“Azareio” de novo?

(Foto: Jorge Adorno / Reuters)

Na Copa do Brasil, quando o sorteio indicou o Grêmio como adversário, a maioria de quem aqui comenta entendeu que não foi sorteio e sim, azareio…

Agora, nas oitavas de final da Libertadores, pela quantidade enorme de clubes brasileiros classificados, era certo que houvesse confronto nacional e, quis o destino que o Flamengo fosse um dos clubes e que, o Cruzeiro fosse o nosso adversário. Neste caso, duplo azareio…

As situações são distintas. Na Copa do Brasil, o sorteio indica não só o adversário, como também quem faz o segundo jogo, o decisivo, em casa.

Na Libertadores, só há sorteio para se conhecer o adversário, pois decidir em casa fica por conta do mérito na fase de classificação.

Neste caso, o sorteio foi bom, pois pela Copa do Brasil vamos fazer, contra o Grêmio, o segundo jogo no Maracanã.

Na Libertadores, pela melhor campanha do Cruzeiro na fase de grupos, a decisão será no Mineirão.

Há quem não dê importância em fazer o jogo decisivo em casa. Ao contrário, acho que seja uma bela vantagem.

No nosso caso na Libertadores, quando vamos tentar resolver no primeiro jogo, exatamente neste, não contaremos com Lucas Paquetá.

Só nos resta torcer para que a bola maior, a do jogo, seja mais amiga do que tem sido a bola menor, a famosa bolinha dos sorteios. Isto é, dos azareios…

Em síntese, dos três piores adversários hipotéticos – Palmeiras, Grêmio e Cruzeiro – vamos encarar dois.

Há, porém, uma vantagem. Se ultrapassarmos estas barreiras o moral vai lá em cima e os adversários bem abaixo…

Vamos à luta!!!

Sorteio ou “azareio”?

(Foto: CBF / Divulgação)

Estava no meio da rua, quando fui surpreendido por um alegre torcedor tricolor que, querendo brincar e ao mesmo tempo provocar, veio em minha direção, muito sorridente, e gritando para quem quisesse ouvir: “Foudez-vous!!! Vocês vão pegar o…Grêmio!!!”

Como o fator surpresa conta, fiquei meio sem jeito e, de cara, imaginei que fosse o sorteio da Libertadores. Em fração de segundos, me dei conta de que este sorteio será no dia 4 de junho e, confesso ter ficado meio sem rumo, até o torcedor rival esclarecer que a definição por sorteio era pertinente à Copa do Brasil.

A minha primeira preocupação, já que a “curra”, na opinião dele, era inevitável, foi saber onde seria o segundo jogo. O companheiro tricolor teve que recorrer à internet e, não demorou muito para afirmar – a bem da verdade, desapontado – que o segundo jogo, o decisivo, seria no Maracanã.

Ai, o sorteio que tinha virado azareio, passou a não ser tão ruim assim. Respeito qualquer tipo de opinião, mas se dependesse de mim, o Flamengo faria sempre o segundo jogo em casa. Por isso, apesar do adversário ser complicado, o final do filme não foi ruim…

De uma certa forma, para o Flamengo, a Copa do Brasil soa como um seguro, levando-se em conta que o campeão tem direito adquirido de participar da Copa Libertadores. Entendo como seguro, pois a boa campanha inicial do Campeonato Brasileiro sinaliza que estaremos sempre no pelotão de cima da tabela, o que equivale a dizer que, a presença na Libertadores deverá vir, certamente, por este caminho.

Além disso, há a própria Libertadores em disputa, onde o campeão tem vaga assegurada na próxima competição.

Como toda competição “mata-mata”, a emoção é outra e desperta um interesse muito maior do que a “procissão” que é o Campeonato Brasileiro.

E como argumento final, o campeão da Copa do Brasil leva para casa 50 milhões de reais. Antes que alguém argumente com o famoso “e daí?” – na equivocada conclusão de que este dinheiro não vai para os jogadores e sim para os clubes – garanto a todos que, seja lá quem for o campeão, os jogadores serão “sócios” no projeto…

Em síntese, a meu conceito, para o futebol e, como gerador de fortes emoções, este sorteio foi …espetacular!!!

Farinha pouca, meu pirão primeiro

(Foto: Staff Images / Flamengo)

Esta máxima nordestina deve ter sido a filosofia do nosso estagiário que, certamente, o que queria era não perder, muito embora o empate representasse uma derrota para o Flamengo.

E aí, entramos naquele caso do conflito de interesses. O do nosso estagiário, em benefício próprio, era não perder. O do Flamengo era vencer, até porque este era o único objetivo, pois qualquer outro resultado deixaria o Flamengo em desvantagem para a próxima fase.

Incrível que Éverton Ribeiro tenha jogado como auxiliar de lateral. Jean Lucas, muito verde, completamente perdido. Laterais, com freio de mão puxado, não apoiando e não arriscando. Aliás, não arriscar foi o retrato do time ao longo do jogo.

Paquetá, completamente só na criação, pois não havia com quem dialogar. Vinícius Júnior, praticamente sem ser acionado, foi peça nula. E o nosso Ceifador, pra variar, não incomodou…

Rhodolpo fez uma boa partida. Léo Duarte não comprometeu. O nosso goleiro fez uma lambança e quase entrega o ouro.

O time do River dominou o meio de campo desde o primeiro minuto, porém, sem ser muito objetivo. Como não precisava vencer, ficou de bom tamanho.

Jogo estranho, onde o Flamengo entrou em campo abdicando do seu objetivo que, através da vitória, o deixaria diante de adversários mais fracos na próxima fase. Agora, para nós, não será sorteio. Pelo comportamento covarde de hoje, desistindo de tentar vencer, o sorteio tem tudo para virar “azareio…”


A nossa grande derrota de hoje aconteceu fora das quatro linhas. A perda de Fred Luz, como principal executivo do clube, foi, a longo prazo, uma perda irreparável. Acreditem, perdemos um super craque.

O Flamengo às vezes me espanta. Dentro e fora do campo, como hoje. Esta dupla derrota poderia ter sido evitada.

Vida que segue…

O poder mágico da vitória

(Foto: Carlos Gregório Jr/ Vasco.com.br)

O momento do Vasco, um de nossos rivais históricos, traduz com enorme clareza a importância da vitória neste esporte mágico que é o futebol.

A semana vascaína tinha tudo para dar errado. Caindo pelas tabelas e, pela frente, o compromisso contra o Flamengo, líder do campeonato.

De forma surpreendente, o time se supera, joga o seu melhor futebol no campeonato e, transforma um empate em vitória moral…

Quando as coisas começam a se ajeitar, pelo bom resultado obtido contra o grande rival, o time viaja para Santiago, na tentativa de uma vitória improvável contra a “La U”, ao invés de paz, de tranquilidade para atingir o difícil objetivo, surge a tal foto que recolocou lenha na fogueira, tumultuando de vez o ambiente.

Aí vem o jogo. Com determinação, falhas dos adversários e sorte, o Vasco consegue uma vitória por 2 a 0, garantindo vaga para a Copa Sul-Americana. Dos males, o menor…

Após o jogo, o ambiente vascaíno – que era de terra arrasada e de perspectiva imprevisível pelo episódio da foto – como num passe de mágica, se transforma radicalmente , onde as palavras mais ouvidas foram vitória e perdão…

Em síntese, no futebol, tudo pode. Menos perder.

No futebol, o remédio para todos os males é a vitória. Sempre foi e, será sempre.

2 a 0, com direito a susto…


 

Juro que estou dividido. Muito feliz pela vitória e, também, preocupado com o nosso futuro na Libertadores.

Embora não tenhamos jogado bem, a vitória foi justa. No jogo, pelo nosso lado, um único destaque. Éverton Ribeiro, além de marcar dois gols, foi o mais lúcido em campo. O curioso é que, apesar de ter feito os dois gols no segundo tempo, teve no primeiro uma atuação quase perfeita. Coisas do futebol…

Do destaque, passamos a quem não comprometeu. Aí, colocaria, Réver, Renê e Cuellar. Apesar de um pouco enrolado, não dá para deixar de destacar o esforço de Rodnei. Vinícius Júnior, vítima de um time sem poder de criação, onde Diego esteve em noite de pouquíssima inspiração.

Vou tocar num ponto, olhando para a frente. Paquetá tem que jogar mais adiantado, pois com Diego, apagado como está, passa a ser esta a nossa única saída. E o Ceifador, hein?

O nosso estagiário, cumprindo sua missão, conheceu a sua primeira expulsão. Não sei se foi uma decisão dele o fato de ter sido quebrada uma tradição que caminhava para ser centenária. O banco de reservas do Flamengo, hoje, ficou do lado direito, ao contrário de sempre. Motivo? O treinador poder pressionar o bandeira que corre daquele lado.

Ouvi enormes protestos. Luiz Augusto Veloso e Marcos Braz estavam cuspindo marimbondo pela quebra da tradição. Segundo eles, Fleitas Solich, Flávio Costa, Cláudio Coutinho, Zagalo, Carpegiani, Telê Santana, Joel Santana e todos os outros TREINADORES, respeitaram a tradição, e o estagiário, não. E os dois queridos companheiros lembravam que, como sempre foi, o Flamengo é o maior ganhador do Maracanã.

O tema é polêmico. Já pensei como eles, hoje, com o Maracanã onde os times entram juntos pelo meio, não havendo túneis, à esquerda e à direita, a mudança não foi tanta. Mas que é esquisito, é.

Deixo uma foto de uma noite de alegria. O reencontro com grandes amigos. Márcio Braga, completamente apaixonado, Fábio Luciano, Ronaldo Angelin, Rodrigo Arroz e tantos amigos mais.

Mesmo com susto, ganhar é muito bom!!!

Ronaldo Angelim, Rodrigo Arroz, Márcio Braga, Ana Paula, eu e Fábio Luciano.

Lições de quinta-feira

David Pizarro, da Universidad de Chile, após o 7 a 0 para o Cruzeiro (Foto: Douglas Magno/AFP).

A primeira lição para nós rubro-negros, começou bem cedo, mais precisamente em Belo-Horizonte.

Vi, atentamente, a vitória do Cruzeiro pelo elástico placar de 7 a 0. Tudo bem que o clube chileno terminou o jogo com nove jogadores, porém, é bom lembrar que, no primeiro tempo, quando eram onze contra onze, o Cruzeiro já vencia por 3 a 0.

Vamos ao que interessa. O que tudo isto tem a ver conosco? Esta é a primeira lição. Um time ganhador, obrigatoriamente, tem que ser competente na criação. Enquanto muitos brigam para ter, ao menos, um jogador criativo, o Cruzeiro tem dois. Arrascaeta e Thiago Neves criaram demais, infernizaram a vida do time chileno e, foram os protagonistas da goleada.

Voltando às vacas magras. Quem cria no time do Flamengo? Diego, que para isso foi contratado, hoje, é um razoável volante. Como criação de jogada, estamos reduzidos ao menino Paquetá. Se ele não cria, nada acontece.

Segunda lição da noite. Vi, também, com toda a atenção, o jogo do Vasco contra o Racing.

Tecnicamente, o Racing superior, fazendo 1 a 0 e, vendo a vitória se consolidar quando um jogador do Vasco foi expulso. Aí a lição número dois. Com um jogador a menos, o time do Vasco, inferior tecnicamente, teve determinação e disciplina para arrancar um empate improvável e, por muito pouco, não ganhar o jogo. No último lance, o goleiro argentino fez uma defesa impossível num chute de Pikachu.

Resumo da ópera. Hoje, em dois jogos distintos, observamos tudo que precisamos e não temos: comando, criatividade e determinação.

Em tempo: CADÊ O NOSSO TREINADOR?

Ninguém queria perder

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Por uma questão de coerência e justiça, tenho sempre um pé atrás para analisar qualquer jogo que seja disputado na altitude. Portanto, embora seja Bogotá uma das mais tênues altitudes onde já estive, mesmo assim, não é justo, pois de um lado há um time jogando normalmente e, do outro lado, um time precisando de oxigênio…

Paralelo ao que aqui coloco, a verdade é que os dois times entraram em campo para não perder e, conseguiram. O Flamengo, tecnicamente bem melhor, porém, muito retraído, com Diego jogando de volante, quando deveria fazer o papel de ponta de lança.

Como o time entrou com Arão e Cuellar, Diego poderia ter ficado à vontade para criar. Estranhamente, jogou de volante, proporcionando – em consequência – um enorme buraco, que deveria ser ocupado pelo responsável por municiar as jogadas de ataque.

Dois lances polêmicos e, até nisso, houve empate. Pênalti claro do Ceifador impedindo a passagem da bola com o braço. E, um encerramento de jogo absurdo, ceifando o gol do Flamengo. Neste lance, lembrei de um gol anulado de Zico em plena Copa do Mundo. Duas grandes barbaridades da arbitragem.

Jogo ruim. Arbitragem ruim, porém, sem influenciar no resultado do jogo, pois até na lambança da arbitragem houve empate.

Se o empate foi bom ou ruim, só saberemos mais tarde. Confesso a minha preocupação com o que tenho visto.

Em síntese, temos dois jogadores que preocupam o adversário, que fazem o torcedor rival se preocupar quando a bola chega neles.

Hoje, somos dependentes de Lucas Paquetá e Vinícius Júnior. E, lamentavelmente, é só isso.

Não vou esquecer. CADÊ O NOSSO TREINADOR?

Preocupante. Cada vez mais

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Tenho sempre o maior cuidado em avaliar um jogo atípico. E foi o caso desta partida contra o Santa Fé, até porque, para o clube mais popular do país, jogar em casa, sem torcida, realmente foge à normalidade.

Com tudo isso e, desde já dando um desconto, a atuação do Flamengo foi simplesmente ridícula. Jogamos contra um time brigador, é verdade, porém, tecnicamente muito fraco.

Jogamos contra um time em que o goleiro entregou o gol em uma saída equivocada, repetiu o mesmo erro mais umas cinco vezes e, mesmo assim, nada de alguém colocar a bola para dentro.

Os nossos erros são os de sempre. Dinâmica de jogo não existe. Há quem prefira chamar de intensidade. Uma coisa ou outra, talvez seja o nosso principal pecado.

Times tecnicamente inferiores conseguem fazer a bola rolar melhor e criar muito mais. Quem vê o Flamengo jogar tem a sensação de estar nos anos 70. A diferença é que lá atrás havia talentos. A dinâmica de jogo, igual.

Diego, não consigo entender, joga de segundo volante, muito distante da área adversária. Até mesmo com a entrada de Arão, o nosso camisa 10, talvez pela nova força do hábito, continuou jogando muito atrás. Também fica a sensação de falta de personalidade, de confiança. Não há liderança.

Hoje, substituídos, Ceifador e Éverton Ribeiro saíram emburrados, de caras feias, de poucos amigos para o treinador. Treinador?

Aliás, por falar nisso, CADÊ O NOSSO TREINADOR?

Vini e Egon

Emelec 1 x 2 Flamengo – 14/03/2018 (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Hoje, nesta noite de alegria, o texto sobre jogo é do nosso irmão Carlos Egon, o aniversariante.

E como não se encantar com quem tem talento para decidir? Incrível como alguém não entenda que este garoto é iluminado.

Fico por aqui.

Dá-lhe Egon!!!


E eis que surge uma quarta sem lei…

Convidei alguns amigos de Angra para assistir ao nosso show na minha casa, que, evidentemente, também é deles.

Gabi, Heraldo, Alexandre, Samir e João.

Todos poderiam ser filhos, irmãos e, até mesmo, netos.


Os Caras…

O que falar ou escrever dessa exibição? O que foi dois, poderia ser cinco.

Chegaram uma única vez (um time que não perdia há 16 jogos) e, num pé traíra, derrubaram nosso goleirinho…

Vou ser cuidadoso com as notinhas, pra não ficar de bunda de fora com os exigentes…

Diego Alves – Um pé descuidado derrubou nosso goleirinho. Sem culpa – 5

Rodinei – Marcou como ninguém, atacou menos, mas segurou tudo que vinha pela esquerda. Tem que aprender a cruzar – 6

Rodholfo – Juntamente com Juan, o esteio da nossa defesa. Nada se criou pela esquerda ou pela direita – 8

Juan – Um príncipe! Joga muito esse aposentado arretado – 9

Renê – Altos e baixos, sem comprometer. Marca bem, mas entrega aos adversários sem nenhuma cerimônia. Tem que melhorar o passe nas saídas de bola – 5

Jonas – Cuellar tem que abrir o olho. O cara tem o espírito de Libertadores. Não existe bola perdida, seja onde for – 8

Paquetá – Soltou mais a bola e, foi muito util na marcação. Continua com o pé tortissimo e descalibrado. Pode acontecer tudo… Mas raramente acerta o retângulo. Melhorou em relação ao coletivo – 6

Diego – Aquela coisinha sem graça, mas que vez ou outra funciona. Hoje, entendeu o que é o espírito de uma Libertadores, mas correu atrás – 6

Éverton Ribeiro – Ainda não é o que foi! Entre trancos e barrancos, já sabe que no banco existe um furacão. Isso muda o espírito do cara – 4

Éverton Cardoso – Hoje foi mais água que salsicha. Não apareceu, a não ser pelas subidas do lateral – 5

Dourado – Centroavante paraguaio! Até o momento, uma fraude – 1

Vinicius Júnior – O craque do jogo. Deus supremo! Dois golaços – 15

Carlos Egon Prates

A lista de Tite e o Flamengo

(Foto: Reprodução da internet)

O que uma coisa tem a ver com a outra? Tem e, muito!

Para nós, torcedores apaixonados, jogar cinco minutos pelo Flamengo – não importando contra quem – seria a glória. Infelizmente, esta não é a média do pensamento dos jogadores de futebol, onde a regra é que o clube grande brasileiro seja apenas o trampolim para dois objetivos: chegar à Seleção Brasileira, e jogar no futebol europeu. Como toda regra, há as exceções, raríssimas, diga-se de passagem.

O nosso Diego não é exceção e, embora feliz em jogar no Flamengo, tem como meta prioritária, no momento, disputar a Copa do Mundo. Confesso que estava muito preocupado com esta lista de Tite, pois desconfiava que Diego nela não estaria.

Muito ruim para o Flamengo, que depois de amanhã vai precisar do seu camisa 10 inteiro, de cabeça boa, para o jogo pela Libertadores. E como andará a cabeça de Diego após esta convocação?

E, não esquecendo que é a penúltima antes da Copa, portanto, decisiva. Imagino que o pessoal do futebol já deva estar trabalhando em cima disso, mas não há duvida de que tenha sido para Diego um duro golpe. E como confiança é quase tudo em futebol, temo que a ausência de Diego na lista de Tite… “possa sobrar pra nós”…

Missão complicada para qualquer psicólogo…