Domingo mágico, iluminado, com a cara do Flamengo

Flamengo 2 x 1 Corinthians

Há situações no futebol que só ocorrem com o Flamengo.
Incríveis as nuances deste Flamengo x Corinthians. Um primeiro tempo de verdadeiro massacre rubro-negro, ataque contra defesa, um caminhão de gols perdidos e o zero a zero no placar.

A etapa final começou como um sonho. Rapidinho, Paquetá abriu o placar. Daí para frente, um festival de surpresas.
Diniz, sentindo que não haveria resposta daquele time que estava em campo, colocou sua tropa de choque, quase que de uma vez só.
Do lado rubro-negro, uma alteração perigosa, que quase custou a liderança. Alex Sandro, que não jogava desde a Copa do Mundo, consequentemente, sem ritmo, voltou envolvido, e o Corinthians empatou.

No ato final desse carrossel de emoções, a presença do iluminado Bruno Henrique, desempatando. Daí para frente, emoção a cada lance, até o apito final de Wilton Pereira, péssimo árbitro, com padrinho forte na Fifa.

Houve um jogador no Flamengo que não foi tão brilhante como nos jogos anteriores, mas que jogou com uma determinação contagiante: Samuel Lino, ídolo do meu irmão Michel Assef, teve a sua atuação mais rubro-negra. Garra pura.

Pedro não está em boa fase. Tomara que isso passe logo. Sorte nossa que existe Bruno Henrique.
E o garoto argentino, hein? À la Zózimo Barroso do Amaral, grande rubro-negro, que foi brilhante na sua coluna de O Globo, arrisco afirmar que Freitas, como me afirmou nosso presidente Bap, tem jeito e lembra Doval.
E o Jorginho? Que passe espetacular, de primeira, achando Freitas. Coisa de cinema!!!

Amigos: alegria demais. Começando a tarde, as meninas brilhantes do nosso vôlei, garantindo a vaga olímpica. Salve, Gabizinha!!! Você é genial e ainda vestirá o Manto Sagrado.

Emendando a tarde e fechando o dia, nossos meninos, que jogaram como exige o torcedor rubro-negro.

QUE DOMINGO!!!!!!

Em tempo: Pulgar, Paquetá e Lino tomaram o terceiro cartão e não jogam no domingo, contra o Bragantino.