Ainda intrigado

Ronaldo Piacente, presidente do STJD (Foto: Marcelo Prado)

Ronaldo Piacente, presidente do STJD (Foto: Marcelo Prado)

Um dos comentários do blog me inspirou para deixar aqui, de forma bem clara, que até agora não consegui entender e digerir esta confusão criada pelo STJD.

Sou de um tempo em que os dirigentes, por mais vaidosos que fossem, colocavam este tipo de interesse pessoal no final da fila…

Vocês repararam a confusão criada, a troco de nada? E, o impacto negativo, comprometendo a credibilidade do campeonato e do próprio futebol brasileiro?

Se houve um grande erro, alguém errou. Quem vai cobrar e quem vai pagar?

A sensação que tenho hoje, é como se um crime tivesse sido cometido sem que houvesse a preocupação de procurar saber quem cometeu e, por que cometeu.

Será que esta lambança vai ficar por isso mesmo?

 

1 Comentário

  1. Caro Kléber e amigos! O que entendo em tudo isso é que de muito caro para todo esse processo foi o Fluminense dá com a cara na fossa! Isso já basta. Que a arrogância travestida de incompetência possa sempre virá qualquer pó, até mesmo de arroz. Se o gol fosse legal, eu até compreenderia, mas, dá legalidade a causas dessa natureza, seria o mesmo que propor que esse dinheiro desviado do petrolão precisasse ser justificado como algo decente. Nunca na história deste país eu tinha visto algo tão fora de sintonia, qual seja, tornar podre a doçura da VITÓRIA. Nós ganhamos no campo, onze contra onze. Que a partir dai, não tenhamos mal cheiro nos tribunais. Não podemos enfiar a cara na fossa todo tempo, uma hora, ficaremos com vergonha de erguer a cabeça. SRN e as pessoas de BOM SENSO!

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    • Targino caro amigo, temos que parabenizar a diretoria pelas recentes contestações de certas situações tendenciosas que se levantaram contra nós recentemente…
      A ação do procurador do STJD acabou com essa palhaçada entre tricolores, expôs o Peter Siemsem, pois ao invés de ganho político, sai com a imagem ridicularizada, ele e o presidente do STJD, ambos cavalheiros tricolores.
      Outra ação notável foi o não conformismo com a tendenciosa mudança de horário dos jogos do nosso time. Uma tendenciosa artimanha em favor do Paulo Nobre.
      Por fim um movimento estratégico, intencional ou de bom grado ou não, o fato de terem fumado o cachimbo da paz, Ferj, Siemsem, EBM e Eurico, é uma recomposição estratégica importante, pois estávamos politicamente acuados por todos os lados.
      Foram 10 dias onde a diretoria bateu um bolão fora de campo, isso na parte visível do iceberg!
      Estou certo que a diretoria continuará atuando fora das 4 linhas, pois como disse o Paulo Nobre, “Ninguém vai levar na mão grande”! SRN.

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  2. Mau caríssimo Kleber!
    O que o presidente do STJD fez na sala, o Procurador Geral da entidade, mandou o faxineiro limpar.
    O que ficou claro, é que Ronaldo Piacente perdeu espaço para Felipe Bevilacqua.
    O que me parece claro nisso tudo, é que antes tínhamos um déspota como procurador geral (Paulo Schmitt), onde ficamos 10 anos nas mãos dessa coisa, e hoje, temos um carioca sentado lá, com muito boa vontade com Mengão…
    Não enxergou argumentos reais para anulação, salvou o campeonato… e, Michel Asseff empurrou o resto…

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