Mirassol 1 x 5 Flamengo
Dona Fernandina, mãe do meu querido amigo Fernando Versiani, sempre utilizava esta máxima quando, em meio a um tema polêmico, o resultado terminava positivo.
Este jogo, que se transformou em goleada, é um caso típico.
Na véspera desta partida, enviei mensagem para um brilhante rubro-negro e, também, querido amigo, estimando que o nosso treinador colocasse em campo o que tínhamos de melhor.
Quando saiu a escalação, sem Arrascaeta, Léo Ortiz, Jorginho e Samuel Lino, confesso que fiquei preocupado. Porém, no primeiro minuto de jogo, já havíamos criado chance de gol.
Daí para frente, salvo raríssimas exceções, como a de Varela salvando dentro do gol — e uma bola na trave —, susto… zero!
Paralelamente à fragilidade do Mirassol, alguns jogadores do Flamengo se superaram, sendo Carrascal o maior exemplo do que aqui coloco. Além de ter feito um gol, participou de outros três.
Luiz Araújo, outra boa surpresa. Um golaço, em bela atuação.
Mais uma vez, os dois laterais voltaram a jogar bem.
Jogo bom para Paquetá ganhar ritmo. Foi bem.
Enfim, mesmo sem termos o nosso melhor time escalado, deu mais do que para o gasto.
Ia esquecendo: Pedro foi outro que reencontrou o bom futebol.
Importante a goleada, pois, em um campeonato apertado, o saldo de gols pode ser decisivo. O exemplo claro está logo adiante: vencendo novamente o Mirassol, em jogo atrasado, o Flamengo pode jogar contra o Palmeiras, em São Paulo, tendo o empate como aliado.
Agora, virar a chave, entendendo que o jogo de quarta-feira, pela Libertadores, contra o Cruzeiro, será duríssimo.
Que São Judas esteja no Maraca e que o nosso portuga escale o feijão com arroz, ou seja, o óbvio.
