Noite dos horrores

Flamengo 0 (2) x (3) 0 Estudiantes

Para começar: jogamos contra um time mediano. Determinado, é verdade, porém, 180 minutos, mais alguma coisa, sem que o goleiro do Estudiantes sujasse o uniforme.
Há algum argumento mais forte para justificar esta bisonha participação rubro-negra nesta semifinal de Libertadores?

Como sou otimista de carteirinha e ainda há a possibilidade de um título, melhor afirmar que não é hora de terra arrasada.
Os temas são pontuais.
O primeiro, e não é de hoje: que amor é esse do Jardim pelo Emerson Royal?
Há uma diferença enorme entre Royal e Varela. O uruguaio, sem ser um Leandro, sabe jogar bola. Só isso…

Nosso goleiro, bem, com duas defesas importantes. Zaga, como sempre, não comprometendo.
No mais, todos, “inclusive todos”, muito abaixo do que cada um pode render.

Nos pênaltis, o emocional decidiu. Quem estava devendo, no caso, o nosso time, sem moral para cobrar tiro de meta, quanto mais pênalti decisivo.
Até Jorginho, o rei do pênalti, sucumbiu.
Desastre anunciado.

Enfim, dormir como?