Competência e … sorte!!!

(Foto: André Durão / GloboEsporte com)

Aliás, há quem tenha como filosofia de vida que sorte e competência caminham juntas. Pessoalmente, acho que há casos que sim e, outros que não.

No caso do Corinthians, aí sim, sem medo de errar, pode-se dizer que sorte e competência caminham juntas, como se viu neste jogo contra o Fluminense.

Indiscutivelmente, o time do Corinthians é muito bem arrumado e, não é por acaso que está para completar trinta jogos de invencibilidade – e de ter a defesa menos vazada do Campeonato Brasileiro. Agora, querer negar que a sorte ajudou neste jogo contra o Fluminense, é negar o óbvio.

E o destino programou para domingo, em São Paulo, o jogo entre Corinthians e Flamengo. Da mesma forma que afirmo ser o Corinthians o time mais certinho do campeonato, não tenho nenhum receio em dizer que o Flamengo tem melhor elenco, um time não tão bem arrumado, mas, pelas individualidades, capaz de quebrar a longa invencibilidade do time paulista.

Além do que já coloquei e, talvez o mais importante, um jogo que pode, para o Flamengo, definir  o restante do campeonato. Ganhando, o Flamengo sinaliza que está no páreo e, tipo de vitória que dará moral para uma grande arrancada. Arriscaria dizer que, domingo próximo, temos uma final pela frente.

E, querem saber? Levo a maior fé!!!

Caiu do céu

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Não foi um jogo animador, mas ante as circunstâncias, foi bom demais. Ouvi de vários amigos durante o jogo que, se Réver estivesse em campo, não teríamos tomado o gol, pois faltou velocidade no lance, tanto para Juan, como para Rafael Vaz. Acho que não é por aí. Se o treinador resolve poupar um jogador, certamente há um motivo forte para isso. Com certeza, o nosso Zé não teve nenhum prazer em não escalar Réver.

O primeiro tempo até que foi bem razoável, com Éverton Ribeiro muito bem na armação, Geuvânio desinibido e, Berrío, na velocidade, dando enorme mão de obra para a defesa do Coritiba. O gol, uma pintura. Linda a metida de bola de Éverton Ribeiro e, perfeita a complementação de Berrío.

Mesmo antes do gol de empate do Coritiba, o nosso time já estava meio capenga, vacilante na armação e sem inspiração. Dos três que se destacaram no primeiro tempo – Éverton Ribeiro, Geuvânio e Berrío – apenas o colombiano continuava na mesma batida e, curiosamente, foi ele sacado do time.

O que não entendo e aceito é incoerência. Outro dia, num jogo muito mais difícil, Zé Ricardo ousou, sacando os dois volantes, na tentativa de tornar o time mais agressivo. Hoje, contra um adversário mais fraco, quando poderia ousar, foi conservador, sempre trocando seis por meia dúzia.

Rômulo, definitivamente, está fora de sintonia. Além de apagado no jogo, foi o grande responsável pelo sofrimento até o fim do jogo, pois, fominha, deixou de servir Felipe Vizeu que estava sozinho, e com o goleiro batido.

Vinícius Júnior, esquecido nos três últimos jogos – quando sequer relacionado foi – acabou sendo decisivo. A ousadia foi premiada e, do pênalti sofrido por ele, veio o gol da vitória.

Enfim, apesar do sofrimento, veio a vitória e, a esta altura do campeonato, era só o que interessava.

Que os que descansaram joguem na plenitude contra o Santos. Aliás, semaninha danada. Santos na quarta, e Corinthians no domingo e, tudo em São Paulo. Continuo levando fé. O nosso elenco é bom. O que falta é achar e engrenar o time.

Detalhe final. Um horror ver o Flamengo jogar de amarelo. Nem sempre a modernidade caminha de acordo com coerência e tradição. E, este é um caso típico.

Durante o jogo, descobri a vocação desta camisa para o torcedor rubro negro. Indumentária perfeita para ir a qualquer jogo da Seleção Brasileira. Camisa que não pode faltar na mala para a Copa da Rússia…

Bom cabrito não berra…

Deu no rádio, e em tudo que é lugar, que o presidente Eduardo Bandeira de Mello, inconformado com a atuação do árbitro de ontem, irá “rodar a baiana” na CBF.

Entendo a frustração do nosso presidente que, viu ontem fugir pelos dedos uma vitória que se desenhava certa e, com isso, continua enxergando o Corinthians só de binóculo…

Acho até que, no lance que originou um dos gols do Palmeiras houve uma falta escandalosa de Mina em Guerrero e, o que é pior, na cara de sua senhoria…

No mais, com toda sinceridade, achei a arbitragem dentro dos padrões que estamos habituados a ver por aqui.

Acho muito pouca areia para movimentar um caminhão. E, este negócio de chororô, não é e nunca foi a nossa vocação.

Infelizmente, Diego ainda está readquirindo ritmo de jogo após longa inatividade – o que é mais do que normal na idade dele – e, Éverton Ribeiro ainda está procurando se ajeitar no time e ao futebol brasileiro.

Se São Judas ajudar, a cada jogo os dois vão evoluir e com isso a tendência do time é crescer. Se vai dar para encostar no Corinthians, aí são outros quinhentos, pois depende mais dos tropeços deles, do que da nossa evolução.

De qualquer forma, temos elenco para continuar acreditando.

Vida que segue. Sem chororô…

Jogo bom. Resultado ruim

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Duvido que alguém que goste de futebol – e que tenha visto este Flamengo e Palmeiras – não tivesse achado que o jogo foi bom. Intenso é a palavra que pode, de forma objetiva, definir o que se viu na Ilha do Urubu.

Tenho a impressão de que há uma enorme semelhança entre Flamengo e Palmeiras, que foram os que mais investiram, e que até agora não tiveram o retorno esperado.

No que nos diz respeito, um time de muita luta, porém sem que os seus dois principais jogadores, Diego e Éverton Ribeiro, jogassem metade do que sabem. E isto, sem nenhuma duvida fez a diferença, pois quem poderia desequilibrar, apenas razoável foi. Diego, mesmo perdendo o pênalti, ainda assim, num plano superior a Éverton Ribeiro.

Na realidade, tudo dentro do contexto, pois estamos arrumando o time no transcurso do campeonato. Diego vem de contusão, e Éverton Ribeiro em período de adaptação, ao time e ao futebol brasileiro.

Edinho, que comentou o jogo, colocou com muita propriedade que Berrío é um jogador útil nas escapadas, isto é, quando tem espaço. Hoje, com o Palmeiras retraído e sem dar espaço, era muito mais para um jogador de habilidade do que um de velocidade.

No fundo, acho até que Zé Ricardo acabou dando sorte, pois na tentativa de ganhar o jogo, deixou, em função das substituições, o time muito vulnerável. Deu sorte. Quase perde o jogo no final.

A galera ficou uma fera com a entrada de Mancuello no lugar de Éverton, que era um dos destaques do time. Sei lá, mas acho que este argentino já deu…

E, ainda no achismo, Vinícius Júnior, que nem no banco estava, poderia ter ajudado.

O Corinthians tropeçou de novo. Renato Gaúcho pediu desculpas pela previsão de que haveria um declínio do time paulista, aliás, sem nenhuma necessidade, pois apenas transmitiu ao respeitável público o que pensava. E, pelos resultados, como pitonisa, Renato Gaúcho é dez…

Enfim, jogo emocionante em que só o resultado não foi bom. Ainda dá para acreditar. Se Diego e Éverton Ribeiro começarem a jogar, ainda é possível…

Ganhamos um ponto ou, perdemos dois?

(Fotos: Staff Images / Flamengo)

A proposta do título me parece pertinente. Como propus, já saio dando a minha opinião. Na corrida pelo título, perdemos dois pontos. E, ponto!

O jogo, muito igual. O Flamengo com mais posse de bola, e o Cruzeiro procurando o contra-ataque.

Éverton Ribeiro ainda não conseguiu se encaixar. Talvez pela intensidade como se joga aqui, diferente de onde jogava. Vai melhorar…

Diego, muito marcado. Mano, malandro, sabe que o nascedouro das jogadas do Flamengo começa ou passa por Diego. O rodízio de faltas no nosso melhor jogador foi a demonstração clara da preocupação do treinador do Cruzeiro. Acabou dando certo.

Meu amigo “Capacete”, o mestre Júnior, afirmou na transmissão que Rafael Vaz não acompanhou Sassá no gol do Cruzeiro. Vi e revi o lance um montão de vezes. Se culpa houve no gol, metade de Rafael e metade de Réver. Aliás, esta foi a única falha da zaga rubro-negra.

No gol do Flamengo, o início da jogada foi espetacular e, quem armou o contra-ataque foi o goleiro Thiago, com uma enfiada de bola perfeita.

Laterais, bem. Zagueiros, já falei. Meio campo defensivo, muito bem, com destaque para Márcio Araújo.

Meio ofensivo, de razoável para bom, com destaque para Éverton. Guerrero, super discreto. Hoje, não incomodou. Quem entrou nada acrescentou. Aliás, de que adianta colocar Berrio em campo, sem Diego para enfiar as bolas? … Sem milho, não há pipoca…

Domingo morno. De bom, só a manhã, com mais uma vitória espetacular de Roger Federer, o Pelé do tênis.

 

Uma coisa é uma coisa. Outra coisa é outra coisa

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Lendo os comentários no blog e assistindo a alguns programas de televisão, chego à conclusão de que muitas pessoas não conseguem entender que uma crítica pode ser pontual que, pelo fato de se fazer algum tipo de observação, não está absolutamente se concluindo se alguém é competente, ou não. Se partirmos da premissa de que, por natureza, o ser humano é falho, já será suficiente para que todos entendam que não há quem acerte todas, que seja feliz sempre.

Ontem, aqui no blog, registrei que achei que as alterações introduzidas por Zé Ricardo foram confusas, deixando o time do Flamengo extremamente vulnerável, e que não entendia o fato de Damião não ter sido substituído. Hoje, continuo pensando da mesma forma, porém, sentindo a necessidade de dizer que não fiz um julgamento final sobre o nosso treinador. O comentário foi pontual. Apenas com relação ao que vi ontem.

Por falar em programa de TV, meu amigo Paulo César Vasconcellos, meio que dando um pito nos seus companheiros, afirmou que todos estavam esquecendo os méritos do Grêmio no jogo. Ato contínuo, Marcelo Barreto, com sagacidade, colocou que os melhores momentos do jogo, com o Flamengo tendo domínio total e perdendo muitas chances de gol, indicavam outra coisa. Ficou difícil para Paulo César convencer o eleitorado…

A grande verdade é que, independentemente de equívocos cometidos, a sorte, que é decisiva no futebol, foi para a Ilha do Urubu doida por um chimarrão… Aí não tem jeito…

Claro que comissão técnica e dirigentes devem estar convencidos de que precisamos de um baita goleiro para ontem, e que Guerrero não tem um substituto à altura. O goleiro parece que já está a caminho. Quanto ao substituto para Guerrero, que tal quando ele não puder jogar, Zé Ricardo criar uma situação nova, com um falso centroavante, privilegiando o toque rápido de bola. Acho que funcionará melhor do que com os substitutos naturais de Guerrero. Com o elenco que temos, isto não será problema.

Tomara que a derrota não tenha abalado psicologicamente o time. O campeonato continua e, segundo “Mãe Renato Diná Portaluppi”, o Corinthians vai começar a descer a ladeira…

Domingo, contra o Cruzeiro, vamos ter a noção exata de qual será o nosso papel neste campeonato. Ainda bem que Guerrero joga…

Faltaram, inspiração e São Judas Tadeu

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Tirando Rafael Vaz e Éverton, e aí, incluindo o treinador, a falta de inspiração foi geral. No primeiro tempo, o Flamengo só foi Flamengo nos cinco minutos finais. Não é que tenha sido inferior ao Grêmio, apenas foi aquém, muito aquém do que o torcedor esperava.

O gol do Grêmio, com todo respeito, muita sorte no bate rebate, e quando precisamos de um goleiro para pegar uma bola mais difícil, não tivemos e só teremos se alguém muito bom for contratado.

No segundo tempo, o início foi até bom, só que a sorte não ajudou, com todas as finalizações terminando em cima do jovem e bom goleiro do Grêmio.

O nosso Zé Ricardo, em noite de pouquíssima inspiração, com alterações confusas que deixaram o time completamente vulnerável. E não deu para entender como Damião não foi substituído.

Noite profundamente infeliz…

Quatro rodadas para decidir a vida

Hoje, no papo do almoço, onde atingimos o extraordinário índice da mesa ser 100% rubro-negra, partimos para uma análise das próximas rodadas e concluímos que, nas quatro próximas, quem sabe, o Campeonato Brasileiro possa estar sinalizando que rumo tenha tomado.

Nos quatro jogos seguintes, o Corinthians, líder com nove pontos de vantagem sobre o Flamengo, fará um jogo em casa e três fora. O Flamengo, caçador, exatamente o contrário, fazendo três jogos em casa e um fora.

JOGOS DO CORINTHIANS

  • Palmeiras (fora);
  • Atlético Paranaense (casa);
  • Avaí (fora);
  • Fluminense (fora).

JOGOS DO FLAMENGO

  • Grêmio (casa);
  • Cruzeiro (fora);
  • Palmeiras (casa);
  • Coritiba (casa).

A rodada seguinte, ou seja, a quinta, programa Corinthians x Flamengo, em São Paulo.

Estas quatro rodadas terão enorme influência no jogo entre Corinthians e Flamengo. Se fizermos o dever de casa com competência, será meio caminho andado.

Pingadinhas de segunda…feira!!!

(Foto: Extra)

Alguém ouviu alguma autoridade, seja ela esportiva, estadual, municipal ou federal, sobre os tristes acontecimentos de sábado, em São Januário?

Li, no Globo, uma declaração do procurador Rodrigo Terra, dando conta de que pediria a interdição do estádio. De lá para cá, mais nada. Na esfera esportiva, claro que haverá um julgamento e, alguma punição, provavelmente ao Vasco da Gama, deve ocorrer.

Este é o tipo de situação que, como adora o brasileiro, achar o culpado é a missão. Na realidade, foram vários os culpados, pois não é possível que no mundo de violência gratuita em que vivemos, não tenha havido uma única voz, com autoridade e poder de decisão, que se levantasse para defender a tese de que estávamos diante de uma tragédia anunciada.

Aqui no blog, não pecamos, não cometemos este grosseiro erro, até porque, muito além do futebol, estava em jogo a segurança de seres humanos. Inúmeros companheiros chamaram a atenção para o que poderia ocorrer.

No Estado do Rio de Janeiro, só há um lugar para um jogo “à vera”, entre Flamengo e Vasco, que é o Maracanã. Que me desculpem os botafoguenses, mas o Engenhão, com aquela enorme dificuldade de acesso de locomoção e, de ruas estreitas, também não dá. E, para piorar a situação, o conturbado momento político do Vasco, onde qualquer fósforo aceso se transforma em paiol, foi o ingrediente que faltava para tanta violência.

Se o jogo for analisado de forma lúcida, a conclusão é a de que, com a diferença de investimentos, onde o do Flamengo é brutalmente superior ao do Vasco e, consequentemente, em função disso tem um time muito superior, o resultado de 1 a 0 para o Flamengo, nestas condições, deveria ser analisado como absolutamente normal.

Como as recentes vitórias do Vasco sobre o Flamengo, mesmo com equipes inferiores no papel, foram consideradas dentro do contexto por quem é rubro-negro, mesmo com insatisfação, como normal, até porque, quem conhece um pouquinho de futebol sabe que um clássico, pela tradição, encurta a distância técnica e, que tudo pode acontecer. O que se viu no sábado, extrapola o mundo da bola. Infelizmente, os responsáveis pelos “outros mundos” não estão nem aí. Este triste episódio, como resumo da ópera, como resultado final, deveria sim, ao invés de interditar São Januário, interditar todas as autoridades que pecaram, seja por incompetência ou inconsequência. São Januário é o mordomo…

E, apesar de inúmeros zagueiros, quis o destino que estivéssemos à míngua neste setor tão importante. Os únicos “inteiros” são Réver, recuperado da gastrite, e o combatido – e ao mesmo tempo eficiente – Rafael Vaz. Além de poucos zagueiros, pra rimar, sem Guerrero, pelo terceiro amarelo recebido no jogo contra o Vasco. Com tudo isso, o simples fato de ter em campo Diego e Éverton Ribeiro, não há torcedor rubro-negro que tenha uma gotinha de pessimismo. Tipo do jogo, pela importância e pela motivação da nossa torcida, programado em local e horário equivocados. Quinta-feira, 19h30, na Ilha do Governador, em horário de rush e no transito caótico do Rio, é sinal claro de que está faltando sensibilidade…

E a boa notícia é que o Palmeiras vai completinho, no Allianz Parque, pra cima do Corinthians. A caçada só está começando…

Vitória para embalar

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Tomara que ninguém venha aqui colocar que vencemos um time fraco. Hoje, o Vasco não é o “Expresso da Vitória”, mas também não é o Íbis.

Jogo difícil, como imaginávamos. E, em tempo algum foi moleza ganhar em São Januário. Quanto mais agora, com o time da casa tendo 90% dos torcedores.

Primeiro tempo muito truncado, com o árbitro fortão meio enrolado, distribuindo cartões no início do jogo e economizando no final. O Flamengo dominou o primeiro tempo, até porque tem mais time, porém, sem ser agudo.

No segundo tempo procuramos o gol e encontramos. O drible de Éverton Ribeiro foi sensacional. Aliás o gol premiou os dois jogadores mais inspirados. O título do blog bem que poderia ser “ÉVERTONS”… Os dois, Éverton e Éverton Ribeiro, jogaram muito.

E, por falar em jogar muito, não dá para não registrar o quanto foram eficientes, precisos e guerreiros, Márcio Araújo e Raphael Vaz. Desculpem os amigos que pensam de forma diferente, mas não há no elenco do Flamengo um jogador com as características de Márcio Araújo, que resiste como titular ao longo de todos os treinadores que por lá passaram. Por que será?

Raphael Vaz, outro combatido por tanta gente, demonstrou que, além de saber jogar, tem personalidade. Segurou com talento e determinação o seu setor. Acertou tudo. Desculpem. Errou aos 48 do segundo tempo em uma esticada de bola. Bela partida do único zagueiro que sobreviveu…

O nosso goleiro, no momento preciso, compareceu. Muito boa a defesa no chute de Luiz Fabiano. Laterais atentos e fogosos. Cuellar foi um bom auxiliar de Márcio Araújo, e Diego, a categoria de sempre.

Os dois centroavantes, Guerrero e Damião, infernizaram a zaga do Vasco. Curioso que, após a saída de Guerrrero, por contusão, Damião deu ritmo igual, inclusive sendo responsável por linda jogada que Éverton Ribeiro se enrolou e, perdeu o gol.

Vitória para embalar, para dizer a todos que o Corinthians tem no campeonato o seu caçador…