Complicamos, mas classificamos

Amazonas 0 x 1 Flamengo

Vou começar falando do adversário. O Amazonas surpreendeu no Rio e em casa. Para um clube de apenas cinco anos, tendo que encarar o mais temido time do futebol brasileiro, convenhamos, foi muito além do que se possa imaginar. Time muito bem armado por Adilson Batista, que assumirá as divisões de base do Cruzeiro.
Não há como deixar passar batido o quanto interessante é o ponta esquerda Serafim. Rápido, habilidoso e abusado. Olho nele…

Jogamos com o freio de mão puxado. Parecia que o negócio era deixar o tempo passar, administrando a vitória mínima obtida no Maracanã. Aliás, se estratégia foi, o perigo bateu na trave. Muita sorte no gol de Pedro, não que tenha sido sem querer, mas com o fator sorte sendo decisivo.
Quem entrou bem no jogo foi Luiz Araújo, deu vibração ao time. Viña, que entrou no segundo tempo, também foi bem.
No mais, todos abaixo do que podem render, inclusive o artilheiro isolado da partida.

Chega ser constrangedora a presença de Gabriel. Todos meio sem jeito. Do treinador ao ponta esquerda reserva, passando, claro, pelo próprio Gabigol.
Este tema precisa ser resolvido. Em homenagem ao passado não tão distante, em respeito ao compromisso com o futuro do clube, e ao sentimento do seu torcedor.