Erros de avaliação

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Este jogo, contra o Cruzeiro, deixa bem claro o quanto nos equivocamos, das mais variadas formas, ao longo de um bom tempo.

Tenho por temperamento, ao invés de identificar culpados, procurar olhar para frente na tentativa de encontrar soluções. E, se não fizermos isto juntos, a vaca vai para o brejo, do goleiro ao ponta esquerda. Deixando bem claro, indo para o espaço Libertadores, Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil.

Temos cometido erros que não podem ser repetidos:

  • O nosso ataque é ridículo. O primeiro chute ao gol adversário foi aos 45 minutos;
  • Os erros de avaliação são flagrantes. Egídio não está no Flamengo por isso (e de graça)… preferiram Renê;
  • Uribe, Marlos Moreno, Ceifador e, por aí vai…

Aqui pra nós, será que a mais dispendiosa contratação do Flamengo – Vitinho – terá valido a pena?

Momento difícil. Em situação completamente diferente, em 2005, conseguimos dar a volta por cima, para não ir para baixo.

Agora, é saber dar a volta por cima, para ficar em cima. Pode parecer bem mais fácil. E, é. Mas não é tão simples. Pra começar, comando é tudo. Dentro e fora do campo.

Hora da verdade, é essa!!!

Os mistérios do futebol

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Estava cá, pensando com os meus botões, enquanto tentava imaginar a melhor formação do Flamengo, sem Paquetá, para o jogo contra o Cruzeiro, pela Libertadores, se alguém esquece de jogar futebol.

Explico: William Arão veio para o Flamengo provocando verdadeira revolução no Botafogo. Começou bem, a ponto de merecer convocação para a Seleção Brasileira, com seu jogo voluntarioso, defendendo bem e, sempre chegando como fator surpresa ao gol adversário.

Hoje, Arão, com a chegada do volante paraguaio, é a quarta opção do treinador. Daí a pergunta: alguém esquece de jogar bola?

A pergunta é para provocar mesmo. Uma tentativa de se encontrar uma explicação para tamanho declínio técnico. E, muito em função disso, jogadores que estavam jogados no lixo em determinados clubes, repentinamente, como num passe de mágica, trocam de clube e voltam a jogar bola. Quantos e quantos casos poderíamos aqui citar…

Não há como não concluir que, nestes casos, “haja algo no ar que não seja avião de carreira…”. São tantos os fatores para um jogador dar certo, que quando nesta engrenagem algo falha, acontece o declínio. E, não preciso dizer que dirigentes, treinadores e psicólogos devem estar sempre atentos. Muitas vezes, a bobeira é deles ou, de um deles.


A não ser que haja um teatrinho para ludibriar Mano Menezes ou, uma jogada de marketing para, em cima da hora do jogo, anunciar a presença de Guerrero, seria absurdo acreditar na escalação de alguém que, estava contundido, que não treinou e com o contrato sendo encerrado na sexta-feira.

E o papo que corre é que o Internacional pode ser o próximo passo de Guerrero. Será que o Inter topa assinar um contrato de longo prazo, como quer o jogador? Será que o Inter encara pagar uma milha por mês?

Aliás, a camisa 9 tem enredo parecido com a 5, onde hoje Arão é a quarta opção. Na 9, igual. Arrancado do Fluminense, artilheiro do campeonato, Ceifador é a quarta alternativa do treinador.

Querem saber de uma coisa? Tenho sérias dúvidas entre Uribe e Ceifador. Acho que no par ou ímpar da pelada iria demorar para escolher…

Pela melhor campanha na fase de grupos, o Cruzeiro ganhou o direito de fazer o segundo jogo em casa. Acho que é uma vantagem, pois decisão mesmo é no segundo jogo.

Os matemáticos afirmam que quem faz o segundo jogo em casa tem 60% de chance de se dar bem. Da mesma forma, provado está que na disputa de pênaltis, o time que bate primeiro tem chance bem maior de sair vencedor. Aliás, o percentual é o mesmo, 60%, contra 40%.

O que me anima é o retrospecto do Flamengo, que tem jogado muito bem fora de casa. A batalha é dura, mas dá pra ganhar.

Quarta da arrancada

Treino do Flamengo – 30/07/18 (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

A quarta-feira pode ser o início de tudo. Vamos jogar contra um time muito bom que, normalmente, tem ótimo desempenho atuando em casa.

Claro que em situação como esta, em que o Grêmio se vê obrigado a fazer o resultado na primeira partida, o contra-ataque passa ser uma arma poderosa.

Foi muito bom, que na goleada sobre o Sport, o colombiano Marlos Moreno tenha ido bem. Ganhou moral e, em função de suas características naturais, cria, pelo fato de ser um jogador veloz, uma ótima opção de contra-ataque.

E, este é o tipo de jogo que o time visitante deve jogar fechadinho, porém sem abrir mão de também agredir o adversário. Ficar todo mundo lá atrás, empurrando o jogo com a barriga e torcendo para o tempo passar, é suicídio.

Vitinho, que foi com a delegação, embora para alguns uma incógnita, passa a ser um trunfo precioso, pois, a exemplo de Marlos Moreno, é muito veloz e agudo, ou seja, tudo que o Flamengo precisa neste jogo.

Pelo retrospecto recente, não há do que duvidar sobre a forma de Vitinho, pois o seu adeus pelas bandas de lá foi conquistando um título importante, com atuação elogiada por todos.

Sem esquecer que, depois de longa inatividade, Berrío, que não é tudo aquilo que esperávamos – mesmo assim – também pode ajudar.

Muito interessante estarmos recompondo o elenco no momento exato em que vamos começar uma autêntica maratona.

Agora é torcer para o centroavante colombiano desencabular e, que de maneira rápida, tragam um substituto a altura para Cuellar.

Se estas preces forem ouvidas e, tendo dona sorte do lado, dá até para imaginar o sonho dos sonhos, qual seja, ganhar tudo que vier pela frente.

Já pensou???

“Azareio” de novo?

(Foto: Jorge Adorno / Reuters)

Na Copa do Brasil, quando o sorteio indicou o Grêmio como adversário, a maioria de quem aqui comenta entendeu que não foi sorteio e sim, azareio…

Agora, nas oitavas de final da Libertadores, pela quantidade enorme de clubes brasileiros classificados, era certo que houvesse confronto nacional e, quis o destino que o Flamengo fosse um dos clubes e que, o Cruzeiro fosse o nosso adversário. Neste caso, duplo azareio…

As situações são distintas. Na Copa do Brasil, o sorteio indica não só o adversário, como também quem faz o segundo jogo, o decisivo, em casa.

Na Libertadores, só há sorteio para se conhecer o adversário, pois decidir em casa fica por conta do mérito na fase de classificação.

Neste caso, o sorteio foi bom, pois pela Copa do Brasil vamos fazer, contra o Grêmio, o segundo jogo no Maracanã.

Na Libertadores, pela melhor campanha do Cruzeiro na fase de grupos, a decisão será no Mineirão.

Há quem não dê importância em fazer o jogo decisivo em casa. Ao contrário, acho que seja uma bela vantagem.

No nosso caso na Libertadores, quando vamos tentar resolver no primeiro jogo, exatamente neste, não contaremos com Lucas Paquetá.

Só nos resta torcer para que a bola maior, a do jogo, seja mais amiga do que tem sido a bola menor, a famosa bolinha dos sorteios. Isto é, dos azareios…

Em síntese, dos três piores adversários hipotéticos – Palmeiras, Grêmio e Cruzeiro – vamos encarar dois.

Há, porém, uma vantagem. Se ultrapassarmos estas barreiras o moral vai lá em cima e os adversários bem abaixo…

Vamos à luta!!!

Sorteio ou “azareio”?

(Foto: CBF / Divulgação)

Estava no meio da rua, quando fui surpreendido por um alegre torcedor tricolor que, querendo brincar e ao mesmo tempo provocar, veio em minha direção, muito sorridente, e gritando para quem quisesse ouvir: “Foudez-vous!!! Vocês vão pegar o…Grêmio!!!”

Como o fator surpresa conta, fiquei meio sem jeito e, de cara, imaginei que fosse o sorteio da Libertadores. Em fração de segundos, me dei conta de que este sorteio será no dia 4 de junho e, confesso ter ficado meio sem rumo, até o torcedor rival esclarecer que a definição por sorteio era pertinente à Copa do Brasil.

A minha primeira preocupação, já que a “curra”, na opinião dele, era inevitável, foi saber onde seria o segundo jogo. O companheiro tricolor teve que recorrer à internet e, não demorou muito para afirmar – a bem da verdade, desapontado – que o segundo jogo, o decisivo, seria no Maracanã.

Ai, o sorteio que tinha virado azareio, passou a não ser tão ruim assim. Respeito qualquer tipo de opinião, mas se dependesse de mim, o Flamengo faria sempre o segundo jogo em casa. Por isso, apesar do adversário ser complicado, o final do filme não foi ruim…

De uma certa forma, para o Flamengo, a Copa do Brasil soa como um seguro, levando-se em conta que o campeão tem direito adquirido de participar da Copa Libertadores. Entendo como seguro, pois a boa campanha inicial do Campeonato Brasileiro sinaliza que estaremos sempre no pelotão de cima da tabela, o que equivale a dizer que, a presença na Libertadores deverá vir, certamente, por este caminho.

Além disso, há a própria Libertadores em disputa, onde o campeão tem vaga assegurada na próxima competição.

Como toda competição “mata-mata”, a emoção é outra e desperta um interesse muito maior do que a “procissão” que é o Campeonato Brasileiro.

E como argumento final, o campeão da Copa do Brasil leva para casa 50 milhões de reais. Antes que alguém argumente com o famoso “e daí?” – na equivocada conclusão de que este dinheiro não vai para os jogadores e sim para os clubes – garanto a todos que, seja lá quem for o campeão, os jogadores serão “sócios” no projeto…

Em síntese, a meu conceito, para o futebol e, como gerador de fortes emoções, este sorteio foi …espetacular!!!

Farinha pouca, meu pirão primeiro

(Foto: Staff Images / Flamengo)

Esta máxima nordestina deve ter sido a filosofia do nosso estagiário que, certamente, o que queria era não perder, muito embora o empate representasse uma derrota para o Flamengo.

E aí, entramos naquele caso do conflito de interesses. O do nosso estagiário, em benefício próprio, era não perder. O do Flamengo era vencer, até porque este era o único objetivo, pois qualquer outro resultado deixaria o Flamengo em desvantagem para a próxima fase.

Incrível que Éverton Ribeiro tenha jogado como auxiliar de lateral. Jean Lucas, muito verde, completamente perdido. Laterais, com freio de mão puxado, não apoiando e não arriscando. Aliás, não arriscar foi o retrato do time ao longo do jogo.

Paquetá, completamente só na criação, pois não havia com quem dialogar. Vinícius Júnior, praticamente sem ser acionado, foi peça nula. E o nosso Ceifador, pra variar, não incomodou…

Rhodolpo fez uma boa partida. Léo Duarte não comprometeu. O nosso goleiro fez uma lambança e quase entrega o ouro.

O time do River dominou o meio de campo desde o primeiro minuto, porém, sem ser muito objetivo. Como não precisava vencer, ficou de bom tamanho.

Jogo estranho, onde o Flamengo entrou em campo abdicando do seu objetivo que, através da vitória, o deixaria diante de adversários mais fracos na próxima fase. Agora, para nós, não será sorteio. Pelo comportamento covarde de hoje, desistindo de tentar vencer, o sorteio tem tudo para virar “azareio…”


A nossa grande derrota de hoje aconteceu fora das quatro linhas. A perda de Fred Luz, como principal executivo do clube, foi, a longo prazo, uma perda irreparável. Acreditem, perdemos um super craque.

O Flamengo às vezes me espanta. Dentro e fora do campo, como hoje. Esta dupla derrota poderia ter sido evitada.

Vida que segue…

O poder mágico da vitória

(Foto: Carlos Gregório Jr/ Vasco.com.br)

O momento do Vasco, um de nossos rivais históricos, traduz com enorme clareza a importância da vitória neste esporte mágico que é o futebol.

A semana vascaína tinha tudo para dar errado. Caindo pelas tabelas e, pela frente, o compromisso contra o Flamengo, líder do campeonato.

De forma surpreendente, o time se supera, joga o seu melhor futebol no campeonato e, transforma um empate em vitória moral…

Quando as coisas começam a se ajeitar, pelo bom resultado obtido contra o grande rival, o time viaja para Santiago, na tentativa de uma vitória improvável contra a “La U”, ao invés de paz, de tranquilidade para atingir o difícil objetivo, surge a tal foto que recolocou lenha na fogueira, tumultuando de vez o ambiente.

Aí vem o jogo. Com determinação, falhas dos adversários e sorte, o Vasco consegue uma vitória por 2 a 0, garantindo vaga para a Copa Sul-Americana. Dos males, o menor…

Após o jogo, o ambiente vascaíno – que era de terra arrasada e de perspectiva imprevisível pelo episódio da foto – como num passe de mágica, se transforma radicalmente , onde as palavras mais ouvidas foram vitória e perdão…

Em síntese, no futebol, tudo pode. Menos perder.

No futebol, o remédio para todos os males é a vitória. Sempre foi e, será sempre.

2 a 0, com direito a susto…


 

Juro que estou dividido. Muito feliz pela vitória e, também, preocupado com o nosso futuro na Libertadores.

Embora não tenhamos jogado bem, a vitória foi justa. No jogo, pelo nosso lado, um único destaque. Éverton Ribeiro, além de marcar dois gols, foi o mais lúcido em campo. O curioso é que, apesar de ter feito os dois gols no segundo tempo, teve no primeiro uma atuação quase perfeita. Coisas do futebol…

Do destaque, passamos a quem não comprometeu. Aí, colocaria, Réver, Renê e Cuellar. Apesar de um pouco enrolado, não dá para deixar de destacar o esforço de Rodnei. Vinícius Júnior, vítima de um time sem poder de criação, onde Diego esteve em noite de pouquíssima inspiração.

Vou tocar num ponto, olhando para a frente. Paquetá tem que jogar mais adiantado, pois com Diego, apagado como está, passa a ser esta a nossa única saída. E o Ceifador, hein?

O nosso estagiário, cumprindo sua missão, conheceu a sua primeira expulsão. Não sei se foi uma decisão dele o fato de ter sido quebrada uma tradição que caminhava para ser centenária. O banco de reservas do Flamengo, hoje, ficou do lado direito, ao contrário de sempre. Motivo? O treinador poder pressionar o bandeira que corre daquele lado.

Ouvi enormes protestos. Luiz Augusto Veloso e Marcos Braz estavam cuspindo marimbondo pela quebra da tradição. Segundo eles, Fleitas Solich, Flávio Costa, Cláudio Coutinho, Zagalo, Carpegiani, Telê Santana, Joel Santana e todos os outros TREINADORES, respeitaram a tradição, e o estagiário, não. E os dois queridos companheiros lembravam que, como sempre foi, o Flamengo é o maior ganhador do Maracanã.

O tema é polêmico. Já pensei como eles, hoje, com o Maracanã onde os times entram juntos pelo meio, não havendo túneis, à esquerda e à direita, a mudança não foi tanta. Mas que é esquisito, é.

Deixo uma foto de uma noite de alegria. O reencontro com grandes amigos. Márcio Braga, completamente apaixonado, Fábio Luciano, Ronaldo Angelin, Rodrigo Arroz e tantos amigos mais.

Mesmo com susto, ganhar é muito bom!!!

Ronaldo Angelim, Rodrigo Arroz, Márcio Braga, Ana Paula, eu e Fábio Luciano.

Lições de quinta-feira

David Pizarro, da Universidad de Chile, após o 7 a 0 para o Cruzeiro (Foto: Douglas Magno/AFP).

A primeira lição para nós rubro-negros, começou bem cedo, mais precisamente em Belo-Horizonte.

Vi, atentamente, a vitória do Cruzeiro pelo elástico placar de 7 a 0. Tudo bem que o clube chileno terminou o jogo com nove jogadores, porém, é bom lembrar que, no primeiro tempo, quando eram onze contra onze, o Cruzeiro já vencia por 3 a 0.

Vamos ao que interessa. O que tudo isto tem a ver conosco? Esta é a primeira lição. Um time ganhador, obrigatoriamente, tem que ser competente na criação. Enquanto muitos brigam para ter, ao menos, um jogador criativo, o Cruzeiro tem dois. Arrascaeta e Thiago Neves criaram demais, infernizaram a vida do time chileno e, foram os protagonistas da goleada.

Voltando às vacas magras. Quem cria no time do Flamengo? Diego, que para isso foi contratado, hoje, é um razoável volante. Como criação de jogada, estamos reduzidos ao menino Paquetá. Se ele não cria, nada acontece.

Segunda lição da noite. Vi, também, com toda a atenção, o jogo do Vasco contra o Racing.

Tecnicamente, o Racing superior, fazendo 1 a 0 e, vendo a vitória se consolidar quando um jogador do Vasco foi expulso. Aí a lição número dois. Com um jogador a menos, o time do Vasco, inferior tecnicamente, teve determinação e disciplina para arrancar um empate improvável e, por muito pouco, não ganhar o jogo. No último lance, o goleiro argentino fez uma defesa impossível num chute de Pikachu.

Resumo da ópera. Hoje, em dois jogos distintos, observamos tudo que precisamos e não temos: comando, criatividade e determinação.

Em tempo: CADÊ O NOSSO TREINADOR?

Ninguém queria perder

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Por uma questão de coerência e justiça, tenho sempre um pé atrás para analisar qualquer jogo que seja disputado na altitude. Portanto, embora seja Bogotá uma das mais tênues altitudes onde já estive, mesmo assim, não é justo, pois de um lado há um time jogando normalmente e, do outro lado, um time precisando de oxigênio…

Paralelo ao que aqui coloco, a verdade é que os dois times entraram em campo para não perder e, conseguiram. O Flamengo, tecnicamente bem melhor, porém, muito retraído, com Diego jogando de volante, quando deveria fazer o papel de ponta de lança.

Como o time entrou com Arão e Cuellar, Diego poderia ter ficado à vontade para criar. Estranhamente, jogou de volante, proporcionando – em consequência – um enorme buraco, que deveria ser ocupado pelo responsável por municiar as jogadas de ataque.

Dois lances polêmicos e, até nisso, houve empate. Pênalti claro do Ceifador impedindo a passagem da bola com o braço. E, um encerramento de jogo absurdo, ceifando o gol do Flamengo. Neste lance, lembrei de um gol anulado de Zico em plena Copa do Mundo. Duas grandes barbaridades da arbitragem.

Jogo ruim. Arbitragem ruim, porém, sem influenciar no resultado do jogo, pois até na lambança da arbitragem houve empate.

Se o empate foi bom ou ruim, só saberemos mais tarde. Confesso a minha preocupação com o que tenho visto.

Em síntese, temos dois jogadores que preocupam o adversário, que fazem o torcedor rival se preocupar quando a bola chega neles.

Hoje, somos dependentes de Lucas Paquetá e Vinícius Júnior. E, lamentavelmente, é só isso.

Não vou esquecer. CADÊ O NOSSO TREINADOR?