N, P, M.

(Foto: Pedro Martins / MoWa Press)

No nosso vocabulário comercial, há o MPM (Meta Por Mérito) porém, aqui, o NPM quer dizer: Neymar, Paulinho e Maracanã, as letras iniciais dos nossos protagonistas deste post.

A goleada da Seleção Brasileira, contra o Uruguai, no Estádio Centenário, foi importante e consagradora.

O que Neymar jogou, poucos gibis registram atuação igual. Um primeiro tempo primoroso, perfeito… E no segundo, um gol que podemos – sem medo – colocar como uma obra de arte. Arriscaria dizer que foi esta a melhor atuação de Neymar. Não só pelo que ele jogou, como pela dificuldade do jogo. O nosso melhor jogador amadurece a cada cinco minutos…

E Paulinho, hein? O que dizer de um jogador que faz três gols, pela Seleção, na casa do Uruguai? Que personalidade. Que jogador…

O único ponto negativo da Seleção foi a quantidade de bolas aéreas que perdemos para os uruguaios. Pelo alto, o perigo foi permanente… Vitória, ESPETACULAR!!!

MARACANÃ

Mudando de assunto. Pelo que venho sendo informado – e por tudo que hoje foi noticiado – a francesa Lagardère vai assumir o Maracanã por 30 anos. O Flamengo, que estava colado em outra empresa, distribuiu nota oficial, dando conta de que, com a Lagardère não joga no Maraca.

O problema é que as empresas parceiras do Flamengo desistiram da briga e deixaram o terreno livre para a empresa francesa.

Será que não está faltando alguém que faça este meio de campo e, junte as partes?

Enfim, vamos aguardar o que vai acontecer nesta sexta-feira.

Bom senso, é preciso… Flamengo e Maracanã, foram feitos um para o outro…

Falta de sensibilidade

Não vou conseguir dormir se não deixar escapar o meu sentimento com relação a quão seja importante no ser humano, o mínimo exigível de sensibilidade.

Vamos começar pelo futebol, até porque, será o aquecimento para um assunto mais agudo. Como tenho feito até aqui, me preparei para ver o último jogo da seleção brasileira sub-17, às dez da noite, contra a seleção do Chile. Para conquistar o título, bastava um empate para a nossa seleção. Na realidade o que eu queria mesmo era ver o menino Vinícius Junior, eleito antes do jogo final, o craque do campeonato e, também o artilheiro.

Como vi todos os jogos, como poderia perder a final? E, como deixar de ser testemunha, ao vivo e a cores, da consagração desta joia rubro-negra?

O jogo foi fácil para o Brasil, embora muito pegado e, com Vinicius Junior muito marcado. Metemos 3 a 0, e faltando uns quinze minutos para acabar o jogo, quando a expectativa era pelo gol do nosso craque, se sairia ou não, eis que o treinador da seleção, em momento de rara falta de sensibilidade, retira de campo o motivo principal da grande maioria de quem assistia o jogo já não ter ido dormir.

Do nada, ignorando a inteligência, o bom senso, e em flagrante desrespeito ao óbvio, tira de campo quem merecia ficar até a última gota do jogo. Que insensibilidade…

Segundo assunto, este extrapolando o nosso tema central que é o futebol, e o coração dele, que é o Flamengo.

Esta história da carne, da “Operação Carne Fraca”, merece uma profunda reflexão. Ninguém é tão idiota que não imagine que exista pilantragem em tudo que nos rodeia. A lei do “farinha pouca, meu pirão primeiro” ou, “a de se levar vantagem em tudo” e, não importa como, está – infelizmente – dentro do contexto da nossa cultura. Espinafram a classe política, mas ela nada mais é do que o reflexo do nosso povo, até porque, todos, “inclusive todos” que lá estão, foram conduzidos por quem?

Depois de tudo que li e ouvi, fico com a clara sensação de que a ação da Polícia Federal foi desproporcional, colocando em risco a economia do país. Que nesta história há falcatruas, nenhuma dúvida, até porque, por aqui, há em quase tudo. Porém, dar a dimensão que foi dada, vai uma distância enorme.

Algumas coisas me intrigam. Quem dá o sinal verde para a Polícia Federal tomar tal atitude, na ação e na comunicação? Ou, a Polícia Federal tem total liberdade para agir como lhe der na telha?

No fundo, foi bom ter começado pelo futebol. Neste caso, apontamos a falta de sensibilidade de um profissional, certamente competente, até porque, acabou de conquistar um título importante. Da mesma forma, também comprovadamente competente, a nossa Polícia Federal, desta vez, errou na tinta…

Sensibilidade, é tudo…

Pacotão

(Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)

. Como vivemos no mundo onde, através da internet, a comunicação ficou praticamente instantânea e, onde criticar ficou muito mais fácil, difícil se encontrar palavras de reconhecimento e, portanto, de elogio.

Claro que o departamento de futebol do Flamengo, desde o início da gestão de Eduardo Bandeira de Mello, cometeu equívocos. Como tenho horror a retrovisor e, consequentemente, olho muito mais para frente do que para trás, não dá para não deixar de observar que a “máquina” pensante do futebol rubro-negro começa a ficar azeitada, atenta e, criativa.

A negociação de Jorge para o Mônaco e, as providências relativas a este fato, demonstram claramente que o nosso time de dirigentes está atento e trabalhando com rapidez e competência. Ante a iminente venda de Jorge, Trauco foi contratado e, como quem tem um, não tem nenhum, Renê, do Sport, está chegando.

Como não elogiar?


(Foto: CBF)

. Agora, um convite a uma profunda meditação. Como é possível um país de pouco mais de três milhões de habitantes, onde os idosos predominam, formar uma seleção de jovens, com idade inferior a 20 anos, melhor do que a nossa, um país com mais de 200 milhões de habitantes e, que respira futebol o dia inteiro?

Há algo errado com esta seleção sub-20 do Brasil, que disputa no Chile o Sul-Americano da categoria. O título, depois da derrota para o Uruguai, ficou complicado. Com certeza, a defesa da má performance será com o argumento de que o importante é ir ao mundial, isto é, pelo menos ficar em quarto lugar. Ao invés de discordar de quem assim pensa, prefiro sugerir uma profunda reflexão com relação ao trabalho realizado. Este será o primeiro passo para se evitar um papelão no mundial.


(Foto: Maurício Rummens Agência Lancepress!)

. Jogador complicado, sempre houve e, sempre haverá. Quando o jogador é complicado, mas é bom de bola, sempre se deu um jeito e, outro jeito não há.

O tema do momento é o atacante Sassá, do Botafogo. Pelo que li e ouvi, aprontou algumas, o que deixou o a diretoria do Botafogo irritada que, em consequência, puniu o jogador. Até aí, perfeito. O problema é quando os dirigentes punem o jogador, e por tabela, também o clube. Punir Sassá, ok. Agora, não inscrever o atacante na Libertadores, anunciando como medida punitiva, é de doer, pois aí quem está sendo punido é o clube.

Já vi este filme muitas vezes. Como em todas as outras, o Botafogo vai perder e, os dirigentes vão se arrepender.

Antes que alguém leia este raciocínio de forma distorcida, quero deixar bem claro que indisciplina tem que ser punida, porém, com inteligência.

SELEFLA

(Foto: Marcelo Theobald / Agência O Globo)

Aqui, o título tem apenas a intenção de dizer que, embora em noite de seleção, o Flamengo, como sempre, é assunto.

SELEÇÃO

O evento foi muito bonito, diria mesmo, emocionante. Independente do jogo, faltou algum tipo de homenagem ao povo colombiano. Sei lá, alguma coisa inusitada. O jogo chegava ao seu final e, imaginei com os meus botões, como seria lindo a materialização de um agradecimento, se faltando trinta segundos para o final do jogo, a nossa seleção, através de um proposital gol contra, fizesse esta homenagem.

Caramba, depois de tudo, de tanta demonstração de amor e solidariedade do povo deste querido país irmão, e de um clube entregar um título continental ao sofrido clube brasileiro, juro que imaginei que no finalzinho do jogo faríamos, não um gol contra, mas um gol a favor do amor, da gratidão, da vida…

Se estou passando do ponto, quem pensa de forma distinta, por favor, me perdoe, pois neste momento só consigo raciocinar com a emoção e, muito comprometido por um enorme sentimento de gratidão ao povo colombiano e ao Atlético Nacional, de Medellín.

Se no finalzinho do jogo, o nosso capitão pegasse a bola e juntasse todo o time, para num grande abraço empurrar a bola contra o próprio gol, teria sido o mais doce, gentil, humano e grato gol na história da humanidade. Teria sido o PELÉ do Fair-play.

FLAMENGO

Quase não acreditei quando li uma matéria que dava ênfase ao fato do Flamengo economizar 400 mil reais mensais com as saídas de Marcelo Cirino e do goleiro Paulo Victor.

A matéria pode ter saído da cabeça de algum repórter, mas o que me intriga é que este tipo de “economia” esteja sendo tratada como algo positivo, quando na realidade é exatamente o contrário. Isto nos leva a começar a acreditar que o modelo de gastar o mínimo possível esteja sendo encarado como algo tão bom como conquistar um campeonato.

Sem querer levantar qualquer bandeira de irresponsabilidade, quero deixar bem claro que esta exaltação econômica é burra e agride todo e qualquer interesse de quem ama o Flamengo, pois nenhum grande clube disputa uma temporada com um só goleiro confiável e, se o atacante não deu certo, que se troque, não que se venda…

Tomara que a matéria tenha sido fruto de um momento infeliz de um profissional de imprensa. Agora, se a matéria foi baseada no pensamento de algum dirigente, aí é preocupante…

SELEFLA

(Reprodução da internet)

A convocação da Seleção Brasileira para o jogo contra a Colômbia, quando Tite chamou apenas os jogadores que atuam no Brasil, é uma demonstração inequívoca de que o Flamengo, com quatro jogadores convocados, tem uma ótima base e, dependendo de uma série de fatores, pode ter um ano espetacular.

Muralha, Jorge, Arão e Diego são os rubro-negros na Seleção. Acho até que, com um pouquinho de boa vontade, todos possam começar jogando, ou seja, a titularidade na Seleção torna flagrante a qualidade dos quatro jogadores e, por tabela, a do elenco rubro-negro.

Tomara que os responsáveis pelo nosso futebol tenham entendido as mais importantes mensagens desta convocação. A de que, até aqui, o trabalho foi bem feito e, de que falta muito pouco para o sonho de todo torcedor do Flamengo virar realidade.
Como fosse um jogo decisivo, chegamos aos 30 do segundo tempo, ganhando de 1 a 0 e, com domínio total. Falta fechar a tampa do caixão e começar a volta olímpica…

Resumo da ópera: nunca foi tão fácil concluir com êxito um bom trabalho. O perigo é alguém achar que o jogo está ganho ou, que com o que já temos dá para ganhar tudo. Não dá, não!!! Falta pouco. Concluir a obra, é preciso. E, rápido!!!

E, boa sorte para a nossa meninada na Copinha. Já estou concentrado e, só pensando nisso…

O poder do bom astral

(Marco Bello / Reuters)

(Marco Bello / Reuters)

Sobre a “Amarelinha”, o correto é se dizer que a transformação foi inacreditável. Da sexta colocação nas eliminatórias para a Copa da Rússia, para a gigantesca cambalhota após Tite ter assumido.

Na virada do primeiro para o segundo turno, estamos na primeira colocação. Acho que esta transformação vai muito além da comparação profissional entre um e outro treinador.

Não dá para dizer que Dunga não conhece do riscado. Dunga foi um jogador que evoluiu ao longo do tempo e, chegou ao ápice em 94 como titular absoluto e capitão da nossa Seleção, que conquistou aquela copa. Dunga era, na verdade, o treinador que também jogava.

O tempo passou e Dunga virou treinador, muito embora saltando etapas, sem experiência em clube, direto para a Seleção, o que talvez tenha tido enorme influência no seu desempenho. O dia a dia no clube ensina muito, faz com que o profissional aprenda a lidar com outro tipo de pressão e, com isso vai ganhando malemolência, jogo de cintura, paciência, sabedoria…

A diferença entre Tite e Dunga está muito mais fora, do que propriamente dentro das quatro linhas. Um bom maitre, quando você liga para fazer uma reserva, vai dizer, independente do restaurante estar ou não lotado, “venha para cá”!!!

O maitre pouco calejado, e de humor duvidoso, vai dizer: “A casa está cheia. Demora de pelo menos uma hora”! A diferença entre os dois determina o lucro ou o prejuízo da casa.

A diferença entre Tite e Dunga, passa por aí. Um, é o sorriso, a alegria, o bom humor, a esperança. O outro, o ar carrancudo, a tristeza, o péssimo humor, a tragédia anunciada…

Não sei se Dunga vai mudar como ser humano. Não que seja ruim. Apenas, incompatível para a função de treinador.

Tomara que mude, pois o conhecimento sobre o tema, ele inegavelmente tem. Agora, que este Tite é um craque, não há nenhuma dúvida. Craque, 24 horas por dia. Como profissional e como ser humano. Um ser humano adorável!!!

Muitas vezes ouvindo e vendo Tite, lembro de Oswaldo Brandão que, conhecia de bola como a maioria dos profissionais. A diferença estava na alma. Brandão, era um ser iluminado. Os jogadores jogavam por ele.

Tite, pelo jeito, caminha pela mesma estrada.

Cumplicidade e tristeza

 (Fotos: Pedro Martins/MoWA Press)

(Fotos: Pedro Martins/MoWA Press)

Cumplicidade

Achei lindo o gesto de Tite presenteando Renato Augusto com uma pulseira, rigorosamente igual à que ele usa. Nada mais pertinente do que materializar o amor. O nome disto é cumplicidade que, produto é de um somatório de afinidade, confiança, admiração e carinho.

Já disse ao Renato e, repito aqui, que Tite me encanta como ser humano e como profissional.

Quase trabalhamos juntos. Naquela loucura de 2005, quando o perigo de ir para a segunda divisão era enorme, assumindo o futebol, Tite foi minha primeira opção. Não topou. Acho que imaginou que poderia estar entrando numa canoa furada. Entendi à época e, continuo entendendo. Felizmente, o Flamengo ressurgiu das cinzas e, de uma iminente degola, muitas conquistas. Penta-tri, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro.

Tite, ao mesmo tempo, acumulou títulos e chegou ao topo como treinador da Seleção Brasileira.

Diria mesmo, sem medo de errar, que Flamengo e Tite foram feitos um para o outro. Quem sabe um dia…


(Foto: Dhavid Normando / Futura Press)

(Foto: Dhavid Normando / Futura Press)

Tristeza

Poucas vezes, em se tratando de futebol, me senti tão mal.

Que coisa horrorosa este negócio de Leo Moura, pelo que li, recorrer ao judiciário, exigindo uma fortuna do Flamengo pelas horas extras trabalhadas.

Não quero aqui entrar no mérito da questão, embora tenha absoluta convicção de que cada um de nós escolhe o seu caminho e, há determinadas profissões que são atípicas.

Outro dia mesmo, comentava com alguns adolescentes que começam a pesquisar interiormente o querem da vida, que não há preço para o trabalho que é prazer.

Num tempo enorme nesta vida, como profissional do rádio, não tive sábado, domingo e, feriado. Até porque, exatamente nestes momentos, havia futebol. Já houve até um ano, no Mundialito do Uruguai, que Natal e Ano Novo foram fora de casa.

Não me arrependo de nada e dou graças a Deus de ter escolhido o caminho onde trabalho e prazer se misturavam.

Prefiro imaginar, até porque Leonardo Moura é um bom caráter, um ser sensível, que isto possa ser obra de algum mau conselheiro, provavelmente interessado em colocar algum trocado no bolso.

Leo, acorda!!! Não jogue para o alto a imagem que você construiu no Flamengo com amor e dedicação. E, a recíproca, foi verdadeira. Sempre!

Por favor, reflita…

Muralha e Maracanã

Muralha defende o chute de Gabriel Jesus, na partida da última quarta-feira (Foto: Marcos Ribolli)

Muralha defende o chute de Gabriel Jesus, na partida da última quarta-feira (Foto: Marcos Ribolli)

Muralha

Quando garoto, o dia de convocação para a seleção brasileira era algo extraordinário. A expectativa, o desejo de todo torcedor era ver um jogador do seu clube sendo convocado. Era a glória, com sabor de conquista de título.

A primeira convocação de Gerson, jogador do Flamengo, em 1963, para a seleção brasileira bi-campeã do mundo, que seguia em excursão à Europa, motivou uma linda festa lá em casa, onde meu pai só convidou rubro-negros. Com ele fui a Caxambu, exclusivamente para torcer em um determinado treinamento coletivo, pelos jogadores do Flamengo que estavam convocados.

Em São Januário, minha patota do Ginásio Laranjeiras, onde o IBOPE dava ao Flamengo índice de preferência na ordem de 99%, em que o destoante era o Cacá, tricolor e bom de bola. Lá, para entrar e torcer pelos rubro-negros com a amarelinha, tivemos que encarar até a Polícia Militar…

Enfim, ter um jogador do seu clube convocado para a seleção, era a glória. Ser relacionado entre os 22 para uma Copa do Mundo, o paraíso…

Hoje, recebo mensagem do querido e competentíssimo companheiro Robert Rodrigues, sugerindo viajar no tema da convocação do Muralha, pois havia, segundo ele, uma revolta enorme por parte dos nossos torcedores, achando que isto nada mais era do que uma conspiração contra o Flamengo, que briga para ser campeão brasileiro contra dois paulistas – Corinthians e Palmeiras.

Como diria Jack, o estripador, vamos por partes.

  1. Imaginar que Tite, com a personalidade e a correção que conhecemos e, ainda por cima, sendo produto unânime deste país continental, possa se submeter a este tipo de politicagem, é agredir o bom senso.
  2. Imaginar que Tite, convocando os jogadores que atuam no Brasil, queira equilibrar as perdas de Corinthians e Palmeiras, convocando um jogador do Flamengo, na realidade o grande beneficiado não seriam os paulistas e sim, o Atlético Mineiro que, entre os pretendentes ao título, estaria livre, leve e solto…
  3. Com toda sinceridade, não vejo nenhum grande goleiro brasileiro, seja atuando aqui ou lá fora. Temos bons goleiros. Excepcional, nenhum! Desta forma, como discutir qualquer convocação para o gol, se os goleiros de, Corinthians, Palmeiras (o contundido), Flamengo, Atlético Paranaense, Fluminense, Botafogo (o contundido), Atlético Mineiro, Cruzeiro (também o contundido) e…outros mais, são quase iguais?
  4. Pessoalmente, trocaria todos os aqui citados, pelo jovem Caíque, goleiro de 19 anos do Vitória da Bahia. Bem, aí já é outro papo…

Resumo da ópera: melhor curtir o bom momento do Muralha e saborear e ter o prazer de ver um jogador do Flamengo na seleção. E, como confiança é quase tudo no futebol, isto vai fazer um bem enorme a ele e, consequentemente a toda nação rubro-negra.


28-11-2013-08-11-04-segredo-do-titulo-volta-ao-maracana-coincide-com-arrancada-do-flamengo1Maracanã

ALÔ PEZÃO!!! Com a sua sensibilidade e, amor ao povo e às paixões do povo, onde o futebol é a principal, por favor e, com todo respeito ao seu momento que, graças a Deus, é cada vez melhor, assuma este tema do Maracanã.

Ailton de Freitas | Agência O Globo

Ailton de Freitas | Agência O Globo

Muito disse me disse, muito ti-ti-ti, muita frescura, provavelmente muitos interesses outros…

O que interessa ao povão do Rio de Janeiro, é que Flamengo e Fluminense voltem a jogar no Maracanã o mais rápido possível neste campeonato brasileiro.

Por favor, intervenha. Ridículo ficar lendo e ouvindo falar no que quer a Odebrecht, e nos direitos da RIO 2016. A olimpíada já era, e a Odebrecht nem quer ouvir falar em Maracanã, doida que está para entregar de vez.

Entre de sola. Defenda o interesse do povo. Confio em você. Aliás, sempre confiei em você.

 

Bom humor, Coutinho e Neymar

(Foto: Pedro Martins / MoWA Press)

(Foto: Pedro Martins / MoWA Press)

Como bom humor leva consequentemente ao bom astral e, este aos bons resultados, Tite é o ponto de partida para explicar a recuperação da nossa Seleção nas eliminatórias. O repórter do Sportv colocou com clareza que, hoje, o ambiente é outro. Tite mudou a cara, o humor e, em consequência, o ambiente. Voltamos a ser protagonistas.

Philippe Coutinho já está virando unanimidade nacional, embora titular ainda não seja. Questão de tempo…

E Neymar, hein? Cadê o pessoal que pedia Marta na seleção masculina, e dizia que Neymar tinha que jogar como mulher?

Vendo o jogo com amigos, houve uma conclusão unânime de que falta um grande atacante, agudo, que complemente Neymar. Mas quem?

Enfim, mudou a cara. Mudou o humor. Mudou tudo. A Seleção voltou a ser prazer para o brasileiro.

Em tempo 1: O time da Colômbia é acima da média. Dá gosto ver jogar, 2 a 1 foi um placar perfeito.

Em tempo 2: E Marcelo sequer convocado era. Coisa de maluco…

Um novo tempo

(Foto: Rodrigo Buendia / AFP)

(Foto: Rodrigo Buendia / AFP)

Incrível como tudo mudou. O jogo de hoje, difícil, contra uma boa seleção, o Equador e, contra a altitude.

Um primeiro tempo pegado e estudado. Na etapa final, com a entrada de Philippe Coutinho no lugar de William, a seleção ganhou força ofensiva e talento.

Todo time muito bem. Destaques para Marcelo, Renato Augusto, Gabriel Jesus e Neymar.

E, claro, Tite…

Perguntar não ofende: como é que pode um treinador deixar Marcelo de fora de todas as últimas convocações?

A era Tite, promete. É um novo tempo…