Obrigado!!!

2016-new-yearAmigos queridos,

Não foi um ano bom. 2015, para mim, foi um ano perverso. Não sou anjo, não sou puro, não sou discípulo da Madre Teresa, mas toda vez que me olho no espelho, vejo e me sinto um cara legal. Quem estiver lendo isto agora, e que nunca tenha comigo neste blog interagido, por favor, não me imagine de forma equivocada.

Não sou egoísta, narcisista, ou qualquer outro “ista” que se possa imaginar. Sou uma pessoa normal, que na vida teve a felicidade de fazer do seu trabalho o seu prazer. Sempre! Pai apaixonado pelas três pérolas que Deus me deu, sendo duas por ação direta e uma por conta do que há de mais mágico nesta vida, que é a afinidade. Os nomes destas joias são Klebinho, Dudu e Antônio Carlos.

Todos “trabalharam” muito bem e transformaram a minha vida numa autêntica joalheria. Finalmente, já são quatro netos e mais um chegando em fevereiro. Todos homens… Por falar em afinidade, dizer que VININHA (Vinícius de Moraes) foi o meu ídolo de vida, onde poesia e mulher se misturam, e aí está o encanto da vida. Mulher e poesia…

Importante dizer que valorizo sim, os meus AMIGOS queridos. Não há nada na vida mais importante que o amigo, ou a amiga. Sempre valorizei esta benção. Sim, o amigo, a amiga, aquela figura que te completa, que te ilumina, que faz da vida algo melhor, é o ponto de equilíbrio de qualquer um. O amigo é o terapeuta que não cobra consulta.

A vocês, queridos amigos deste blog, primeiro o meu eterno agradecimento. Num ano tão difícil, perverso e injusto, vocês, juntos, se transformaram para mim em uma monumental boia, capaz de encarar o pior dos tsunamis. E, com vocês ao lado, vamos levando…

Salve MANU!!! Você simboliza o lado bom de 2015. Você, nosso mascote, é o fiel retrato de amor e fé.

Não sei o que 2016 reserva. Só sei que estou pronto para encarar seja lá o que for.

Esta foi a minha mensagem pessoal. Não viraria o ano feliz se não pudesse abrir a alma para quem tanto quero.

Como rubro-negro, que 2016 chegue de vermelho e preto. Como um simples ser humano, que o ano novo seja de esperança. Que seja um ano justo.

Feliz 2016!!! Que este seja um ano campeão olímpico para cada um de vocês.

E, viva a vida!!!

Magia

(Foto: Ivo Gonzales / Agência o Globo)

(Foto: Ivo Gonzales / Agência o Globo)

Como se programado fosse, encontrei em Angra, terra do nosso irmão deste blog, Carlos Egon, um amigo de 30 anos de vida. Hugo Aquino, com a fidalguia que lhe caracteriza, faz com que a sua casa seja dos seus amigos.

Papo vai, papo vem, aparecem Maria Inês e Ana Carolina, respectivamente, mulher e filha do nosso querido Hugo. O melhor de tudo ficou por conta da história contada por Ana Carolina. Tinha ela sete anos e, próximo ao seu aniversário, seu pai se aproxima e, em atitude de pai apaixonado, pergunta: “filhinha, querida, o que você quer de presente no seu aniversário?” O tricolor Hugo jamais poderia imaginar o que estaria por vir. Ana Carolina, próxima ao seu oitavo aninho, talvez em sua primeira decisão importante de vida e, com certeza, num encontro com ela mesma, demonstrando independência, caráter, personalidade e sabedoria, mandou na lata: “Pai, o que eu quero de presente é que você me deixe ser Flamengo!!!”

O resumo da ópera é que a família Aquino, que cresceu, e como cresceu, virou uma família rubro-negra. Conto isto para colocar com clareza uma tese que defendo há muito tempo. O amor pelo Flamengo é único. Diferente. Completamente diferente. Por favor, não me perguntem o motivo, pois não tenho resposta. O que sei, ou que constato, é que o Flamengo é uma magia inexplicável. O vento que venta lá, não é o mesmo que venta cá.

Traduzindo: Geração rubro-negra seguirá sempre rubro-negra. As outras sempre serão atingidas por esta magia. E, de forma óbvia, e inteligente, capitularão…

Por isso, o Flamengo é o que é. Magia. Adorável magia. Impossível viver sem ela.

Amor e Paz

amorepaz3Amigos queridos,

Sempre tive uma certa implicância com o famoso “paz e amor”. Querem saber o motivo? Simples. Nunca entendi a “paz”, antes do amor. Como pode haver paz, sem amor antes? A recíproca não é verdadeira. Há várias formas de amor e, pode sim, haver amor, mesmo sem paz.

Dito isto, primeiro para dizer da importância do amor que, na realidade, pavimenta tudo, seja lá o que for, inclusive a paz.  O que mais me encanta nesta nossa relação, onde interagimos e aprendemos um com o outro, é exatamente o amor. Caramba, quantos amigos fizemos, concordando ou discordando. Meio que uma família criamos. Enfim, está minha mensagem é de puro amor. Agradecer a cada um de vocês a oportunidade de ter conhecido um mundo novo e, habitado por seres tão especiais.

Estava escrevendo e recebi um telefonema carinhoso do ex-presidente do Flamengo, Gilberto Cardoso Filho, que se dizia feliz por ter sobrevivido a este ano complicado de 2015, onde, segundo ele, e com total propriedade, necessário foi tomar um Rivotril antes de ler o jornal, a cada manhã. Até porque, ninguém resiste a tanta notícia ruim.

Enfim, brasileiros e rubro-negros, sobrevivemos!!!

Que venha 2016, e que não demore. Que traga frescor de vida nova e esperança. Estamos precisando…

Um lindo Natal, com muito amor. A paz, será uma consequência natural…

VIVA A VIDA!!!

Curtinhas, de segunda…feira

(Foto: espnfc.com)

(Foto: espnfc.com)

. A final entre Barcelona e River Plate nos conduz a uma reflexão no sentido de que, para manter esta competição viva, necessário é se introduzir modificações profundas no formato. O mundial de clubes começou num período em que as forças europeias e sul-americanas eram parelhas. Tanto é que sempre houve um enorme equilíbrio, porém, quando o mundo mudou e o poder financeiro falou mais alto, mesmo com a modificação de se incluir clubes campeões de outros continentes, deixando para trás o velho confronto do campeão da Europa, contra o campeão da América do Sul, o poder econômico dos clubes europeus fez com que o futebol virasse basquete ou vôlei, onde a zebra é desprezível. O que aconteceu? O que deveria ser a maior festa do futebol mundial, acabou sendo algo chato, totalmente previsível, com o campeão conhecido antes da bola rolar.

O que fazer? Mudar já! Tornar esta Copa do Mundo de clubes em uma competição voltada ao aspecto técnico, e não financeiro. Como é que se pode imaginar uma copa do mundo entre clubes com timecos do Japão, China, mundo árabe e coisas que tais, em detrimento, por exemplo, do vice-campeão da liga dos campeões da Europa? Hoje, como não juntar nesta competição Barcelona, Real Madrid, Bayern de Munique e Paris Saint German? Claro que, pela tradição e, apenas pela tradição, o campeão da Libertadores. Aí sim, haveria um verdadeiro e legítimo campeão do mundo que, teria que jogar muito para conquistar este título. Mudar já, é mais do que preciso.

. Aí, vejo a relação dos jogadores que o mais popular clube do Brasil já contratou e, uma outra, dos jogadores que pretende contratar. Os contratados: Rodinei, Juan e Wiliam Arão. Os quase contratados: Muralha e Chiquinho. Os ainda pretendidos: Henrique, Marcelo Díaz e Mancuello. Agora, com o que restou do elenco, apenas como exercício, tente formar o time ideal e imagine este time jogando contra o Barcelona. Aliás, é bom esquecer este exercício. Inevitavelmente vai se transformar em sofrimento. Quem sabe, em desespero…

. E Samir, como já estava programado há muito tempo, foi negociado. O que me espanta é o valor. Samir foi negociado por 8 milhões de reais. Pergunta: Onde se contrata um zagueiro deste nível por 8 milhões de reais?

Pregando no deserto 2

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Eleição à vice-presidência da CBF (Foto: Vicente Seda).

Ontem, através dos números, ficou claro que os clubes – por maioria esmagadora – decidiram que o Coronel Nunes ocupasse a mais importante cadeira entre os vice-presidentes da CBF e, em função disso afirmei aqui que, quem brada por mudanças na Confederação e nas Federações, deveria antes estar preocupado em mudar “a cabeça” de quem realmente, através do voto, decide.

Com 40 votos de um total de 67, os clubes são soberanos. Agora, aprofundando no tema, lembro aos amigos que, pegando o Flamengo como exemplo, apesar do regime ser presidencialista, em muitas ocasiões, decisões importantes são de competência do Conselho de Administração ou do Conselho Deliberativo, cabendo ao presidente cumprir o que foi decidido. Vamos fazer o seguinte exercício, para que possamos meditar sobre o tema. Vamos imaginar que haverá uma eleição para a presidência da CBF, e o Flamengo, como integrante da série A, será um dos votantes. A decisão de em quem o Flamengo deve votar, deve ser de uma única pessoa, no caso o presidente ou, pela relevância do fato, o voto do Flamengo deve ser decidido pelo seu Conselho Deliberativo?

Vale dizer que fazem parte do Conselho Deliberativo do Flamengo, todos os sócios proprietários que manifestam interesse em participar deste conselho, mais os conselheiros eleitos, e ainda os membros natos, que são os ex-presidentes de poderes. Portanto, o colégio eleitoral é amplo e dividido em várias camadas sociais, o que sempre deixa tudo mais equilibrado e justo. Claro que o presidente terá o poder de defender a sua tese ou, neste caso, o seu candidato preferido, mas na hipótese desta opção ser estranha, terá pregado ele no deserto, pois o Conselho Deliberativo poderá dizer não a uma opção que a maioria entenda não ser a melhor para o futebol e, consequentemente, para o próprio clube.

Não seria este um bom caminho?

Pingadinhas

Henrique (Foto: Getty Images)

Henrique (Foto: Getty Images)

  • O noticiário de hoje dá conta de que o volante Marcelo Diaz(?) e o zagueiro Henrique, aquele que jogou no Palmeiras, e que tinha a proteção do Felipão, são os novos alvos do Flamengo. O que me preocupa é quando se perde o foco. O nosso maior problema é a criação e, até agora, não ouvi o nome de nenhum jogador que possa ser contratado para resolver a maior deficiência do time.
  • Lá e aqui, tudo igual. Mourinho, tido como um dos melhores técnicos do mundo, tomou um chute no traseiro e foi demitido do Chelsea. Pep Guardiola, decantado em prosa e verso como gênio, já avisou aos dirigentes do Bayer que não continuará. A dança dos treinadores, embora aqui seja em ritmo de rock, e lá em ritmo de valsa, nunca deixará de existir.
  • O companheiro Deyvson d´Àvila me pergunta o que acho do sucesso da liga Rio/Sul/Minas, sem o apoio da CBF e sem patrocínio. Deyvison, já coloquei aqui, em várias oportunidades o que penso sobre esta liga que, para mim, com a volta do Cruzeiro é a liga “meio Rio/Sul/Minas”, pois sem Vasco e Botafogo não é Rio, e sim, meio Rio. A CBF não é problema, pois já manifestou o seu apoio. Continuo sonhando com a Liga Rio/São Paulo. Esta sim, seria espetacular.
  • Conversei por telefone com o vitorioso empresário Carlos Leite que me contou uma que não sabia. Recentemente, na transição de Mano para Tite no Corinthians, ele esteve reunido com o pessoal do futebol do Flamengo, pessoal este capitaneado por Fred Luz. A reunião solicitada por ele foi para oferecer Renato Augusto ao Flamengo, pois naquele momento no Corinthians havia um pensamento de que Renato Augusto e Jadson não poderiam jogar juntos. Era um ou outro e, como Jadson havia sido escolhido, abriu-se o caminho para Renato Augusto sair e, em condições financeiras absolutamente suportáveis. O Flamengo abriu mão. A sequência desta história todo mundo já sabe.
  • Ainda no papo com Carlos Leite, fiquei surpreso em saber que ele não mais representa Mano Menezes. Discreto, como sempre, Carlos Leite preferiu não se aprofundar no tema, porém o senti triste e decepcionado. Pena, pois independentemente do aspecto profissional, eram grandes amigos, sendo Mano padrinho do filho de Carlos Leite. Parece uma “história da China…”

 

Pregando no deserto

(Foto Reprodução/Facebook/Federação Paraense de Futebol)

Antonio Carlos Nunes (Foto Reprodução/Facebook-FPF)

As manchetes de hoje ridicularizam não a figura de Antonio Carlos Nunes, eleito ontem vice-presidente da CBF, e sim, os coronéis deste Brasil varonil. Manchete: “ ‘Coronel eleito vice da CBF”. Pergunta: Onde está escrito que um coronel não pode ser eleito, em processo democrático, seja lá para o que for? Será que é demérito ser coronel? Será que coronel é uma doença contagiosa, quem sabe, uma “Zica” camuflada?

Enquanto o Coronel em questão vira Geni e, por tabela, os outros todos coronéis viram Genis, o foco da questão é esquecido. Pergunta: Como o Coronel Antonio Carlos Nunes foi eleito vice-presidente da CBF? Foi um golpe de estado? Foi nomeado pelo presidente licenciado? Foi indicado pelas forças armadas? Foi por interferência do Papa? Resposta: Não. Foi eleito, num processo democrático, em que os CUBES têm a maioria dos votos.

Para quem não sabe, são 67 votos. As 27 federações, os 20 clubes que participam da primeira divisão e os 20 clubes que participam da segunda divisão. Os clubes somados representam maioria esmagadora, num total de 40 votos, contra 27 das federações. Nesta eleição, o Coronel foi eleito com 50 votos a favor, 3 contra, 3 votos em branco e 5 abstenções.  Resumo da ópera: Quem decidiu ser este o melhor caminho para o futebol brasileiro foram os CLUBES. Isto sinaliza de maneira clara que, antes de se bradar por reformulações nas Federações e na CBF, talvez mais importante seja o pleito ou, a luta, de que isto comece pelos clubes. O episódio de ontem é o maior exemplo.

Gol contra

money_PNG3545Aprendi que, no futebol, a tática do “mineirinho come quieto” continua sendo a melhor estratégia para quem pretende reforçar o elenco.

Ainda não inventaram nada mais eficaz do que a discrição que, torna tudo mais fácil, desde a delicadeza na investida, até o não despertar do famoso “olho grande”.

Hoje, as manchetes falam sobre os 419 milhões no orçamento do Flamengo e os 22 milhões disponíveis somente para contratações. Definitivamente, esta não é uma boa política. Em qualquer negociação, fundamental é, quem está do outro lado da mesa não ter a noção exata do seu poder de fogo. Como diziam os antigos, e com sabedoria, “o segredo é a alma do negócio”.

Este tipo de notícia pode soar, primeiro, como algo arrogante e, com tantos milhões sendo anunciados, qualquer jogador vai ficar mais caro para o Flamengo, e em todas as pontas, ou seja, olho grande do clube vendedor, do jogador e do empresário envolvido na negociação.

Claro que sou favorável à transparência em qualquer fato relevante, principalmente neste momento conturbado em que o país vive, mas há hora até para a transparência, como por exemplo um amplo balanço ao final da temporada. Todo este desenvolvimento financeiro deveria por um tempo ser problema de ordem interna do clube e, ao final do ano, tudo colocado de forma clara. Esta suposta boa intenção, neste momento, só atrapalha.

Há hora pra tudo. Até para escancarar a alma.

Pikachu

(Foto: Fernando Torres)

(Foto: Fernando Torres)

E o Vasco anunciou oficialmente a contratação do lateral direito Pikachu. Lembro que houve um determinado momento em que vários companheiros deste blog, que vivem nas regiões norte e nordeste do país, escreveram sugerindo ao Flamengo a contratação deste jogador.

Cheguei pessoalmente a encaminhar algumas opiniões destes companheiros para o e-mail do diretor Rodrigo Caetano que, chegou a comentar que na época em que estava no Vasco, tentou contratar Pikachu e não conseguiu.

Fato é que o nosso personagem, lateral direito, jogou este ano 59 partidas e marcou 20 gols. Os números são animadores. Um lateral, a cada três jogos, marcar um gol, convenhamos, é pouco comum.

Breve saberemos, entre Flamengo e Vasco, quem acertou ou, quem bobeou…

Bom cabrito não berra e, vale o que está escrito

William Arão (Foto: Guilherme Giavoni)

William Arão (Foto: Guilherme Giavoni)

A notícia de hoje é de que o presidente do Botafogo, meu querido amigo Carlos Eduardo Pereira, está cuspindo marimbondo pra cima do presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello. O motivo da irritação fica por conta do Flamengo ter contratado o volante Willian Arão, muito embora isto já estivesse maduro na boca do povo, ou seja, todo mundo já sabia, até porque, segredo em futebol é utopia. Carlos Eduardo afirma que o fato pode abalar a relação entre os clubes, o que não deixa de ser uma ameaça, e afirma que do jogador nada esperava com respeito a comportamento ético, o mesmo não acontecendo com Eduardo Bandeira de Mello que, segundo Carlos Eduardo, era um quase amigo…

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Carlos Eduardo Pereira, presidente do Botafogo

Este fato entre Flamengo e Botafogo não é novo. Isto aconteceu da mesma forma e não faz muito tempo, quando respeitando a legislação esportiva que, faltando seis meses para se encerrar um contrato, autoriza o jogador a assinar um pré-contrato com outro clube. Portanto, o Flamengo agiu rigorosamente dentro da lei e, sem nenhuma intenção em advogar para Eduardo Bandeira de Mello, meu amigo Carlos Eduardo já deve saber que, em muitas oportunidades, o presidente do clube passa ao largo de uma negociação, com o pessoal do futebol tocando o tema, e isto é o que deve ter acontecido. O resumo da ópera vem através de duas máximas que o Brasil inteiro conhece, “bom cabrito não berra” e, “vale o que está escrito”.

Por falar em “vale o que está escrito”, o companheiro Alex Sandro quer saber a minha opinião sobre esta confusão na CBF, para a eleição de um novo (vice) presidente. Meu caro Alex, há uma outra máxima, esta nordestina, que explica o desentendimento. A máxima é “farinha pouca, meu pirão primeiro”. Há uma outra que também pode ser aplicada ao momento, que é a “Lei de Muricy. Cada um cuida de si”. Felizmente, o nosso judiciário é independente e caberá a ele interpretar e fazer valer o que está escrito. Simples, assim…