C O N V I T E

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

O título deste post é no sentido de que, juntos, raciocinemos de forma pragmática, até porque, sábado já tem jogo contra o Botafogo, e na quarta seguinte, pegamos o Santos, na Vila.

Li todos os comentários e, embora não tirando a razão de ninguém, entendo que deveríamos trabalhar em duas frentes.

A primeira, a mais urgente, torcer para que o nosso treinador entenda que, enquanto os reforços de reposição não chegam, tem ele a obrigação de, com o que temos, encontrar soluções que funcionem, até porque, não acredito que possam ser contratados jogadores de bom nível técnico com tanta rapidez.

Desta forma, pensemos juntos os nossos problemas mais agudos. Cuellar vai voltar, portanto o setor em pauta estará resolvido. Dever de casa número 1: Chamar o Rômulo, agradecer, mandar embora e, promover um dos meninos da base.

Como estamos falando de volantes e, como é vital dar um mínimo de liberdade para o jogador mais criativo do Flamengo, que é Paquetá, escalar alguém ao lado de Cuellar. Pode ser o nosso menino da base que joga com a camisa para dentro do calção, pode ser o ex-botafoguense que começou bem, chegou a ser convocado para a Seleção e, depois, como balão japonês, foi caindo.

Compete ao treinador definir quem está melhor. Na linha seguinte, a de armadores, Diego e Paquetá. Na frente, Guerrero ou Uribe (começaria com Guerrero) e Éverton Ribeiro (que está suspenso para enfrentar o Botafogo). Isto é o que temos de melhor, enquanto algum bom fato novo não chega.

A segunda frente fica por conta da diretoria. Realmente, o tempo que perdemos não utilizando o período da Copa para repor as perdas de Vinícius Júnior e Jonas, pode comprometer o nosso ano.

Que trabalhem com inteligência e rapidez, e que o nosso treinador entenda que nenhum profissional que fica refém de um grupo consegue chegar a títulos importantes. Não é hora de ser bonzinho e muito menos ficar fazendo média com quem quer que seja. O tempo passa e a bola está rolando. Que treinador e diretoria hajam com rapidez e competência.

E, tomara que algum deles leia esta opinião e todas as outras que virão a seguir. Todas, sem exceção, só querem o melhor para o Flamengo.

Quem concorda? Quem discorda?

Paquetá livre

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Meu amigo e irmão Washington Rodrigues, com razão, estranhava a quantidade de jogadores estrangeiros – de técnica duvidosa – neste elenco do Flamengo. Aliás, hoje, Renato Maurício Prado questionava a quantidade de colombianos no nosso plantel.

Acho que os dois têm razão, mas prefiro me ater a um tema que não é só tático. Diz respeito, também, a um mínimo de inteligência e bom senso.

Com a saída de Vinícius Júnior, e o nosso Egon tem toda razão, o poder ofensivo rubro-negro fica comprometido, debilitado. Aqui pra nós, Marlos Moreno é dose… e, este Uribe, pelo jeito…

Enfim, ficamos reduzidos a Guerrero, que no primeiro tempo ainda rendeu e, no segundo, mal fisicamente, sumiu.

Vamos ao que interessa. Como é que ante problema ofensivo tão agudo, Paquetá é escalado tão atrás?

Uma pessoa ao meu lado, no Maraca, vendo o jogo – e, esta pessoa pouco sabe de futebol – só fez um comentário: “o time do São Paulo parece mais bem arrumado do que o Flamengo”. Sábia observação… até cego percebe…

Em síntese, precisamos arrumar a casa, começando por dar liberdade ao, talvez, maior talento deste elenco. Por favor “professor”, dê liberdade a quem sabe criar. Liberte o Paquetá…

Ah, ia esquecendo. Rômulo, definitivamente, não dá.

Vida que segue… e, por enquanto, segue o líder!!!

Saudade danada!!!

Treino do Flamengo – 16/07/19 (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Pensou que fosse da Copa? Negativo!

Saudade do Manto Sagrado, da torcida do Mengão, do Maraca e de todo o ritual que cerca qualquer jogo do Flamengo. Aliás, este sentimento é de toda nação rubro-negra, haja vista a quantidade de ingressos vendidos para este jogo contra o São Paulo.

Muita gente espinafra este horário de 21h45, mas na nossa cidade, sem estrutura decente de trânsito e de locomoção, quase sempre quando o jogo é marcado para um horário “civilizado”, muita gente acaba não conseguindo chegar a tempo.

Claro que, este ponto de vista vale apenas para jogos com grande apelo popular, como este primeiro, pós copa. Talvez o ideal fosse 21h30, mas convenhamos que quinze minutinhos não fazem tanta diferença.

Perdemos três jogadores. Vinícius Júnior, de brutal importância, e dois que contribuíam, porém, não de forma decisiva. Chegou Uribe, centroavante (?) e, por falar na posição, Guerrero, não se sabe até quando, também está na área…

Bom não esquecer que os outros clubes também tiveram suas baixas, algumas tão grandes como a nossa, como por exemplo o Grêmio, que perdeu Arthur. Enfim, não houve time que se mantivesse intacto.

O que isto quer dizer? Que, mesmo sem Vinícius Júnior, mesmo que ninguém mais seja contratado, o Flamengo continua com um elenco que permite ao torcedor sonhar com a conquista do Campeonato Brasileiro, da Copa do Brasil e da Libertadores. Até porque, como certa vez, Cuca disse algo de uma sabedoria “Maracaneana”, que jamais vou esquecer: “Pior do que não contratar, é contratar errado”.

Pode ser que eu esteja enganado, mas mesmo distante oito pontos, o Palmeiras será o nosso grande rival neste Campeonato Brasileiro. Se penso assim, muito mais ainda será na Copa do Brasil e na Libertadores. Estou levando fé. Embora não tenhamos a seleção húngara de 54, temos elenco para brigar por todos os títulos.

Competência + Sorte + Síndrome de Vira-Lata + VAR Burro + Mbappé = França Campeã do Mundo

(Foto: FIFA / Getty Images)

Acho, modéstia à parte e, claro que, se vocês concordarem que o título do blog seja a síntese do jogo e, consequentemente, a objetiva explicação do título francês.

– Competência ao longo da competição.

– Sorte, este fator decisivo, jamais faltou. Inclusive nesta decisão.

– “Síndrome de vira-lata” – Aquele negócio de time pequeno. Na hora “h”, dança. Assim foi a Croácia.

– O VAR, hoje, burro. Aquilo não foi pênalti, nem aqui nem na China.

– MBAPPÉ, além de talentoso e veloz, decide. Não sei quem a FIFA indicará para o craque da Copa. Votaria nele.

Enfim, ALLEZ LES BLEUS!!! O MUNDO DA BOLA FALA FRANCÊS.

Para encerrar. Perdemos a Copa mais mole de todos os tempos. Vida que segue…

E, SEGUE O LÍDER!!

Hazard, o azar da Inglaterra

(Foto: FIFA / Getty Images)

Claro que o título é uma brincadeira, mas de certa forma, traduz a diferença entre as duas escolas que disputaram o terceiro lugar desta Copa.

A Inglaterra até que evoluiu. Diria mesmo que, tecnicamente, houve uma surpreendente evolução no futebol do time da rainha. Antes, tudo ficava limitado ao jogo aéreo, onde os ingleses apostavam no famoso chuveirinho.

Hoje, pelo que jogaram no segundo tempo, se um pouquinho mais de sorte tivessem, os ingleses poderiam, em determinado momento, ter empatado. O gol não saiu e Hazard carimbou: Bélgica 2 a 0.

A Bélgica tem Hazard. Com H e, com D mudo no final. Ponta de lança clássico, tipo Zico, raridade nos dias de hoje, que fez a diferença no jogo. E, sempre bom lembrar que Hazard tem um “auxilio luxuoso” no time da Bélgica. De Bruyne é também um baita jogador. Se o centroavante Lukaku estivesse num dia, um pouquinho só, mais feliz, a Bélgica teria feito, pelo menos, mais dois gols.

Lukaku foi tão mal que acabou substituído. Kane, o centroavante da Inglaterra, também não jogou nada.

O terceiro lugar da Copa ficou com a seleção mais talentosa. A Bélgica brilhou e, Eden Hazard, genial, lembrou Zico. Como costuma dizer nosso irmão Carlos Egon, “Como joga esta criança…”

FIFA proíbe mulher bonita na TV

(Reprodução da internet)

Por favor, leiam esta matéria, amplamente noticiada mundo afora:


Fifa proíbe emissoras de TV de filmarem ‘torcedoras bonitas’ na Copa

Medida foi tomada depois do grande número de denúncias de assédio sexual na Rússia

Em meio aos casos de assédio na Rússia, a Fifa exigiu nesta quinta-feira, 12, que as emissoras de televisão reduzam as filmagens de torcedoras “atraentes” durante os últimos jogos da Copa do Mundo de 2018.   

De acordo com o chefe do departamento de responsabilidade social da Fifa, Federico Addiechi, a medida foi tomada porque os casos de sexismo na Rússia foram mais comuns que os de racismo. Uma entidade parceira da Fifa registrou 45 denúncias sexuais até agora no Mundial da Rússia.   

A Fifa ainda destacou que a decisão é uma “evolução normal”, apontando que, em comparação com a Copa anterior, em 2014, no Brasil, as filmagens dos jogos melhoraram.

Além dos casos de abusos contra torcedoras, como o do grupo de brasileiros que assediou uma estrangeira em um vídeo, foram registrados também diversos assédios de torcedores contra repórteres mulheres.   

A final da Copa do Mundo de 2018 será disputada neste domingo, 15, entre Croácia e França. Um dia antes, Bélgica e Inglaterra vão se enfrentar pela terceira posição da competição.

Fonte: Estadão (Via ANSA)


E aí, o que acharam? Palavra de honra que imaginei que pudesse ser uma pegadinha. Vinícius de Moraes, o sublime e incomparável poetinha, deve estar dando cambalhotas na tumba, enfurecido com esta suprema agressão da FIFA à obra prima de Deus, que é a mulher e, em especial – que as feias nos perdoem – as bonitas.

Isto nada mais é do que uma estúpida transferência de responsabilidade. A explicação para algumas atitudes grosseiras do homem não pode ser a beleza da mulher, e sim, a sua mente doentia.

Partindo desta inacreditável premissa dos gênios da FIFA, nada que seja bonito ou atraente deve ser exposto, pelo fato de, em função da atração ou da beleza, despertar instintos sinistros em alguns homens deste nosso planeta terra.

Já imaginaram se esta loucura pega, a transformação que haveria no mundo, onde a beleza seria censurada?

Que falta do que fazer!!! Quanta estupidez!!!

A zebra da Copa

(Foto: FIFA / Getty Images)

Que Copa!!! Que espetáculo!!! Tão fascinante que até a zebra foi para a Rússia.

O jogo entre Croácia e Inglaterra foi a partida da gangorra, onde em um momento uma das equipes dominava e martelava, e não demorava muito tempo para o panorama se modificar. Emoção do primeiro minuto de jogo até o último segundo da prorrogação.

Quando meteu o gol, logo no início da partida – e pelo volume de jogo -, a Inglaterra deu pinta de que seria uma barbada, e que no domingo teríamos a reedição da “guerra dos cem anos”.

A Croácia, com calma, alma e talento, conseguiu, pouco a pouco, ir revertendo a situação. Chegou ao empate no tempo normal e, quase vira o jogo. A sorte tinha ido tomar um cafezinho e, só por isso houve a prorrogação.

Curiosamente, nesta prorrogação, a Inglaterra começou mais inteira, dando a impressão de que poderia fazer o gol a qualquer momento, mas a exemplo do tempo normal, o vento mudou e a Croácia começou a retomar o domínio, até o gol da vitória chegar.

Jogo emocionante, corrido, disputado palmo a palmo, fato reconhecido por todos os torcedores, inclusive pelos ingleses.

Quem assistiu de camarote, tendo um dia a mais de descanso, foi a seleção francesa. E, deve ter torcido muito para o jogo ir para a prorrogação – e que a Croácia fosse a vencedora.

A torcida francesa pela Croácia tem duas explicações. A primeira, óbvia, evitar a Inglaterra, que tem mais tradição e, talvez o mais importante, pegar um time mais desgastado fisicamente que, pela terceira vez nesta Copa, estava decidindo o jogo na prorrogação.

Por tudo isso, não há como negar que a França seja a favorita para a decisão de domingo, mas é sempre bom lembrar que o tema em pauta é o futebol, esporte em que a zebra passeia, como em nenhum outro…

Que Copa espetacular!!!

Vaga garantida no detalhe ou “Síndrome de Vira-Lata”?

Lloris, goleiro da França, em grande defesa (Foto: FIFA / Getty Images).

Palavra que tenho minhas dúvidas. Aliás, acho que um pouquinho de cada um. A maioria dos comentaristas de hoje em dia analisa o jogo, não pelo que os times apresentaram, e sim pelo resultado da partida.

Portanto, não há nenhum absurdo em se dizer que a seleção francesa mereceu o resultado, porém, não é um equívoco em se afirmar que esta semifinal teve a vaga definida no detalhe de um único lance. Na única bobeada de marcação de bola parada, a Bélgica tomou o gol. No mais, um jogo parelho.

Há também quem possa afirmar que a camisa pesou, e que, consequentemente, a Bélgica foi vítima da famosa “síndrome de vira-lata”. Quem assim pensa, pode ter a sua dose de razão. O resumo da ópera é que um comentário final deste jogo pode ser tudo isto aí, jogado num liquidificador e, o sumo será a explicação exata.

Algumas coisas me impressionaram no time vencedor. Como é discreto e como é espetacular este goleiro da França, Lloris. Varane, o zagueiro, um monstro. Mbappé, o responsável pela jogada mais linda da partida: um passe de calcanhar sensacional.

O curioso do jogo ficou por conta dos centroavantes. Lukaku, o da Bélgica, muito badalado. Giroud, da França, muito criticado. Os dois não marcaram, mas Giroud participou infinitamente mais do que o seu concorrente belga. Compensou a falta de talento com uma disposição incomum.

E, esta é a Copa das bolas paradas. Daqui pra frente, quem não tiver este tipo de cuidado na formação de um time, vai dançar sempre… O futebol, talvez até pela carência de grandes talentos, está mudado… e, quem não entender isso vai ficar para trás.

Pode ser que eu esteja enganado, mas tenho o palpite de que o novo Bicampeão do Mundo será feliz porque vestiu azul…

O futebol ficou maluco?

Manchetes desta segunda-feira:







(Foto: AFP)

A importância da ousadia

Passados alguns dias da eliminação da Seleção Brasileira nesta Copa, na conversa informal com os amigos, há a unanimidade de que faltou ousadia a Tite em momento crucial da disputa.

A Seleção Brasileira foi para o intervalo do jogo perdendo de 2 a 0 para a Bélgica, com três jogadores – Fernandinho, William e Gabriel Jesus – jogando muito abaixo do mínimo exigível. Em síntese, tínhamos a obrigação de correr atrás, na tentativa de, pelo menos, empatar e levar o jogo para a prorrogação. Como na prorrogação pode ser feita uma quarta alteração, Tite deveria ter voltado para o segundo tempo com Renato Augusto, Douglas Costa e Firmino, nos lugares de Fernandinho, William e Gabriel Jesus.

Faltou ousadia, coragem, talvez até experiência internacional ao nosso treinador. A Copa pesou…

E, bom não esquecer que, apesar da tão propalada organização da comissão técnica, alguns jogadores foram convocados com problemas médicos e, talvez em homenagem à velha amizade, foram no peito e na raça. Errado!!!

Acho que Tite deve ter aprendido muito nesta Copa e, seria uma burrice fenomenal jogar fora esta experiência adquirida fora. Desta forma, não há como não se imaginar que Tite deva continuar.

Esperamos nós que, na próxima Copa com ousadia quando isto for necessário, e sem a obrigação de levar para o Catar, por amizade ou gratidão, quem quer que seja.


(Reprodução da Internet)

Paulo Henrique Ganso

O papo de hoje é esse. O possível interesse do Flamengo neste jogador que pintou tão bem, inclusive dividindo com Neymar o protagonismo naquele bom time do Santos. Os que são do contra vão dizer que Ganso está mal, que inclusive está barrado no seu time.

Aí pergunto: e quando é que se pode repatriar um jogador brasileiro, qual não seja quando ele não esteja em um bom momento? Claro que isto é regra e, como para toda regra há uma exceção, Romário está aí para confirmar.

Sempre gostei muito do futebol de Paulo Henrique Ganso e, por um principio básico e simples. Trata-se de um jogador diferenciado, tecnicamente, muito acima da média. Se a cabeça estiver boa, vai produzir, pois futebol ele tem. Tomara que seja verdade.

Há quem comente que o Flamengo tem também interesse no meia Giuliano. Embora não tenha o futebol de Ganso, pelo que se joga por aqui, também seria bem-vindo.


(Reprodução da internet)

França x Inglaterra?

Em todas as casas de apostas mundo afora, este é o jogo que todos estão apontando como sendo a finalíssima desta Copa do Mundo. No somatório, tradição + futebol e, como quem aposta coloca o seu suado dinheirinho no risco, esta – sem dúvida – é a opção mais conservadora.

Da mesma forma, como o azarão paga mais, há quem arrisque na zebra máxima, apostando em Croácia x Bélgica, sem esquecer as outras combinações que, poderíamos chamar cada uma delas – Croácia x França e Bélgica x Inglaterra – como “meia zebra”.

Se você fosse colocar o seu dinheirinho no fogo, apostaria em que final?

O homem e a Copa

(Foto: FIFA / Getty Images)

Amigos, vocês repararam o quanto rola de emoção em uma Copa do Mundo?

O incrível é que você, para se emocionar, não precisa estar envolvido diretamente no jogo. Nesta partida entre Croácia e Rússia, o que tínhamos nós a ver com isso? E como nos emocionamos… não como torcedores, mas como seres humanos.

Participamos da alegria dos croatas e sofremos junto com os russos. Sabem o que eu acho? O futebol é a maior invenção do homem e, a Copa do Mundo é a Disneylândia para quem ama este esporte, pois tem a capacidade incrível de nos remeter à infância, onde só há pureza e amor.

Nos estádios onde a bola rolou nesta Copa, alguém lembra de algum tipo de agressividade por parte de quem lá foi torcer?

E, bom não esquecer que cada ser humano leva dentro de si um profundo amor pela sua pátria, portanto, há o componente emocional que, por vezes, faz com que as atitudes agressivas ocorram. Pergunto: E por que isto não ocorre na Copa, com este turbilhão de paixão, que faz com que choremos de alegria ou de tristeza, mesmo quando a nossa Seleção não está jogando?

Pergunto, pelo fato de não saber a resposta. O que sei é que este extraordinário, fascinante evento, tem a magia e o poder de fazer com que sejamos seres humanos melhores, capazes de assimilar e ser solidários, com enorme intensidade, da dor e da alegria alheia, mesmo sendo apenas mero espectadores.

Que magia! A Copa é coisa de Papai do Céu…