E o Palmeiras chegou…

(Foto: Cesar Greco / Palmeiras)

Cinco clubes ainda brigam pelo título: Palmeiras, Inter, São Paulo, Grêmio e Flamengo. Nesta rodada, Palmeiras, Inter e Grêmio venceram. São Paulo e Flamengo, empataram.

Flamengo e São Paulo pisaram na bola. Quem quer ser campeão não pode se dar ao luxo de tropeços evitáveis, na reta final do campeonato.

Dos três que venceram, o Palmeiras foi o que convenceu, embora o Cruzeiro tenha jogado com seu time reserva. O Grêmio, também com time mesclado, ganhou com um gol, aliás, golaço, no último minuto do jogo. E o Inter sofreu para vencer o Vitória.

Faltando onze jogos, o prognóstico é difícil, pois as competições paralelas – Copa do Brasil e Libertadores – podem influenciar, e muito, na definição deste Campeonato Brasileiro. Neste caso, Palmeiras e Grêmio, em tese, os principais favoritos, podem derrapar em função do calendário.

Matematicamente, ainda dá para o Flamengo. Todos os adversários têm os seus problemas, só que nós temos os nossos e, não são poucos. E, com toda sinceridade, ainda acho muito cedo para cravar, entre os cinco, um ou dois, que possam ser apontados como favoritíssimos. Os problemas, dos mais variados, rondam os pretendentes ao título. Quem souber administrar melhor será o campeão.

Agora, na sexta-feira, pegamos o Corinthians, certamente com o time reserva, em São Paulo e, em seguida, o Fluminense. Ganhando estes dois jogos estaremos no páreo. O problema é que para se ganhar, a bola tem que entrar no gol adversário…

Que solução terá Dorival?

Gol do Cruzeiro

O termo “tapetão” não se sabe quem inventou. O que sabemos é que José Carlos Vilela, extraordinário personagem tricolor, brilhante advogado, foi quem mais surfou nesta onda…

O tapetão era o Maracanã, transportado para um grande salão, onde vezes por outra, alguns resultados obtidos no campo, eram modificados, daí um certo tom pejorativo para esta palavra tão comum no mundo da bola.

Hoje, no tapetão, quem marcou um gol de placa foi o Cruzeiro.

Vejam que belo recurso foi encaminhado e já protocolado na Conmebol.


(Caso não consiga visualizar o PDF acima, clique aqui e baixe o documento para o seu dispositivo).
 
A causa é boa e justa. Quando isto ocorre, muito difícil, quase impossível, perder.

Parabéns e boa sorte ao Cruzeiro!!!

Conmebol encurralada pelo óbvio

(Foto: REUTERS/Agustin Marcarian)

O pessoal do Cruzeiro não brincou em serviço. O presidente da Raposa, já nas primeiras horas da manhã, desembarcou em Assunção, onde na sede da Conmebol pôde colocar de maneira clara e objetiva o motivo de sua visita.

Disse ele que o prejuízo causado pela arbitragem no jogo de ida contra o Boca não havia como ser reparado, já que não há como se modificar o resultado da partida.

Em síntese, o motivo da visita não era para falar sobre o passado e sim, sobre o futuro. O injusto, absurdo e cretino cartão vermelho alija Dedé para o jogo da volta em Belo Horizonte, o que quer dizer que o Cruzeiro e o jogador serão novamente punidos, sem que nada tenham feito para merecer grosseira e ridícula punição.

O discurso é perfeito e justo e, ante tamanha barbaridade, imagino que a Conmebol – até baseada em alguns casos parecidos – deva promover o julgamento de Dedé o mais rápido possível e, certamente absolvido, duas canetadas. A primeira liberando o zagueiro cruzeirense para o segundo jogo contra o Boca e, a segunda, determinar um tratamento psicológico para o árbitro durante os próximos vinte anos.

E, sem direito, enquanto perdurar o tratamento, de passar perto de um campo de futebol.

O mundo mudou. Aqui, muito mais…

Invasão corintiana ao Maracanã em 76, é fácil perceber a forte presença rubro-negra. (Reprodução da internet).

Desde menino – comecei aos seis anos vendo, ao vivo e a cores, o Flamengo ser tricampeão – acompanhando o Flamengo por tudo que é lugar neste planeta, fui assimilando certas coisas do mundo da bola.

O tempo passou e algumas destas coisas, que jamais poderia imaginar diferentes, estão bem diante de nós. Como meus pais eram fiéis seguidores do “Manto”, onde o vermelho e preto estivesse, lá estávamos nós.

São Paulo, pela proximidade, com absoluta certeza, foi a cidade – depois do Rio,  claro – que mais vi o Flamengo jogar. E para lá já fui de todas as formas. Pela estrada, de carro e de ônibus.

Houve época em que havia o trem de prata, que era uma curtição, em que a viagem noturna era a melhor opção, pois até cabine havia. O passageiro dormia no Rio e acordava em São Paulo. E, claro que, de uns tempos para cá, o avião foi o meio de transporte mais usado.

Neste longo período, aprendi que neste eixo Rio-São Paulo do futebol havia a tradição das torcidas amigas. A nossa torcida amiga sempre foi a do Corinthians e, lembro que inúmeras vezes, fosse o jogo no Pacaembu ou no Morumbi, era a coisa mais comum do mundo a confraternização entre rubro-negros e corintianos.

O noticiário de hoje dá conta de que as autoridades estão classificando este jogo, entre Flamengo e Corinthians, como de altíssimo risco. Palavra que levei um susto.

Cansei, como torcedor, antes de ir para o nosso canto em um estádio paulista, ir cumprimentar e confraternizar com a torcida corintiana. E, a recíproca era verdadeira.

Que os corintianos me perdoem, mas aquela famosa invasão alvinegra no Maracanã, no jogo contra o Fluminense, houve, de forma camuflada, um enorme contingente de torcedores do Flamengo que, para a história, foram computados como torcedores corintianos. Enfim, a harmonia sempre prevaleceu, mesmo em jogos importantes ou decisivos. Será que isto mudou ou, será que as “autoridades” estão enxergando pelo em ovo?

Tomara que este jogo transcorra na mais absoluta paz, que a história seja preservada, que rubro-negros e corintianos continuem amigos e confraternizando. Tomara que não sucumba uma das melhores memórias que tenho deste nosso mundo da bola.

Outras coisas devem ter mudado e, muito! Pasmo estou com o estado do gramado do Maracanã, e mais surpreso ainda com as explicações dos responsáveis por sua manutenção.

Alegam eles que a quantidade exagerada de jogos está impossibilitando a boa conservação. Pera lá! Há muito tempo atrás, havia uma quantidade muito maior de jogos no Maracanã, que era utilizado permanentemente pelos quatro grandes clubes do Rio. E, não esquecendo que antes os quatro usavam, enquanto que hoje, Vasco da Gama e Botafogo desenvolvem os seus jogos, respectivamente, em São Januário e no Engenhão.

E, lembro ainda que, lá atrás, além dos jogos de TODOS os times grandes, cansamos de ver preliminares no Maracanã. E o gramado sempre foi muito bom. Então, que diabo de explicação absurda é essa? O pior é que não ouvi, nem li, ninguém rebatendo este argumento absurdo.

Há, sim, um forte cheiro de incompetência e, quem sabe, de descaso, no ar.

O caso Fagner

(Foto: Pedro Martins / Mowa Press)

Há quem comente que Fagner, que foi convocado para a Seleção Brasileira – e cortado em função de uma contusão – vai jogar contra o Flamengo. E, na esteira, surge o forte comentário de que tudo não passou de uma armação corintiana para ter o seu lateral direito no primeiro jogo da fase semifinal da Copa do Brasil.

O noticiário dá conta de que o Flamengo pode protestar junto à CBF e, chegar até o Comitê Disciplinar da Fifa. Os advogados especializados, mestres na matéria, afirmam que o Flamengo teria sucesso na apelação, caso Fagner tivesse abdicado formalmente de jogar pela Seleção, fato que não ocorreu. E, que da forma como os fatos ocorreram, o Flamengo teria que produzir prova de que tudo não passou de uma armação, o que convenhamos, é praticamente impossível.

Primeiro, não acredito que tenha havido alguma armação e, por um fato muito simples. No futebol, não há segredo. Desta pseudo armação, obrigatoriamente, teriam que participar  jogador, dirigentes, médicos, fisioterapeutas, preparadores físicos e… por aí vai. Isto sem falar nas pessoas próximas a todos aqui citados. Alguém, fatalmente, iria “colocar a boca no trombone”… Improvável, diria mesmo, impossível.

De qualquer forma, o Comitê Disciplinar da Fifa, tendo este caso como exemplo, deveria estender a uma situação como esta o que ocorre quando o jogador abdica de jogar, em que fica ele afastado por um determinado período das atividades de seu clube. A partir de agora, jogador convocado que, por contusão seja cortado, deveria ficar fora das atividades de seu clube enquanto a Seleção estivesse formada. Simples…

A esperança está nos adversários

(Foto: Marcos Ribolli)

Tive dúvidas sobre que jogo ver no domingo. O Gre-Nal, em tese, poderia ser o de mais fortes emoções, porém, como vamos jogar contra o Corinthians no meio de semana, em uma das semifinais da Copa do Brasil – e curioso para ver também o Palmeiras, que pode ser o nosso adversário na final – optei pelo clássico paulista.

Aí começa a explicação para o título deste post. Embora o time do Flamengo esteja jogando muito aquém do que dele se espera, e isto nos preocupa, ver o jogo entre Palmeiras e Corinthians não deixa de ser, de certa forma, animador.

De positivo, nos dois times, a intensidade. Neste aspecto, estamos devendo e, faz tempo.

Com relação aos valores individuais, o Corinthians de hoje está longe do time que foi Campeão Brasileiro no ano passado, principalmente no ataque.

Já o Palmeiras tem uns três jogadores diferentes que podem, pelo talento, resolver um jogo.

O placar de 1 a 0 para o Palmeiras foi justo. Poderia ter sido de mais… O time, bem arrumado. Aliás, se não estou equivocado, são dez jogos sem tomar gol. Felipão arrumou a casa.

Se Paquetá e Cuellar chegarem – e bem – para o jogo, com todo respeito ao Corinthians, dá para ter uma enorme esperança. O nosso time é melhor. O que me preocupa é a intensidade que sobra em Corinthians e São Paulo e, que tem faltado ao nosso time.

Em síntese, sem nenhum otimismo exagerado, apesar das contratações profundamente infelizes, olhando para os vizinhos, dá para acreditar em título, pois não há nenhum bicho-papão.

Ia esquecendo. Vi o sofrimento do Vasco. Além do time ser fraco, a onda de azar é impressionante. Gols inacreditáveis perdidos. E, o melhor jogador, Pikachu, expulso.
O Vasco está namorando a série B. O próximo jogo será contra o Flamengo. Se perder, fica oficialmente noivo, com casamento marcado…

Em tempo: Aquela tinta, inventada por um brasileiro que foi a solução para que a distância entre a bola e a barreira fosse respeitada nas cobranças de falta, está fazendo muita falta… Apurei que os árbitros pararam de usar, pois não houve acordo comercial entre a CBF e a empresa detentora dos direitos.

Sem este simples instrumento, os gols de falta serão mais difíceis de se ver. A tal tinta no gramado obrigava a barreira a não andar. Era uma arma para a arbitragem. Sua ausência está sendo sentida…

Réver e o matemático

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo) Kléber Leite Blog

Pode até parecer absurdo, mas há uma total sintonia – e fina – que une o drama de momento que aflige a diretoria do Flamengo, e o que os números acenam com relação às reais possibilidades do rubro-negro ser Campeão Brasileiro deste ano.

Como é de conhecimento geral, o Flamengo, para escalar Réver no jogo desta quarta contra o Inter, em Porto Alegre, terá que pagar ao clube gaúcho a importância de um milhão de reais. O treinador estagiário, em entrevista coletiva, afirma que esta é uma decisão institucional, ou seja, que tem que ser tomada pelo presidente do clube.

Paralelo à dúvida rubro-negra, o diário Lance publica hoje, na página 11, projeção do matemático Tristão Garcia sobre o que dizem os números para que um clube seja Campeão Brasileiro (veja aqui em reprodução do Lance, ou no site do matemático).

Segundo Tristão Garcia, o Flamengo tem míseros 4% de possibilidades de ser campeão. Talvez esteja aí a ferramenta necessária para que o presidente do Flamengo defina a questão.

Há duas possibilidades. A primeira, de forma fria, pensada, tendo como base o trabalho do matemático, dar folga para Réver. O segundo, tendo como argumento o passado recente, quando em 2005 o mesmo matemático afirmava que o Flamengo tinha apenas 6% de possibilidade de não cair para a segunda divisão e, apesar da desanimadora previsão, o milagre acorreu, sendo então este, argumento para escalar Réver, pagando o tal milhão ao Inter.

Não gostaria de estar na pele do presidente do Flamengo para resolver o tema, mas se me coubesse decidir, Réver ficaria no Rio tomando água de coco…

Claro que, se líder do campeonato fosse, quem pagou 45 milhões por Vitinho, por que não jogar mais um milhãozinho pela janela?

Só que, depois da derrota para o Ceará, em pleno Maracanã, fica difícil acreditar em conto de fadas e na gata borralheira…

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Números reveladores

Os números referentes aos jogos dos principais clubes brasileiros, atuando em casa, foram apresentados e, mostram o Palmeiras como o que mais faturou, seguindo-se Corinthians e Flamengo.

Dei aqui uma ajeitada, pela média de faturamento por jogo, colocando os três clubes com o mesmo número de partidas, para uma análise mais justa.

Vamos lá:

De tudo que está aí em cima, o que mais me chamou atenção foi o fato de o Flamengo ter um ticket médio bem inferior ao de Palmeiras e Corinthians, o que na realidade deixa claro que, ao contrário do que muitos apregoavam, longe está a política introduzida pela diretoria rubro-negra de ser elitista.

Comparando-se com a dos seus principais concorrentes, a bem da verdade, é até bem popular.

Sem ter a mínima intenção de me intrometer no terreno do vizinho, o que vem sendo introduzido pelo Flamengo está muitíssimo mais próximo da realidade brasileira, embora ainda longe dela e, claro que, neste caso, sem que tenhamos a mínima culpa no cartório…

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Na véspera…

Fernando Uribe (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo) Kléber Leite Blog

Na véspera da decisão pela vaga, nas oitavas de final da Libertadores, ainda na parte da manhã, é anunciada a relação dos jogadores rubro-negros para a viagem rumo a Belo Horizonte e, a ausência do centroavante Uribe, chamou a atenção de todos.

O espanto geral não foi pelo fato de ter se cometido alguma injustiça e sim, pela quantia paga para trazer o atacante que, pelo que nada demonstrou até agora, passou a ser a última opção para o comando de ataque.

Vocês estão lembrados de quando surgiu o interesse do Flamengo por Uribe, após consultar alguém em quem confio e com pleno conhecimento de causa, aqui no blog divulguei que, infelizmente, por esta informação confiável, Uribe não era nada demais?

Pois é. Sabem de quanto tempo precisei para obter uma informação precisa? Cinco minutos. Será que só eu tenho amigos confiáveis, que conhecem futebol, espalhados mundo afora?

Em síntese, causa profunda estranheza que um esquema profissional, com recursos e alta tecnologia, em pleno ano de 2018, compre gato por lebre…

Este é o nosso “Centro de Inteligência do Departamento de Futebol”… Francamente…

E, não falei no Ceifador… caramba quanto dinheiro jogado fora. Infelizmente, das três opções para a camisa 9, nenhuma me anima. A vantagem de Lincoln é que não custou nada…

Continuo afirmando que, quando não se tem, se improvisa. Como centroavante bom, não temos, melhor recorrer à criatividade, com Vitinho como falso nove, e qualquer um pela esquerda. Talvez Marlos, que tem habilidade. Pena ser vagalume.

Se dá para classificar? Respondo com outra pergunta. No futebol, o que não dá? Como diria o filósofo da objetividade: “difícil, mas não impossível”. E, acrescento: se jogarmos os 90 minutos como jogamos os últimos 25, contra o Grêmio, em Porto Alegre, dá para sonhar. Aliás, é o único jeito.


Mudando de assunto. O nosso bravo, querido e competente mediador deste blog, Robert Rodrigues, informou que durante todo o dia houve verdadeira invasão, por parte de torcedores do São Paulo, com ameaças e insultos dos mais variados.

O meu “pecado” foi ter afirmado – e reafirmo – que acho o elenco do Flamengo – o time também – superior ao do clube paulista. Caramba, que ofensa é essa?

Para os invasores agressores, dois recados.

  1. Neste blog o pensamento é livre, desde que, externado com educação. Portanto, a casa também é de vocês, desde que, não agridam.
  2. Medo é palavra que jamais existiu no meu dicionário de vida. Como diria meu querido ex-companheiro de Rádio Globo, Mário Vianna, “só duas aves morrem de véspera. Peru e porco!!!”

Voltando ao que interessa. Vai ser difícil, mas quem sabe…

Uma coisa é certa: muita emoção!!! E, que São Judas esteja por lá…

Cabeça de treinador

(Reprodução da TV) Kléber Leite Blog

O Palmeiras, graças à sua apaixonada patrocinadora, que sonha ser presidente, gastou uma fortuna para formar o atual elenco, onde o reforço de maior impacto para os torcedores veio do Santos.

Lucas Lima, realmente, um jogador bem acima da média, chegou e, em pouco espaço de tempo, apesar do quanto custou – e da esperança da galera palmeirense – começou a esquentar o banco.

Cheguei inclusive a sugerir ao nosso pessoal do futebol, “olho no lance”, pois estas aberrações fazem parte e, não é de hoje.

Aí, chegou Felipão enchendo a bola de Lucas Lima que, confiante e com confiança no novo treinador, voltou a jogar o que sabe e, o que sabemos nós ser ele capaz.

Como é que se marginaliza um dos raros talentos do atual futebol brasileiro? Tudo bem que cabeça de treinador possa levar a este estágio, mas o que fazem os outros no clube, incluindo o presidente e o vice de futebol? Não há conversa? Não há debate sobre o tema?

Em 2005, Helinho e eu encaramos a nossa mais difícil missão no Flamengo e, logo na chegada nos deparamos com duas barbaridades. André Santos, que chegou à Seleção Brasileira, era reserva de Andrezinho. E Diego Souza era, também, reserva.

Preciso explicar porque os matemáticos afirmavam que o Flamengo tinha 94% de possibilidade de ir para a segunda divisão?

No Palmeiras, Felipão restabeleceu a verdade e, lá atrás, com muita conversa e ações pontuais, deu para livrar o Flamengo do que seria o maior mico na sua gloriosa trajetória no futebol.

Em síntese, com todo respeito aos treinadores, se não houver uma linha direta entre os que compõem o departamento de futebol, a tirania burra de um “professor” pode ser mais devastadora do que um tsunami.