Presente de São Judas no dia do aniversário

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

São Judas foi ao Maraca e consertou duas lambanças que poderiam ter jogado água no nosso chopp de aniversário.

A primeira, de Henrique Dourado, que parecendo daltônico, confundiu a camisa vermelha e preta com a preta e branca, entregando a bola para Rodrygo, o garoto bom de bola do Santos, que fez linda jogada e o gol só não aconteceu graças à bela defesa de César.

A segunda lambança, de Léo Duarte, perdendo bola boba e fazendo pênalti em Gabriel. De novo, Cesar salvou.

Há jogos em que os erros grosseiros escrevem a derrota. Hoje, só não foi assim porque São Judas foi a Maraca e entrou em campo vestido de amarelo.

O primeiro tempo foi morno, em que apenas Vitinho jogava acima da média. Como sempre, muita posse de bola e pouquíssima objetividade. O segundo tempo, exatamente o contrário. Menos posse de bola e um time mais objetivo.

Aliás, é bom se registrar a falta que faz um atacante agudo e veloz. Há quem reclame de Diego, afirmando ser ele uma enceradeira, pois fica de lá pra cá, e nada sai de bom. Hoje, saiu e, sabem por que? Estava em campo um jogador tecnicamente limitado, mas agudo e rápido. Quem joga no meio campo e sabe enfiar uma bola depende de um atacante rápido. Berrío transformou a enceradeira de Diego em uma Brastemp. O lançamento, perfeito. O “facão” e passe de Berrío, de cinema, e hoje, o Ceifador ceifou…

César saiu como herói. Sem dúvida, o destaque do jogo. Demos no dia do nosso aniversário um grande passo para ficarmos livres da pré-Libertadores, destruidora de qualquer pré-temporada.

Noite para comemorar os 123 aninhos. Vida eterna para o nosso MENGO, para a nossa paixão maior.

Vitória Santa…

15 de novembro, aniversário do Flamengo. Feriado nacional!!!

Não sei se no ano passado, ou no anterior, mas este foi o título de um post em que, com todo respeito a quem pense em contrário, afirmava que o feriado nacional de 15 de novembro se deve ao fato de ser aniversário da maior paixão popular deste país, e não por ter sido a data da Proclamação da República.

Lembro que em dado momento, como pá de cal na discussão, argumentei que o Brasil seria possível, existiria, sem ser uma república, mas simplesmente impensável o Brasil sem o Flamengo. Portanto, este e, todos os passados, a partir de 1895 e, todos os futuros 15 de novembro, o Brasil parará para reverenciar a maior criação institucional de Papai do Céu.

Como estamos em uma semana comemorativa, nasceu, por obra e graça do grande rubro-negro CATITO PEREZ, o PIETRO, caçula dos grandes restaurantes do Rio. Catito, empreendedor e super criativo, já responde por casas consagradas no Rio, como Fiorentina e Bar Lagoa, além de ser o presidente do Jornal do Brasil.

Recentemente inaugurou o OLIVETTO, irmão gêmeo do PIETRO. As duas casas funcionam na praça Nossa Senhora da Paz, no mesmo prédio onde era o Hipopótamus. Na inauguração, meu presente para a casa foi o “Manto Sagrado”, personalizado… e, pronto para muitas comemorações rubro-negras em 2019. Amém!!!

Agora, vem cá… e a multa de 20 mil reais que o Flamengo foi penalizado pelo STJD pelo apagão que ocorreu no Maracanã, hein? Que coisa maluca, absurda!!! Comenta-se que se chover no jogo contra o Santos, o Flamengo corre o risco de ser multado em 100 mil reais….

E, que seja o que Deus quiser, com Rodinei na direita, Pará na lateral esquerda e, Rômulo na meiuca…

Que São Judas esteja de plantão, mesmo sendo feriado nacional, dia do mais querido do Brasil.

A decisão continua e candidato se revela no Aterro do Flamengo

O lateral Dodô (Foto: reprodução da internet)

Embora por meta distinta, cada jogo do Flamengo daqui para frente continua tendo um caráter decisivo. Mesmo distante da possibilidade de ser Campeão Brasileiro, é bom que os jogadores tenham em mente que, para uma boa temporada em 2019, o dever de casa deve ser feito ainda este ano, em que a única meta passa a ser a classificação até o quarto lugar, pois quem ficar abaixo disso terá que enfrentar uma pré-Libertadores e, em consequência, jogar para o alto uma preparação minimamente decente.

Por isso, este jogo contra o Santos – que vem de derrota estranha para a Chapecoense – deve ser encarado com total seriedade, até porque, mesmo vindo de derrota, o time santista briga para ficar até a sexta colocação, o que garantiria vaga na pré-Libertadores. Nosso time bem desfalcado e com o pneu arriado…

Li que Dorival Júnior está animado com o que tem visto de Rômulo nos treinamentos e, lendo isso, desanimado fico eu pelo que vi de Rômulo nas partidas em que jogou. As outras duas opções, Pires da Mota e Jean Lucas, embora nada demais, me parecem melhores. E, pelo jeito, teremos Rodinei na lateral direita, e Pará, na esquerda. Fortes emoções…


E, já que falamos na lateral esquerda, quem sabe o torcedor do Flamengo possa ver com outra camisa o seu lateral esquerdo para o ano que vem. O pessoal do Santos, que tenta manter o jogador, sabe que o Flamengo entrou no páreo e que já está em tratativas com o clube italiano detentor dos direitos econômicos de Dodô. Como disse no post anterior, Dodô tem 26 anos e já acumula uma boa experiência, inclusive, internacional. Como não mais pretende deixar o futebol brasileiro, estrategicamente passa a ser um jogador valioso para o clube que vier a contratá-lo. Dodô, pelo bom futebol e pela idade, é um jogador para resolver o problema da lateral esquerda por uns quatro, cinco anos.

Ainda bem que a política do esquema de ingressos nos jogos do Flamengo vem sendo desenvolvida com competência pelo nosso pessoal. O Flamengo, que é líder absoluto em presença de público neste campeonato, mais uma vez, mesmo com o time não correspondendo em campo, terá no Maraca um publico respeitável.


Para terminar, um fato curioso. Um dos candidatos nas próximas eleições rubro-negras, dirigindo pelo aterro do Flamengo, deu uma cacetada na traseira de outro carro. Os dois motoristas saltaram de seus veículos, e fácil foi se concluir pelas leis do trânsito que o candidato era o culpado. Trocaram cartões, com a promessa por parte do candidato de pagar o prejuízo causado. O problema é que a vitima penou para ser atendido e o tema só foi resolvido quando quem tinha razão jogou pesado, rodando a baiana. O candidato bem que tentou escapulir, mas às duras penas, finalmente pagou o prejuízo. Além do prejuízo, perdeu alguns votos, pois a vitima é sócio proprietário do Flamengo que, a um amigo desabafou: “Como posso votar em alguém que para cumprir sua obrigação, precisa ser ameaçado?”

A filosofia de Doalcei Bueno de Camargo, contundente com respeito ao comportamento do ser humano, também pode ser aplicada no nosso mundo rubro-negro. Moral da história: Também em clube, é muito importante saber em quem se está votando.

Desanimador

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Aos dez minutos de jogo, meu amigo Luiz Guilherme sapecou: “que pelada!!!”. Pensei cá com os meus botões: “caramba, como pode um time que luta por um título brasileiro, em um momento decisivo, errar tanto e jogar como se fosse um jogo amistoso?”.

Infelizmente, salvo um pequeno período do segundo tempo, exatamente quando Vitinho fez o gol, o time foi triste, muito abaixo da crítica.

Paquetá, desde que foi vendido, não está jogando nada. Éverton Ribeiro, hoje, irreconhecível. César falhou clamorosamente no gol de falta. Falha que ele mesmo reconheceu. A ausência de Diego Alves foi sentida.

Nossa zaga, lenta. O primeiro gol do Botafogo foi a prova do que falo. Pará, horrível. Rodnei, igual. E Uribe? Jogou? Que coisa medonha…

Vitinho pode ter sido a exceção. Vaiado o tempo todo pela torcida do Botafogo, teve personalidade e foi o único jogador do Flamengo a jogar em um nível razoável.

Agora, é torcer para o Atlético Mineiro. Aprendi que quando se transfere a esperança nos pés dos outros, a vaca já foi pro brejo…

Sábado triste. Flamengo que não foi Flamengo.

Hora de recomeçar. E, sem repetir os inúmeros equívocos cometidos este ano. E sem esquecer que dinheiro não faltou…

Ano pra esquecer…

De gol em gol perdido, a vaca vai indo para o brejo

(Foto: Staff Images / Flamengo)

Certamente você que leu o título deste post, dever ter pensado: “Vai indo, não. A vaca já foi pro brejo!!!”. É, pode até ser, mas é aquele tal negócio, muito comum entre nós rubro-negros que, otimistas por natureza, temos por hábito conjugar sempre o verbo acreditar.

Agora, aqui pra nós: ainda com a imagem na nossa cabeça do gol perdido por Paquetá contra o Palmeiras, no finalzinho deste jogo contra o São Paulo, com 2 a 2 no placar, Vitinho perde o gol da vitória, tão fácil de ser feito quanto o de Paquetá. Nestes dois gols perdidos jogamos quatro pontos para o alto, e ainda demos um de presente para o Palmeiras.

Desculpem se estou pegando pesado ou, sendo por demais pragmático. Talvez alguém lendo o texto possa estar pensando: “que mala este cara. Um jogo eletrizante, emocionante do primeiro ao último minuto e, ao invés de elogiar, lá vem ele criticar…”.

Até entendo quem assim pense. O jogo foi realmente emocionante – embora do nosso lado, tendo apenas Vitinho como destaque – mas é que dói ter a certeza de que não estamos colados e, com  “Super Bonder”, no Palmeiras, por dois incríveis gols perdidos.

Mais um lance que, tão cedo, não sairá da cabeça.

Jogo decisivo

Victor Luis comemora o gol que deu a vitória ao Palmeiras (Foto: Marcos Ribolli).

Este jogo contra o São Paulo não é decisivo para o Flamengo. O jogo, a meu conceito, define o campeonato. Além do Flamengo, não vejo ninguém que possa, ao menos, fazer cócegas ao Palmeiras, seja pelo ângulo matemático ou, pela qualidade.

A nossa missão, a cada rodada, será “vencer ou vencer”, deixando o secador ligado e direcionado, permanentemente, para o Palmeiras. Vi a partida deles. Ganharam, como poderiam ter empatado ou, perdido.

Não fosse o frango do bom goleiro do Santos no terceiro gol palmeirense, o resultado poderia ter sido problemático para Felipão e seus meninos. O 3 a 2 caiu do céu.

Tomara que os nossos meninos tenham em mente que é possível sim, remando muito, encostar no Palmeiras. Não gostei da semana que, ao invés de se trabalhar o ânimo e melhorar o jogo, perdemos tempo ruminando o problema disciplinar do nosso goleiro, tema que envolveu, além do treinador, o capitão do time.

Vencendo o São Paulo, vamos atravessar uma rodada em que ganharemos fora de casa, enquanto que o Palmeiras somou os três pontos em casa. Levando-se em conta de que na frente isto será invertido, terá o Flamengo dado um passo maior do que o seu rival.

Como sou um otimista de carteirinha, continuo levando fé. Este campeonato, para o Flamengo, será uma decisão a cada rodada.

E o Vinícius Junior, hein? Além de bom de bola, tem estrela…

(Foto: Twitter @LaLiga)

Uma boa notícia

(Reprodução da internet)

Em roda de amigos, em determinado momento, o papo descambou da política para o futebol, pois o assunto era liderança.

Foi quando um dos amigos, muito bem informado sobre temas rubro-negros, afirmou já ter o Flamengo um pré-contrato assinado com Abel, e que este era o ponto que unia as duas chapas com maiores possibilidades de vencer as eleições. Abel, embora unanimidade, estaria com um projeto diferente. Deixaria de ser treinador, para ser um gerente, um administrador.

Não resisti e liguei para o nosso Abelão, pois ante tão poucas opções de extrema qualidade no mercado de treinador, ver mais um indo embora, me assustou.

Abel ouviu e, desmentiu. Afirmou que ama o que faz e, em momento algum cogitou mudar de função.

Como não se pergunta a um amigo o que ele não pode responder, evitei falar sobre o tal do pré-contrato, embora torcendo para que seja verdade…


(Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)

O que se fala e o que se pensa

Este tema também envolve um treinador.

Hoje, ouvi quem criticasse o treinador Dorival Júnior pelo fato de ter dito ele que o Flamengo continua vivo no Campeonato Brasileiro, quando na verdade, o próprio Dorival saiba que, com o empate diante do Palmeiras, o título ficou muito distante. Em síntese, o crítico afirmava que, embora pensasse de uma forma, Dorival dizia outra coisa.

Claro que é isso mesmo e, está coberto de razão. O que é que o sisudo crítico queria? Que Dorival, publicamente, admitisse que a coisa ficou complicada, muito difícil? Fez ele muito bem em afirmar que “Flamengo continua na cola”. Até porque, os seus comandados estão ligados no noticiário, como qualquer um. O depoimento, sincero que fosse, seria como jogar a toalha…

E, além disso, é bom não esquecer que o tema em pauta é futebol, onde tudo pode acontecer.

Como sempre dizia o inesquecível amigo Afonso Soares, “já vi muita noiva voltar do altar”…

E aquele gol perdido pelo Paquetá não me sai da cabeça…

A derrota seria injusta

Marlos Moreno comemora seu gol (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo).

Não faltou emoção e, apesar do resultado não ter sido bom, a verdade é que ninguém pode reclamar que o time não tenha lutado.

O Palmeiras, mesmo desfalcado, jogou com o regulamento debaixo do braço, em noite de rara inspiração de Felipe Melo, o craque do jogo. Logo atrás dele, Dudu, que deu uma mão de obra monumental para a nossa defesa.

O lance do gol do Palmeiras mostrou Pará desatento. Se estivesse mais ligado, teria cortado o lançamento para Dudu.  Éverton Ribeiro, hoje, pouco inspirado e, como ele, Paquetá – embora mais perigoso.

Na sequência de quem não foi bem, pra variar, Uribe. Total nulidade. Bem no jogo, enquanto esteve inteiro, foi Vitinho. Rápido, criativo e agudo. Fez uma bela partida.

Dorival Júnior, a meu conceito, acertou em colocar Diego e errou sacando Arão que, além de estar bem, poderia ser uma boa opção ofensiva para a tentativa de reação. Melhor seria ter sacado Pará, indo Arão para o lado direito ou, simplesmente, tirar Uribe e adiantar Paquetá.

E que gol perdeu Paquetá, hein? Poderia ter feito Marlos Moreno o herói do jogo, já que – finalmente – fez um gol, além do passe espetacular para Paquetá. Na hora, tive a sensação de que o péssimo gramado do Maracanã tirou o gol de Paquetá. Impossível conciliar show musical com futebol de boa qualidade.

O campeonato, se o Palmeiras vencesse, teria acabado. Com o empate, o Flamengo, mesmo na UTI, ainda respira. A derrota, hoje, seria injusta.

Agora, é bola pra frente!!!

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Deu no blog do meu amigo Gilmar Ferreira – e confirmado pelo Globo – que o vice de futebol, Ricardo Lomba, decidiu multar o goleiro Diego Alves em 30% dos seus vencimentos relativos ao mês em curso.

Achei a medida correta, pois se não fosse tomada, serviria de exemplo para quem tem um parafuso a menos dar vazão a qualquer maluquice.

Claro ficou que, quem fizer pipi fora do penico, terá uma conta a pagar. Agora, de uma vez por todas, o assunto está sepultado. Diego foi inconsequente e indisciplinado e, em função disso, recebeu a punição, ou seja, pagou o seu pecado.

Dito isto, não há como deixar de se colocar que, quem não pode ser punido é o clube. Há quem ache Diego um goleiro comum, com poucos recursos em alguns fundamentos. Esta, por exemplo, é a opinião do meu irmão de vida Carlos Egon.

Como o nosso espaço é livre e democrático, não posso deixar de dizer que penso diferente. Acho Diego Alves um baita goleiro e aqui lembro – a nossa memória é curta – o quanto sofremos com as experiências anteriores até Diego Alves ser contratado. Todos que vestiram a camisa 1 ficaram devendo, inclusive César, que só foi bem após a chegada de Dorival Júnior.

O que quero dizer? Simples. Diego Alves acaba de pagar a conta. Pagou o que devia. Portanto, sendo melhor do que César, não pode ser punido duas vezes. Joga quem é melhor. Esta é a mais precisa lei do futebol, a ser cumprida por qualquer treinador. Quem a ignora, cai do cavalo.

Neste sábado estarei no Maraca, na certeza de ser uma das testemunhas, ao vivo e a cores, da nossa arrancada para o título.

E no domingo, quem for carioca, muito juízo. O nosso Rio está pela bola sete e, como tal, não podemos mais errar. O Rio precisa de Paz.

Bom voto a todos.

A camisa 1

(Reprodução da internet)

Há várias formas de se ver e de se tratar o problema inesperado do Flamengo.

Muito difícil para quem está de fora fazer uma avaliação que seja profunda sobre o tema. Cheguei aqui a comentar que me causou estranheza ninguém tenha notado comportamento alterado ou, contrariedade, por parte de Diego Alves.

No meu tempo mais recente, tínhamos um excepcional treinador de goleiros, Robertinho que, faz tempo, foi contratado pelo Cruzeiro. Ele era, além de treinador, um verdadeiro psicólogo, que detectava qualquer possibilidade de derrapagem do nosso goleiro que, como todos sabem, era genial, mas complicado.

O que quero dizer é que várias prováveis lambanças foram evitadas, na medida em que havia total atenção em tudo que ocorria, fora e dentro do vestiário. Custo a crer que ninguém tivesse percebido uma modificação no comportamento de Diego Alves.

Isto é uma coisa. A outra, foi a maneira inteligente, em função do momento decisivo, que o pessoal do futebol deu tratos à bola sobre o caso. A “esfriada” foi competente…

Para fechar o circuito, tenho minhas dúvidas pelo estado psicológico, não de Diego Alves, e sim de César que – até agora – vem jogando com um tipo de responsabilidade, que será duplicada a partir do momento em que vai jogar quase como titular, tendo a obrigação de defender o seu lado e o do treinador que, por ele optou. César não é mais nenhum menino, embora tenha carinha de garoto. Tomara que segure a barra.

Mudando de tema. Torci pelo Palmeiras. Preferia que a jornada da Libertadores continuasse cruzando com o Brasileiro.

Há quem defenda a tese – e é boa – de que se tomar um sacode do Flamengo, e na quarta seguinte for eliminado pelo Boca da Libertadores, será ladeira abaixo…

Para isso, o Flamengo tem que vencer neste sábado, nem que de meio a zero seja.