que conseguiu se segurar no comando técnico do Flamengo por mais de um ano – a melhor alternativa.

Aí está o problema: tivesse Zé Ricardo acabado de sair de qualquer outro clube do Brasil, não estaríamos aqui debatendo o tema. O problema é que até ontem era ele o treinador do… Flamengo!

Será que há na decisão algum apelo midiático? Será que há alguma estratégia de marketing? Será que a escolha para gerar polêmica foi proposital? E, o que pensa a respeito a torcida do Vasco?

Para falar a verdade, e me colocando na situação do torcedor vascaíno, no duro, no duro, tão preocupado em não cair novamente para a segunda divisão, este tormento assustador inibiria qualquer linha de raciocínio mais profundo. Em síntese, acho que o torcedor do Vasco tão apavorado está, que é incapaz de saber o que é bom ou ruim. O que é certo, é que se nada der certo, o culpado já está definido por antecipação.

Zé Ricardo pode consolidar a carreira ou, ir conhecer o inferno. Se os resultados começarem a ser positivos e, o fantasma do rebaixamento for espantado, maravilha…. Agora, se o negócio não começar a caminhar bem, será muito mais difícil para ele do que seria para qualquer outro treinador. Não vai faltar quem levante a bandeira de que, como rubro-negro, Zé Ricardo quer mais é que o Vasco exploda, ou melhor, caia…

Não sei o que levou Zé Ricardo a aceitar a espinhosa e delicada missão, onde a chance de dar errado é muito grande e, o preço a pagar, se isto acontecer, será mais caro para ele do que seria para qualquer outro. Talvez Zé Ricardo não tenha calculado o risco que corre. Esta decisão pode representar um nocaute na sua carreira. Qualquer outro treinador, na pior das hipóteses, perderia por pontos…e, seguiria em frente.

Em síntese, decisão muito arriscada. Saindo do boxe para o pôquer, Zé Ricardo foi para o jogo, arriscando tudo, com um par de 2. Com todo respeito…

Flamengo x Botafogo

E a nossa decisão? Como otimista de carteirinha, já estou preparado e contando as horas para estar no Maraca, na nossa casa. Os dois times vão jogar desfalcados e, aí reside a grande vantagem do Flamengo em ter um elenco, indiscutivelmente, superior.

Pelo regulamento, mesmo marcando um gol, qualquer gol do Botafogo coloca o Flamengo em desvantagem. Acho o tipo de jogo que temos que partir pra cima, espantando qualquer possibilidade para o adversário.

Que São Judas Tadeu vá ao Maraca…

Final de semana bom, surpreendente e preocupante…

Bom pra quem? Pra nós!

Sempre comento e repito que confiança é quase tudo em futebol. E, esta rodada do Campeonato Brasileiro, como interferência no jogo decisivo de quarta-feira, pela Copa do Brasil, foi amplamente favorável ao Flamengo.

Não só a vitória, mas principalmente o desabrochar da garotada, representada por Vinícius Júnior e Paquetá, é um sopro de animação, esperança e bom presságio para a hora da decisão na Copa do Brasil.

O Botafogo, que hoje foi derrotado pela Ponte Preta, ao contrário, sai de uma derrota para um momento de decisão. Além do ânimo em baixa, há também desfalques importantes. Em síntese, com todo respeito ao Botafogo, o sopro da vitória está com pinta de que vai para o Maraca de vermelho e preto.

A surpresa ficou por conta do Corinthians que, jogando em casa, para um público superior a 40 mil pessoas, perdeu a longa invencibilidade no Campeonato Brasileiro para o inconstante e imprevisível Vitória.

Aliás, aí está a explicação para o fato do futebol ser o mais popular esporte do planeta. Nada contra os outros esportes, mas o único absolutamente imprevisível, é o velho esporte bretão. No basquete ou no vôlei, inimaginável um time muito bom perder para um razoável. No futebol, a zebra é uma realidade.

E eu que ia neste POST, propor uma pesquisa para saber para quem o Corinthians iria – ou não –  capitular… A ideia chegou atrasada…. Que zebraça!!!!!!!

A preocupação, com certeza absoluta, deve estar na cabeça de todos os vascaínos. A derrota contundente por 3 a 0 para o Bahia, somando-se ao momento político do clube, deixa o ambiente conturbado e faz surgir o fantasma de mais um rebaixamento. Meus amigos vascaínos estão apavorados. E, com toda razão…

Para finalizar, deixo vocês com duas imagens praticamente iguais. O gol de Romário, pelas eliminatórias, e o gol de Vinicius Junior, pelo Campeonato Brasileiro. Impressionante como os gols foram parecidos. A imagem me foi encaminhado pelo nosso amigo Radamés Lattari.

 

FLAMENGO x BOTAFOGO

Eduardo Bandeira de Mello e Carlos Eduardo Pereira

Voltando ao assunto da violência, tema central do POST anterior, um querido amigo, dirigente rubro-negro, tem opinião definida de que tudo que aconteceu no Engenhão, quando o tratamento dado ao time e aos dirigentes rubro-negros, faz parte de uma estratégia de polarizar o futebol do Rio, com o Flamengo de um lado e, o Botafogo do outro, como o grande rival.

Por este motivo, segundo ele, o ônibus do Flamengo foi apedrejado, e os dirigentes – inclusive nosso presidente – ameaçados no camarote destinado ao visitante.

O episódio, lá atrás, da transferência de William Arão, com o inconformismo injustificado da diretoria do Botafogo, já seria parte da estratégia de, por qualquer motivo, bater de frente com o Flamengo.

Lembrei ao meu amigo dirigente rubro-negro que esta estratégia adotada pelo Botafogo, na realidade, é um estelionato, já que Eurico Miranda, o presidente do Vasco, verdadeiro criador desta inteligente artimanha, não está recebendo um único centavo a título de royalty.

Aos meus amigos do Botafogo, em especial ao querido presidente Carlos Eduardo, pediria um pouco de reflexão sobre o tema. Hoje, diferente de quando Eurico Miranda descobriu este astuto caminho para popularizar o Vasco da Gama, as pessoas agem e reagem de outra forma, onde não há o mesmo humor e, onde sempre há rancor. O mundo mudou. As pessoas mudaram.

Hoje, há de se ter mais cuidado em tudo, mesmo com ideias que pareçam desprovidas de qualquer má intenção.

Aí, o meu amigo, dirigente máximo rubro-negro, está coberto de razão. Quando há paixão envolvida, todo cuidado é pouco…

Noite maluca

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Na escalação, e até entendo ante as circunstâncias, o IBOPE definiu o nosso time. Os jogadores mais em falta de sintonia com a torcida ficaram de fora. Pará, Vaz, Trauco e Márcio Araújo, barrados…

Jogo em que o Flamengo teve amplo domínio, porém, sem que isto trouxesse real perigo para o Botafogo.

Árbitro confuso, complicado, enrolado…

Rueda começou e deu sorte. O time foi melhor do que ele. A alteração, tirando Vinícius Júnior e deixando Vizeu, foi algo típico de quem não sabe quem é quem… Para deixar bem claro, nada anormal para quem não sabe sequer o nome de todos os jogadores.

Jogo ruim. Resultado bom. Até a próxima partida Rueda vai ter tempo para ser apresentado a todos os jogadores. Balanço, positivo.

Quarta tem mais. E, acho que vamos para mais uma final de Copa do Brasil.

O nosso time é melhor. Alguém tem dúvida?