Engenharia Rubro-Negra

Muricy Ramalho

Muricy Ramalho

Pelo que ouvi hoje, no que diz respeito à intenção, existe, efetivamente, a possibilidade de num razoável espaço de tempo o Flamengo ter em campo um time próximo do que o torcedor sonha.

Claro que, estou falando de sonhos possíveis, que se encaixem dentro da realidade do clube. Embora com um orçamento de fazer inveja, a realidade é que o fluxo de caixa limita investidas mais ousadas. Há propostas por Éverton, Luiz Antônio e Samir. Embora as propostas sejam baixas, há o raciocínio de que sem esta entrada de caixa será muito difícil viabilizar algumas contratações que podem dar mais qualidade ao time. Aí é que faz falta alguém criativo para encontrar alternativas financeiras que não estão ao alcance da visão das pessoas normais. Aí, o talento faz muita falta. Aí, o Bap faz uma falta enorme. Não há como entrar neste tema e não lamentar a divisão deste pessoal tão bom.

Há três caminhos para ações imediatas visando um “poder de fogo” razoável para possíveis contratações. A primeira, chamando os parceiros comerciais do futebol, até porque, com bons resultados no campo, a caixa registradora de cada um deles ficará mais nervosa… Não estou inventando a roda. A Umbro, à época uma de nossas patrocinadoras, disponibilizou os recursos para as contratações de Bebeto e Lúcio.

A segunda alternativa é ir ao mercado atrás de clientes novos, com projetos envolvendo, ou não, jogadores que estejam na “alça de mira”. O terceiro é tentar, dentro do próprio mercado da bola, parceiros interessados em participar do investimento.

O momento requer muito cuidado. Abrir mão, por pouco dinheiro, de Éverton, Samir e Luiz Antônio, para contratar jogadores medianos, não me parece prudente. Seria na melhor das hipóteses para o Flamengo, trocar seis por meia dúzia. Agora, se o movimento de venda redundar na contratação de dois jogadores inquestionáveis, ou perto disso, vale o risco.

Também foi bom saber que tudo o que está sendo desenvolvido, ou que esteja em andamento, tem o aval de Muricy que, normalmente deve ser apresentado na terça-feira da próxima semana. Uma fonte ligada ao treinador me garante que Muricy ficou muito bem impressionado com a postura de Flávio Godinho, e que a relação entre eles está cada dia mais estreita. Isto é muito bom.

Quando há uma mesma linguagem entre dirigente e treinador, tudo fica mais fácil, pois onde há confiança recíproca tudo acontece ao natural e os bons resultados aparecem logo.

Agradecimento

Em meu nome e em nome de todos os companheiros e amigos deste blog, o muito obrigado ao talentoso Eduardo Bisotto, pelo conteúdo do seu comentário, e pelo lindo texto.

Pode ser que alguém venha até a interpretar como cabotino de minha parte, em função da mensagem pra lá de carinhosa, mas como não repetir aqui esta aula de um pouquinho de cada coisa: Vida, futebol, Flamengo e cultura.


Caro Kleber:

Tenho o prazer de acompanhar seu blog desde que ele nasceu. Como já escrevi aqui anteriormente, não há paralelo no Brasil: um dos maiores e mais vitoriosos dirigentes esportivos do país se expõe da forma como você faz, correndo riscos, dando cara a tapa, mostrando posições, debatendo e se expondo ao escrutínio público permanentemente.

Comecei a acompanhar seu blog porque sou um apaixonado por gestão esportiva, especialmente no futebol. Meu Inter já foi um case de sucesso no ramo. Hoje nos perdemos no que vejo ser o mesmíssimo problema do Flamengo: uma belíssima gestão administrativa e o futebol sendo tocado por quem não é do ramo.

Temos no Brasil um problema histórico: o carteiraço baseado na nossa tradição bacharelesca. O cidadão não se apresenta e se impõe pela qualidade dos seus argumentos e de suas realizações, mas pelos “títulos” que ostenta. “DOUTOR Fulano”, “VOSSA EXCELÊNCIA Beltrano” e por aí vai. Que dirigente brasileiro pode dizer que tirou O MELHOR JOGADOR DO MUNDO DO BARCELONA e o repatriou, no auge da carreira? Que dirigente brasileiro, em diversas funções, conquistou tantos títulos quanto você? Que empresa de marketing esportivo já organizou tantas competições com sucesso quanto a Klefer?

É curioso: Walim ataca o populismo de Cacau Cota e em seguida investe no populismo mais rasteiro existente neste país, o discurso de que os apoiadores de Bandeira são “ricos”. O último grupo político que investiu neste discurso no Brasil encontra-se na cadeia.

Walim fala de ausência de comando no futebol e defende um comitê gestor que dilui qualquer comando no setor. Walim reclama da falta de autoridade no comando do futebol e pretende nomear um executivo que pouco tempo dispõe para sequer estar no país. Walim quer se apropriar de todos os sucessos da atual gestão e se livrar de todos seus problemas e aí vira definitivamente o samba do crioulo doido: quando ganhou ele era o VP de futebol. As derrotas é porque ele não tinha tempo de estar presente. É vergonhoso.

Igualmente vergonhoso é o desrespeito com a história da instituição. Parece que o Flamengo simplesmente não existiu antes que o iluminado Walim e seus amigos resolvessem salvá-la do naufrágio. O Flamengo não foi hexacampeão brasileiro antes de Walim. O Flamengo não foi a maior torcida do mundo antes de Walim. O Flamengo, em suma, não é nada sem Walim. Arrogância e prepotência sem limites. Mais uma vez, só encontro paralelo no rapaz do discurso do “nunca antes na história deste país”, às voltas no momento com a tentativa de não parar na cadeia.

Isso pra não falar da patacoada do ex-Presidente Márcio Braga “metendo o pé na porta e exigindo que Kleber Leite seja o VP de futebol”. Curiosamente Kleber Leite segue escrevendo seu blog desde que Walim acusa Márcio de ter feito isso, segue criticando a falta de comando no futebol e apresentando sua visão de maneira clara, límpida, honesta e exposta ao público. Porque Walim não fez ou faz o mesmo? Porque este populismo rasteiro buscando ganhar a eleição a qualquer custou, inclusive ao custo de tentar desacreditar toda a história do Clube e de seus dirigentes mais vitoriosos?

Pra encerrar, uma história: trabalho com redes sociais de maneira intensiva, porque elas são fundamentais no trabalho jornalístico que realizo em meu site. Por dever de ofício, monitoro campanhas, hashtags que estão bombando, assuntos mais comentados. Semana passada vi duas hashtags subindo no Twitter. Uma era “#AgoraÉVerde” e a outra era “#ChapaVerde”. Fui ver do que se tratava. Vi que era sobre a eleição do Flamengo. Primeiramente, foi óbvio na largada o uso intensivo de robôs, programas que twitam automaticamente, sem qualquer relação com usuários de verdade. Segundo, apliquei um filtro para ver da onde partiam: São Paulo! No Rio de Janeiro não entravam nem nos 20 assuntos mais comentados!

Gosto de Bandeira. Como falei no começo, sou apaixonado por gestão esportiva e creio que ele fez um excelente trabalho neste primeiro mandato no Flamengo, a despeito da fogueira de vaidades que teve de gerir em seu grupo original. Não se pode deixar de notar: dirigentes que construíram a grandeza do Flamengo como você, Kleber, o grande Márcio Braga, dentre outros, ficaram escanteados e tratados como párias no começo do mandato de EBM. Mantiveram silêncio, foram discretos, humildes e costuraram sua volta. Porque são DA INSTITUIÇÃO, porque aquele papo de “nada do Flamengo, tudo pelo Flamengo” que a Chapa Verde usa como discurso eleitoral, é vivido por estes dirigentes na prática.

Toca o barco, Kleber! Tu és maior do que tudo isso. MUITO maior! Quem sabe um dia teremos o prazer de tomar um vinho, conversar e eu possa aprender mais. Se não acontecer, só a existência deste espaço já servirá para que eu aprenda muito.

Inclusive a me comportar com decência, com ou sem poder. É nisso que se mede a grandeza humana.

Boa sorte na eleição. Não tenho qualquer dúvida que os sócios do Flamengo saberão encaminhar esta instituição gigantesca, centenária, verdadeira Nação de volta ao rumo do sucesso.

Forte abraço e fica com Deus!

Eduardo Bisotto

Melhor ler isso do que ser cego

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

A entrevista do candidato Wallim Vasconcellos, hoje, no Extra, demonstra com clareza o motivo do resultado pífio do futebol do Flamengo nos últimos três anos.

O depoimento de quem, durante tanto tempo, foi o vice- presidente de futebol do clube, deixa claro que, sensibilidade, boa leitura do futebol e da vida, além de, um mínimo de inteligência, passam ao
largo.

O candidato Wallim afirma que no futebol do Flamengo todos mandam. Até aí, nenhuma anormalidade, até porque, desde a criação do conselho gestor ou, conselho do futebol, cada um quer enfiar a sua colher, onde todo mundo manda, embora sem conhecimento de causa. Na entrevista, ele foge à realidade, criada inclusive por ele, que é este conselho gestor, para dar a entender ao eleitorado que pessoas de fora, como eu, vivem palpitando no futebol.

Wallim, assuma! O filho é seu! Quem criou o reino da palpitolândia foi você. E, pior. Insiste no erro. Sugiro que os amigos deem uma olhadinha na entrevista do candidato Wallim para este blog (ler aqui). Ele afirma com todas as letra que o conselho gestor continuará, se eleito for.

Aqui, há um erro e, uma enorme injustiça. O erro é não entender que no futebol deve haver comando único e, quanto menos gente, melhor. A injustiça, imputar a mim a pecha de palpitar no futebol. Só tenho a dizer que, a maior prova desta inverdade, é que vejo, não só o Futebol do Flamengo, mas a própria vida, de forma completamente antagônica aos que lá estiveram e estão comandando o nosso futebol. Não tenho como palpitar, da mesma forma que não tenho como influenciar a vida em Marte, pois qualquer coisa que viesse a dizer, os Marcianos não me entenderiam. E olhe que sou formado em “ciências exatas interplanetárias…”

E, não satisfeito, o nosso bravo Wallim afirma que sou rico. Realmente sou, mas não no que ele quis se referir. As minhas riquezas são todas de origem espiritual. Jamais, material. Por conceito de vida e, por traduzir a verdade.

Se Wallim não sabe o que é ser rico, como vai avaliar a riqueza do clube mais popular e importante do país?

Melhor ler o que li, do que ser cego.

Quanta bobagem…

Quem deve, paga!!!

esplanada grillOntem foi um dia tão agitado, que o papo que rolou no nosso encontro, em homenagem ao grande Sávio, foi substituído apenas pela foto. Como quem deve, paga, vou começar a contar o que houve de mais interessante.

A noite começou com o caso contado pelo amigo Luiz Guilherme Barbosa, do português que ganhou na loteria europeia, a mega sena deles, 185 milhões de euros. Em reais, perto dos 750 milhões. A entrevista do seu Joaquim foi espetacular. O repórter quis saber o que ele faria com tanto dinheiro. A resposta foi de que ainda não havia pensado nisso. Que tinha ele uma padaria em sociedade com a mulher e que, a princípio, passaria o negócio para os filhos. Aí, o repórter encaixou a pergunta óbvia: E o que pretende fazer no futuro? Resposta: Entrar para a política. O repórter, espantado, não acreditando no que estava ouvindo, perguntou de novo: Para a política? A resposta foi espetacular: “Claro. Na política só há corruptos. Vou ser eleito e vou melhorar este quadro, pois com 185 milhões de euros, sou incorruptível!!”

O que Sávio tem bronca, Roger, ama. O Grêmio, que na época em que Sávio jogava pelo Flamengo rivalizava com o rubro-negro e, vários jogos importantes e decisões aconteceram. Daí, Sávio entender o Grêmio como o torcedor do Flamengo vê o Vasco. Roger, diferente, pois como jogou no Grêmio e, com passagem marcante, o tricolor gaúcho tomou conta do coração dele.

Sávio ensaiou escalar o seu time do Flamengo de todos os tempos e, como o tema é amplo, disse que só não abriria mão de um jogador, claro que, Zico, não contando. Embora nunca tivesse visto jogar Evaristo de Macedo, Sávio o considera um dos maiores jogadores do mundo em todos os tempos, e argumenta afirmando que quem foi ídolo no Real Madrid e no Barcelona, só pode ser um gênio. Disse ele ainda que, ser ídolo em um só deles já é super difícil, imagine nos dois. Para colaborar com o ponto de vista do nosso convidado, citei o Velho Apolo, Washington Rodrigues, que não se cansa de afirmar que, depois de Pelé, foi Evaristo de Macedo o melhor do mundo.

Alguém citou ter viajado recentemente ao lado de Aldair. Aí, houve na mesa unanimidade na afirmativa de que Aldair foi o melhor zagueiro que todos haviam visto jogar no Flamengo.

Sávio não tira da cabeça o gol mais bonito de sua carreira, contra o Grêmio, no velho Maracanã (vídeo abaixo), no gol à direita das cabines de rádio. Diria mais: foi um dos mais lindos gols marcados no “maior do mundo”.

Roger e Sávio, que pela primeira vez estiveram juntos, encontraram um mesmo caminho. Roger, é comentarista da Globo e do Sportv, e Sávio faz um belo trabalho no Esporte Interativo. Aliás, todos elogiaram o ótimo trabalho desenvolvido pela turma do brilhante, e querido amigo, Edgar Diniz.

Sávio, está morando em Florianópolis, cidade pela qual se apaixonou. Semanalmente vem ao Rio, por conta do seu trabalho no Esporte Interativo. As raízes cariocas são tão fortes, que ainda mantém um apartamento na cidade maravilhosa.

Para quem é FLAMENGO, Sávio forneceu um dado interessante. A dupla de ataque, (atenção!!! Ele não falou trinca. Falou dupla!!!) com melhor aproveitamento na história do clube, foi a composta por ele e Romário. Quem imagina que Sávio possa ter qualquer bronca de Romário, está totalmente enganado. Sávio considera Romário um gênio. Já sobre Edmundo, preferiu não falar…

João Henrique Areas, confessando estar vivendo momento de grande paixão, puxou o tema “mulher”. Este papo rendeu tanto que o nosso bravo Dr. Luiz Guilherme Barbosa, convidou João Henrique para ser bispo numa congregação fundada em Paris, na Rue François Première, no restaurante Chez André.

Curioso, João Henrique quis saber do que se tratava, e ficou impressionado com o que ouviu. Luiz Guilherme foi direto. “A nossa igreja está na segunda etapa. A primeira, fundada em Paris e, hoje com ramificações no Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas, Salvador, Porto Alegre, Maceió e Natal, era conhecida como: Igreja Universal do Reino do Amor. Só o sexo salva!!! A segunda etapa, em pleno vigor, com um novo objetivo: Igreja Universal do Reino do amor. Só o sexo absolve!!!

Após o longo papo, João Henrique, plenamente convencido com relação ao propósito e sucesso da empreitada, analisa nova sociedade com Sávio, desta feita, para incluir Florianópolis e Vitória, no mapa da congregação…

Semana que vem, marcamos um novo encontro. Estar com amigos queridos e comemorar a vida, é muito bom.

Muito papo, pouca ação e cacique demais

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Paulinho e Samir disputam jogada em treino (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Acabo de conversar com o meu amigo, passarinho rubro-negro.

Figura influente, extraordinário rubro-negro, demonstra preocupação com o momento.

Lembrando o que falei aqui sobre o perigo de rifar um jogador na base do emocional e, este jogador estourar em outro clube, citou ele que, além do São Paulo demonstrar interesse por Marcelo Cirino, agora o Corinthians estuda fazer uma proposta por Paulinho. Além disso, confirmou ele que algo há no ar para a saída de Samir.

O que me espanta é que algumas ações estão sendo desenvolvidas sem que se tenha definido o comando técnico para 2016. O meu amigo, com razão, argumentou: “Vá lá que o treinador seja o Muricy. E se ele entender que Samir, Cirino e Paulinho são úteis?”  Há sentido nisso, porém, não se pode afastar a possibilidade do comandante não só estar definido, como contratado, porém, ainda não apresentado. Iria mais longe. O erro seria tão grosseiro, que me recuso acreditar que o treinador não só esteja definido, como, “na encolha”, participando da montagem do elenco. Se não for isso, é o fim da picada. O fim do mundo.

Preocupante, é que o meu amigo passarinho afirmou que, muita gente continua mandando no futebol. Cacique demais…

Como diria Muricy Ramalho, ”a bola não perdoa determinados equívocos e detesta gente demais no vestiário”. No futebol, quanto menos gente, melhor.

Noite de moqueca à Sávio

0C442963-B798-471D-8E51-933A2B72E8FD0C442963-B798-471D-8E51-933A2B72E8FD20120220101133Esta noite, no Esplanada Grill, mais conhecido pela turma rubro-negra como “Escritório”, o craque Sávio, que brilhou no Flamengo e no Real Madrid, receberá justa homenagem, já que desde 1995, um dos principais pratos da casa é uma moqueca capixaba, onde delicadeza e sabor são marcantes.

Sávio autografará o cardápio, finamente preparado pelo atencioso Rogê, um dos dois sócios cariocas do Esplanada Grill. A noite será de futebol, pois além de nós, estarão presentes também, o brilhante comentarista da Globo e do Sportv, Roger Flores; o craque do marketing esportivo, João Henrique Areas que, com extrema competência administrou a carreira de Sávio e, direto de Cascais, em Portugal, onde aparou o seu enorme bigode, o rubro negro, Dr. Luiz Guilherme Barbosa.

Amanhã, sapeco aqui no blog as fotos e conto os papos interessantes.

Os três melhores do mundo

(Reprodução da TV)

(Reprodução da TV)

Começou a temporada das “cavadinhas” rumo ao pódio da FIFA que, elegerá brevemente o trio mais importante do futebol mundial e, ato contínuo, a festa, onde será anunciado, entre os três, o melhor jogador do mundo.

O critério utilizado pela FIFA é muito aberto, onde treinadores, jogadores e jornalistas do mundo inteiro participam. Soube que, entre os que sempre estão cotados, há um em especial que tem uma bela estrutura de comunicação voltada a convencer os que irão votar. Estou me referindo ao português Cristiano Ronaldo e, de cara, quero dizer que nada tenho contra quem, no mundo em que vivemos, sabe utilizar com competência as armas da comunicação. Agora, futebol, é outra coisa. Fosse eu a votar, nenhum trabalho de persuasão, mesmo que fosse feito pela Gisele Bündchen, me faria deixar de votar em Messi.

O problema é que agora, aparecem quatro nomes com muito destaque, e no pódio da FIFA só cambem três. Os quatro são: Messi, Neymar, Cristiano Ronaldo e Luizito Suarez. Três do Barcelona, exatamente o trio atacante, e um do Real Madrid.

Duas perguntinhas:

  • A primeira: Na sua opinião, quais foram os três melhores na temporada?
  • A segunda: Quem foi, nesta temporada, o melhor jogador do mundo?

 

Todo cuidado é pouco

(Foto: Ernestto Carriço)

(Foto: Ernestto Carriço)

Tenho muito medo de que a última impressão acabe prejudicando a formação do elenco para o ano que vem. Há jogadores que este ano tiveram altos e baixos e, talvez até mais baixos do que altos, mas que têm potencial.

Acho importante muita conversa, no sentido de que o clube não seja dirigido de fora para dentro e, que em consequência disso, decisões equivocadas sejam tomadas. Exemplo: Marcelo Cirino. Embora muito aquém do que dele se esperava, embora não seja um craque inquestionável, me passa a sensação de que pode ser útil, pois tem potencial. É por essas e por outras que, muitas vezes jogadores saem do Flamengo para brilhar em outros clubes. No caso de Marcelo Cirino, o São Paulo já demonstrou interesse. Portanto, estar atento, e não se precipitar, é preciso.

Enfim, tudo vai depender do treinador que está chegando. Pelo que o passarinho piou, as preocupações diminuem, na medida em que sensibilidade e conhecimento de causa, são marcas registradas do quase certo novo comandante.

Aguardemos, pois…