Indo com fé em São Judas e confiando em Jesus

Alguém que não esteja por dentro do mundo da bola, lendo o título, vai me imaginar católico extremado e, competente na escolha dos meus anjos da guarda.

Sou católico, mas o título só tem metade de algo que remeta à fé. A outra metade, apesar do nome (Jesus) levar para o mesmo caminho, na prática, o papo é outro…

Esperando meu voo, cuja escala será em Paris, confesso meu otimismo e animação para a jornada final, que acontecerá em Doha.

Temos um baita profissional comandando nossos meninos que, já alertou ter mais receio do Al-Hilal, do que do Liverpool. Com isso, já dá o primeiro e importante recado para seus pupilos: “o jogo pode ser mole, mas primeiro tem que jogar”. A moleza é apenas consequência do jogo bem jogado.

Muitos clubes do nosso continente já dançaram pelo famoso salto alto no primeiro jogo. Jesus, definitivamente, sabe das coisas…

Por enquanto, neste domingo, é pegar o Santos e tentar carimbar os nossos recordes. Bom jogo, como apronto para a estreia no mundial.

Lendo a matéria do nosso bravo Marcos Braz no Globo, fiquei mais otimista com relação a Gabigol, embora, aqui pra nós, a postura do nosso artilheiro em suas últimas entrevistas, longe está de ser recíproca à paixão que nossa torcida tem demonstrado por ele.

No fundo, é o que aqui já comentei. Jesus e Gabigol esperaram por um aceno de algum gigante europeu. O que nos resta é torcer para que isto não ocorra.

Enquanto isso, que venha o Santos…