Vitória duplamente importante

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Quando se é minimamente competente, a sorte ajuda.

A sorte começou lá atrás, na quarta-feira, quando o Corinthians se sagrou campeão. Óbvio que, se nesta tarde o título ainda estivesse em jogo, o Corinthians seria outro adversário. Como conquistou o título, o campeão do Brasil entrou hoje em campo ainda de ressaca e, com alguns jogadores poupados.

Como nada tem a ver com isso, o time do Flamengo, pressionado pelos últimos resultados, entrou com os nervos à flor da pele, mas com a faca entre os dentes.

Falando ainda em sorte, há decisões de arbitragem que podem definir um jogo. Hoje, tivemos a sorte em dois momentos. Primeiro, na marcação do pênalti que realmente foi duvidoso e, como tal, o árbitro poderia marcar ou não. O segundo momento, na loucura que foi a agressão de Rhodolfo em Felipe Vizeu e, na grosseria de Vizeu com o gesto obsceno para Rhodolfo. Os dois poderiam – e deveriam – ter sido expulsos. Não foram. Demos sorte…

A barração de Éverton Ribeiro e, as escalações de Mancuello e Geuvânio deixaram o torcedor do Flamengo com a pulga atrás da orelha. Menos mal que Mancuello foi bem, tendo feito inclusive um golaço. Apesar da vitória e do fato de Mancuello ter atuado bem, é difícil entender este tipo de decisão por parte do treinador. Tomara que tenha sido só para hoje…

Um fato me chamou a atenção. Como é super importante a presença de um baita goleiro. Hoje, o nosso goleirão fez três defesas espetaculares e uma muito difícil, que se dá o rebote, seria gol do Corinthians. Goleiraço!!!

Diego também foi muito bem. Jogou como um verdadeiro armador e, não como um ponta de lança. Hoje, foi perfeito na função.

Resultado importantíssimo. Primeiro, pelo fato de manter o time vivo na briga pela Libertadores, via Campeonato Brasileiro. E, como sempre digo que, em futebol, confiança é quase tudo, acho que começamos a ganhar o jogo de quinta, pela Copa Sul-Americana, no jogo deste domingo em cima do campeão brasileiro.

Finalmente um domingo feliz!!!

RUIM de “A a R”

Coritiba x Flamengo – 16/11/2017 (Foto: Staff Images / Flamengo)

O “A” é do amarelo. Nada contra a cor, que até acho alegre. O ruim é a interferência desta cor na tradição de um clube pra lá de centenário. O FLAMENGO É VERMELHO E PRETO!!!

Por favor, chega de se render aos interesses comerciais das fábricas de material esportivo. O FLAMENGO não é o Villa Real, e tão pouco o Brasiliense. O FLAMENGO É VERMELHO E PRETO!!!

O  “R” é de Rueda. Que coisa medonha o nosso time. Nunca vi tão desarrumado, sem inspiração e sem personalidade. Rueda foi um irresponsável em aceitar este convite. Visou única e exclusivamente o vil metal.

Como é que alguém chega para comandar um time, na fase aguda do calendário, com várias competições em disputa, sem conhecer ninguém no Flamengo e tão pouco nossos adversários?

Aí, tivemos a soma de um palpite infeliz por parte da diretoria, com uma extrema irresponsabilidade de Rueda.

O nosso treinador, que sabe de Flamengo o que sabemos nós de botânica, escala mal, substitui pior ainda e, não passa nenhuma energia. Um desastre.

Não está sendo pior em função da incompetência dos nossos concorrentes. Reparem que, mesmo com resultados ridículos, o Flamengo continua na mesma posição na tabela.

Temos um tempinho até o início da semifinal da Copa Sul-Americana. Alguém precisa por ordem na casa e dar uma injeção de ânimo na rapaziada. Duro é ver tanta desarrumação. Diego jogando recuado demais e, terminamos com Rhodolfo na ponta esquerda.

Há momentos pra tudo na vida. No nosso caso, uma sacudidela precisa ser dada IMEDIATAMENTE!!!

Será que ninguém vê? Por favor…

Peru, Corinthians e Flamengo

(Foto: EFE / Ernesto Arias)

A festa peruana, com 50 mil pessoas no estádio, foi algo mágico no futebol.

A vitória por 2 a 0 sobre a Nova Zelândia foi justa. A emoção maior foi após o apito final, com a torcida dando um verdadeiro show. Foi muito bom ver a classificação da seleção peruana. Torci muito. Valeu a pena ter encarado a madrugada.


(Foto: Miguel Schincariol / AFP)

E o Corinthians, ante tanta incompetência da concorrência, e com justiça, finalmente colocou a mão na taça. Conquista curiosa, em que após um primeiro turno irrepreensível, desceu a ladeira de forma vertiginosa e, mesmo assim, chegou lá. E, só chegou pelo fato de todos os concorrentes, pelos mais variados motivos, terem descido a mesma ladeira.

Pelo pouco investimento, uma conquista para ser muito comemorada pelos corintianos. Caiu do céu…

Dizer o que? Parabéns!!!


Treino do Flamengo – 14/11/2017 (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

E, lá vamos nós no jogo de hoje contra o Coritiba. Leio que o nosso treinador vai barrar Arão, e “testar” Márcio Araújo. Será que o repórter escreveu certo? Será isto mesmo?

Enfim, nada mais me surpreende no futebol, mas ser for verdade, que é de lascar, é.

O Vasco empatou. Como tem o mesmo número de vitórias do que o Flamengo, mas perde no saldo  (que vergonha!), ainda estamos na frente. Hoje, até um pontinho é bom negócio, “quebra um galho”…

De uma certa forma, temos, a exemplo do Corinthians, contado com a incompetência da concorrência. E, de certa forma, muito bom que o Corinthians já seja o campeão. Que comemorem muito, de preferência, invadindo o final de semana. Que a farra se estenda até sábado…

Desarrumado e sem inspiração

(Foto: Staff Images / Flamengo)

Em síntese, é o que pode se dizer do time do Flamengo neste jogo contra o Palmeiras.

O placar do primeiro tempo – 2 a 0 – que acabou sendo o resultado final, reflete como o nosso time entrou desarrumado. Pra começar, dando inúmeras oportunidades de contra-ataque ao Palmeiras e, daí, nasceu o primeiro gol. Erro crasso de posicionamento dos dois zagueiros de área que ficaram em linha, quando um deles deveria estar na sobra.

O segundo gol, mérito deste bom jogador Keno, construtor intelectual da jogada palmeirense.

Imaginei que no segundo tempo o senhor Rueda fosse colocar Vinícius Júnior no lugar de Renê. Primeiro, por ser uma alteração óbvia e, como agravante, pelo fato de Renê ter recebido cartão amarelo. Quem saiu foi Cuellar e, a partir daí, o time que estava desarrumado se transformou numa caricatura. As outras duas alterações, me nego a comentar. Perda de tempo…

O que fica mais do que claro é que o elenco não foi bem montado. Não dá para ficar sem Guerrero e ter Vizeu como reserva imediato. Não dá para ficar sem Diego e, entregar a criação do time para Paquetá, que hoje, a bem da verdade, não foi dos piores. Mas de qualquer maneira, ainda tem que comer muito feijão com arroz.

Pior de tudo é ter que, na impossibilidade de torcer por uma vitória nossa, ficar secando o Vasco para não nos ultrapassar. Duro…

Ainda pior, é que no meio de semana um resultado negativo diante do Coritiba, em Curitiba, obrigatoriamente nos colocará atrás de Vasco ou Atlético Mineiro, que se enfrentarão em São Januário.

Hoje, tirando um pouquinho da vontade de Éverton, Éverton Ribeiro e Paquetá, o que se viu foi uma pobreza só.

Infelizmente, a coisa tá feia…

Muito futebol. Qualidade zero!

(Foto: Fernando Soutello / AGIF)

Nesta fase de recuperação tenho visto tudo que é jogo de futebol.

Pelas eliminatórias para a Copa do Mundo, vi a vitória da Suécia sobre a Itália e, na madrugada deste sábado, Nova Zelândia x Peru, jogo que terminou empatado em 0 a 0.

Pelo Campeonato Brasileiro, vi a vitória do Atlético Paranaense em cima do Botafogo, no Engenhão. O que estes jogos tiveram em comum? A péssima qualidade.

O menos ruim foi Suécia e Itália, mesmo assim, de uma pobreza técnica de dar dó.

Agora, de irritar, os outros dois jogos, um pelas eliminatórias e outro pelo Campeonato Brasileiro. No Engenhão, só houve gol pelo fato de o goleiro do Botafogo, o paraguaio Gatito, ter espalmado a bola para dentro do gol. Não fosse isso, Botafogo e Atlético Paranaense estariam jogando até agora e, com certeza, o placar estaria em 0 a 0.

Definitivamente, toda vez que o Botafogo tem a obrigação de tomar a iniciativa, a vaca vai pro brejo. O time de Jair Ventura é bem arrumado, disciplinado, mas pobre de técnica. A sua única arma é o contra-ataque. Quando se vê obrigado a propor o jogo, se enrola todo. Tanto é verdade que esta foi a sexta derrota no Engenhão, neste Campeonato Brasileiro.

Fiquei acordado de madrugada, curioso em ver como a seleção peruana iria se virar sem Guerrero e, torcer por uma boa atuação do nosso lateral Trauco.

Guerrero fez muita falta. A seleção peruana perdeu personalidade sem a presença de seu artilheiro e principal jogador.

Trauco, burocrático ao extremo. Incapaz, como faz no Flamengo, de tentar uma jogada pessoal ou arriscar um chute de longe.

Enfim, muito futebol e nada para se aproveitar. Jogos duros. De se ver…

Neste domingo, o nosso jogo é contra o Palmeiras e os objetivos são iguais, com os dois lutando por uma vaga na Libertadores, via Campeonato Brasileiro.

Não tenho nenhuma dúvida que será um bom jogo. Flamengo e Palmeiras fazem parte de um pequeno grupo de equipes que têm condições de propor o jogo. Pelo fato de jogar em casa, a obrigação maior fica com o Palmeiras, o que equivale a dizer que o contra-ataque pode ser a solução para o Flamengo.

Tomara que o senhor Rueda lembre que Vinícius Júnior existe.

A premiação

Antes do tema principal, quero responder ao companheiro JOÃO LUIZ que, em seu comentário, afirmou que a premiação em dinheiro no Campeonato Brasileiro é uma grande motivação para os jogadores se empenharem a fundo.

Nosso JOÃO LUIZ fez esta colocação em função de ter eu dito que o time do Cruzeiro já estava com a vida resolvida, pelo fato de ter ganho a Copa do Brasil, garantindo assim vaga na Libertadores. Como não tem condições de ser o campeão brasileiro, e tão pouco pode ser rebaixado, vai jogando, com os jogadores já “de férias”.

JOÃO amigo, tenha a certeza de que os jogadores não estão nem aí para o fato de que o clube pode receber 11 milhões de reais se o vice-campeonato for alcançado. Já vi este filme que, pode ter um final feliz. Basta uma reunião e comunicar aos jogadores que o clube com eles dividirá o prêmio. Simples assim…

A diretoria do Cruzeiro, com certeza, não fez isso.

Ganhou quem teve vontade de ganhar

Flamengo 2 x 0 Cruzeiro – 08/11/2017 (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Embora Mano Menezes tivesse tentado, fora das quatro linhas, dar ânimo ao seu sonolento time, o que se viu foi um jogo de um só time.

Não que o Flamengo tenha feito uma atuação deslumbrante, mas diferentemente do Cruzeiro, correu atrás da vitória o tempo todo.

Além dos dois gols, de Éverton e Vinícius Júnior – que novamente entrou só no finalzinho do jogo – o time teve pelo menos mais três chances de marcar.

O Cruzeiro, por seu turno, não criou nenhuma oportunidade. O time mineiro nada fez, em parte porque não correu. Não teve vontade de ganhar.

Este calendário maluco acaba criando esta situação. O Cruzeiro – campeão da Copa do Brasil – já está garantido na Libertadores. Sabe que não pode ser o Campeão Brasileiro. Sabe que é indiferente ser quarto, quinto, oitavo, nono ou décimo no Brasileiro. E não corre risco de rebaixamento. Convenhamos que motivar este time, pelas circunstâncias apresentadas, realmente é uma missão complicada.

No Flamengo, não houve destaque individual, embora Rafael Vaz, Éverton e Paquetá tenham aparecido um pouquinho mais. Só um pouquinho…

Vinícius Júnior, de novo, poderia ter entrado mais cedo. O jogo, no segundo tempo, pedia um jogador de velocidade para puxar o contra-ataque. Vinícius só entrou aos 33 minutos e, assim mesmo, porque a torcida “deu um toque” no Rueda. Entrou e, deixou o dele.

Pergunta que não quer calar: O que precisa Vinícius Júnior fazer para convencer o teimoso Rueda que, como um jogador diferente, merece uma maior atenção?


E o Vasco, hein? De madrugada, Eurico reeleito e, na noite santista, 2 a 1 na Vila famosa…

O futebol e as suas imprevisibilidades.

O Corinthians, com sorte de campeão, achou um gol maluco, enquanto o Atlético Paranaense meteu bola na trave e perdeu pênalti.

Jair Ventura, o destaque absoluto entre os treinadores no Campeonato Brasileiro, levou o Botafogo a mais uma vitória.

O Palmeiras, nosso próximo adversário, é o balão japonês do campeonato. Conseguiu a proeza de fazer o Vitória ganhar no Barradão…

O melhor sono do mundo é o sono da vitória. Ganhar, seja como for, é muito bom…

Desanimador…

(Foto: Staff Images / Flamengo)

Os erros de hoje foram completos. Dentro e fora de campo.

Após o Fla-Flu, por tudo que representou para a classificação do Flamengo e, acreditando no mínimo de bom sendo do senhor Rueda, imaginei uma escalação contra o Grêmio parecida com o time que terminou o Fla-Flu.

A esperança ruiu quando liguei a televisão e soube da escalação de Renê na lateral esquerda, com Éverton pela esquerda de ataque. Márcio Araújo foi a outra “surpresa” na escalação. E, com isso o Flamengo entrou em campo com três volantes…

Aquele negócio de que, quem entra para não perder, abre mão de ganhar o jogo, é uma verdade cristalina.

No primeiro tempo ainda deu para enganar, pois o Grêmio fazia uma de suas piores apresentações no campeonato, talvez com a cabeça ainda na Libertadores.

Rueda, que hoje não podia ficar em pé, e por isso viu o jogo sentado no banco, não teve sensibilidade para escalar um time que vinha de um Fla-Flu que sinalizou qual era a nossa melhor escalação.

Como fizemos o primeiro gol do jogo, imagino que Rueda deve ter se sentido um gênio. Acontece que um jogo de futebol tem dois tempos e, em consequência, o Grêmio deixou o sono no vestiário e resolveu jogar bola na segunda metade.

A bem da verdade, houve uma coincidência da virada de atitude por parte dos jogadores do Grêmio, com a pane mental no sistema defensivo do Flamengo, com Pará e Rhodolfo falhando no gol de empate, Pará – de novo – no segundo gol e, Rafael Vaz, que vinha fazendo um bom jogo, entregou o terceiro gol gremista.

Sinceramente, já está ficando cansativo. Estamos sendo vítimas de uma sucessão de erros grosseiros que, começam no vestiário e contaminam o time em campo.

E ter que torcer pelo Vitória para não ser ultrapassado pelo Vasco é a maior demonstração da nossa incompetência.

Desanimador…


Amigos,

Vi todo o jogo do Vasco. Impressionante o massacre do Vitória. Menos mal que, após a rodada, continuamos no bolo da libertadores.

Os próximos adversários são perigosos e, com objetivos definidos. Cruzeiro (casa), Palmeiras (fora) e Coritiba (f).

Pelo que vi hoje, a chance de o Vasco nos ultrapassar é desprezível. O São Paulo pode incomodar. Não classificar para a Libertadores, via Campeonato Brasileiro, só com muita incompetência.

Forte abraço a todos.

Que jogão!!!

(Foto: Marcos Ribolli)

Pra quem gosta de futebol, a segunda-feira foi gorda… Há muito tempo não vejo um jogo tão bom, com um resultado justíssimo.

O 2 a 2 foi um presente para quem viu o jogo na TV e, claro, melhor ainda para quem curtiu as emoções na Arena do Palmeiras.

E, o início foi meio louco, com o Cruzeiro fazendo 1 a 0, num gol contra do zagueiro palmeirense Juninho, que “quase” foi contratado pelo Flamengo ao Coritiba.

Depois, a iniciativa sempre do Palmeiras, com o Cruzeiro muito bem arrumado, jogando no contra-ataque. E, desta forma chegou ao segundo gol, num golaço de Robinho que, entrou e um minuto e meio depois, meteu o gol.

O Palmeiras continuou correndo atrás e, Borja, artilheiro da noite, empatou.

Ninguém pisou na bola e os destaques foram vários e, dos dois lados.

E pensar que Keno esteve nas mãos do Flamengo e que Egídio foi desprezado pelo nosso pessoal do futebol.

Enfim, que jogão!!!

Pingadinhas de segunda

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

. O nosso Carlos Egon, em seu comentário, pescou uma passagem curiosa no jogo contra o Vasco. Após perder um gol incrível – a melhor chance do jogo – Paquetá, ao invés de lamentar o lance por ele perdido, levanta e sacode os dois braços, num gesto característico de “exigir” apoio da torcida. A conclusão do Egon, foi genial: “cara de pau…”


(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

. Pelo que leio, hoje é o dia decisivo para se saber se Guerrero joga contra o Fluminense. Tenho cá as minhas dúvidas, embora torcendo para que seja ele liberado. Incrível como a sucessão de fatos fez com que o Flamengo abrisse mão de Damião, o reserva imediato e, paralelo a isso, largasse pra lá, não desse moral a Vizeu, a opção que restava. Sensibilidade na sola do sapato…

O que mais me preocupa se Guerrero não jogar é o que vai fazer Rueda…


. Ontem, fiquei em dúvida sobre que jogo ver. As opções eram: Atlético MG x Botafogo, Ponte Preta x Corinthians e Fluminense x Bahia.

Pesou o fato de termos que decidir contra o Fluminense e, em função disso, o jogo que seria a última opção de escolha, acabou sendo o eleito.

Claro que clássico é clássico e, por isso mesmo tudo pode acontecer, mas pelo que vi ontem, o Flamengo vai ter que fazer um esforço descomunal de incompetência para não ir adiante na Copa Sul-Americana. Em síntese, o Flamengo só perde para ele mesmo.

(Foto: Rudy Trindade/Estadão Conteúdo)

Muito me espantou neste jogo o comportamento da torcida do Fluminense. Gustavo Scarpa talvez seja o único jogador tricolor que qualquer torcedor gostaria de ver em seu time. E não é que, desde o início do jogo, a torcida do Fluminense deu de pegar no pé dele. Como é craque, respondeu com uma linda jogada que terminou no gol de empate. E, além de craque, demonstrou sabedoria e sensibilidade apenas balançando a cabeça negativamente, manifestando reprovação pela atitude da torcida.

O torcedor às vezes viaja. E, nestas viagens, o Corinthians perdeu Rivelino para o Fluminense e Silva para o Flamengo.  Cito estes dois exemplos, já que estamos em semana de Fla-Flu.


(Foto: Divulgação Corinthians)

. E o Corinthians, hein? Como previu o treinador e pitonisa Renato Gaúcho, o Timão despencou…

É verdade que foi uma tarde de Aranha. O goleiro da Ponte esteve soberbo, fazendo defesas impossíveis.

Ainda hoje, caso o Palmeiras vença o Cruzeiro, a diferença será só de três pontos e, domingo, na Arena Corinthians, o bicho vai pegar.

Como sempre afirmo, confiança em futebol é quase tudo. E, é exatamente isso que está faltando ao Corinthians.

Semana decisiva para o campeonato…

No mais… volta Guerrero!!!