Finalmente, qual é o nosso time?

Lanús (ARG) 1 x 0 Flamengo

Já está na hora. Tudo bem que, com a conivência de quem comanda o futebol, foi aprovada a lei do “vou chegar mais tarde”. O elenco do Flamengo se autopremiou e começou a trabalhar na lanterna da labuta…
Enquanto todos já treinavam, nossos craques ainda curtiam as férias…
Boto, que tem a chave do futebol, deu uma de bonzinho, fez média
com a boleiragem e arriscou, irresponsavelmente, jogar o ano pela janela.
O tempo passou, e lá se vão quarenta dias. Aqui pra nós, mesmo com o atraso irresponsável, já era hora de apresentar um futebol melhor.

Os mais jovens acreditam na história da minutagem. Isso é história do boi Tatá.
Há uma palavra mágica no futebol – e não é de hoje. Entrosamento é meio caminho andado. Sem ele, nada funciona, até porque este é um esporte coletivo.
Não há como fluir sem que se saiba quem é quem. Titular é titular. Reserva é reserva!
Claro que, aqui ou ali, pode haver uma ou outra modificação, mas esse negócio de mexer no time como se troca de roupa é um absurdo.

Tomara que o nosso treinador ouça menos a matemática imposta pelos seus ‘pardalistas’ e entenda que o futebol é simples.

Primeiro tempo burocrático. Um chute a gol, em jogo equilibrado.
No segundo, incluindo-se as alterações, pane geral.

Outra coisa: o semblante do time é triste.
Independentemente de uma reflexão do treinador, o trabalho psicológico é urgente.

Temos muito a evoluir.
Bom não esquecer que, no futebol, confiança é fator decisivo.
Hora de refletir e trabalhar.

Vamos lá?

Sem esquecer do Madureira…