Vitória 2 x 0 Flamengo
O dia começou festivo, pois alguém que foi de extrema importância para a grandeza da nossa paixão comum estava completando noventa anos — e inteirinho!!!
A alegria da nossa quinta-feira terminou no exato momento em que Márcio Braga cantava o hino nacional rubro-negro…
O jogo em que nos despedimos da Copa do Brasil pode ser avaliado da seguinte forma: um gol espírita, um momento infeliz do nosso espetacular goleiro, absoluta falta de criatividade do nosso time e uma noite de pouca inspiração, também, do nosso bom treinador.
Começo pelo final do resumo da análise do jogo. Sem um jogador criador, Léo Ortiz deveria ter jogado, pois sua saída de bola é muito boa, além dos passes verticais decisivos, como no último jogo.
Dizer que, quando Arrascaeta não joga, a criatividade fica comprometida é chover no molhado…
Carrascal está longe de ser um quinto de Arrascaeta. E imaginar que o nosso ex-treinador via em Luiz Araújo o substituto perfeito para o nosso camisa 10… brincadeira.
Samuel Lino, repito: psicólogo nele!!!
Fisionomia abatida. Parece que tem medo do embate, embora tenha habilidade…
No um contra um, ao invés de arriscar, toca para trás…
Paralelo a tudo isso, um gol espírita do Vitória, em momento de rara felicidade do atacante, e uma noite em que nada deu certo para o nosso goleiro que, repito, é um dos melhores da nossa história.
Vida que segue. Vamos mergulhar de cabeça na Libertadores e no Campeonato Brasileiro.
Como sou um otimista de carteirinha, fico com o que sempre ouvi da minha saudosa avó Corina: “Há males que vêm para o bem…”
PARABÉNS, GRANDE MÁRCIO BRAGA!!!
VIVA A VIDA!!!
