A missão mais difícil

Treino do Flamengo – 21/09/2017 (Fotos: Gilvan de Souza / Flamengo)

Em uma rápida análise sobre o restante do calendário, o Flamengo é aspirante a dois títulos e, tem como meta no Campeonato Brasileiro terminar, pelo menos, em quarto lugar.

Os títulos que ainda corremos atrás são a Copa do Brasil e a Copa Sul-americana. A meta no brasileiro, como já coloquei, garantir vaga direta para a Libertadores.

A missão, digamos assim, mais simples, é ficar entre os quatro primeiros colocados no Campeonato Brasileiro. Afinal, ocupando a quinta colocação, e com todos os jogadores podendo ser usados, convenhamos, é praticamente obrigação.

O mesmo se aplica à Copa Sul-americana, onde já vamos para a fase das quartas de final e, a exemplo do Campeonato Brasileiro, todos os jogadores estão inscritos.

Com todo respeito ao Fluminense, achei melhor pegar o tricolor do que ter que encarar os três mil e cem metros da altitude de Quito. Além da cruel altitude, a viagem desgastante. Melhor assim, com dois jogos no Maraca.

O maior problema será a Copa do Brasil, embora estejamos afastados do título por apenas um jogo.

Há dois fatores negativos. Decidir na casa do adversário e, em função de um regulamento injusto, não poder contar com todos os jogadores. Diego Alves e Éverton Ribeiro, que seriam jogadores decisivos, estão impedidos de jogar.

Claro que tudo isto é apenas tese e, quando o tema é futebol, qualquer tese é relativa…

E você, preferia a LDU ou achou bom encarar o Fluminense?

Quando o time é bem escalado, tudo fica mais fácil

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Esta tese é antiga. Certo dia, no Hotel Novo Mundo, acompanhando Radamés Lattari, pai do nosso Rada, que lá fora para tentar contratar Oswaldo Brandão para o Flamengo, ouvi do citado treinador a colocação que é o título do POST.

Brandão defendia a tese de que a escalação era o grande desafio do treinador. E Brandão tinha toda razão. Hoje, o locutor, lá pelas tantas, fez a seguinte observação: “esta é a melhor atuação do Flamengo com Rueda no comando”. E é verdade. Foi mesmo. Só faltou ser dito que, pela primeira vez, o treinador acertou a escalação, do goleiro ao ponta esquerda… Começando por atropelar a ideia absurda de que Diego e Éverton Ribeiro não podem jogar juntos.

A presença de Trauco na lateral esquerda afastou aquela loucura de se improvisar Pará, tendo dois especialistas para a função. Esta alteração fez com que o time deixasse de jogar torto. No mais, tudo certinho, escalação perfeita.

Os volantes, Cuellar e Arão, apareceram sempre no ataque, principalmente no início do jogo e, não foi por acaso que os dois primeiros gols foram marcados por eles. Estes foram os destaques do time. Cuellar, o melhor. E por falar em atuação, ninguém foi apenas razoável. Todos acima da média.

Achei o jogo nervoso e até violento. Por falar em nervosismo, acho que o nosso Diego precisa tomar um chazinho de maracujá antes do jogo começar. Anda muito irritadiço…

No fim do jogo, Wellington Paulista espinafrou o árbitro, atribuindo a ele a derrota da Chapecoense. Que cara de Pau… 4 a 0, foi pouco…

Agora, esperar pelo jogo de amanhã entre LDU e FLU.

Quem você prefere pegar?

Jogo ruim e tese absurda

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Quando digo jogo ruim, claro que me refiro à atuação abaixo da crítica do nosso time.

Primeiro tempo morno, com enorme dificuldade do Flamengo na criação.

No segundo tempo, por incrível que pareça, as melhores oportunidades, poucas, é verdade, foram da Chapecoense. Uma delas, de forma inacreditável, em falha de Diego Alves. Aliás, em lance parecido com a falha de Thiago, no jogo contra o Cruzeiro. A diferença é que Diego Alves teve sorte no erro do atacante da Chape. E por falar em goleiro, gostei muito do goleiro da Chapecoense.

A tese absurda é a do nosso treinador, que entende que Diego e Éverton Ribeiro não podem jogar juntos. Como é que dois jogadores, que são bem acima da média, não podem jogar juntos? Que negócio é esse? Já na saída de Éverton, Éverton Ribeiro deveria ter entrado. Não bastasse isso, quando saiu Berrío, entrou Paquetá. E, lembrar o sacrifício que foi para se contratar Éverton Ribeiro, o maior investimento para esta temporada. Isto é uma brincadeira…

Há outros problemas, mais profundos, que estão interferindo no desempenho do time. Aliás, quero aqui fazer uma correção. A informação que tive de que Fernando Gonçalves tem superpoderes, sendo o guru do futebol, não corresponde à verdade. Não há nenhum tipo de influência de Fernando Gonçalves, seja no que diz respeito a contratações ou a ser a pessoa que faz a cabeça do treinador. A verdade é que se limita ele à sua tarefa de manter em dia a “cabeça” do elenco. E ponto!

Há sim uma clara lacuna de comando. Se a opção de quem dirige o clube é que o futebol seja 100% profissional, o que não concordo, mas respeito, Rodrigo Caetano precisa assumir, comandar, cobrar e estabelecer metas.

Sem comando definido, nada funciona. Principalmente o futebol do Flamengo.

Como manter a concentração?

Treino do Flamengo – 25/08/2017 (Fotos: Gilvan de Souza / Flamengo)

Ia utilizar para o título do POST a palavra “foco”, porém, para dar uma variada, optei pela “concentração”.

Onde quero chegar? Simples. Imagino o quanto deve ser difícil para qualquer treinador, já no meio da segunda e última etapa do calendário, encontrar os argumentos para manter a tropa ligada.

Vejam o caso do Flamengo. Estamos disputando três competições, sendo duas nacionais e uma continental, cujos objetivos às vezes coincidem.

No Brasileiro, como não se tem a certeza de que o time será campeão da Copa do Brasil ou, da Copa Sul-Americana, a briga é para ficar no pelotão de cima, atrás de uma vaga para a Libertadores do ano que vem.

A Copa do Brasil passa a ser – em importância – a grande prioridade, já que, sendo campeão, o Flamengo fecha o ano com uma grande conquista e a vaga na Libertadores garantida.

A Copa Sul-Americana, na realidade, a segunda divisão do futebol no continente, tem como única virtude também garantir vaga na Libertadores.

Agora mesmo, embora tenha o Flamengo, neste domingo, o jogo contra o Atlético Paranaense, pelo Brasileiro, ninguém tira da cabeça a decisão contra o Cruzeiro, que começa no dia sete de setembro.

A confusão é tão grande que espicharam a Copa do Brasil até o final do ano e, esqueceram de alongar o prazo para inscrições de novos jogadores.

O resultado disso é que, além do que aqui já foi colocado, os treinadores têm que se virar, com times diferentes nas três competições.

A Sul-Americana, na canetada, espichou também a Libertadores, sem a mínima preocupação com as competições nacionais Enfim, um mínimo de compreensão e paciência com os treinadores é mais do que justo, pois é realmente uma loucura conseguir assoviar e chupar cana, ao mesmo tempo.

Com quem veio de fora e pegou o barco no meio do oceano, como Rueda, a compreensão tem que ser triplicada.

E por falar em treinador, mesmo sem estar no campo, Zé Ricardo conseguiu um sopro rubro-negro para o Vasco que, finalmente, venceu.

Que o domingo seja rubro-negro, com sotaque carioca…

O primeiro gol de um raro talento

(Foto: Pedro Martins / MoWa Press)

Jogo bom e, como era por demais previsível, fácil e com goleada. Lá, já havíamos feito cinco, só que tomamos dois. Aqui, repetimos o número de gols, sem levar nenhum.

Não dá para fazer qualquer tipo de avaliação sobre o nosso time, na medida em que jogamos contra um adversário que abriu mão de treinar, para que os jogadores pudessem conhecer a praia carioca.

De muito bom o fato de Vinícius Júnior ter feito o seu primeiro gol jogando no time principal. Não vou dizer que foi o primeiro gol como profissional, pois hoje em dia, o jogador sai da mamadeira e já tem um contrato. Já é profissional.

Este gol já poderia ter saído antes. Alguns goleiros e algumas traves não colaboraram. Hoje, finalmente, aconteceu. Que ninguém duvide. Teremos daqui para frente um outro Vinícius Júnior. Um raro talento, mais leve, mais solto, mais resolvido, mais decisivo.

De muito bom, foi isso. E, claro, a certeza de um soninho delicioso, como todos, após uma vitória.

Voltamos ao Campeonato Brasileiro, à expectativa do novo treinador e, aos sonhos renovados.

E o Palmeiras, hein? O futebol, definitivamente, está muito igual.


Em Tempo

Radamés Lattari envia mensagem que acabou de captar, através da Radio Caracol, da Colômbia, do nosso – quase certo – novo treinador.

 

Noite feliz e curiosa

(Foto: Staff Images / Flamengo)

. Quem acorda e pergunta quanto foi o jogo e, como resposta, ouve que foi 5 a 2 Flamengo, conclui que deve ter sido um show de bola e, no campo do adversário.

De verdade, o placar. O show de bola só na imaginação de quem não viu o jogo. O primeiro tempo, sofrível tecnicamente, terminou sem um golzinho sequer. Nos 45 minutos finais, sete gols, cinco do Flamengo, e dois do Palestino.


. Além do desnível técnico, o placar pode também ser explicado pelo aspecto físico. A temporada chilena vai começar agora, o que equivale a dizer que um time que está em plena pré-temporada, tem que pagar o preço de um condicionamento físico deficiente.


. Em um dos gols do Palestino, meu amigo Escobar não foi feliz na narração, criticando Rafael Vaz pela rebatida de cabeça. Na verdade, Vaz não tinha outra opção, tirando de cabeça um lance de perigo. O problema foi a falta de alguém do Flamengo no rebote. Faltou ali – que os críticos me perdoem – o Márcio Araújo.


. Tecnicamente, Éverton Ribeiro sobrou na turma, embora não se possa dizer que jogou como Diego jogaria. Diego, a meu conceito, não tem substituto, pelo fato claríssimo de ser um jogador que arma pelo meio e, que chega. Diego é arco e flecha. Éverton Ribeiro é um misto de meia e atacante. Talvez, mais agudo que Diego, porém, não tão articulador, não tão cerebral. De qualquer forma, dentro de suas características, Éverton Ribeiro foi destaque.


.Berrío, sem ter sido brilhante, foi útil e guerreiro. O gol que marcou foi fruto da sua determinação. Damião está se caracterizando por atuações que não animam e, com gols de rara beleza. Outro dia, de bicicleta. Ontem, de letra. Para um centroavante e, reserva, vai dando conta do recado…


. Esta Copa Sul Americana, a bem da verdade, é a segundona do continente sul-americano. Não é um título que enriqueça a sala de troféus de um clube de ponta. De positivo, unicamente a garantia da vaga na Libertadores, ou seja, a garantia de jogar na primeira divisão continental do ano seguinte.


. Agora, o que interessa é o jogo de sábado, que promete… Com todo respeito ao Vasco e ao estádio da colina histórica, estou com um bom pressentimento. Repito: Com todo respeito…

Conhecimento de causa

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Como estive dos dois lados, tendo passado por estilingue e por vidraça, tenho um certo cuidado quando penso em criticar, pois a injustiça começa a ser desenhada quando alguém se arvora a concluir alguma coisa sem que tenha o conhecimento de causa necessário. Ontem, lendo uma matéria no Globo.com, sobre a composição da delegação do Flamengo para o jogo de amanhã, no Chile, pela Copa Sul-Americana, veio a informação de que alguns titulares seriam poupados, e que Conca não viajaria, como de fato não viajou. Os dois primeiros comentários criticavam de forma contundente – diria até, deselegante – o treinador Zé Ricardo, pelo fato de não ter levado o argentino.

 

(Foto: Marco Favero / Diário Catarinense)

Hoje, leio com surpresa que Vagner Mancini foi demitido e não é mais o treinador da Chapecoense. Ainda não li, mas com absoluta certeza haverá uma enxurrada de críticas espinafrando a direção da Chapecoense pela decisão de demitir o treinador. Como o tempo passa e, em função disso, as experiências acumuladas vão cada vez mais solidificando a maturidade, me recuso a comentar qualquer um destes fatos sem que tenha pleno conhecimento de causa.

No caso de Conca, não teria cabimento, se estivesse o jogador minimamente em condições, não usufruir do futebol que vimos quando jogava pelo Fluminense.

Exatamente no Fla-Flu, quando Conca entrou por pouco tempo, tive a impressão de estar ele completamente fora de sintonia, como se o jogo estivesse sendo jogado em ritmo normal e ele em câmera lenta. Pra ser sincero, achei até a maneira de correr meio estranha. Vou me aprofundar no tema e, o que apurar, informo.

De todas as formas, convenhamos ser, no mínimo, precipitada a crítica ao nosso treinador. Talvez, o pessoal do Flamengo deva estar mais atento à comunicação. Se for o caso, é muito melhor dizer a verdade – que o jogador ainda não está inteiro – do que calar e, com isso, criar uma polêmica desnecessária, colocando em risco a imagem dos profissionais que integram a comissão técnica.

No caso de Vagner Mancini, igual. Não dá para criticar sem saber os reais motivos que fizeram a diretoria tomar tão drástica atitude. Se revelarem, facilitarão qualquer tipo de análise. Caso se calem, alimentarão a polêmica e, com certeza, as críticas serão inevitáveis.

Muita calma nessa hora

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Quando a derrota machuca, é mais do que comum para qualquer torcedor procurar um culpado, meio que tentando encontrar o seu Judas para nele extravasar sua decepção.

Por isso mesmo vou entender qualquer tipo de comentário que virá a seguir, mas convido os meus queridos amigos para uma reflexão não raivosa, mesmo entendendo ser solicitação difícil de ser entendida – e atendida – neste momento de sofrimento.

O jogo pode ser resumido da seguinte forma: sonolência do time no primeiro tempo e, dia de Muralha furada…

Na primeira etapa, deve ter acontecido hoje, o que aconteceu no jogo em que perdemos para o América do México. Acho que o jogo de ida, com a vitória conquistada, relaxou o time. Faltou pegada…

E, em um dia, ou melhor, em uma noite, que falta pegada, ainda por cima o goleiro falha, convenhamos que é namorar demais como azar.

Veio o segundo tempo e, não faltou luta, mas faltou gás… A parte física foi fator decisivo para que o segundo gol não tivesse saído.

Acho que hoje houve um erro estratégico na escalação de Pará, que não poderá jogar domingo por ter levado o terceiro cartão amarelo. Seria uma bela oportunidade para dar ritmo de jogo a quem vai jogar contra o São Paulo.

De resto, muito difícil criticar sem conhecimento de causa. Em tese, Mancuello deveria ter começado o jogo, mas isto é tão claro que imagino ter havido um bom motivo para Zé Ricardo não ter tomado tal decisão.

Guerrero, completamente fora de ritmo da música tocada durante toda a partida…

Enfim, não adianta mais falar sobre o jogo. O que interessa agora é pensar no Campeonato Brasileiro e manter o ânimo da tropa lá em cima.

No fundo, pelo que tenho observado nos últimos jogos, o aspecto físico é preocupante. Tomara que eu esteja equivocado…

Bola pra frente!

Dúvida cruel

fotorcreated5Hoje, estava ouvindo o programa do meu irmão de vida Washington Rodrigues, o Apolinho, quando surgiu o tema, realmente polêmico, de qual seja a medida correta a ser adotada pelo comando do futebol do Flamengo no que diz respeito a jogar paralelamente o Campeonato Brasileiro, onde é vice-líder e distante apenas um pontinho do líder, e a Copa Sul-Americana, onde tem tudo para avançar para as quartas de final, bastando um empate amanhã contra o Palestino, do Chile.

Meu amigo Washington, de quem raramente discordo, acha esta Copa Sul-Americana uma “mala” na vida do Flamengo. O raciocínio dele é o seguinte: A meta prioritária é a conquista do Campeonato Brasileiro, que o Flamengo não ganha desde 2009. A Copa Sul-Americana, tem como cereja do bolo a vaga para a próxima Libertadores da América, vaga esta que, pelo pique da remada, o Flamengo conquistará no Brasileirão, pois normalmente estará ao final da competição entre os quatro primeiros colocados. Desta forma, por que motivo sacrificar e desgastar fisicamente o time na Copa Sul-Americana, se no Campeonato Brasileiro o Flamengo pode matar dois coelhos com uma só cajadada, conquistando o hepta tão sonhado, e a vaga para a Libertadores?

Realmente o tema é polêmico. Deve o Flamengo, definir um time B para disputar o restante da Copa Sul-Americana, priorizando o Campeonato Brasileiro? A segunda alternativa é um meio de caminho, mesclando titulares e reservas a cada jogo da Copa Sul-Americana e, a terceira opção, a mais radical, encarar as duas competições com o que temos de melhor e, seja o que Deus quiser…

Agora, o que penso e, confesso, doido para ler os comentários e assim ter uma noção exata da média do pensamento rubro-negro. Vamos lá: Uma pergunta é fundamental e deve estar sendo feita pelos dirigentes: O título de Campeão da Copa Sul-Americana é importante ou, só o que vale é a vaga para a Libertadores? A resposta, vai definir o caminho a ser trilhado. Se os dirigentes entenderem que ser campeão da Copa Sul-Americana é uma conquista importante, poupar nesta competição apenas quem realmente precisa ser poupado, indo para cada jogo quem estiver bem. Se a diretoria entender que o que vale na Copa Sul-Americana é a vaga para a Libertadores, aí não há o que discutir. Time mescladíssimo na Sul-Americana e, prioridade total para a conquista do Hepta, tendo a vaga para a Libertadores como um plus em caso de conquista do Campeonato Brasileiro ou, não sendo campeão, prêmio de consolação por ser um dos quatro primeiros colocados.

Quando aqui coloco que a decisão é dos dirigentes, é por entender que compete ao treinador treinar e escalar, porém, a filosofia sempre compete ao dirigente. Saber se uma conquista de Copa Sul-Americana vale, só quem pode responder é quem tem o Flamengo na alma. Isto é missão para amador apaixonado, e não para profissionais. Se presidente, ou vice de futebol fosse, determinaria ao treinador 100% de atenção ao Campeonato Brasileiro e, confiaria na sensibilidade dele para conviver da melhor forma possível com a Copa Sul-Americana.

Amanhã tem Mengão de novo, mesmo que à meia bomba… Que maravilha!!!

 

Flamengo 1 x 0 Palestino – Notas

Queridos amigos, seguem abaixo as médias das notas atribuídas por vocês ao time rubro-negro no confronto contra o Palestino, pela Copa Sul-Americana, na última quarta-feira, 21/09.

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E como é de praxe, abaixo vão as médias das últimas cinco partidas avaliadas, mais a média geral – que também tem um gráfico para melhor apreciação de vocês.

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