Gabriel Machado / AGIF

Pontinho Precioso

Athletico-PR 1 x 1 Flamengo

Diante das circunstâncias, não foi ruim. Jogo em um gramado sempre hostil, com desfalques importantíssimos; convenhamos, foi de muito bom tamanho.

Claro que, na cabeça do torcedor, com o empate do Palmeiras, uma vitória deixaria o Flamengo na cara do gol da liderança do campeonato.

O problema é que estamos confundindo quantidade com qualidade. O elenco é numeroso, porém a qualidade de quem entra quando os inquestionáveis estão fora de combate é, decisivamente, desanimadora.

O empate caiu do céu. Muito difícil se impor, dominar um jogo, com o meio de campo escalado. Não por culpa do treinador, e sim pelas opções não confiáveis, nem animadoras.

Comentar as atuações do nosso time é parecido com o que as emissoras de rádio e TV informam sobre o trânsito no Rio. O que é dito na segunda-feira vale até o final de semana, sempre a mesma coisa…

Já desisti de pedir um psicólogo para Samuel Lino. Muito mais prático levantar a bandeira do Bruno Henrique…

Ia esquecendo: claro que o nosso goleiro não foi feliz. Falhou no gol, embora tenha feito, depois, ao menos, três defesas decisivas. Rossi é um baita goleiro; porém, é um ser humano e, como tal, tem o seu momento infeliz. Tomara que tenha maturidade suficiente para entender que ninguém é perfeito.

Lá estava o treinador da seleção. Por falar nisso, como não ouvi nem li nenhum comentário a respeito, que absurdo renovar o contrato de Ancelotti até 2030. E se as coisas não caminharem bem?

Se o dinheiro a ser pago por uma possível rescisão contratual saísse do bolso de quem foi afoito, jamais isso iria ocorrer.

Enfim, semana chegando com muitas emoções. Libertadores na quarta e Palmeiras, pelo Brasileiro, no sábado.

Como diz meu genial amigo Galvão Bueno, “Haja coração!!!”…