RUIM de “A a R”

Coritiba x Flamengo – 16/11/2017 (Foto: Staff Images / Flamengo)

O “A” é do amarelo. Nada contra a cor, que até acho alegre. O ruim é a interferência desta cor na tradição de um clube pra lá de centenário. O FLAMENGO É VERMELHO E PRETO!!!

Por favor, chega de se render aos interesses comerciais das fábricas de material esportivo. O FLAMENGO não é o Villa Real, e tão pouco o Brasiliense. O FLAMENGO É VERMELHO E PRETO!!!

O  “R” é de Rueda. Que coisa medonha o nosso time. Nunca vi tão desarrumado, sem inspiração e sem personalidade. Rueda foi um irresponsável em aceitar este convite. Visou única e exclusivamente o vil metal.

Como é que alguém chega para comandar um time, na fase aguda do calendário, com várias competições em disputa, sem conhecer ninguém no Flamengo e tão pouco nossos adversários?

Aí, tivemos a soma de um palpite infeliz por parte da diretoria, com uma extrema irresponsabilidade de Rueda.

O nosso treinador, que sabe de Flamengo o que sabemos nós de botânica, escala mal, substitui pior ainda e, não passa nenhuma energia. Um desastre.

Não está sendo pior em função da incompetência dos nossos concorrentes. Reparem que, mesmo com resultados ridículos, o Flamengo continua na mesma posição na tabela.

Temos um tempinho até o início da semifinal da Copa Sul-Americana. Alguém precisa por ordem na casa e dar uma injeção de ânimo na rapaziada. Duro é ver tanta desarrumação. Diego jogando recuado demais e, terminamos com Rhodolfo na ponta esquerda.

Há momentos pra tudo na vida. No nosso caso, uma sacudidela precisa ser dada IMEDIATAMENTE!!!

Será que ninguém vê? Por favor…

 E aí Rueda, aprendeu?

Flamengo 3 x 3 Fluminense (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Meus amigos… (saudades do João).

Emoção a dar com pau. Algumas naturais, outras sem a menor necessidade.

Vimos o jogo juntos: eu, Radamés Lattari, e o aniversariante, Michel Assef.

Muito nervosismo pela perspectiva de classificação, pelo fato de ser um Fla-Flu e, pela necessidade de um dia feliz para um rubro-negro que tanto amo, e que aniversariava.

Primeiro tempo, ridículo. No intervalo, o time já poderia ter sido modificado. De qualquer forma, este Fla-Flu deve ter deixado um recado definitivo para Rueda, o treinador que pegou o bonde andando.

Não é possível que, daqui para frente, Vinícius Júnior não seja titular. Aliás, como lembrou meu amigo Fernando Versiani, o acaso mostrou a Rueda o que temos de melhor. Éverton na lateral esquerda, e Vinícius Júnior ocupando o lado esquerdo do ataque.

Vizeu é bom jogador? Não sei, preciso ver mais. Agora, com certeza, não tendo Guerrero, é ele a alternativa óbvia.

Amanhã falamos mais sobre este Fla-Flu eletrizante. Hoje, comemorar duplamente. A classificação para a semifinal e o aniversário deste extraordinário rubro-negro, meu querido amigo Michel Assef, que, aliás, está me aguardado para o brinde da vitória.

Rueda, aprendeu?

A incerteza é a força do futebol

(Reprodução da internet)

Quando era garoto, o nosso ídolo era o Popeye, marinheiro franzino, cujo combustível para se tornar o homem mais forte do mundo era o espinafre. Pois bem, se o futebol fosse o Popeye, o espinafre seria a incerteza.

E por esta imprevisibilidade o futebol é o mais popular esporte do planeta. Disparado…

Quem viu o jogo entre Lanús e River Plate, na noite de ontem, vai entender perfeitamente o que quero dizer.

No primeiro jogo, no Monumental de Nuñez, River 1 a 0. Ontem, no campo do Lanús, o River chegou fácil aos 2 a 0, ainda no primeiro tempo.

Em síntese, para se classificar para a final, o Lanús precisava fazer quatro gols. E, por incrível que pareça, fez!

Um no finalzinho do primeiro tempo e três no segundo, sendo que o último, com o auxílio do árbitro de vídeo, que confirmou o pênalti.

Enfim, este negócio de dizer que “já vi tudo em futebol”, só mesmo para quem não sabe nada do nosso tema.

O futebol, definitivamente, é mágico!!!


(Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA)

Com a vitória do Lanús, o Grêmio passando hoje, fará o segundo jogo na Argentina. Se o finalista fosse o River, a final seria em Porto Alegre.

Sei lá, mas acho que o torcedor gremista devia estar torcendo pelo River. Não deve ter acreditado no que viu…


Treino do Flamengo – 30/10/2017 (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

E, hoje à noite, no Maraca, seja o que Deus quiser. A vantagem é do Flamengo, mas a vitória do Lanús deve servir de alerta para que todos entendam que, ninguém deve ter a certeza da vitória, por melhor que seja.

Vamos torcer para o nosso Rueda não inventar. Isto acontecendo, tudo ficará mais fácil, mais simples.

Aliás, a simplicidade, até provem em contrário, é o caminho mais curto e rápido para o sucesso.

O que fazer? 

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Queridos amigos, já em casa. Pela cirurgia, viagem cansativa. Agora é ter juízo, não abusar e esperar o dia quatro chegar, para – aos pouquinhos – ir retomando o dia a dia.

O amigo SÉRGIO, em seu comentário, pede e, com razão, uma maior participação minha no blog, já que, “de molho”, vou ter tempo. Sérgio, querido, só não fiz isto ontem, porque, confesso, estava com os quatro pneus arriados…

Hoje, já refeito, vamos à luta. Que time escalar amanhã? Simples. O que tivermos de melhor. No duro, dentro desta filosofia, que espero ser a mesma do treinador Rueda, a única dúvida é quem vai jogar no lugar de Guerrero. Pode ser qualquer um, menos Paquetá, que já vimos não ter o menor cacoete.

Em um dos comentários, o companheiro e amigo FLAD+, afirmou que Réver se sairia melhor de centroavante do que Paquetá. E, achei tão interessante a observação que, com a bola levantada, arrematei dizendo que nem precisava ser o Réver, que o Rafael Vaz, faria bem melhor. Curiosamente, o jogo deste sábado é contra o Vasco. Sei que é maluquice, mas seria interessante…

Voltando à realidade, as opções passariam a ser Vizeu, Lincoln – que já deve estar por aqui – ou Vinícius Júnior, com um esquema de jogo modificado, jogando na base do toque e da velocidade.

Se me coubesse escalar, começaria com Vizeu, deixando Vinícius Júnior preparado para entrar. De resto: Diego Alves, Pará, Rhodolfo, Juan e Trauco; Márcio Araújo (pois Cuellar está suspenso), Arão, Diego e Éverton; Éverton Ribeiro.

Tomara que o nosso pessoal tenha aprendido a lição. Como ninguém no Flamengo tem bola de cristal pra saber se seremos campeões da Copa Sul-Americana, temos de jogar com duas frentes, escalando o que temos de melhor no Campeonato Brasileiro.

E, se “invenção” houver na escalação contra o Vasco, que ao menos seja inteligente, coerente e criativa.

Aliás, já passou do tempo disto acontecer.

 

Sofrimento até na vitória

Fluminense 0 x 1 Flamengo – 25/10/2017 (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Caramba, não dava pra se ter sofrido menos? A pior coisa do mundo é ser crítico depois de uma vitória.

As coisas vão ficando claras. Temos, finalmente, goleiro! Temos técnico? Sinceramente, tenho minhas dúvidas. Não quero discutir a opção de Rueda por Paquetá para ocupar o lugar de Guerrero. Quero estranhar o fato de termos jogado com dez jogadores, e Rueda só ter se tocado aos 40 minutos do segundo tempo. Paquetá, em posição que não é a dele, somando-se uma noite infeliz, não acertou uma única jogada e só foi substituído quando faltavam cinco minutos para o jogo acabar.

Dificilmente discordo do excelente comentarista Lédio Carmona. Hoje aconteceu. Dizer que pelo menos Paquetá foi esforçado, convenhamos que não foi uma conclusão feliz. E também não vi tanta virtude apregoada por ele ao colombiano Cuellar. Como considero Lédio Carmona o melhor comentarista da televisão, acho importante fazer esta colocação, pois fica clara a minha independência com relação a análise profissional feita por mim e, acho que até o valoriza. Mais ou menos a mesma coisa do cara que elogia permanentemente o bom gosto da mulher. No momento de uma observação negativa, fica claro que os elogios eram absolutamente verdadeiros.

Voltando ao jogo. Temos goleiro! Duas defesas espetaculares e a tão necessária sorte na bola na trave. Zaga firme. Os três muito bem. Infelizmente, acho que problema do Réver foi grave. Laterais que lutaram e não brilharam.

Arão valeu pelo gol. Aliás, no gol do Éverton, a sintonia fina entre Arão se projetando, e Éverton Ribeiro no passe perfeito, foi espetacular. Cuellar, bem. Diego e Éverton Ribeiro, num mesmo nível. Se não foram brilhantes, ajudaram.

Enfim, o sono virá pela vitória, embora a preocupação futura possa fazer com que acordemos antes do olho abrir…

Por falar em olho, Rueda, por favor, tenha os seus mais abertos durante o jogo. Com todo respeito…

A hora do bom senso

Treino do Flamengo – 23/10/2017 (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

O primeiro recado aos companheiros e amigos do blog é um pedido de desculpas, pelo fato de não estar tão atuante neste espaço como deveria e, gostaria.

Estou em São Paulo desde a última sexta-feira, e aqui vi a derrota do Flamengo para o São Paulo, mas não no Morumbi, e sim no Hospital Sírio e Libanês, graças ao nosso canal Première. Aqui, estou entregue ao extraordinário urologista, e adorável figura humana, Miguel Srougi, o meu anjo da guarda.

Como encarei uma cirurgia, pelo raro talento do Pelé da urologia, estou em franca recuperação, não o suficiente para estar amanhã no Maracanã, pois só deverei ser liberado, e ainda assim para pegar “pianinho” durante 15 dias, na quinta-feira.

Nestas horas é que se dá valor a duas coisas. À vida, em primeira até a última instância e, à tecnologia. Viva a vida!!! E, bendito canal Première…

Disto isto e, após passar o dia acompanhando a preocupação dos amigos corintianos, concluo o seguinte:

. Que milagre faz esta turma do Botafogo. Com um investimento insignificante, o pessoal do futebol conseguiu montar um elenco que está dando para o gasto, graças a um treinador que leva muito jeito, e um time sempre bem escalado, aplicado e determinado. Faltando oito jogos para cada clube no Brasileirão, o Botafogo é o de melhor campanha do returno;

. E não é que o Renato Gaúcho tinha razão. Como vaticinou ele, o Corinthians despencou. O problema é que, mesmo antevendo, Renato não soube equilibrar as coisas, escalando várias vezes times reservas, privilegiando a Libertadores;

. O Flamengo foi pelo mesmo caminho errado, poupando quando não tinha que poupar. Erro de avaliação grave;

. Para finalizar, que alguém assuma uma liderança positiva no Flamengo. Os erros “do bonde andando” já foram cometidos. Plantar um treinador estrangeiro na fase aguda e decisiva do calendário foi um baita equívoco. Da mesma forma, entregar o bastão do futebol para quem não tem experiência e ante situação que todos sabemos.

Com tudo isso, simplificar é preciso. Não abrir mão das duas frentes – Brasileiro e Sul-americana – em hipótese alguma. Partir com tudo, com o que tivermos de melhor e, isso qualquer rubro-negro sabe, para cima do Fluminense e do Vasco.

Leio que Vinícius Júnior está recuperado. Isto é muito bom. Tomara que lembrem que ele existe.

E que nunca mais alguém abra a boca para dizer que Diego e Éverton Ribeiro não podem jogar juntos.

O momento requer bom senso. Que tal colocar em campo o que temos de melhor? Simples, até porque, além de não haver tempo para experiências – algumas incompreensíveis – isto aqui é Brasil. E aqui, a banda toca assim. Com os melhores…

A missão mais difícil

Treino do Flamengo – 21/09/2017 (Fotos: Gilvan de Souza / Flamengo)

Em uma rápida análise sobre o restante do calendário, o Flamengo é aspirante a dois títulos e, tem como meta no Campeonato Brasileiro terminar, pelo menos, em quarto lugar.

Os títulos que ainda corremos atrás são a Copa do Brasil e a Copa Sul-americana. A meta no brasileiro, como já coloquei, garantir vaga direta para a Libertadores.

A missão, digamos assim, mais simples, é ficar entre os quatro primeiros colocados no Campeonato Brasileiro. Afinal, ocupando a quinta colocação, e com todos os jogadores podendo ser usados, convenhamos, é praticamente obrigação.

O mesmo se aplica à Copa Sul-americana, onde já vamos para a fase das quartas de final e, a exemplo do Campeonato Brasileiro, todos os jogadores estão inscritos.

Com todo respeito ao Fluminense, achei melhor pegar o tricolor do que ter que encarar os três mil e cem metros da altitude de Quito. Além da cruel altitude, a viagem desgastante. Melhor assim, com dois jogos no Maraca.

O maior problema será a Copa do Brasil, embora estejamos afastados do título por apenas um jogo.

Há dois fatores negativos. Decidir na casa do adversário e, em função de um regulamento injusto, não poder contar com todos os jogadores. Diego Alves e Éverton Ribeiro, que seriam jogadores decisivos, estão impedidos de jogar.

Claro que tudo isto é apenas tese e, quando o tema é futebol, qualquer tese é relativa…

E você, preferia a LDU ou achou bom encarar o Fluminense?

Quando o time é bem escalado, tudo fica mais fácil

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Esta tese é antiga. Certo dia, no Hotel Novo Mundo, acompanhando Radamés Lattari, pai do nosso Rada, que lá fora para tentar contratar Oswaldo Brandão para o Flamengo, ouvi do citado treinador a colocação que é o título do POST.

Brandão defendia a tese de que a escalação era o grande desafio do treinador. E Brandão tinha toda razão. Hoje, o locutor, lá pelas tantas, fez a seguinte observação: “esta é a melhor atuação do Flamengo com Rueda no comando”. E é verdade. Foi mesmo. Só faltou ser dito que, pela primeira vez, o treinador acertou a escalação, do goleiro ao ponta esquerda… Começando por atropelar a ideia absurda de que Diego e Éverton Ribeiro não podem jogar juntos.

A presença de Trauco na lateral esquerda afastou aquela loucura de se improvisar Pará, tendo dois especialistas para a função. Esta alteração fez com que o time deixasse de jogar torto. No mais, tudo certinho, escalação perfeita.

Os volantes, Cuellar e Arão, apareceram sempre no ataque, principalmente no início do jogo e, não foi por acaso que os dois primeiros gols foram marcados por eles. Estes foram os destaques do time. Cuellar, o melhor. E por falar em atuação, ninguém foi apenas razoável. Todos acima da média.

Achei o jogo nervoso e até violento. Por falar em nervosismo, acho que o nosso Diego precisa tomar um chazinho de maracujá antes do jogo começar. Anda muito irritadiço…

No fim do jogo, Wellington Paulista espinafrou o árbitro, atribuindo a ele a derrota da Chapecoense. Que cara de Pau… 4 a 0, foi pouco…

Agora, esperar pelo jogo de amanhã entre LDU e FLU.

Quem você prefere pegar?

Jogo ruim e tese absurda

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Quando digo jogo ruim, claro que me refiro à atuação abaixo da crítica do nosso time.

Primeiro tempo morno, com enorme dificuldade do Flamengo na criação.

No segundo tempo, por incrível que pareça, as melhores oportunidades, poucas, é verdade, foram da Chapecoense. Uma delas, de forma inacreditável, em falha de Diego Alves. Aliás, em lance parecido com a falha de Thiago, no jogo contra o Cruzeiro. A diferença é que Diego Alves teve sorte no erro do atacante da Chape. E por falar em goleiro, gostei muito do goleiro da Chapecoense.

A tese absurda é a do nosso treinador, que entende que Diego e Éverton Ribeiro não podem jogar juntos. Como é que dois jogadores, que são bem acima da média, não podem jogar juntos? Que negócio é esse? Já na saída de Éverton, Éverton Ribeiro deveria ter entrado. Não bastasse isso, quando saiu Berrío, entrou Paquetá. E, lembrar o sacrifício que foi para se contratar Éverton Ribeiro, o maior investimento para esta temporada. Isto é uma brincadeira…

Há outros problemas, mais profundos, que estão interferindo no desempenho do time. Aliás, quero aqui fazer uma correção. A informação que tive de que Fernando Gonçalves tem superpoderes, sendo o guru do futebol, não corresponde à verdade. Não há nenhum tipo de influência de Fernando Gonçalves, seja no que diz respeito a contratações ou a ser a pessoa que faz a cabeça do treinador. A verdade é que se limita ele à sua tarefa de manter em dia a “cabeça” do elenco. E ponto!

Há sim uma clara lacuna de comando. Se a opção de quem dirige o clube é que o futebol seja 100% profissional, o que não concordo, mas respeito, Rodrigo Caetano precisa assumir, comandar, cobrar e estabelecer metas.

Sem comando definido, nada funciona. Principalmente o futebol do Flamengo.

Como manter a concentração?

Treino do Flamengo – 25/08/2017 (Fotos: Gilvan de Souza / Flamengo)

Ia utilizar para o título do POST a palavra “foco”, porém, para dar uma variada, optei pela “concentração”.

Onde quero chegar? Simples. Imagino o quanto deve ser difícil para qualquer treinador, já no meio da segunda e última etapa do calendário, encontrar os argumentos para manter a tropa ligada.

Vejam o caso do Flamengo. Estamos disputando três competições, sendo duas nacionais e uma continental, cujos objetivos às vezes coincidem.

No Brasileiro, como não se tem a certeza de que o time será campeão da Copa do Brasil ou, da Copa Sul-Americana, a briga é para ficar no pelotão de cima, atrás de uma vaga para a Libertadores do ano que vem.

A Copa do Brasil passa a ser – em importância – a grande prioridade, já que, sendo campeão, o Flamengo fecha o ano com uma grande conquista e a vaga na Libertadores garantida.

A Copa Sul-Americana, na realidade, a segunda divisão do futebol no continente, tem como única virtude também garantir vaga na Libertadores.

Agora mesmo, embora tenha o Flamengo, neste domingo, o jogo contra o Atlético Paranaense, pelo Brasileiro, ninguém tira da cabeça a decisão contra o Cruzeiro, que começa no dia sete de setembro.

A confusão é tão grande que espicharam a Copa do Brasil até o final do ano e, esqueceram de alongar o prazo para inscrições de novos jogadores.

O resultado disso é que, além do que aqui já foi colocado, os treinadores têm que se virar, com times diferentes nas três competições.

A Sul-Americana, na canetada, espichou também a Libertadores, sem a mínima preocupação com as competições nacionais Enfim, um mínimo de compreensão e paciência com os treinadores é mais do que justo, pois é realmente uma loucura conseguir assoviar e chupar cana, ao mesmo tempo.

Com quem veio de fora e pegou o barco no meio do oceano, como Rueda, a compreensão tem que ser triplicada.

E por falar em treinador, mesmo sem estar no campo, Zé Ricardo conseguiu um sopro rubro-negro para o Vasco que, finalmente, venceu.

Que o domingo seja rubro-negro, com sotaque carioca…