Ridículo

frweferO nosso Globo.com anuncia que o STJD puniu o Grêmio, com a perda do mando de campo, pela “invasão” do gramado por parte da filha do treinador Renato Gaúcho em jogo recente realizado na Arena do Grêmio. Confesso que, ao longo de toda minha vida esportiva, não vi nenhuma decisão de um tribunal que fosse tão estapafúrdia.

Pra começar, o termo “invadiu”, não corresponde à realidade, na medida em que, não houve nenhum ato de hostilidade, muito pelo contrário… o que se viu foi uma cena de amor, de carinho, de cumplicidade. Cena pouco comum em nossos estádios… E, sempre é bom lembrar que o comovido abraço, aconteceu quando o jogo já havia sido encerrado.

Não sei que atitude irá tomar o Grêmio, mas imagino que irá às últimas consequências. Uma pena que os clubes não se entendam e até não se respeitem. Se isto houvesse, deveria haver uma grita geral, inclusive com a participação do Atlético Mineiro que, em tese, será o beneficiado pela grosseira decisão do STJD.  Bem, aí já é sonhar acordado…

Que decisão ridícula…

Começou a correria

(Foto: Facebook oficial do Vitória)

(Foto: Facebook oficial do Vitória)

O São Paulo deu a largada para o projeto “2017 Feliz”. Leio que o tricolor paulista contratou o meia Welington Nem, que já fez sucesso no Fluminense.

As notícias dão conta de que o Botafogo está tentando a contratação do atacante Marinho, do Vitória da Bahia. Em Salvador, o executivo do Vitória, Anderson Barrros, lembra que Marinho tem contrato com o Vitória até dezembro de 2018 e, que a multa pela liberação do jogador é de cinco milhões de euros.

A propósito, encontrei casualmente com o treinador Vagner Mancini e, não poderia deixar de matar a curiosidade de perguntar a ele sobre Marinho, já que, durante um bom tempo, Mancini foi treinador do Vitória.

Ouvi muitos elogios com relação ao aspecto técnico e, uma certa dose de preocupação com relação à cabeça do jogador. Mancini disse ainda que Marinho tem uma ótima leitura tática, mas sem qualquer dúvida, o ponto forte é a facilidade para resolver as jogadas na base da individualidade. Isto me chamou muito a atenção, pois o que mais observo hoje em dia é a enorme dificuldade de nossos atacantes em partir para dentro dos zagueiros. Parece até que é proibido driblar…

Tomara que a posição silenciosa do Flamengo, no que diz respeito a reforços, seja uma estratégia para não tumultuar o ambiente neste momento decisivo. Acho que é isto mesmo e, apoio integralmente, muito embora, “na encolha“ o tema tenha que ser obrigatoriamente trabalhado, sob pena de ficar para trás na fila pelos poucos bons valores disponíveis no mercado.

Justiça? Pra que justiça?

(Foto: André Durão)

(Foto: André Durão)

Intervalo. Fluminense 2 x Vitória 1.

O Vitória vencia o jogo, quando um jogador do Fluminense, que penetrava pela meia esquerda, foi puxado pela camisa, visivelmente fora da área. O árbitro, indo na onda do bandeira, marcou pênalti.

As reclamações por parte do time do Vitória e de seu treinador, foram contundentes, mas a marcação equivocada foi mantida.

No Fla x Flu, os tricolores pouco se importaram com o fato do gol anulado ter sido justo, pois houve realmente o impedimento. Naquele momento, justiça era algo relativo. O que interessava era o argumento que favorecesse à causa tricolor. Houve a tentativa, frustrada, de anular o jogo, com o argumento de que “fatores externos” definiram a correta marcação de impedimento.

Hoje, lance fora da área e o árbitro marcou pênalti. Como foi a favor e, a justiça é algo relativo, tudo bem… Caras de pau…

CONVERSAR, E MUITO, É PRECISO

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Sede da Conmebol, no Paraguai.

Amigos, um início de semana inacreditável – pelo lado ruim – para quem tem o diálogo como porta de entrada para qualquer tipo de tema polêmico ou problema.

Do nada, sem que ninguém tivesse noticiado uma única linha, sem que qualquer som tivesse sido emitido e, pior ainda, sem que qualquer imagem fosse vista, cai de repente no colo do mundo do futebol na América do Sul, profundas modificações introduzidas no calendário, com transformações radicais na Taça Libertadores e na Copa Sul-Americana, respingando em todas as competições nacionais. Se sou contra ou a favor? Não sei!!!

Até porque não tenho, como ninguém tem, as informações completas para um julgamento definitivo. O incrível, é que um assunto desta importância, não tenha sido debatido à exaustão. Certamente, debatido o tema, o produto final seria bem melhor.

Reunidos e enclausurados no salão do quarto andar da sede da Conmebol, o martelo foi batido, sem que discussão houvesse. Que retrocesso. Que absurdo!!!

Ainda na linha do “CONVERSAR, E MUITO, É PRECISO”, já é chegada a hora de um mínimo de entendimento entre as pessoas, para que as instituições e o público, não sejam prejudicados.

Esta notícia, da diretoria do Botafogo anunciando a impossibilidade da utilização da Arena Alvinegra para o Fla-Flu, por haver um cano furado ou um fio desencapado, é de doer.

Por favor, basta de intolerância, de agressividade, de animosidade. Basta!!! Ninguém suporta mais isso. Por favor, resolvam as suas diferenças pessoais onde melhor entenderem. Apenas, não envolvam nesta picuinha ridícula a razão de ser de tudo que mais amamos. O futebol não merece cabeças tão pequenas…

 

Macri e Perrella

Macri e Perrella

Virando a moeda, naturalmente falando de cabeças pensantes, positivas, vencedoras, registro a foto de dois queridos amigos, amizade esta, construída pelo nosso mundo do futebol. Em um mesmo momento, fui presidente do Flamengo, Maurício Macri, do Boca Juniors, e Zezé Perrella, do Cruzeiro.

Ontem, em Buenos Aires, no recreio dos temas políticos envolvendo Brasil e Argentina, o Senador brasileiro Zezé Perrella, e o Presidente argentino, Maurício Macri, claro que encontraram um tempinho para falar de futebol.

Lá atrás, tentamos, Maurício e eu, uma convivência melhor com a Conmebol, que propiciasse um melhor tratamento para os grandes clubes do Brasil e da Argentina. Talvez tenha sido o momento do pontapé inicial, com delicadeza, de demonstrar a insatisfação dos grandes clubes. A nossa vitória foi parcial. Não ganhamos a guerra, mas conseguimos tratamento diferenciado para Flamengo e Boca.

Hoje, muito feliz, vejo Maurício presidente da Argentina, e o doce Zezé Perrella, o mineirinho genial, Senador da República. Que encontro espetacular!!!

E, por favor, não esqueçam que o prazo para os palpites no BBRN (Bolão do Blog Rubro-Negro) termina um minuto antes do primeiro jogo de cada rodada. Portanto, para esta rodada, amanhã é o dia D.

Neste post, usem e abusem nos comentários e, palpitem à vontade…

Boa sorte!!!

Pingadinhas de segunda…feira!!!

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Sheik em sua chegada.

. Hoje, tive o prazer de tomar um cafezinho com meu amigo Plínio Serpa Pinto e, relembramos o extraordinário custo/benefício que foi, à época, a contratação de Emerson Sheik, jogador que por aqui ninguém conhecia.

Naquela época a crise financeira no Flamengo era brutal e, em função disso, todos os departamentos, inclusive o de futebol, estavam proibidos de assumir qualquer gasto, por menor que fosse. Emerson teve que ser escondido no “Cheirinho do gol”, famoso campo de pelada no Recreio dos Bandeirantes, de propriedade de um notável rubro-negro que emprestou seu apelido ao referido local. Lá, Emerson recuperou a forma durante três semanas, tempo suficiente para aprovarmos um salário simbólico. O que podíamos pagar era muito pouco e, se deu certo, foi em função do jogador ter acreditado, primeiro no seu futebol, e depois, nas pessoas com quem estava tratando. Plínio contou que em Cariacica relembraram com carinho este episódio, com final feliz para todos.


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(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

. A moral da historinha acima é simples: às vezes, de onde menos se espera vem algo maravilhoso. E, nesta trilha, acabamos falando de Rafael Vaz, que era reserva no Vasco e chegou ao Flamengo completamente desacreditado. No caso de Emerson, por uma dessas coincidências felizes, um belo dia, soube que uma pessoa da minha total e irrestrita confiança e, adorado por todos os rubro-negros deste planeta, havia feito muitos elogios ao desconhecido Emerson em sua passagem pelo futebol japonês. Esta informação, e partindo de quem partiu, me deu coragem para brigar pela nobre causa.

Agora, com Rafael Vaz, aconteceu algo parecido. Plínio acreditou em uma pessoa de total confiança dele que, não só garantiu que Rafael Vaz iria arrebentar no Flamengo, como também foi decisivo para concluir a transação. O resumo desta ópera é que até aqui, o custo/benefício de Rafael Vaz é simplesmente espetacular. Embora o Flamengo tenha a garantia de três anos de contrato, dando uma de pitonisa do bem, estou quase apostando que muito em breve, com o maior prazer do mundo, Flavio Godinho vai chamar o zagueirão e propor uma prorrogaçãozinha contratual, mediante salário compatível com o futebol que Rafael Vaz vem apresentando. Rafael Vaz tem 28 anos. Que bela contratação! Que tiro na mosca, ou melhor, no olho da mosca…


As declarações “polêmicas” do jovem Gustavo no Twitter

. Esta é muito boa e demonstra o despreparo espiritual das pessoas envolvidas no futebol. Deu na internet, que o jovem Gustavo Rodrigues, de apenas 17 anos, foi mandado embora do Botafogo por ter comemorado, como torcedor rubro-negro, a vitória de ontem do Flamengo sobre o Cruzeiro.

Meu Deus, João Saldanha deve estar irado no céu pela insensibilidade dos dirigentes alvinegros e, pelo fato do Botafogo perder um jogador por ser torcedor de outro clube. Se estes dirigentes tivessem nascido antes, quem sabe Garrincha, que era rubro-negro, jamais teria consagrado a camisa 7 do Botafogo. Que bola fora… Que papelão… Que ridículo…

Tomara que os dirigentes do Flamengo tenham tomado conhecimento do caso e chamem Gustavo Rodrigues para unir o útil ao agradável… E, tomara que ele seja muito bom de bola… Se isto acontecer, estes dirigentes do Botafogo vão ter que se mudar para a Sibéria…


. Hoje foi noticiado que a diretoria do Flamengo retomou na convivência com os jogadores, o famoso “bicho”, e que a premiação é paga após cada jogo, ainda no vestiário. Não sei de quem foi a ideia, mas não posso deixar de aplaudir. Claro que, os almofadinhas que nunca conviveram no mundo do futebol – e por isso chamo de “almofadinhas da bola” – vão criticar dizendo que é um retrocesso, que o jogador já ganha o suficiente, que o “bicho” é o troglodita no mundo da bola, que é imoral, que é irresponsável, y otras cositas más… (em espanhol fica melhor, mais autêntico…)

Pode parecer bobagem, mas o “bicho”por uma vitória, pago ainda no vestiário, agrega e, ajuda a criar o espírito de vitória. Diria, sem medo de errar, tratar-se de uma doce e quase infantil cumplicidade entre diretoria e jogadores. Funciona. E, como funciona…


. Amigos e companheiros: Até amanhã, ao meio dia, o nosso matemático Robert Rodrigues, de cabeça inchada pelo seu Botafogo, estará aguardando as notas dos nossos meninos no jogo de ontem contra o Cruzeiro. Egon, amigo, cadê você?

 

Pressentimento

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Treino do Flamengo – 16/09 (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo).

Este jogo entre Corinthians e Palmeiras pode ser visto de duas formas.

A primeira, diz respeito à fragilidade do time do Corinthians, que vem sofrendo um desmanche impressionante. Será que os dirigentes não se tocaram de que não há milagre no futebol, que as conquistas estão diretamente ligadas ao time que se põe em campo?

Realmente foi incrível ver uma equipe que não perdia em seu estádio há mais de um ano, jogar noventa minutos, mais o período de acréscimo, sem criar uma única oportunidade de gol. Deu pena… O mais incrível ainda, é o fato de, com este elenco, o Corinthians não estar brigando para não cair…

A segunda forma de se ver o jogo, foi colocada com muita propriedade pelo zagueiro Edú Dracena em entrevista para o SporTV. Dracena, ao invés de comentar a fragilidade do time do Corinthians, preferiu destacar a firmeza com que o seu time disputou cada jogada. Pura verdade. O Palmeiras que, em tese, poderia estar de crista baixa pelo empate com sabor de derrota para o Flamengo, jogou como um bom tenista que, jamais deve ruminar uma jogada errada ou, um game perdido.

Agora a bola está conosco e, a nós compete continuar fungando no cangote do Palmeiras. Que os nossos jogadores estejam concentrados única e exclusivamente no jogo contra o Figueirense. O jogo contra o Palmeiras e o jogo de hoje do Palmeiras, fazem parte do passado. O presente, para manter o futuro aceso, é o jogo contra o Figueirense.

Agora, cada jogo, seja contra quem for, é final de copa do mundo e, cada vitória, como tal, deve ser comemorada.

Querem saber qual é o meu pressentimento? Tomara que eu esteja errado, mas acho que boa parte da torcida do Palmeiras, amanhã, às onze da matina, estará no Pacaembu, secando, ao vivo e a cores, o time do Flamengo.

Mais um jogo. Mais uma decisão. Vamos torcer e, muito!!!

De positivo, é o prazer de estar vivo. De acordar e, com o friozinho de sempre na barriga, torcer para que a sessão das 11 seja só alegria.

MEEENNNGGOOOOO!!!!

Só 1 pontinho

(Foto: Rodrigo Rodrigues/Grêmio FBPA)

(Foto: Rodrigo Rodrigues/Grêmio FBPA)

Vi o jogo todo. O Grêmio, superior, teve quatro chances claras de gol. O Palmeiras, duas. Jogo corrido, picado, em que das seis chances claríssimas de gol, cinco ocorreram no segundo tempo.

Como sou fissurado pelo talento, não dá para não registrar a atuação de Douglas, o 10 do Grêmio. Embora não seja um jogador rápido, compensa com a sua enorme categoria.

Além de deixar dois pontinhos em Porto Alegre, o Palmeiras tem dois problemões para o jogo de quarta-feira contra o Flamengo. Gabriel Jesus, saiu com sério problema muscular e, o zagueirão Edu Dracena saiu de campo sinalizando ter sentido lesão muscular na panturrilha.

Enfim, balanço da rodada para o Flamengo, muitíssimo bom e, poderá ficar ainda melhor se o Fluminense fizer o dever de casa nesta segunda-feira.

Como diria o meu amigo Velho Apolo, hoje, o Palmeiras teve que suar um quilo certo para não perder…

Quarta-feira será uma loucura. Acho que a Globo vai bater o seu recorde de audiência no ano. O duro vai ser esperar o momento desta bendita bola rolar…

O sentimento que tenho como rubro-negro, pode ser resumido em uma só palavra: confiança!!!

Everton ou Fernandinho? Guerrero ou Damião?

Que chegue logo esta quarta-feira…

MENNNGOOOOOO!!!!!!!

O nível do futebol atual

Mozer e Aldair estão na minha seleção.

Mozer e Aldair.

Hoje, no excelente programa “Redação Sportv”, quando começou a se discutir o nível atual do futebol brasileiro, o apresentador, e muito bom apresentador, André Rizek, convidou a todos para um exercício que, consistia em encontrar um único jogador atual a fazer parte da seleção de todos os tempos do clube de coração de quem estivesse vendo o programa.

Muito boa a sacada que, por si só, sem que se precise pensar muito, revela a pobreza técnica do atual futebol brasileiro. Alguém citou os atuais goleiros de Cruzeiro e Palmeiras e houve quem rebatesse afirmando que Raul e Marcos, respectivamente, impediriam as escalações dos goleiros atuais. De qualquer modo, são goleiros….

Lá pelas tantas, um telespectador lembrou de Nenê, do Vasco. De imediato, foi lembrado o nome de Jair da Rosa Pinto, realmente, infinitamente melhor que o atual 10 do Vasco.

Um torcedor rubro-negro afirmou que Juan poderia estar em uma seleção rubro-negra de todos os tempos. Pensei logo: “Quem seria barrado, Aldair ou Mozer?” Para em seguida lembrar daquele que os mais velhos sempre consideraram imbatível: Domingos da Guia.

Enfim, um exercício interessante que mexeu com a cabeça de muita gente e, comprovou que, tecnicamente, vivemos no futebol um momento delicado. Realmente, não faz muito tempo tínhamos muito mais bons jogadores para ver.

Já que tocamos no assunto, embora já tenha indagado isto aqui no blog, acho que vale a pena repetir. Qual é a seleção rubro-negra de todos os tempos que você tenha visto jogar?

Lá vai a minha: Raul; Leandro, Aldair, Mozer e Junior; Andrade, Gérson, Zico e Paulo César Caju; Bebeto (ou Dida, não consigo deixar de ter esta dúvida) e Romário. A outra dúvida seria no gol, pois Júlio César foi um goleiro espetacular.

Que exercício bom… quanta saudade…

Perguntar não ofende

(Foto: Gazeta Press)

(Foto: Gazeta Press)

Assisti a uma coletiva do goleiro Cássio, do Corinthians, em que, se já era admirador, fiquei ainda mais. Quando o entrevistado é bom, tudo flui de modo natural e, neste caso, mais ainda pelo fato de Cássio ter sido sincero e direto, admitindo problemas pessoais que interferiram diretamente no seu rendimento, a ponto de ter perdido temporariamente a posição de titular, agora recuperada. Aliás, aproveitando este gancho só para dizer que quem comanda o futebol de um grande clube tem que ficar ligado 24 horas por dia, inclusive dormindo…

Neste momento de turbulência por que passou o goleiro – que na opinião de Tite é o melhor do Brasil – pintou a oportunidade para algum clube, necessitado de um grande goleiro e com pinta de ídolo, partir para cima e tentar a contratação. E, aconteceu. Lá pelas tantas na entrevista coletiva, Cássio afirmou que houve a proposta de um grande clube brasileiro, mas que este clube e o Corinthians não chegaram a um acordo. Fiquei louco duas vezes. Primeiro de curiosidade, para saber que clube era esse e, torcendo para que tivesse sido o Flamengo e, depois, louco de raiva, pelo fato de nenhum repórter, na sequência, ter feito a pergunta óbvia e obrigatória. Por incrível que pareça, nenhum repórter sapecou: “Qual foi o clube?” Meu Deus…

Como fiquei intrigado, comecei a fazer um exercício na tentativa, através da coerência, de descobrir o tal clube. Como era uma contratação de peso que exigia investimento, e pelo fato de Cássio ter dito que era um grande clube brasileiro, concentrei as minhas energias no eixo, Rio, São Paulo, Minas e Rio Grande do Sul. Eliminei Palmeiras, Fluminense, Vasco, Botafogo, Cruzeiro, Atlético, Inter e Grêmio. Em síntese, sem medo de errar, entre Flamengo, Santos e São Paulo, o clube que correu atrás de Cássio, em clara demonstração de bom gosto e de senso de oportunidade.