Gilvan de Souza/ CRF

Estava indo tão bem!!!

Fluminense 1 x 2 Flamengo

Amigos,

Estou em Punta del Este, cidade uruguaia que me honrou com o título de cidadão.

Quem chega a este paraíso, obrigatoriamente, passa por Punta Ballena, onde tremula, sobre a praia de Solanas, a bandeira do Flamengo, obra e paixão rubro-negra do meu irmão de vida, Atílio Garrido, que, em momento de rara sabedoria, resolveu pedir Sandra Alcoba, também rubro-negra e mangueirense, em casamento. Como não parar a vida para estar aqui nesta semana comemorativa do amor?
Afinal, o que vale a vida sem os amigos de verdade?

Vi o que pude do jogo, com o sinal indo e vindo, além de imagem não casada com a locução. Tudo meio sofrido, mas com final feliz — embora sofrido no finalzinho, em domingo de São Pedro…

Quem está chegando, para matar a nossa saudade, é o nosso genial Carlos Egon que, pelo que ouvi, apesar de muito feliz pela grande vitória no Fla-Flu, continua se irritando com o time querendo entrar com a bola…

Diga aí, “Rei de Angra”! Diga aí, meu brilhante amigo!
Diga aí, Egon!!!


 

“O Fluminense chamou essa crise para ele, o Flamengo jamais aceitaria fazer isso”…
Essa pérola saiu da boquinha do José Ilan.
Gostaria de entender qual foi a enorme mudança na cabeça do jornalista???
Descemos do morro na quinta-feira, após o jogo contra o Cusco.
Maracanã às moscas no domingo — por que não transferir o jogo? Afinal, Fla-Flu é a cara de domingo…
Muito mimimi, com boa quantidade de pó de arroz e purpurina…

Vamos ao jogo!!!

Domínio absoluto do Malvadão, tocando a bola e colocando o Flor na roda. Aos oito minutos, um gol de precisão, tipo relógio suíço. Fábio deu mole, e Pedro castigou de longe, com o gol vazio.

Fechamos na vantagem, mas três asteriscos chamaram atenção:

1 – Acho que é proibido chutar de fora da área. Muito toquinho de um metro na entrada da área e nada de chute.
2 – Nossa saída de bola ficou devendo. A “confiança” do Rossi me assusta muito.
3 – Acabamos de contratar Samuel Lino. Até então, não tinha saído da Espanha. 1 x 0 ficou barato…

Começa o segundo tempo, e o parquinho entra em campo. É letra, caneta, calcanhar… e o Fluminense jogando.
Plata é bom para correr e marcar.
Bom taticamente, péssimo tecnicamente. Um bonde da pior qualidade.
Mas nada é tão ridículo e comum quanto o tal de Catarral.
Conseguimos aguentar a pressão até o final.
Valeu pela vitória e, principalmente, por ficar livre dessa draga colombiana no próximo jogo.

Mais uma vez, demos o gol para o adversário completar.
Coisa recorrente já…

Carlos Egon Prates