Flamengo 4 x 1 Independiente Medellín (COL)
Apesar da óbvia superioridade técnica do Flamengo sobre o Independiente Medellín, da Colômbia, como torcedor, em função de o futebol ser um esporte imprevisível, pela coisa diferente que é a Libertadores e até pela recente e surpreendente derrota do Fluminense em um jogo que, em tese, seria moleza, fiquei preocupado com a nossa escalação.
Afinal, com o auxílio da matemática – não contando o goleiro -, começamos o jogo sem dois titulares inquestionáveis: Pulgar e Jorginho. Ou seja, sem 20% da força máxima. Quando sai a escalação, em que Varela, Léo Ortiz e Pedro não estavam entre os titulares, estávamos reduzindo em praticamente 50% o que temos como ideal.
Paralelo ao desenvolvimento matemático, há o aspecto psicológico. A notável presença de Pedro no Fla-Flu, diante de todo o histórico, inclusive envolvendo a Seleção Brasileira, e não sendo escalado, soou estranho.
O jogo: noite de Arrascaeta e de Bruno Henrique. Noite com sabor de saudade daquela tarde memorável em Lima, na conquista da Libertadores. Jogaram muito!
Pedro acabou entrando e, como dizia minha avó Corina, “o que é do homem o bicho não come”. Gol de artilheiro. Gol de centroavante raro. Gol de quem merece jogar a Copa do Mundo. Alô, Ancelotti…
Vi o jogo em Punta del Este, no Uruguai, onde amanhã os rubro-negros Atílio Garrido e Sandra Alcoba dirão “sim”, pela segunda vez. Espetacular!!!
Por Arrascaeta, Varela e De la Cruz, os uruguaios dividem o amor pela Celeste Olímpica com o rubro-negro, paixão maior das nossas vidas.
Se já amava o Uruguai, agora ficou perfeito.
MENGOOOOO!!!
