Cabeça de treinador

(Reprodução da TV) Kléber Leite Blog

O Palmeiras, graças à sua apaixonada patrocinadora, que sonha ser presidente, gastou uma fortuna para formar o atual elenco, onde o reforço de maior impacto para os torcedores veio do Santos.

Lucas Lima, realmente, um jogador bem acima da média, chegou e, em pouco espaço de tempo, apesar do quanto custou – e da esperança da galera palmeirense – começou a esquentar o banco.

Cheguei inclusive a sugerir ao nosso pessoal do futebol, “olho no lance”, pois estas aberrações fazem parte e, não é de hoje.

Aí, chegou Felipão enchendo a bola de Lucas Lima que, confiante e com confiança no novo treinador, voltou a jogar o que sabe e, o que sabemos nós ser ele capaz.

Como é que se marginaliza um dos raros talentos do atual futebol brasileiro? Tudo bem que cabeça de treinador possa levar a este estágio, mas o que fazem os outros no clube, incluindo o presidente e o vice de futebol? Não há conversa? Não há debate sobre o tema?

Em 2005, Helinho e eu encaramos a nossa mais difícil missão no Flamengo e, logo na chegada nos deparamos com duas barbaridades. André Santos, que chegou à Seleção Brasileira, era reserva de Andrezinho. E Diego Souza era, também, reserva.

Preciso explicar porque os matemáticos afirmavam que o Flamengo tinha 94% de possibilidade de ir para a segunda divisão?

No Palmeiras, Felipão restabeleceu a verdade e, lá atrás, com muita conversa e ações pontuais, deu para livrar o Flamengo do que seria o maior mico na sua gloriosa trajetória no futebol.

Em síntese, com todo respeito aos treinadores, se não houver uma linha direta entre os que compõem o departamento de futebol, a tirania burra de um “professor” pode ser mais devastadora do que um tsunami.

O Flamengo e o ser humano

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo) Blog Kléber Leite

Estou a trabalho em Buenos Aires e, desta forma, como sempre ocorre, Carlos Egon, nosso irmão do blog, vai levantar a bola, cujo tema central é o jogo do Flamengo.

Antes do Egon, já pedindo perdão por saber que vou contrariar alguns amigos, quero deixar clara a minha posição com relação ao novo episódio envolvendo Guerrero, com a extensão de sua pena até o ano que vem.

Aí, deixo de lado a paixão clubística e me apego ao sentimento humano. Será que estes gênios da FIFA, ou seja lá de onde for, responsáveis pelo prolongamento da pena, esqueceram que são seres humanos?

Será que não entendem que já passou do ponto o sofrimento de um atleta, que já pagou com juros e correção monetária, o erro que possa ter cometido.

Sabem o que penso? O ser humano está cada dia pior. Vibra com a desgraça dos outros. Esta ditadura da FIFA, impondo o que bem entende, com um bando de cordeirinhos dizendo amém, é o que há de mais covarde no mundo do futebol.

E o pior é que não mostram a cara. Agem com covardia e, como covardes se escondem. Como toda ditadura, esta chegará ao fim. Só que, até lá, muita maldade será cometida.

Registro aqui, o meu repúdio e inconformismo, ante tamanha agressão a um ser humano.

Agora, o nosso jogo.

Com vocês, levantando a bola com amor e bom humor, o nosso irmão, Carlos Egon

Dá-lhe Egon!!!


“Inquestionável que temos um time acima da média nesse Brasileiro. Mas como não conseguimos traduzir em campo tamanha superioridade?

Vejamos! Temos um elenco de mediano para bom, onde estamos colocados entre os quatro melhores do campeonato.

Como não conseguimos rodar, quando encaramos no Maracanã, uma baba como o Vitória?

A resposta não é difícil. Temos na maioria dos jogos a tal POSSE DE BOLA, que na verdade, nada representa…

Contratamos Vitinho, que chuta muito bem, mas não é suficiente para fazer a diferença. No meio do caminho um travessão… e nada mais…

Muito pouco pelo que custou, muito caro pelo que está demonstrando.

Ahhhh! Temos que levar em conta a tal da “adaptação”…

Uma mentira que serve como desculpa…

Quando nosso goleiro pega apenas uma bola e, o do Vitória deixou passar a única que foi na sua direção, fica difícil dar notas para essas crianças do parquinho de quinta-feira. Mas vamos lá!

Diego Alves – Espectador privilegiado que nos salvou num único chute – 8

Rodinei – Um touro quando parte pro ataque, uma anta quando tem que definir a jogada – 2

Réver – Como zagueiro, embora “usado”, é meu preferido na zaga. Não perde uma única bola pelo alto. Uma segurança – 8

Léo Duarte – Jogando ao lado do Réver, está aprendendo e melhorando a cada dia, mesmo não tendo trabalho hoje – 7,5

Renê – Aquela coisinha sem graça que desarma e não arma nada…. Jamais, em tempo algum, podemos esperar uma jogada de Júnior. A verdadeira água com salsicha – 5

Cuéllar – Eterno leão na marcação, mesmo não tendo um segundo volante para aliviar sua barra. Jogador de altíssimo nível que cobre tudo e todos. Inegociável… – 9

Paquetá – Sem gracinhas e muita dedicação. Não é vertical, muito menos decisivo, mas é muito craque quando deixa de lado as firulas – 7

Diego – Mesmo prendendo a bola em demasia, é diferenciado nesse time. Se esforça e até tenta marcar, mas a idade não permite correria desnecessária – 9

Éverton Ribeiro – Cada partida melhora absurdamente! Jogador fundamental no nosso esquema – 9

Ceifador – Deveria ser candidato pelo MST! De bola não entende picas – 1

Vitinho – Aos poucos vai se adaptando! Se é que isso existe…  Mas, já está partindo pra dentro como fazia no Botafogo – 7

Barbieri – Arrumou 3 pontos e nos aproximou do líder. Çei!!!!!”

Carlos Egon Prates

Bolinha malvada

(Foto: Fernanda Fiuza) Kléber Leite Notícias

E, ao invés de sorteio, azareio

Por todos os motivos do mundo, inclusive em respeito aos números, a torcida era para fazer o segundo jogo, o decisivo, pela Copa do Brasil, em casa.

Os matemáticos, baseados no retrospecto, informam que quem joga a segunda partida em casa tem 60% de chance de sair classificado.

Os torcedores mais ferrenhos, principalmente aqueles que não perdem um jogo no Maraca, querem sempre a decisão em casa. Enfim, por um motivo ou por outro, fazer a segunda partida em casa é preferência nacional.

O problema é que a bolinha não queria nada conosco e se bandeou para o lado do Corinthians. Agora, é fazer do limão uma limonada, até porque outra alternativa não há.

De bom, o fato do gol fora de casa não ser mais dobrado em caso de igualdade nos dois jogos. Acho mais justo e, cria uma possibilidade maior para tudo ser decidido nos pênaltis.

O nosso elenco é melhor do que o do Corinthians. O nosso time é melhor do que o do Corinthians. Desta forma, como disse Éverton Ribeiro na entrevista coletiva, é ter cuidado para não errar, pois segundo ele, vai se classificar para a final quem errar menos.

Prefiro dizer que vai para a final quem acertar mais, começando pela escalação…

Pergunta: O Flamengo é favorito?

Definir o que fazer e, comunicar

Treino do Flamengo – 21/08/2018 (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo) Kléber Leite artigos

O título do post já diz tudo. Na realidade, estamos cometendo dois graves equívocos que estão deixando o torcedor do Flamengo desesperado e sem rumo.

É isso mesmo. Infelizmente, não foi traçada uma estratégia para a convivência com três competições paralelas.

Claro que o torcedor imagina ganhar tudo. E, este é o papel do torcedor. Ao dirigente, em sintonia fina com a comissão técnica, compete definir as prioridades e, comunicar esta decisão, mesmo abrindo brecha para eventual mudança de curso, dependendo de um resultado ou outro.

O que não pode é não se ter na cabeça os objetivos definidos. Aí, acontece o que vimos contra o Atlético Paranaense, quando na hora do jogo, a escalação aparece com jogadores importantes, inclusive o goleiro, sendo poupados.

Indago: Qual o jogo mais difícil, contra o Atlético Paranaense, em Curitiba ou, contra o Vitória, no Maracanã? Entre poupar em um jogo ou em outro, em qual jogo você pouparia?

Duvido que todos não respondam que o jogo mais complicado, por todos os motivos do mundo, seria contra o Atlético Paranaense. Apesar disso, poupamos exatamente neste jogo. Será que as pessoas não conversam?

Como sempre acredito que haja solução, fica a sugestão para que se defina o que se quer e, que isto seja comunicado.

Tão simples…

Tristeza e alegria

(Foto: Staff Images/Flamengo) Kléber Leite Blogs

Os comentários do blog deveriam ser lidos e levados em conta por quem responde pelo futebol do Flamengo. Todos são apaixonados e, embora comprometidos pelo amor maior, são em sua maioria, não só lúcidos, como verdadeiros guias.

Triste ver uma possibilidade enorme de uma grande conquista ser comprometida por tanta falta de sensibilidade.

Que o presidente e seus colaboradores no futebol não levem em conta o que penso e escrevo. Passem batidos e, procurem os comentários. Vocês vão começar a entender que ainda há com que sonhar. É só saber fazer…


Desculpem, mas não resisto. Acho que vocês vão gostar. Tenho um neto, Bernardo, popular Bê, canhoto que, aos seis aninhos, joga no sub-sete do nosso Mengo.

Ontem, tristeza e alegria. Tudo em vermelho e preto.

Com vocês… Bê!

Somatório de equívocos

(Fotos: Staff Images/Flamengo) Noticias com Kléber Leite

O primeiro equívoco – e não é desculpa pela derrota – precisa ser registrado. Um absurdo, um único clube ter o direito de disputar os seus jogos em casa com gramado artificial. Quem jogou bola sabe que a diferença entre os gramados, artificial e natural, é enorme. Claro que, quem joga sempre no artificial, pelo costume, leva enorme vantagem.

O segundo equívoco ocorreu ainda sem a bola ter rolado. Infelizmente, o Flamengo não sabe o que quer. Um absurdo poupar qualquer jogador em partida válida pela principal competição do país, cuja nossa última conquista foi em 2009.

O nosso Fernando Versiani, diz que, com 63 anos, corre oito quilômetros, seis vezes por semana. E conclui: “se consigo isso, por que poupar Diego, que tem 35 anos?” E mais: poupar goleiro? E um goleiro decisivo, como Diego Alves?

O terceiro equívoco, a falta absurda, desnecessária, de Rodinei, com o jogador do Atlético de costas para o campo e quase saindo com a bola pela lateral. Daí, surgiu o primeiro gol.

Quarto e quinto equívocos, também de Rodinei, posicionado de forma errada, tanto no primeiro, como no segundo gol.

O sexto equívoco, de marcação, no escanteio que originou o terceiro gol. O jogador do Atlético cabeceou entre William Arão e Uribe. A verdade é que quando Réver não joga ficamos vulneráveis nas bolas levantadas na área.

O sétimo equívoco, ainda no primeiro tempo, ficou por conta da disposição tática do meio campo, pois, apesar da presença de William Arão, Paquetá continuou a jogar como nas partidas anteriores, quando formava a dupla de volantes com Cuellar. Talvez o uso do cachimbo explique a boca torta…

O fato é que jogamos com três volantes durante todo primeiro tempo. Paquetá, que deveria ter sido uma peça criativa e ofensiva, jogou muito recuado. E, embora recuado, pouco combativo.

E, todos estes erros, do vestiário ao último segundo do primeiro período. Muito pouco tempo para tantos absurdos. Resultado: derrota por 3 a 0. E, bom não esquecer que, embora tenhamos melhorado no segundo tempo, tomamos duas bolas na trave.

E o Uribe, hein? Manhã de domingo para esquecer. Será que serviram uma feijoada no café da manhã?

Jogo diferente e importantíssimo

(Reprodução da internet) Blog do Kléber Leite

Curioso que este horário de onze da manhã, aos domingos, acabou pegando e passou a ser o “jogo da família”.

E, como as famílias não são pequenas, o público de cada jogo programado para este horário tem surpreendido favoravelmente.

Sei que para o jogador é meio complicado, pois foge da rotina. Imagine que, levando-se em conta que, entre o despertar e o jogo, há o café da manhã, a preleção, a ida para o estádio, o aquecimento, a entrada em campo e a execução do Hino Nacional, esta confusão começa, no máximo, às seis e meia da manhã. Em síntese, tudo novo, tudo diferente, o que não favorece a quem favorito é.

Não sei o time que vai começar o jogo. Tomara que todos no futebol estejam entendendo a importância em se ganhar este Campeonato Brasileiro.

Tomara que ninguém importante seja poupado, pois, apesar da campanha ruim até agora, o Atlético Paranaense, em casa, para nós sempre foi um adversário indigesto. Portanto, nada de dar sopa para o azar. Com tudo e, com todos, pra cima deles.


Hugo Souza, goleiro convocado por Tite (Foto: Emílio Botta).

A média dos comentários do blog sugere que a convocação do nosso goleiro dos juniores, Hugo Souza, foi uma artimanha para driblar a atenção de todos para a não convocação de Cássio, do Corinthians, o goleiro de confiança de Tite que, livre dos dois amistosos da Seleção, vai poder jogar contra o Flamengo.

Acho que a comissão técnica da Seleção pisou na bola. É aquele tal negócio: à Rainha da Inglaterra não basta ser honesta. Tem que parecer honesta…

Aliás, para que convocar jogadores envolvidos em decisões nacionais Falta de sensibilidade e de inteligência. Prefiro assim pensar, do que imaginar tamanho protecionismo clubístico ou, de forma bem popular, tamanha sacanagem.

A lista de Tite

(Reprodução da TV) Artigos Kléber Leite

Com certeza absoluta, muitos dos meus queridos companheiros do blog vão discordar do meu ponto de vista e, de cara, deixo bem claro que a minha colocação nada tem a ver com a minha paixão e, que esteja relacionada a um possível desfalque rubro-negro em momento de decisão.

Achei prematuras as convocações de alguns jogadores, entre eles, Paquetá. Claro que, por uma questão de coerência, o mesmo ponto de vista se aplica ao centroavante Pedro, do Fluminense, e Everton, do Grêmio.

Acho que todos três têm que mostrar muito mais para merecer uma convocação para a Seleção Brasileira. Quem sabe, ao final deste Campeonato Brasileiro já se possa ter uma ideia melhor, e mais segura, com relação ao real potencial destes jogadores. Não coloco Dedé nesta relação pelo fato de ser ele um jogador bem mais experiente.

Acho que, neste momento, no Flamengo, a convocação de Everton Ribeiro seria muito mais pertinente. E, por favor, entendam que não estou falando em injustiça, e sim, em precipitação.

O contra-argumento de que são dois amistosos que nada valem e, que a simples presença no grupo pode dar um certo amadurecimento aos mais jovens, entendo como válido. Por aí, pode ser…

Como disse aqui no ultimo post, ficou valendo o critério de só se convocar um jogador de cada clube, para que os jogos decisivos da Copa do Brasil não sofram influência desta convocação. Poderia dizer que, apesar do cuidado, o resultado prático é relativo. Exemplo: No Flamengo, o convocado foi Paquetá. No Corinthians, o lateral Fagner. Pergunto: Quem mais fará falta, Fagner ao Corinthians ou Paquetá ao Flamengo? E, querem saber mais. Penso que seria muito mais equilibrado se o jogador convocado do Corinthians fosse o goleiro Cássio. Enfim…

Não sei se daqui para frente isto será rotina e, se for, será muito bom. Refiro-me à convocação de um menino da categoria de base, pois mesmo não jogando, não há como negar que seja um incentivo, além de acelerar o amadurecimento do mini-craque. A bola da vez foi o goleiro Hugo, do Flamengo que, realmente, tem deixado muito boa impressão nos jogos da categoria sub-20.

E por falar nisso, no nosso último jogo, contra o Fluminense, para variar, o gol da vitória foi de Vitor Gabriel. Quando será ele relacionado para um jogo no time de cima? Acho que já deveria ter sido. Na pior das hipóteses, amadureceria mais rapidamente. Tomara que eu esteja certo. Considero Vitor Gabriel o melhor centroavante do Flamengo.

Éverton Ribeiro

(Foto: Gilvan de Souza/Flamengo) Kléber Leite artigos

O comentário no último post, do nosso amigo do blog, Diogo, foi a inspiração para este post.

Diogo afirma que Éverton Ribeiro é o jogador mais importante neste time do Flamengo. Parei para pensar, puxei pela memória e, concluí que o amigo Diogo está coberto de razão.

Quando aqui chegou, Éverton Ribeiro estava completamente fora de sintonia com o futebol competitivo. O tempo é sábio a ponto de restabelecer a verdade.

Após algum tempo, começamos a ver em campo aquele jogador que vimos no Cruzeiro e que, durante dois anos consecutivos, foi eleito o melhor jogador do Campeonato Brasileiro.

Éverton Ribeiro está jogando com uma intensidade incomum, sendo o principal homem de ligação e, ao mesmo tempo, atacante.

Tite, segundo dizem, foi ontem ao Maracanã, observar Luan, Éverton Cebolinha e Paquetá. Atirou no que viu e acertou no que não viu… Acho que esta máxima define tudo. Duvido que Tite não tenha saído muito bem impressionado com o nosso camisa 7.

Éverton Ribeiro caminha para a amarelinha.

Zaga perfeita

(Foto: Thiago Ribeiro/AGIF) Klefer

O pessoal do Grêmio saiu reclamando da sorte, achando o placar injusto. Como sempre dizia meu amigo João Saldanha, ”justiça no futebol, é bola na rede”!!!

Jogo emocionante, muitíssimo bem disputado, com o Grêmio com maior posse de bola, porém, sem criar grandes chances.

Claro que sorte no futebol, faz parte. Demos sorte no gol, na falha de Cortês e, a sorte soprou rubro-negra mais uma vez, pois a bola caiu no pé direito de Éverton Ribeiro, que não desafinou.

No domínio do Grêmio, o comportamento da zaga do Flamengo foi acima da média. Réver e Léo Duarte não erraram. Jogaram muito!!!

Outro que se destacou, principalmente no primeiro tempo, foi Éverton Ribeiro. Combativo e criativo, foi o destaque do Flamengo, quase se igualando à nossa zaga.

E quem diria, hein? Léo Moura, que para muitos, antes do jogo, seria o mapa da mina para o Flamengo chegar à vitória, acabou sendo o mais lúcido jogador do Grêmio. Errou apenas uma jogada. Errou a jogada e saiu. Jogou muito, também.

Flamengo e Grêmio tiveram o mesmo problema. No Flamengo, Ceifador não ceifou… No Grêmio, André e Jael, à altura do Ceifador…

O comando de ataque é o calcanhar de Aquiles de Flamengo e Grêmio.

E, que venha o Corinthians…

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