Estudiantes 1 x 1 Flamengo
Muito me impressiona a comunicação de hoje.
Na transmissão, tecnicamente muito boa, porém longe de dialogar com a alma do torcedor, o tempo todo havia a preocupação em dar ênfase à classificação no grupo, quando, na realidade, o interesse real do torcedor rubro-negro era outro.
O que interessa é ser o primeiro colocado, o que mais soma pontos entre todos os participantes, pois, com isso, até a fase semifinal, o jogo decisivo sempre será em casa.
Alguém pode contra-argumentar, dizendo que, no ano passado, o Flamengo jogou todas as partidas decisivas fora e foi campeão. É verdade. Só que estamos diante de uma exceção, e não de uma regra.
Enquanto escrevo, chega a notícia de que Arrascaeta fraturou a clavícula. Que notícia horrorosa!!!
Sem a mínima intenção de imputar culpa ao treinador, acho que a falta de coerência contribuiu para este desastre. A decisão foi poupar, colocando em campo um time meia-bomba. Se este foi o critério, o primeiro que deveria ter sido poupado seria o nosso jogador decisivo. Parece que foi castigo…
Em tempo, deixo claro que, a meu conceito, entraria com o que temos de melhor.
Por uma questão de coerência, se for o caso, melhor poupar contra o Vasco, que não vem bem no Brasileirão, do que contra o atual melhor time argentino, pela Libertadores.
Falta de coerência. Pisamos na bola…
Dá até arrepio na espinha ir dormir sabendo que o nosso único grande jogador criativo e decisivo está fora de combate.
Ainda bem que haverá uma Copa do Mundo…
