No Flamengo, sonhar grande é obrigação. E, também, não custa nada…

(Foto: AFP / PIERRE-PHILIPPE MARCOU) Kleber Leite

Primeiro, explico o título do post. Desde menino tive a noção exata do tamanho do Flamengo e, por isto mesmo já tive momentos de revolta com alguns dirigentes que erraram porque nunca tiveram a dimensão do tamanho do avião que pilotavam.

Costumo dizer que para o Flamengo nada é impossível e, partindo desta premissa e, por coerência, procurar soluções de acordo com a grandeza do clube nada mais é do que um primário dever de casa.

O “também” do título, diz respeito a máxima popular, quando afirma que “sonhar não custa nada”. Portanto, em se tratando de Flamengo, mesmo o sonho sendo gigante, também não custa nada…

A partir daí, serão três etapas. Acreditar, saber fazer e, sorte.

Ontem, mandei a seguinte mensagem para o nosso presidente Eduardo Bandeira de Mello:


“Meu presidente,

Por favor, não me chame de maluco, mas será que Zidane não teria a curiosidade de dirigir o time do maior clube das Américas?

Custa tentar?

Já imaginou o desdobramento desta doce maluquice?

Forte abraço.

E, recebi a seguinte resposta:

“Obrigado, amigo.

Grande abraço e saudações rubro-negras.”


Hoje, lendo no JB a coluna de RENATO Mauricio Prado, que pensa o Flamengo como eu, concluí que fiz muito bem em enviar o WhatsApp para o nosso presidente, pois Renato termina sua espetacular coluna indagando se Eduardo já havia comprado sua passagem para Madrid.

Ter Zidane é um sonho impossível? Para o Flamengo não há sonho impossível. Por maior que seja o objetivo, o tamanho deste gigante vermelho e preto é suficientemente grande para abraçar.

Sempre foi assim. Continua sendo e, com o passar do tempo, será algo absolutamente normal.

Quem viver, verá.

Tomara que a resposta gentil, mas evasiva, do nosso presidente, possa ser traduzida como… “já havia pensado e, já estou agindo”!!!

Tomara!!! Amém!!!