Calma lá!!!

Por favor, leiam esta mensagem do presidente Eduardo Bandeira de Mello, dirigida ao zagueiro Cesar Martins, que foi homenageado pelo presidente em ato solene, tendo inclusive sido presenteado com a camisa do basquete


cesar_martins

(Foto: Reprodução)

“Estamos reunidos para homenagear nosso zagueiro César Martins, que está nos deixando por pouco tempo, espero. Espero que, mais cedo ou mais tarde, volte para o Mengão. Espero que seja mais cedo. Demonstrou ser um excelente profissional, vestiu e honrou o manto sagrado e nos ajudou muito até mesmo quando já estava sendo devolvido a pedido do Benfica. Precisamos, e ele voltou, nos ajudou, e demonstrou ser um rubro-negro de verdade. Além disso, nos apoiou nas finais do NBB. Houve até um incidente, mas tenho certeza que a torcida do Flamengo saberá reconhecer a excelência de sua passagem pelo Flamengo como zagueiro e torcedor…”


Em tempo e, com todo respeito:

Meu caro presidente Eduardo,

Quem o conhece sabe que a sua alma é especial. Todos nós já tivemos tempo para aprender que o Flamengo tem na presidência um homem de bem e um ser humano realmente especial.

Entendo a sua iniciativa em homenagear o zagueiro Cesar Martins que, mesmo tendo sido mandado embora, ante a carência de jogadores para a zaga, aceitou voltar em circunstâncias pouco normais e, em síntese, em linguagem popular, “quebrou o nosso galho”.

Até aí, tudo bem e, a homenagem é justa. Agora, estimar que Cesar Martins, que retornou ao Benfica, onde não conseguia jogar no terceiro time do clube português, volte e, o mais rápido possível, aí já é demais…

Homenagem, tudo bem. Exaltação ao masoquismo, por favor, não!!!

Selecão Olímpica

O técnico da Seleção Olímpica, Rogério Micale (Foto: WiltonJunior / Estadão)

Rogério Micale, técnico da seleção olímpica (Foto: Wilton Junior / Estadão)

Muitos rubro-negros reclamaram pelo fato do lateral esquerdo Jorge não ter sido incluído na lista divulgada pelo treinador Micale. Este tema nos leva a três tipos de análise.

Primeiro, reconhecer que pelo fato de que somente 18 jogadores podem ser inscritos, fica complicado para o treinador não trabalhar com jogadores que sejam polivalentes, isto é, que joguem em várias posições e, no caso, Jorge só vem atuando na lateral esquerda.

O segundo comentário diz respeito a este regulamento ridículo do Comitê Olímpico que restringe a 18 o número de inscrições por equipe. Parece que estão completamente desligados da modernidade futebolística, onde um banco de reserva, de forma oficial, já pode abrigar muito mais jogadores do que os sete que o Comitê Olímpico determina como suplentes.

A terceira análise é doméstica. Pegando este gancho, vocês não acham que pela habilidade, criatividade e visão de jogo, Jorge poderia perfeitamente ser testado no meio de campo do Flamengo?

Em tempo 2. Acho que na lista do treinador, muito gaúcha para o meu gosto, faltou o tricolor Gustavo Scarpa.

Estamos na briga

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Uma quarta-feira entre amigos queridos, diante da TV e, pedindo a Deus por uma vitória do Mengão, pois se assim não acontecesse, com a mais absoluta certeza, o jantar que viria depois, apesar da amizade e do carinho entre todos, seria um desastre, ou melhor colocando, um velório…

Ganhamos!!! E, quando se vence tudo flui melhor, as almas se aconchegam, o bom humor é a tônica…

Durante o transcorrer do jogo, Dr. Luiz Guilherme Barbosa criticando, não a escalação, a postura tática do time ou, qualquer atuação individual. Incomodava ao meu amigo o visual do nosso goleiro. Como havia bom humor permanente, Pará foi batizado por ele como filho do Muralha. Realmente, tirando a barba, há uma certa semelhança, descontando-se, claro, a diferença na altura.

Meu afilhado Roger Flores chegou no intervalo do jogo, muitíssimo bem acompanhado. Aliás, sua companheira, que pela doçura, simplicidade, educação, ternura e beleza, ainda adora futebol e idolatra o gol, só poderia mesmo trazer bons fluidos… E, nesse clima de amor, carinho e amizade, vimos o Mengão somar três pontinhos.

Aqui pra nós: Se fizermos o dever básico de casa, qual seja o de errar com parcimônia, ou seja, não ir além do limite normal do equívoco, seja dirigindo, contratando, escalando, jogando e convivendo, aposto todas as minhas fichas que dá para permanecer no G4 e, assim terminar o campeonato.

O time do Inter parecia o América dos anos 60, com o famoso “tico-tico no fubá”… Toca ali, recebe aqui e, de objetividade, zero. O nosso futebol não foi brilhante, porém, infinitamente mais objetivo. O resultado de 1 a 0, aliás, a goleada de 1 a 0, foi mais do que justa.

Hoje, o coletivo funcionou. O treinador foi feliz. Hoje, como deveria ter ocorrido no domingo, quem substituiu Ederson, foi Éverton. Com isso, o meio campo não sucumbiu e, ganhamos o jogo.

Durante a partida, houve uma unanimidade de opiniões com relação a Marcelo Cirino. Jogador que tem limitações técnicas, porém muito agudo e veloz. Roger lembrou do Búfalo Gil que, com as mesmas características teve a sorte de jogar com Rivelino, que o deixava toda hora na cara do gol. O meu amigo Luiz Gilherme foi mais longe e lembrou de Paulo Borges, naquele timaço do Bangu na década de 60, que tinha um gênio chamado Parada que fazia a estrela de Paulo Borges brilhar.

Outro ponto positivo do time foi a disposição dupla. Em jogar pra ganhar, com garra e, a disposição tática. Brigamos o tempo inteiro pela bola e, taticamente – principalmente defendendo – um show!

Tenho sido aqui, algumas vezes, criticado por ser otimista demais. Cada comentário para mim é motivo de reflexão. Aprendi a ouvir e, entender que as soluções da vida, por melhor que sejam as minhas intenções, podem sim, passar ao largo dela. Com tudo isso, vou arriscar: Se ninguém remar contra, ou seja, se direção, comissão técnica e jogadores, fizerem o que lhes compete, se não pisarem na bola de forma grosseira, não há como não ficar entre os quatro. Confesso que estou animado…

O soninho de hoje será muito bom. Ganhar, é muito bom…

Maracanã

(Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)

(Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)

Li a noticia de que o Flamengo estaria, numa possível parceria com o Botafogo, montando uma estratégia para administrar o Engenhão.

Achei estranho, pois em todas as conversas com diferentes membros da atual diretoria, tinha ficado claro para mim que o objetivo de 1 a 10, era o Maracanã. Também é verdade que, embora a meta prioritária fosse o Maracanã, havia uma condição básica e intransponível que era, mesmo tendo um parceiro, ser o Flamengo o administrador do “maior do mundo”.

Como estranhei a notícia, procurei me informar e, felizmente, nada mudou. O foco continua sendo o Maracanã e, por este objetivo a luta será sem limites, porém, como para um resultado final positivo ocorrer isto não depende exclusivamente do Flamengo, o Engenhão pode ser uma solução alternativa. A meta prioritária é o Maraca.

Não vejo o dia de lá entrar e gritar… “O Maraca é nosso!!!” De fato e de direito…

Zé Ricardo

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Em seguimento ao post de ontem, quando afirmei que na atual conjuntura a melhor alternativa era efetivar o atual treinador interino, para que tenha ele mais segurança ao tomar qualquer tipo de decisão e, talvez o mais importante – e que ninguém  duvide –  ser visto de outra forma pelos jogadores, pelo que ouvi, realmente tudo caminha para este desfecho. Neste momento, a meu conceito, é realmente a melhor decisão.

Zé Ricardo 2

Uma pessoa chegada ao treinador do Flamengo me informou que Zé Ricardo está muito satisfeito com a evolução que vem notando no argentino Mancuello.

Ao que tudo indica, voltará a ser titular. Aliás, já é hora do treinador definir qual seja a melhor escalação dentro do material humano disponível. Como se treina pouco, em função do calendário e pelo fato do Flamengo jogar fora dia sim e dia também, o entrosamento vai ficar por conta dos jogos, e aí, modificando o time a toda hora, convenhamos, é um tiro no pé.

Que Zé Ricardo ponha o time dele em campo e que haja um mínimo de tempo para que o entrosamento tão necessário aconteça.

O Dia da Polêmica

Ze Ricardo Flamengo1- Na sua opinião, Zé Ricardo deve ser efetivado. Se não, quem você contrataria para ser o treinador?

20106

2 – Do goleiro ao ponta esquerda. Qual  é o time ideal do Flamengo na sua opinião? (só valendo jogadores atuais. Sei que é duro, mas por favor esquecer a foto…).

(Foto: EFE)

(Foto: EFE)

3 – Você alguma vez na sua vida imaginou que a Islândia, um pais de pouco mais de 300 mil habitantes, pudesse derrotar a Inglaterra e chegar às quartas de final da Eurocopa?

A bola está com vocês…

Pingadinhas domésticas

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

. A discussão desta segunda-feira entre os rubro-negros foi com relação ao futuro imediato. Efetivar o jovem Zé Ricardo ou contratar um treinador peso pesado? Sei que amanhã, dia da polêmica, vamos voltar ao assunto, mas não dá para não mergulhar ainda hoje neste tema.

Em tese, sempre optaria por um treinador com carcaça suficiente para segurar o rojão vermelho e preto, porém, reconheço que Zé Ricardo, neste momento, foi uma boa alternativa.

Se deve ser efetivado?

Sinceramente, só os que com ele convivem podem responder esta pergunta. À distância, sem conhecer a personalidade, sensibilidade, jogo de cintura, conhecimento de causa, poder de comunicação e empatia com os jogadores, seria leviano de minha parte qualquer afirmativa definitiva. Todos os meus amigos próximos a ele, levam fé. Então, esperar o que para efetivá-lo? Acho que será muito bom, principalmente para os jogadores que vão deixar de trabalhar com um interino, que convenhamos, não se leva tão a sério, pra conviver com o “professor”, que sempre impõe respeito.

E, a primeira coisa que o professor tem a fazer, é definir qual seja o seu time titular. A partir daí, muito trabalho e, contar sempre com a ajuda de São Judas Tadeu, que ontem, se estava em Natal, trocou a Arena das Dunas, por uma festa de São João…

. Ultimamente, tenho notado que o torcedor anda muito impaciente. Sei o quanto foi frustrante tomar aquele segundo gol, mas da frustração à execração pela falha, realmente bisonha, vai uma distância enorme. Rafael Vaz merece a paciência e compreensão do torcedor do Flamengo.

 

(Foto: Site UEFA EURO 2016)

(Foto: Site UEFA EURO 2016)

Pingadinhas internacionais

. E a Islândia? Que linda loucura… Um país com pouco mais de 300 mil habitantes, ver a sua seleção chegar às quartas de final de uma competição como a Eurocopa é simplesmente delicioso…

Só o futebol, o esporte mais democrático, imprevisível e adorável do planeta.

. O nosso carinho para o genial Messi. Apesar de gênio, de ser, disparado, o melhor do mundo, também vítima da imprevisibilidade deste esporte fantástico que é o futebol.
E, sem essa de despedida da seleção argentina. Da mesma forma que imprevisível é, o futebol reverencia os seus reis. Ganhando ou perdendo pênalti…

Rei é rei. Sempre!!! Messi, amigo,  bola pra frente!!!

O jogo dos três erros

(Foto: Andrey Menezes / FLA TV)

(Foto: Andrey Menezes / FLA TV)

Vou dividir este post em duas etapas. A primeira, contar a historia do jogo que, a bem da verdade, apesar de três gols, a criatividade passou ao largo na construção do placar. Diria mesmo, sem medo de errar que, três erros, sendo um deles grosseiro, determinaram o resultado.

No primeiro, não deveríamos chamar de gol contra e sim, de gol atrapalhado… O que Arão tentou fazer? A sensação é a de que estava distraído e, de repente, viu a bola em cima dele. Azar nosso que escolheu a pior das alternativas para se livrar dela.

No gol de empate do Flamengo, Gum, que estava tendo uma atuação destacada, ao invés de tirar a bola com força, como se um levantador de vôlei fosse, colocou como manda a cartilha dos grandes levantadores, a bola perfeita para Guerrero cravar de cabeça.

No terceiro erro, o mais agudo, talvez tenha havido um equívoco de avaliação do nosso zagueiro, que foi atrasar com estilo – acho que tentou uma chilena – num campo encharcado.

Erramos mais. Perdemos o jogo.


Resenha pós jogo

(Foto: Alexandre Lago)

(Foto: Alexandre Lago)

. Alguém pode me explicar a escalação de Pará? E por falar em Pará, foi patético após o treinador do Flamengo realizar as três substituições, Pará pedir para sair. Desconhecimento da regra ou estava Pará no mundo da lua?

. Pode ser que eu esteja errado, que o futebol tenha evoluído a tal ponto que seja normal, ao contrário de antigamente, o torcedor não saber qual seja o seu time ideal. Quem pensa assim, respeito, mas não concordo. Time bom, time vencedor, está na ponta da língua do torcedor. Quando a alteração acontece por motivos óbvios, como por contusão ou cartão, tudo bem. Acho este time do Flamengo mexido demais.

. E, além de mexido demais, com alterações pouco felizes introduzidas durante os jogos. A entrada de Sheik no lugar de Ederson, a meu conceito, profundamente infeliz. Não é pelo fato de se trocar um jogador de meio por um atacante que torna o time mais agressivo. Nesta substituição, o Flamengo perdeu o domínio do meio de campo. Se era para tirar Ederson, deveria ter entrado Éverton.

. O Flamengo foi muito bem no início do jogo, dominando o meio e criando pelo lado direito um monte de oportunidades de gol. Cirino, sempre muito criticado, fez um belo primeiro tempo. Fisicamente, a queda no segundo tempo foi visível.

. De objetivo e bom no segundo tempo só Mancuello que conseguiu três finalizações muito boas. De resto, uma queda sensível de todo time. A parte física pesou.

. Acho que a palavra de ordem no Flamengo é DEFINIÇÃO. Do time e do treinador.

O futebol explica

(Foto: Benoit Tessier / Reuters)

(Foto: Benoit Tessier / Reuters)

Este jogo de hoje, pela Eurocopa, entre Portugal e Croácia, é uma forma clara de explicar o motivo do futebol ser o mais popular esporte do planeta.

No basquete ou no vôlei, quando um time bom, pega um mais ou menos, não tem conversa. De cada 10 jogos, o time bom vence 11.

No futebol, pode um super time da primeira divisão entregar o ouro para um time ruim, da quarta divisão. A imprevisibilidade no velho esporte bretão talvez seja o seu “mel”. Aliás, o futebol criou a “zebra”, animalzinho que virou sinônimo de surpresa.

Hoje, Portugal e Croácia viajaram por quase todos os caminhos possíveis em uma partida de futebol durante 120 minutos, e mais alguns minutinhos por conta dos acréscimos.

Este jogo talvez tenha batido um recorde mundial. Nenhum chute a gol durante os 90 minutos normais. O que faltou no tempo normal, sobrou na prorrogação. Emoção a cada segundo, com a Croácia dominando, perdendo gols inacreditáveis e metendo bola na trave. E, exatamente após meter uma bola na trave, no finalzinho da prorrogação, pintou um contra ataque e o gol de Portugal. Quem aí achou que o jogo havia acabado, no último segundo, no último lance do jogo, a Croácia perdeu mais um gol incrível.

Este jogo serve também para deixar claro que, ao contrário do basquete e do vôlei, estatística em futebol é algo absolutamente relativo. Se alguém recebesse um papel com toda estatística do jogo para, por ela tentar adivinhar o resultado da partida, duvido que apontasse a vitória de Portugal.

Na parte da manhã, outro bom exemplo do que aqui coloco. A Suíça “dançou”nos pênaltis, mesmo dominando o jogo e marcando o mais lindo gol desta Eurocopa, gol este que certamente concorrerá ao prêmio de mais lindo do ano, na festa da FIFA.

Em síntese, no futebol tudo é possível…

Que venha o domingo. E por falar em domingo… Lobo não come lobo. Fla-Flu, é…em Natal!!!

Ladeira de morro acima… quando o jogador quer, não tem jeito!!!

Alejandro Donatti

Alejandro Donatti

Parece que o pessoal do Rosário Central, da Argentina, nunca ouviu o sábio ditado popular de ordem sexual, mas que pode perfeitamente ser aplicado neste caso, pois quando a mulher decide, fim de papo. O jogador de futebol, igual.

Deu no rádio e também na internet que, Donatti abandonou a concentração onde o time do Rosário Central está concentrado, alegando problemas particulares. Aliás, para ser sincero, deveria ter alegado “soluções particulares”, tão encantado está com a proposta do Flamengo. O noticiário da conta de que o clube argentino topa vender, porém acha a proposta rubro-negra inferior ao valor minimamente justo para liberar o zagueiro.

Pelas experiências vividas em casos semelhantes, paciência e carinho na condução da negociação são fatores decisivos para o Flamengo resolver seu problema. Para trocar Sávio, por Rodrigo Fabrí, Zé Roberto, Romário e Palhinha, fiquei 21 dias na Espanha, negociando diariamente com o  presidente do Real Madrid, Lorenzo Sanz, que virou “amigo de infância”…

Para trazer Romário, em 95, quase um mês de embate com o vice presidente do Barcelona, Juan Gaspar, que acabou cedendo, pois quando o jogador quer, não tem jeito, porém, desta feita, não virou “amigo de infância”, pois até bem pouco tempo, pelo que soube, considerou esta negociação uma derrota pessoal. Bobagem, pois o “Ás de ouros” tinha eu, que era a vontade de um jogador que sabia o que queria, tinha personalidade, era e, é Homem, com H maiúsculo. O nosso mérito foi como subir uma escada. Primeiro, acreditar na vontade de Romário, depois, conseguir os recursos para “comprar a obra de arte”, e por fim, paciência, muita paciência…

No caso atual, além de negociadores competentes, como Flávio Godinho e Plínio Serpa Pinto, o Flamengo tem o “Ás de ouros”, que é a vontade do jogador.

Se este Donatti for realmente bom de bola, a zaga de área, que era o calcanhar de Aquiles, vai virar “ponto forte” e, por muito tempo…

Agora, é torcer para chegar a hora do Fla x Flu. Estou animado…

Por falar em Flu, no mesmo dia, duas situações distintas que, explicam a própria vida. Um doce tricolor, Alberto Léo, querido companheiro de tantas jornadas, nos deixando e, Luiz Oscar Niemeyer, o mais competente produtor musical do nosso continente, apagando 60 velinhas.

Saudade e alegria em um mesmo dia. Retrato da vida.