Peru, Corinthians e Flamengo

(Foto: EFE / Ernesto Arias)

A festa peruana, com 50 mil pessoas no estádio, foi algo mágico no futebol.

A vitória por 2 a 0 sobre a Nova Zelândia foi justa. A emoção maior foi após o apito final, com a torcida dando um verdadeiro show. Foi muito bom ver a classificação da seleção peruana. Torci muito. Valeu a pena ter encarado a madrugada.


(Foto: Miguel Schincariol / AFP)

E o Corinthians, ante tanta incompetência da concorrência, e com justiça, finalmente colocou a mão na taça. Conquista curiosa, em que após um primeiro turno irrepreensível, desceu a ladeira de forma vertiginosa e, mesmo assim, chegou lá. E, só chegou pelo fato de todos os concorrentes, pelos mais variados motivos, terem descido a mesma ladeira.

Pelo pouco investimento, uma conquista para ser muito comemorada pelos corintianos. Caiu do céu…

Dizer o que? Parabéns!!!


Treino do Flamengo – 14/11/2017 (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

E, lá vamos nós no jogo de hoje contra o Coritiba. Leio que o nosso treinador vai barrar Arão, e “testar” Márcio Araújo. Será que o repórter escreveu certo? Será isto mesmo?

Enfim, nada mais me surpreende no futebol, mas ser for verdade, que é de lascar, é.

O Vasco empatou. Como tem o mesmo número de vitórias do que o Flamengo, mas perde no saldo  (que vergonha!), ainda estamos na frente. Hoje, até um pontinho é bom negócio, “quebra um galho”…

De uma certa forma, temos, a exemplo do Corinthians, contado com a incompetência da concorrência. E, de certa forma, muito bom que o Corinthians já seja o campeão. Que comemorem muito, de preferência, invadindo o final de semana. Que a farra se estenda até sábado…

Itália, Ceni e Vinícius Júnior

(Foto: La Presse)

Bem que o árbitro espanhol tentou ajudar, mas a seleção italiana não se ajudou e a vaca foi pro brejo…

O jogo, pobre tecnicamente, foi rico em emoção. A Itália, com a entrada no time do brasileiro Jorginho, foi bem melhor do que no primeiro confronto, criando jogadas perigosas, o que jamais aconteceu no jogo realizado na Suécia.

Taticamente, o time sueco beirou a perfeição e, não fosse a parcialidade do árbitro, somada à falta de um atacante veloz que puxasse o contra-ataque, poderia ter saído com a vitória.

Ainda no primeiro tempo, o árbitro espanhol deixou de dar dois pênaltis claros a favor da Suécia. Dois lances onde funcionaram duas mãos malandras dos italianos.

O placar de 0 a 0 tirou a Itália da Copa. Papelão… ao molho de tomate!!!


(Foto: Marcos Ribolli)

Já era para ter dividido este tema com vocês e, sempre fui esquecendo. Achei muito legal a decisão de Rogério Ceni em aceitar a proposta para ser o treinador do Fortaleza.

Pela liderança e longa experiência no futebol, Ceni tem tudo para se tornar, quem sabe, um treinador de ponta.

Agora, livre da corrente afetiva que o ligava ao São Paulo, vai poder dar início ao trabalho sem o peso da paixão.

O futebol brasileiro está precisando de boas caras novas. Acho que Rogério Ceni vai se tornar um baita treinador. Boa sorte pra ele.


(Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)

Hoje, vendo o jogo em que a Itália se despediu da Copa, não pude deixar de constatar como é importante um time ter, pelo menos, um atacante veloz e, claro, bom de bola. Se a Suécia tivesse ao menos um, teria saído com a vitória.

E, aqui em casa, nós temos e não usamos. Já está passando do ponto o não aproveitamento de Vinícius Júnior, que tem jogado, em média, de 15 a 20 minutos por partida.

Na realidade, hoje, a nossa melhor alternativa ofensiva pela esquerda é com Éverton de lateral e Vinícius Júnior no ataque. Será que é tão difícil ver isso?

E vamos jogar contra o Coritiba que, como precisa do resultado para afastar o fantasma do rebaixamento, vai acabar deixando espaço. Quando isto acontece, o bom de bola veloz fica com a faca e o queijo nos pés…

Vinícius Jr neles!!!

Muito futebol. Qualidade zero!

(Foto: Fernando Soutello / AGIF)

Nesta fase de recuperação tenho visto tudo que é jogo de futebol.

Pelas eliminatórias para a Copa do Mundo, vi a vitória da Suécia sobre a Itália e, na madrugada deste sábado, Nova Zelândia x Peru, jogo que terminou empatado em 0 a 0.

Pelo Campeonato Brasileiro, vi a vitória do Atlético Paranaense em cima do Botafogo, no Engenhão. O que estes jogos tiveram em comum? A péssima qualidade.

O menos ruim foi Suécia e Itália, mesmo assim, de uma pobreza técnica de dar dó.

Agora, de irritar, os outros dois jogos, um pelas eliminatórias e outro pelo Campeonato Brasileiro. No Engenhão, só houve gol pelo fato de o goleiro do Botafogo, o paraguaio Gatito, ter espalmado a bola para dentro do gol. Não fosse isso, Botafogo e Atlético Paranaense estariam jogando até agora e, com certeza, o placar estaria em 0 a 0.

Definitivamente, toda vez que o Botafogo tem a obrigação de tomar a iniciativa, a vaca vai pro brejo. O time de Jair Ventura é bem arrumado, disciplinado, mas pobre de técnica. A sua única arma é o contra-ataque. Quando se vê obrigado a propor o jogo, se enrola todo. Tanto é verdade que esta foi a sexta derrota no Engenhão, neste Campeonato Brasileiro.

Fiquei acordado de madrugada, curioso em ver como a seleção peruana iria se virar sem Guerrero e, torcer por uma boa atuação do nosso lateral Trauco.

Guerrero fez muita falta. A seleção peruana perdeu personalidade sem a presença de seu artilheiro e principal jogador.

Trauco, burocrático ao extremo. Incapaz, como faz no Flamengo, de tentar uma jogada pessoal ou arriscar um chute de longe.

Enfim, muito futebol e nada para se aproveitar. Jogos duros. De se ver…

Neste domingo, o nosso jogo é contra o Palmeiras e os objetivos são iguais, com os dois lutando por uma vaga na Libertadores, via Campeonato Brasileiro.

Não tenho nenhuma dúvida que será um bom jogo. Flamengo e Palmeiras fazem parte de um pequeno grupo de equipes que têm condições de propor o jogo. Pelo fato de jogar em casa, a obrigação maior fica com o Palmeiras, o que equivale a dizer que o contra-ataque pode ser a solução para o Flamengo.

Tomara que o senhor Rueda lembre que Vinícius Júnior existe.

O fim da malandragem nas Copas

O tal árbitro de vídeo, com a sua já famosa sinalização retangular, avisando que a decisão foi tomada pela imagem da TV, está programado para decretar o fim da malandragem no futebol.

Não há, com tanta tecnologia, a menor possibilidade de qualquer lance passar batido.

Este tema é muito mais profundo do que se possa imaginar e, tem abertura para uma dezena de situações.

Voltando no tempo, se lá atrás houvesse o árbitro de vídeo, na Copa de 66 a campeã poderia ter sido a Alemanha.

O genial gol de gelo, do endiabrado Dé, não faria parte do folclore do futebol, pois teria sido anulado.

A famosa cotovelada de Pelé certamente teria representado a expulsão do Rei do Futebol.

O pulinho de Nilton Santos, na Copa de 62, para fora da área, teria sido em vão…

Há muitos mais lances que aqui poderiam ser citados, mas o que apresentei já deixa claro que a malandragem já era…

Bom ou ruim? Pelo romantismo e para os saudosistas, o corte na malandragem pode ser comparado ao futebol sendo mutilado.

Para os pragmáticos, o importante é preservar a verdade e, ponto final.

Se isto for analisado pelo lado técnico, pela beleza do espetáculo, será, sem dúvida, uma ação a valorizar os jogadores mais talentosos, pois ante “tanto olho”, os botinudos não vão arriscar.

Tudo isto aí, na Copa está garantido, até porque, dinheiro não é problema para FIFA.

O problema será para quem não puder bancar o fato novo. Hoje, no programa “Redação Sportv”, o talentoso André Rizek anunciou os números que a Conmebol diz gastar, por jogo, para ter o árbitro de vídeo: 500 mil reais.

Caramba, se os clubes estão discutindo quantia infinitamente menor para jogar no Maracanã, como bancar o árbitro de vídeo e suas parafernálias?

E nem estou falando em segunda, terceira e quarta divisões…

O resumo da ópera é que a malandragem terá um corte parcial. Quem puder bancar o custo da tecnologia, malandragem fora. Quem não puder, continuará convivendo com ela.

E a Itália, hein? Pela bola sete para ver a Copa pela TV…

Água na boca

Pode ser que alguns companheiros não tenham o meu hábito de ler todos os comentários. Por isso e, também para os que leem os comentários, mas por um motivo ou outro, possa ter passado desapercebido, repito um trecho do comentário do companheiro IVAN RENATO e, o vídeo por ele enviado, do centroavante Omar Al Somah que, é de dar água na boca….


“Em um desses finais de semana de eliminatórias assistindo um jogo entre Austrália e Síria vi um jogador diferenciado entre os pernas de pau. Me surpreendeu a idade dele para tamanha frieza e categoria, apenas 27 anos mas se posicionava como um atacante experiente e chamava a responsabilidade sempre, em faltas e lances perigosos.

Descobri que o jogador de 1.92m, atacante, é o artilheiro da primeira liga Árabe (que sei não é lá grandes coisas, mas convenhamos o Brasil não está tão acima tecnicamente) inclusive o rapaz é comparada ao Imbrahimovic e é tido como herói da Síria por ter quase colocado seu país na copa 18.

Deixo um vídeo do rapaz que é um ponto fora da curva mas já há interesse de times das Itália e Turquia sobre ele.”


Impressionante, não? Caramba, 28 anos, 1.92m, com essa agilidade e habilidade, realmente chama atenção…

Claro que não vai faltar o comentário de que trata-se de um vídeo de melhores momentos. Pode até ser, mas que dá vontade de pesquisar, lá isso dá…

Fiz o que me competia, enviando para quem de direito no Flamengo.

Sonhar, não custa nada. Pesquisar, custa pouco…

Emerson Sheik é um pouco disso. Ninguém por aqui sabia quem ele era. Pesquisamos e chegamos a tomar conhecimento de um comentário do nosso Zico, de que Emerson o havia impressionado em um determinado jogo no Japão. A partir daí, corremos atrás e, a corrida não foi em vão…

Por que não checar?

Messi e Guerrero, heróis da última rodada

(Fotos Getty Image e Ernesto Benavides)

Emoção não faltou e a zebra passeou…

Como é que, praticamente na Copa, o Paraguai perde em casa para Venezuela?

A Colômbia, jogando fora de casa, demonstrou maturidade e talento, empatando com o Peru.

Brasil e Uruguai, sobraram…

E os heróis deram o ar da graça, ao apagar das luzes.

Guerrero, que fez curso em cobrança de falta com Zico, salvou o Peru, que vai para a repescagem contra a Nova Zelândia.

Messi desequilibrou e deixou claro que é, disparado, o mais talentoso jogador do planeta. Salvou a Argentina. Aliás, que time ruim… Só um gênio para resolver aquele problemão…

SALVE OS HERÓIS!!!

VIVA MESSI, VIVA GUERRERO!!!

e…….VIVA TITE!!!

 

Argentina e Vinícius Júnior

Argentina

Há no mundo do futebol uma enorme expectativa por esta terça-feira.

Certamente, o presidente da FIFA deve estar de cabelo em pé ante a possibilidade de uma Copa do Mundo ser realizada sem a presença do melhor jogador do planeta. O que mais se ouve sobre o tema em pauta, é o famoso “como é que pode?”.

O último jogo – o decisivo, amanhã – será em uma cidade cuja altitude é de três mil e cem metros. Para que se tenha ideia do quão Quito é alto, lembro da preparação de 21 dias da Seleção Brasileira para uma determinada eliminatória para a Copa do Mundo, em que ficamos sete dias em Bogotá, cuja altitude é de dois mil e seiscentos metros, e duas semanas em Quito, cuja altitude é de três mil e cem metros.

A Seleção só foi para La Paz, onde no local do jogo a altitude é de três mil seiscentos e cinquenta metros, na véspera do jogo. Super preparada, jogando o fino da bola, a nossa Seleção venceu por 2 a 0 e, poderia ter sido de muito mais, pois foram inúmeras as chances de gol.

O que quero dizer, contando isso? Que jogar em Quito ou em La Paz é praticamente a mesma coisa. Portanto, não será mole para Messi (& Cia) encarar este desafio.

O que mais me espanta nesta Seleção Argentina, olhando os números e, isto pode ser fator decisivo, dependendo dos resultados casados, é o quanto foi ineficiente um ataque composto por tantos jogadores consagrados.

O time da Argentina tem até agora o segundo pior ataque das eliminatórias, com apenas 16 gols marcados. Só ganha da Bolívia, que marcou 14. Em compensação, a defesa argentina é a segunda menos vazada, com 16 gols, só perdendo para o Brasil, que sofreu apenas 11 gols. E, quantas e quantas vezes ouvimos de analistas famosos que o problema da Argentina era sua defesa…

Ganhando, a Argentina – dependendo de outros resultados – pode terminar até em terceiro lugar. O problema é ganhar naquela altitude…

Enfim, Equador x Argentina será “o jogo” nesta última e decisiva rodada. Como sou Messi Futebol Clube, já separei o Rivotril.


(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Vinícius Júnior

O nosso companheiro do blog, que assina VALDINEI, nos enriqueceu com bela matéria do jornal Marca, da Espanha, (ler AQUI) revelando que Vinícius Júnior, fisicamente falando, é o nota 10 do Flamengo, deixando todos para trás.

A mesma matéria, afirma que o jogador vem sendo monitorado permanentemente pelo Real Madrid, que sempre tem alguém por aqui de olho em Vinícius Jr.

O que posso acrescentar ao que foi dito, é que recentemente um figurão do clube espanhol aqui esteve e retornou abruptamente para Madrid, insatisfeito com as poucas oportunidades que o jogador vem tendo no Flamengo.

Aliás, a estranheza deste dirigente é a mesma que tenho eu. Confesso que não tenho entendido muito bem o modo como este raro talento vem sendo tratado pela atual comissão técnica do Flamengo. Tomara que esta gente que chegou com “o bonde andando” tenha aprendido que, com o dito cujo em movimento, para subir no estribo, o primeiro pé a ser colocado é o esquerdo…

Quando não se sabe, se pergunta. De preferência, para quem sabe…

Dica errada, é de matar…

Rueda, Messi e Neymar

(Foto: Gilvan de Souza/ Flamengo)

Deu no rádio que o time do Flamengo, escalado para amanhã, pela Copa Sul-americana, contra a Chapecoense, em Chapecó, é o time considerado titular pelo treinador Reinaldo Rueda: Diego Alves, Rodnei, Réver, Juan e Pará; Cuellar, Arão, Diego e Éverton; Berrío e Guerrero.

Nesta escalação, com o rótulo de time ideal ou, time titular, há alguns pontos polêmicos.

Na zaga, com sinceridade, entre Réver, Juan e Rodolpho, é jogar a camisa pro alto e, os dois primeiros que pegarem, escalados estarão.

A lateral esquerda me intriga. Para esta posição foram contratados dois jogadores, Trauco e Renê, e quem assumiu a condição de titular foi o lateral direito Pará. Acho Trauco um bom jogador. Criativo e bem acima da média. Tem tudo para retomar a posição.

Talvez o tema mais polêmico seja a posição de Rueda, começando a concluir que Diego e Éverton Ribeiro não devem jogar juntos. Discordo do conceito. Quem sabe jogar, joga em qualquer lugar e com qualquer outro, que também saiba das coisas…

O maior exemplo para defender este ponto de vista é a Seleção Brasileira campeã de 70. Gérson e Rivelino jogaram no mesmo time. Pelé e Tostão, também.

O problema de Éverton Ribeiro, no Flamengo, é o mesmo de Renato Augusto, na Seleção Brasileira. Ninguém joga no mundo árabe ou na China, sem pagar um preço, às vezes caro, e sempre difícil. A readaptação ao futebol de primeira linha pode demorar um pouco.

De qualquer forma, mesmo em dúvida com relação aos pontos que aqui coloquei, muito bom saber que temos, finalmente, um time titular.


Messi marca seu primeiro gol em Buffon.

Messi começou a Liga dos Campeões da Europa de forma brilhante. O jogo foi contra a Juventus, em Barcelona, e um tabu foi quebrado. Messi nunca havia feito um gol em Buffon.

Hoje, fez dois e deu o outro, na vitória de 3 a 0 do Barça. Messi continua sendo, disparado, o maior talento do futebol. Se Messi continua o mesmo, o Barça, bem pior do que nos acostumamos a ver e admirar.


Neymar e Cavani.

Neymar, em Glasgow, contra o Celtic, jogou uma bela partida. O nosso Zico deu pra ele nota 8,5. Não sei se vocês vão me entender. Começo a notar uma preocupante diferença em Neymar. Está cada vez menos menino e cada vez mais marrento.

Hoje, levou um cartão amarelo por reclamação acintosa, embora tivesse razão para reclamar, pois recebeu falta clara, que o árbitro ignorou. E, por fim, andou às turras e trocando desaforos com o zagueiro escocês Anthony Ralston, que tem apenas 18 anos…

Enfim, o nosso inegável gênio precisa, com urgência, de jarra diária de suco de maracujá e, um pouquinho de chá de humildade.

Pingadinhas de segunda…feira!!!

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

. Notícia é fogo, principalmente quando equivocada. Alguém noticiou que o Flamengo terá nas próximas seis rodadas a possibilidade de encostar nos líderes, pois terá uma sucessão de jogos aqui no Rio de Janeiro. Curioso é que virou verdade, quando na realidade é mentira. Os próximos seis jogos do Flamengo serão os seguintes:

  • CHAPECOENSE – ILHA
  • BAHIA – FONTE NOVA
  • SÃO PAULO – ILHA
  • VASCO DA GAMA – SÃO JANUÁRIO
  • GRÊMIO – ILHA
  • CRUZEIRO – MINEIRÃO

Talvez a confusão tenha sido pelo fato do Flamengo jogar três seguidas no Rio de Janeiro, só que, a partida do meio será contra o Vasco e, em São Januário. No mais, como manda o figurino, um jogo como mandante e outro como visitante.


. Uma das polêmicas sobre o jogo de ontem ficou por conta da arbitragem. Não por qualquer lance e sim, pela substituição do árbitro, que sentiu um desconforto muscular. O curioso, é que ao invés de ser substituído pelo quarto árbitro, quem entrou foi o fiscal de linha, que estava atrás do gol à direita das cabines de rádio. Os mais antigos estranharam não ter sido o árbitro substituído pelo bandeirinha número um, que, antigamente, utilizava a bandeira vermelha. Nada importante. Apenas para registro.


. Apesar dos comentários em sua maioria negativos, o dia foi de discussão se o Flamengo pode ainda alcançar a ponta da tabela. Hoje, estamos distanciados do líder do campeonato por nove pontos. Claro que não é uma distancia confortável, mas pelo fato de termos concluído neste final de semana 21% do caminho a ser percorrido, convenhamos, é totalmente possível. Resta pedir a São Judas que Éverton Ribeiro, Rodholfo e o atacante do nome complicado, tenham sido tiros certeiros. Se assim for e, se possível, com um baita goleiro, com certeza, vamos brigar em cima.


. Muito boa a matéria de hoje, na página 19, do Diário Lance, sobre as mudanças que a FIFA pretende introduzir no futebol, a saber:

… Fazer com que o capitão do time seja o único jogador com permissão para dialogar com o árbitro.
… Parar o cronômetro em lances que tomem tempo, como por exemplo, a cobrança de pênaltis, atendimento a jogador lesionado e, até mesmo o gol e respectiva comemoração. Com isso o tempo real de jogo seria bem maior.
… Rigor total na aplicação dos seis segundos quando o goleiro estiver com a bola. Isto aí se marcado como deve, vai modificar muito resultado de jogo, pois estará criada uma clara chance de gol para o time adversário.
… Rigor total com jogadores que pressionam o árbitro ou, joguem o árbitro contra a torcida.
… Acabar com o diálogo entre árbitros e treinadores. Apenas mostrar o cartão que, dependendo da gravidade na ação do treinador, pode ser amarelo ou vermelho.
… Permitir que os defensores possam receber a bola na área, quando da cobrança de um tiro de meta.
… Caso um jogador que esteja no banco de reservas receba o cartão vermelho, o número máximo de substituições será reduzida em um. Caso as três substituições já tenham sido realizadas, no jogo seguinte o treinador só poderá fazer duas substituições.
… Relógio parando quando a bola estiver fora, nos 5 minutos finais do primeiro tempo e nos dez minutos finais do segundo tempo. Há ainda em estudo, a exemplo do que acontece em outros esportes, para fazer com que o futebol, em medida mais radical, tenha dois tempos de 30 minutos de bola rolando.

Sem analisar caso a caso, e com todo respeito à modernidade, até porque, a mim o novo atrai, e – consequentemente – dele não tenho receio, acho apenas que tantas introduções ao mesmo tempo podem pirar a cabeça do torcedor, dando a sensação de que está sendo ele apresentado a um novo esporte e, pior, tirando abruptamente dele o seu mais adorado brinquedo de estimação.
Pode até ser, desde que, com jeitinho…

O comentário sobre cada item, deixo com vocês. Até legal, pois vamos ter aqui uma média do que pensa o torcedor sobre o momento revolucionário da “Dona FIFA”.