Desastre

(Foto: Staff Images/ Flamengo)

Realmente, inacreditável. A sensação é a de que fomos vítimas de uma conspiração.

Por uma questão de conceito de vida, prefiro meditar um pouco antes de dizer o que penso. Desta forma, minimizo a possibilidade de ser injusto e, me dou um tempo para ter certeza do que tenho vontade de dizer.

Muito triste. Que noite horrorosa!!!

Fiquem à vontade. Extravasem, comentem…

Juro que, neste momento, embora saiba o que dizer, não tenho força…

Que tristeza…

Amanhã, falamos…

Simplificando

Diego comemora o gol de falta contra o San Lorenzo, no Maracanã. (Foto: Vanderlei Almeida/AFP)

Nesta quarta, de fortes emoções, teremos a definição do grupo 4, o nosso, da Copa Libertadores.

Como são inúmeras as possibilidades, onde os quatro clubes têm chance, aqui vai de forma bem simples a situação de cada um, lembrando que os jogos são os seguintes: San Lorenzo x Flamengo, em Buenos Aires; e Universidad Católica x Atlético Paranaense, em Santiago.

ATLÉTICO PARANAENSE
Vencendo: Classificado.
Empatando: Só se classifica se o Flamengo vencer o San Lorenzo.
Perdendo: Desclassificado.

UNIVERSIDAD CATÓLICA
Vencendo: Precisa vencer o seu jogo.
Classifica, se o Flamengo vencer o San Lorenzo. Se o Flamengo empatar com o San Lorenzo, vai depender do saldo de gols. Hoje, a Católica tem saldo negativo de dois gols e o San Lorenzo de um.
Empatando ou perdendo: Desclassificado.

SAN LORENZO
Vencendo: Classificado.
Empatando: Se houver empate entre Universidad e Atlético Paranaense: Classificado. Vitória do Atlético Paranaense sobre a Universidad: Desclassificado. Vitória da Universidad sobre o Atlético Paranaense: Vai depender do saldo de gols.
Hoje: Universidad possui saldo negativo de dois; San Lorenzo, saldo negativo de um gol.

FLAMENGO
Vencendo: Classificado
Empatando: Classificado
Perdendo: Só não se classifica caso o Atlético vença o Universidad.

 

FLAGUERRERO

(Foto: André Durão / GloboEsporte.com)

Vitória fundamental, lá e aqui, ou seja, na Libertadores e, como fonte de inspiração para domingo, pelo Carioca, no Fla-Flu decisivo.

Jogo mais difícil do que esperava. O time da Universidad Católica, mesmo sem a zaga titular, foi um adversário complicado, principalmente no primeiro período.

Vamos ter tempo para analisar o jogo, a escalação do nosso time e, as substituições felizes de Zé Ricardo.

Ainda no calor da emoção, faço questão de enfatizar e destacar a presença de Guerrero. Hoje, no primeiro tempo, todas, eu disse TODAS, as finalizações foram do nosso camisa nove.

Não bastasse isso, “na hora da onça beber água”, não decepcionou, marcando o segundo gol em jogada de quem tem intimidade com a bola e, de quem conhece o ofício de meter gol e decidir o jogo.

Amei tudo. A nossa torcida, o Maraca à disposição do time, as alterações do Zé Ricardo, a atuação do time, a vitória… Mas este jogo, para mim, ficará marcado pela presença decisiva de Guerrero, nosso Robinson  Crusoé do ataque.

Joga muito o Guerrero. Hoje, mais do que nunca, o Flamengo foi Guerrero…

Ia esquecendo. O Márcio Araújo também jogou muito. Aliás, como quase sempre.

Dúvidas e polêmicas em vermelho e preto

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

. Começo pelo tema levantado pelo querido companheiro HENRIQUE. Como sempre, com belo e objetivo texto, o nosso Henrique detona o Campeonato Carioca, que considera ele ultrapassado e, consequentemente, de importância relativa. Viajando mais um pouco no raciocínio do Henrique, fica claro que, para ele, o importante é ganhar nesta quarta-feira e, domingo, o que vier de resultado não vai alterar muita coisa.

Neste caso, há a dúvida e, o tema é polêmico. Henrique, pela foto, é jovem, e talvez isto tenha um peso significativo na análise feita por ele, dando pouca importância ao Campeonato Carioca e supervalorizando a Copa Libertadores. Com certeza, para os mais velhos, que tantas emoções já viveram proporcionadas por espetaculares campeonatos estaduais, a distância em importância não é tão grande, embora, obviamente, não há como negar que a Libertadores seja o sonho máximo de consumo de qualquer torcedor, rubro-negro ou não.

Entendo que haja um ponto de equilíbrio para definir o tema da melhor forma possível. E, que melhor prova posso dar, do que convidando os amigos a darem uma olhadinha em um post anterior (ler aqui), quando afirmo que, se treinador fosse, colocaria contra o Fluminense, no primeiro jogo da decisão, todos os jogadores que estivessem 100%. Qualquer um, com um mínimo de problema, pouparia. Inclusive, afirmei que Éverton, pela importância que tem para o time, deveria ser poupado, pois voltava de contusão preocupante. Portanto, penso igual, só que de forma não tão radical, até porque, tenho no coração marcas profundas, mais felizes do que tristes, de campeonatos estaduais inesquecíveis, onde a rivalidade é inigualável. Ainda bem que temos este doce problema. Sinal de que estamos vivos nas duas competições. Como dizem os argentinos, “¿Me explico?”


(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

. Como saboreio todos os comentários, viajo e aprendo com eles, achei algo muito interessante. Metade dos companheiros consegue ver qualidade em Mancuello, enquanto que a outra metade, abomina o argentino. Como hoje estou, mais do que nunca, com o espírito conciliador, vou ficar entre as duas metades e, explico. Quem abomina Mancuello, com afirmativas de que é um jogador frio, que não suporta um jogo inteiro, já que tem fragilidade física, talvez pense assim pelo fato de ter esperado mais do que o jogador pode oferecer. Quando contratado, o argentino chegou como solução para a nossa deficiência de criação e, realmente, se foi contratado com esta intenção, compramos gato por lebre…

Vencido o trauma de não ser ele um talento capaz de desequilibrar, ante as circunstâncias, como ocorreu no domingo passado, até que deu para o gasto e, se o raciocínio for o de começar a ver Mancuello como um jogador para compor o elenco, aí convenhamos, ele não é tão feio assim.  “¿Me explico?”


(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

. E o Rafael Vaz, hein? Já imaginaram se no Fla-Flu de domingo a pixotada do tricolor Renato Chaves, que redundou no nosso gol da vitória, tivesse sido cometida pelo Rafael Vaz? Aí está o exemplo claro da importância e, de como é diferente jogar pelo Flamengo. Se o erro bisonho tivesse sido cometido pelo zagueiro rubro-negro, não poderia ele sair de casa, no mínimo, durante um ano…

A verdade é que o nosso nível de exigência é realmente muito maior, o que implica para o jogador em uma responsabilidade infinitamente superior. Não parece incrível que sequer seja comentado pelo torcedor tricolor a furada grosseira do zagueiro? Lá, não é como aqui, onde a banda toca de maneira completamente diferente.

Comento o fato desta forma, relembrando o episódio de domingo, para dizer que descobri uma nova qualidade em Rafael Vaz. Personalidade! Mesmo sabedor de que não é uma unanimidade entre os torcedores rubro-negros, num jogo dificílimo, jogou como um verdadeiro príncipe, sendo perfeito por baixo, no jogo aéreo e nas saídas de bola. Pode ser que eu esteja errado, até porque, como ser humano, sou falível, mas como gosto de arriscar e não sou de ficar em cima do muro, me passa a sensação de que neste Fla-Flu que passou ganhamos definitivamente um muito bom zagueiro.


(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

. E o Muralha, hein? Repararam como é inteligente e sensível o treinador da Seleção Brasileira? Tite, ao final do jogo, ao elogiar Muralha, de certa forma livrou a sua própria pele, pois já houve quem o tivesse criticado pelo fato de ter convocado o nosso goleiro. Muralha, que também não é unanimidade no mundo vermelho e preto, tem um defeito grave, que é sair mal do gol – e carrega o estigma de que não pega pênalti. No mais, nada deve a quase todos os goleiros em atividade no Brasil.

Esta é minha fotografia do nosso goleiro. Se vai se firmar ou não, vai depender diretamente do que vai acontecer nos próximos jogos. De qualquer forma, seja para ser o camisa 1, ou o camisa 12, o Flamengo precisa, com urgência, contratar um goleiro. Muito em breve, não tenho nenhuma dúvida, o número da camisa estará definido para a futura próxima contratação, pois nestes próximos jogos, Muralha irá sinalizar, através de suas atuações, que tipo de goleiro os dirigentes devem contratar.

No embalo da vitória

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

. Quando o vento sopra a favor, tudo fica mais fácil e, via de regra, as notícias são sempre boas. Conforme coloquei ontem, nenhum problema grave com Guerrero, que estará firme na quarta-feira, no Maraca, contra a Universidad Católica, pela Libertadores.

. Guerrero, no duro, no duro, saiu porque estava morto. Também pudera, pois, o peruano correu como nunca, fazendo múltipla funções e, mais uma vez, com um desempenho acima da média.

. Éverton, também passou no teste. Achei até meio arriscada a escalação dele no jogo de ontem. Correu tudo que tinha direito e ainda fez o gol da vitória. Está inteiro para o jogo pela Libertadores

. Para provar que o vento é favorável, ate Rômulo, que saiu com suspeita de entorse no joelho, melhorou sensivelmente e, tudo leva a crer que esteja à disposição de Zé Ricardo neste meio de semana.

. Aí, o problema já passa a ser do treinador, pois Mancuello entrou bem e fez com que o time ficasse mais ajustado e, ofensivo. Merece ser titular.

. É o Rafael Vaz, hein? Acertou tudo!!! Perfeito, pelo alto, por baixo, na cobertura, nos passes, nos  lançamentos. Não bastasse, demonstrou personalidade e autoridade.

Respeito quem pense diferente, mas acho esta zaga, composta por Réver e Rafael Vaz, muito acima do que se vê no futebol brasileiro. E, também importante que, de estilos distintos, acabam se completando.

Tomara que a nossa torcida seja mais paciente, pois após tanto tempo, a zaga de área deixou de ser o nosso “calcanhar de Aquiles”, para ser – como aconteceu ontem – o ponto forte do time.

. Claro que o desgaste do jogo de ontem, somado ao que vamos ter que correr para bater a Universidad Católica, pode ser o nosso problema para o Fla-Flu de domingo. Só que, ganhando depois de amanhã, a motivação será tanta, o astral estará tão elevado, que ninguém vai falar em cansaço. Quando o vento sopra a favor…

E, é por isso que este jogo de quarta-feira pode ser encarado como verdadeiro trampolim…

 

A vida em três jogos

Arão marcou no último Fla x Flu, que acabou empatado em 3 a 3 (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo).

Pode ser que alguém ache que este Campeonato Carioca está meio esvaziado, mas duvido alguém afirmar que um Fla-Flu não vale nada, quanto mais dois, valendo um campeonato que, exatamente os dois, disputam ao longo do tempo o título de “Rei do Rio”.

Este campeonato será decidido nos dois próximos domingos e, no meio, na quarta-feira, há o jogo pela Libertadores, onde uma vitória sobre a Universidad Católica garante presença nas oitavas de final, independentemente de qualquer outro resultado. Em síntese, três jogos absolutamente decisivos. Nesta altura do campeonato, respeitando-se quem tenha qualquer problema médico, é colocar em campo o que há de melhor.

Este Fla-Flu é curioso, na medida em que, por capricho do destino, os dois melhores jogadores, um do Flamengo e outro do Fluminense, contundidos, não jogarão. Diego e Gustavo Scarpa, se presentes estivessem, com certeza, seria outro Fla-Flu, pois talento verdadeiro em atividade no futebol brasileiro é coisa rara.

De qualquer forma, pelo que o Fluminense vem encantando com a garotada e, pela atuação de ontem do time do Flamengo, que perdeu, mas não decepcionou, o Fla-Flu de domingo promete fortes emoções. Ao longo do tempo, neste tipo de campeonato decidido em dois jogos, o primeiro sempre é amarrado, onde o empate é o placar mais normal ou, em caso de vitória de alguém, o placar é sempre apertado. Claro que há exceções, como no Brasileiro de 92, quando no primeiro jogo o Flamengo sapecou 3 a 0 no Botafogo. A tendência deste primeiro Fla-Flu é ser um jogo cauteloso.

Com respeito ao jogo de quarta, pela Libertadores, é vencer ou vencer! Aliás, para os dois brasileiros do grupo, pois o Atlético Paranaense recebe, em casa, o San Lorenzo e, também em caso de vitória, independentemente da última rodada, estará classificado. Um empate que seja neste jogo contra a Universidad Católica, do Chile, transfere a classificação do Flamengo para a última rodada, onde jogaremos fora, contra o San Lorenzo, onde tudo pode acontecer.

Semana como gostamos. Decisiva e com previsão de fortes emoções. Já repararam que, historicamente, nestes momentos o Flamengo se agiganta?

Com todo respeito à paralisação maluca que querem fazer amanhã no país, com todo respeito à Lava Jato e a qualquer outra coisa importante que possa existir no planeta, as nossas cabeças e corações estarão totalmente ocupadas de domingo a domingo próximos.

A causa é nobre, apaixonante e justa…

Quem promete…cumpre!!!

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

No POST anterior, para quem não leu, disse que me recuso a comentar qualquer jogo de futebol quando não haja normalidade. É o caso da grama sintética, com os donos da casa – ainda por cima – fazendo chover no “gramado” momentos antes da partida começar…

Com tudo isso, não fosse a falha do nosso goleiro no primeiro gol do Atlético, o resultado poderia ter sido outro.

Claro que falta ao Flamengo o jogador decisivo. Hoje, com toda adversidade, se Diego estivesse em campo, seria uma barbada.

Além de não ser justo criticar o time pela situação inusitada do gramado, é importante dizer que o placar foi absolutamente injusto. O predomínio do Flamengo, principalmente no segundo tempo, foi absurdo. Além de dominar o adversário, três gols inacreditavelmente perdidos. Dois com Damião e, o pior, com Gabriel.

Embora tenha a opinião de que Vinícius Jr. seja o único talento entre os garotos do Flamengo, não há como não registrar que Matheus Sávio entrou muito bem no jogo.

Guerrero, foi guerreiro, armador, ponta e centroavante. Jogou muito bem. Faltou alguém com ele no ataque.

Aliás, não dá para dizer que alguém tenha jogado mal. Como ponto negativo, apenas a falha do nosso goleiro no primeiro gol. De resto, dentro das limitações naturais do que estamos observando no futebol brasileiro, não dá para reclamar.

Hoje, infelizmente, São Judas estava de folga…

Vamos combinar?

Flamengo bate o Atlético-PR, por 1 a 0, no Brasileirão do ano passado (Foto: Gilson Borba / Futura press)

Aprendi com alguns mestres de vida e de futebol que, qualquer análise a ser feita, em primeiro plano, deve ser observado o fator normalidade.

Exemplo 1: Como comentar um jogo realizado na altitude, onde a normalidade passa ao largo, a ponto de um jogador cair duro fazendo um polichinelo, como foi o caso do ponteiro João Carlos, em jogo da Seleção Brasileira, em La Paz, a 3.600 metros de altitude?

Ou, o caso do nosso Zico, também defendendo a seleção, na mesma La Paz, que sequer conseguiu sair do hotel para o estádio, de tanto que passava mal. Quem entra em campo em uma situação assim, entra em igualdade de condições com o seu adversário?

Em síntese, esta é uma situação atípica, que foge à normalidade e, até perigoso é, fato já comprovado em vários congressos de medicina esportiva.

Exemplo 2: Jogar em gramado sintético. Isto pode ser um quebra-galho nas peladas, mas quem já foi peladeiro de carteirinha, como é o meu caso, sabe que jogo em gramado sintético é outro jogo. Como na nossa pelada havia um desfile de craques, como Orlando Lelé, Miguel, Dé, Gérson, Zico e por aí vai, o grau de exigência com o gramado era grande e, por isso, jogávamos no “tapete do Alcidão”, mil vezes melhor do que o gramado de hoje do Maracanã.

O resumo da ópera, é que torna-se impossível e injusto analisar um jogo e avaliar atuações individuais, quando a normalidade foi na esquina tomar um cafezinho. Jogar na altitude ou em gramado sintético, é algo fora de contexto. Julgar alguém quando o cenário é um destes casos, injusto é.

Portanto, neste Flamengo e Atlético Paranaense, vamos torcer com a corneta trancada a sete chaves no armário. Neste jogo, qualquer cornetada nascerá injusta. Combinado?

E, que São Judas nos ajude.

 

Pedreira, ou não…

 

Treino do Flamengo -17/04/2017 (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

No próximo domingo, após o jogo contra o Botafogo, agora pra valer – e valendo vaga na final do campeonato – o treinador Zé Ricardo ficará sabendo que tipo de estratégia usar, pois se o time sair vencedor, engrena na quarta-feira, contra o Atlético Paranaense, pela Libertadores e, no domingo seguinte, começa a decidir o Campeonato Carioca.

Aí é aquele tal negócio, embora uma derrota no domingo conduza a um caminho mais tranquilo na Libertadores, ninguém quer saber de perder, principalmente para adversários tradicionais, e da mesma cidade.

Portanto, que Zé Ricardo tenha começado a semana na certeza de que terá pela frente uma pedreira. Como há uma unanimidade de que o elenco do Flamengo é numeroso, e de qualidade técnica de razoável para boa, não há o que temer.

Alguém discorda?

Desfalque com “D” maiúsculo

(Foto: Celso Pupo / Fotoarena)

Já contei isto aqui, mas vale a pena repetir, pois o tema nunca foi tão atual.

Na minha época de repórter, havia um jogo muito importante e, eis que um jogador de meio campo, titular absoluto, aparece com um problema muscular.

Passei a semana inteira preocupado com o possível desfalque e, na véspera da partida, Domingo Bosco, que até psicólogo era, notando minha ansiedade, quis saber o motivo de estar com fisionomia visivelmente preocupada. Disse a ele que estava preocupado com o jogo e, mais ainda, pela possível ausência do tal jogador. Bosco, como sempre pragmático, disse que eu não perdesse o meu sono, pois o Flamengo só entraria desfalcado se o Zico não jogasse…

Não dou o nome do jogador – que acabou não atuando – por uma questão de respeito. Bosco tinha razão, pois o jogo foi uma barbada, e Zico decidiu, jogando uma barbaridade.

Não sei se vocês já chegaram ao ponto, provavelmente, sim. Diego, está para este time não a mesma coisa que Zico representava para aquele time na fase mais vitoriosa da história rubro-negra. Claro que, por sua genialidade, Zico é incomparável, mas que tira o sono saber que o único inquestionável talento do time não vai jogar uma partida decisiva, acho que ninguém vai discutir. Ou vai?