Ainda dá!!!

(Foto: Felipe Oliveira / Divulgação / E C Bahia)

Alguns companheiros aqui do blog, após o jogo contra o Vasco, claro que aborrecidos com o empate, em tom de gozação, deixaram para mim a pergunta com a finalidade sutil de cutucar: “E aí Kleber, ainda dá?”.

Respondo: “Depende”. De quem? De nós mesmos. E, como sou otimista, acho que antes tarde do que nunca, para Barbieri encontrar uma formação que dê mais agressividade ao ataque.

Nesta rodada, até agora, no que nos diz respeito, quase nada mudou, pois quem estava na nossa frente não venceu.

O Palmeiras, decepcionante. Dominado pelo Bahia, achou um gol no finalzinho do jogo, de bola parada. Neste jogo, me chamou a atenção um garoto do Bahia, de nome Ramirez, que fez a sua segunda partida pelo time profissional. Toda jogada do gol do Bahia foi dele. Espero que o nosso “Centro de Inteligência” esteja atento.

Corujei um pouquinho do jogo do São Paulo, que, de novo, não jogou bem, mas como o jogo foi na Vila, o ponto do empate deve estar sendo comemorado pelos são paulinos.

No Santos, me agrada muito o jovem lateral esquerdo Dodô. Comentam que o contrato de Dodô termina em dezembro. Será que o nosso “Centro de Inteligência“ sabe disso?

Continuamos a cinco pontos do São Paulo, que ainda lidera o campeonato. O problema é que o Inter vai jogar com a Chapecoense…

Este jogo com o Vasco pode ser visto de duas formas. A primeira: Pela fragilidade do adversário ao longo do campeonato, era jogo para faturar três pontos.

A segunda: Pela surpreendente atuação do Vasco, o empate acabou sendo justo. E, não adianta. Em clássico, todo favoritismo é relativo…

Semana inteira para trabalhar. Atlético Mineiro no final de semana, em casa e, na quarta seguinte, Corinthians, pela Copa do Brasil.

Tomara que São Judas ilumine as nossas inexperientes cabeças pensantes.

Surpreendente e emocionante

(Foto: Staff Images / Flamengo)

Duvido que alguém imaginasse este Flamengo e Vasco, em Brasília, com tantas nuances, surpresas e emoções.

O promotor do evento talvez tenha sido a exceção, pois pagou 500 mil reais ao Vasco, encheu o estádio Mané Garrincha e faturou uma graninha que não esperava ser tão boa.

A surpresa nos primeiros vinte minutos ficou por conta do Vasco, que, jogando muito bem, teve três claras chances de gol.

A “surpresa” do Flamengo foi a escalação de Pará. A ameaça de adiantar Paquetá não se concretizou. Uribe novamente escalado e, embora tenha se movimentado mais, continuou devendo, e muito!

A ausência de Cuellar talvez explique a facilidade que o Vasco teve no início do jogo. Piris Da Motta, o paraguaio, definitivamente, é bem inferior a Cuellar, o colombiano.

O árbitro, enrolado, deixou a todos confusos no gol do Vasco. Ninguém entendia o que ele sinalizava. A disputa de bola, achei normal. O nosso amigo Fernando Versiani crava que houve impedimento, pois na etapa final do lance ficaram dois jogadores do Vasco e o goleiro do Flamengo. Talvez por isso o bandeira não tenha corrido para o meio.

No segundo tempo, como os atacantes do Flamengo não marcavam, São Judas deu uma mãozinha e o incrível – e lindo – gol contra salvou a lavoura…

Triste a imagem de Bruno Silva saindo de ambulância, após bater fortemente com a cabeça no chão. Tomara que se recupere bem.

Infantil a expulsão de Diego. Como já tinha cartão amarelo, reclamou e levou o vermelho. Com a entrada de Arão e a saída de Uribe, nada mudou. O Flamengo, com Uribe, jogava com dez…

O resultado em 1 a 1 foi justo. Ninguém merecia perder. O time do Vasco surpreendeu. Ninguém esperava tanto.

A esperança está nos adversários

(Foto: Marcos Ribolli)

Tive dúvidas sobre que jogo ver no domingo. O Gre-Nal, em tese, poderia ser o de mais fortes emoções, porém, como vamos jogar contra o Corinthians no meio de semana, em uma das semifinais da Copa do Brasil – e curioso para ver também o Palmeiras, que pode ser o nosso adversário na final – optei pelo clássico paulista.

Aí começa a explicação para o título deste post. Embora o time do Flamengo esteja jogando muito aquém do que dele se espera, e isto nos preocupa, ver o jogo entre Palmeiras e Corinthians não deixa de ser, de certa forma, animador.

De positivo, nos dois times, a intensidade. Neste aspecto, estamos devendo e, faz tempo.

Com relação aos valores individuais, o Corinthians de hoje está longe do time que foi Campeão Brasileiro no ano passado, principalmente no ataque.

Já o Palmeiras tem uns três jogadores diferentes que podem, pelo talento, resolver um jogo.

O placar de 1 a 0 para o Palmeiras foi justo. Poderia ter sido de mais… O time, bem arrumado. Aliás, se não estou equivocado, são dez jogos sem tomar gol. Felipão arrumou a casa.

Se Paquetá e Cuellar chegarem – e bem – para o jogo, com todo respeito ao Corinthians, dá para ter uma enorme esperança. O nosso time é melhor. O que me preocupa é a intensidade que sobra em Corinthians e São Paulo e, que tem faltado ao nosso time.

Em síntese, sem nenhum otimismo exagerado, apesar das contratações profundamente infelizes, olhando para os vizinhos, dá para acreditar em título, pois não há nenhum bicho-papão.

Ia esquecendo. Vi o sofrimento do Vasco. Além do time ser fraco, a onda de azar é impressionante. Gols inacreditáveis perdidos. E, o melhor jogador, Pikachu, expulso.
O Vasco está namorando a série B. O próximo jogo será contra o Flamengo. Se perder, fica oficialmente noivo, com casamento marcado…

Em tempo: Aquela tinta, inventada por um brasileiro que foi a solução para que a distância entre a bola e a barreira fosse respeitada nas cobranças de falta, está fazendo muita falta… Apurei que os árbitros pararam de usar, pois não houve acordo comercial entre a CBF e a empresa detentora dos direitos.

Sem este simples instrumento, os gols de falta serão mais difíceis de se ver. A tal tinta no gramado obrigava a barreira a não andar. Era uma arma para a arbitragem. Sua ausência está sendo sentida…

Vitória que não anima

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Ganhar é sempre bom, mas ante as circunstâncias, levando-se em conta que na quarta-feira haverá um jogo pra lá de importante, é para ficar com a pulga atrás da orelha…

E, bom não deixar de se levar em conta a fragilidade da Chapecoense, seríssima candidata a cair para a segunda divisão.

A preocupação, apesar da vitória, fica por conta do que vimos. Piris da Motta, o que é isso? Na base, no Madureira, no Olaria, no Americano, duvido que não haja alguém, sem custo, que não seja um tostão melhor.

E o nosso ataque? Uribe é brincadeira. Quem terá inventado tamanho absurdo? Vitinho, a mais cara contratação da história do Flamengo. Mais um jogo e, a apatia de sempre.

Apesar das críticas, William Arão foi bem. Brigou e deu uma dinâmica legal ao time. Além dele, Diego, Réver e Renê – este pela precisão no gol.

O incrível foi ver a torcida pedindo…Berrío!!!

Vitória preocupante. Não há como não deixar registrada a apreensão.

Tomara que eu esteja errado.

Por incrível que pareça, apesar da derrota, ainda dá…

(Foto: Staff Images / Flamengo)

Um novo líder, o Inter. Cinco pontos estamos da liderança.

Para começar, peço aqui desculpas pelo título do blog após a derrota para o Ceará. O péssimo humor era tanto, que coloquei como chamada para a matéria que “agora restava a Copa do Brasil”. Desculpem, errei. Ainda resta o Campeonato Brasileiro.

Estamos distantes do novo líder, o Inter, por cinco pontos, e não vejo em quem esteja por cima da tabela um futebol que nos coloque como alijados pela disputa deste título.

Tomara que encontremos um equilíbrio interno. Tomara que surja uma liderança natural que faça todos entenderem que ainda é possível. Se erramos, e erramos mesmo, os outros não ficaram atrás. E querem saber: com todas as deficiências, a nossa distância para quem está acima na tabela é zero.

E, vejam bem. Estou fazendo estas colocações após mais uma derrota. Estou convencido de que – apesar dos nossos inúmeros equívocos na formação deste elenco, e da decisão irresponsável de entregar o comando da equipe a um estagiário – com um pouquinho de sorte e um mínimo de competência, ainda seja possível sonhar com o título.

Tomara que surja uma luz. Este é o mais fácil Campeonato Brasileiro entre todos os que disputamos.

Repito: Por enquanto, estamos perdendo para nós mesmos. Ainda dá!!!

Réver e o matemático

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo) Kléber Leite Blog

Pode até parecer absurdo, mas há uma total sintonia – e fina – que une o drama de momento que aflige a diretoria do Flamengo, e o que os números acenam com relação às reais possibilidades do rubro-negro ser Campeão Brasileiro deste ano.

Como é de conhecimento geral, o Flamengo, para escalar Réver no jogo desta quarta contra o Inter, em Porto Alegre, terá que pagar ao clube gaúcho a importância de um milhão de reais. O treinador estagiário, em entrevista coletiva, afirma que esta é uma decisão institucional, ou seja, que tem que ser tomada pelo presidente do clube.

Paralelo à dúvida rubro-negra, o diário Lance publica hoje, na página 11, projeção do matemático Tristão Garcia sobre o que dizem os números para que um clube seja Campeão Brasileiro (veja aqui em reprodução do Lance, ou no site do matemático).

Segundo Tristão Garcia, o Flamengo tem míseros 4% de possibilidades de ser campeão. Talvez esteja aí a ferramenta necessária para que o presidente do Flamengo defina a questão.

Há duas possibilidades. A primeira, de forma fria, pensada, tendo como base o trabalho do matemático, dar folga para Réver. O segundo, tendo como argumento o passado recente, quando em 2005 o mesmo matemático afirmava que o Flamengo tinha apenas 6% de possibilidade de não cair para a segunda divisão e, apesar da desanimadora previsão, o milagre acorreu, sendo então este, argumento para escalar Réver, pagando o tal milhão ao Inter.

Não gostaria de estar na pele do presidente do Flamengo para resolver o tema, mas se me coubesse decidir, Réver ficaria no Rio tomando água de coco…

Claro que, se líder do campeonato fosse, quem pagou 45 milhões por Vitinho, por que não jogar mais um milhãozinho pela janela?

Só que, depois da derrota para o Ceará, em pleno Maracanã, fica difícil acreditar em conto de fadas e na gata borralheira…

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Restou a Copa do Brasil

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo) Kléber Leite Blog

Que vergonha! Que papelão!!! Quanta incompetência!!!!!!!!

Tive dois pressentimentos ruins. Do nada, resolvi não ir ao jogo. E, quando vi a escalação do Flamengo, com o treinador afirmando que a barração de Vitinho por Marlos Moreno era por motivo técnico, tive a certeza de que o departamento de futebol é o verdadeiro samba do crioulo doido.

O que me espantou não foi a barração divulgada pelo próprio treinador, e sim, o fato de ir para o banco o jogador mais caro da história – pra lá de centenária – do clube mais querido do Brasil. Infelizmente, o nosso futebol é um barco sem rumo, onde não há comandante, nem imediato…

Querem a prova disso. Em Belo Horizonte, com um jogo programado para domingo e outro para a quarta-feira seguinte, respectivamente, contra América e Cruzeiro, o óbvio era o time jogar domingo, ficar em BH, e voltar a jogar na quarta. Pois bem, o time voltou para o Rio, para voltar depois para Belo Horizonte. E vocês sabem por que? Pela pressão dos jogadores e pela falta de autoridade de quem comanda. Este filme, já vi mil vezes…

Voltando ao jogo. Repararam como é bem arrumado o time do Ceará? Vi a partida deles contra o São Paulo, que ganhou no finalzinho, por sorte pura.

E o nosso time, hein? Para não me alongar, temos um quarteto muito bom, composto por Cuellar (que hoje não jogou), Paquetá, Diego e Éverton Ribeiro. De muito bom, ainda temos o goleiro – que hoje falhou. E, ainda, apesar da idade, Réver, que é bom. Daí em diante e, em meio a contratações estapafúrdias a peso de ouro, uma verdadeira calamidade.

A presença de um estagiário comandando, provavelmente, o mais caro elenco do campeonato, no mais popular clube do Brasil, é o retrato do nosso barco, no meio do oceano, à deriva, completamente sem rumo.

Ah, ia esquecendo que apesar de tudo, temos um “Centro de Inteligência “…

Resta, agora, a Copa do Brasil

A força do Flamengo e a pobreza dos nossos “artilheiros”

(Foto: Cris Dissat / @fimdejogo) Kléber Leite Blog

Horas após a desclassificação na Copa Libertadores, só não levei um susto por ter a noção exata do que é a paixão pelo Flamengo.

A fila na sede da Gávea era gigantesca e, quem por ali estivesse passando sem saber o resultado do jogo contra o Cruzeiro, imaginaria que sapecamos uma tremenda goleada no time de Mano Menezes.

Também, com uma fila daquelas para comprar o ingresso para domingo, só mesmo com a motivação que vem de um resultado espetacular…

Ao contrário, a noite anterior fora frustrante, pois apesar da vitória magra, pelo placar de 1 a 0, fomos eliminados da mais importante competição do calendário.

Realmente, o que move esta torcida única e inigualável, é a paixão que não tem limite. A cena foi comovente. Ganhei o dia. Como sempre afirma meu querido amigo Michel Assef, “a torcida é o que há de melhor no Flamengo”. Dr. Michel está coberto de razão… Que torcida é essa!

Recebi de um querido e competentíssimo companheiro de imprensa, rubro-negro como nós do blog, a prova inequívoca de que erramos muito nas contratações.

Por favor, deem uma olhadinha e comentem…Que tristeza…

Na véspera…

Fernando Uribe (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo) Kléber Leite Blog

Na véspera da decisão pela vaga, nas oitavas de final da Libertadores, ainda na parte da manhã, é anunciada a relação dos jogadores rubro-negros para a viagem rumo a Belo Horizonte e, a ausência do centroavante Uribe, chamou a atenção de todos.

O espanto geral não foi pelo fato de ter se cometido alguma injustiça e sim, pela quantia paga para trazer o atacante que, pelo que nada demonstrou até agora, passou a ser a última opção para o comando de ataque.

Vocês estão lembrados de quando surgiu o interesse do Flamengo por Uribe, após consultar alguém em quem confio e com pleno conhecimento de causa, aqui no blog divulguei que, infelizmente, por esta informação confiável, Uribe não era nada demais?

Pois é. Sabem de quanto tempo precisei para obter uma informação precisa? Cinco minutos. Será que só eu tenho amigos confiáveis, que conhecem futebol, espalhados mundo afora?

Em síntese, causa profunda estranheza que um esquema profissional, com recursos e alta tecnologia, em pleno ano de 2018, compre gato por lebre…

Este é o nosso “Centro de Inteligência do Departamento de Futebol”… Francamente…

E, não falei no Ceifador… caramba quanto dinheiro jogado fora. Infelizmente, das três opções para a camisa 9, nenhuma me anima. A vantagem de Lincoln é que não custou nada…

Continuo afirmando que, quando não se tem, se improvisa. Como centroavante bom, não temos, melhor recorrer à criatividade, com Vitinho como falso nove, e qualquer um pela esquerda. Talvez Marlos, que tem habilidade. Pena ser vagalume.

Se dá para classificar? Respondo com outra pergunta. No futebol, o que não dá? Como diria o filósofo da objetividade: “difícil, mas não impossível”. E, acrescento: se jogarmos os 90 minutos como jogamos os últimos 25, contra o Grêmio, em Porto Alegre, dá para sonhar. Aliás, é o único jeito.


Mudando de assunto. O nosso bravo, querido e competente mediador deste blog, Robert Rodrigues, informou que durante todo o dia houve verdadeira invasão, por parte de torcedores do São Paulo, com ameaças e insultos dos mais variados.

O meu “pecado” foi ter afirmado – e reafirmo – que acho o elenco do Flamengo – o time também – superior ao do clube paulista. Caramba, que ofensa é essa?

Para os invasores agressores, dois recados.

  1. Neste blog o pensamento é livre, desde que, externado com educação. Portanto, a casa também é de vocês, desde que, não agridam.
  2. Medo é palavra que jamais existiu no meu dicionário de vida. Como diria meu querido ex-companheiro de Rádio Globo, Mário Vianna, “só duas aves morrem de véspera. Peru e porco!!!”

Voltando ao que interessa. Vai ser difícil, mas quem sabe…

Uma coisa é certa: muita emoção!!! E, que São Judas esteja por lá…

Kléber Leite pergunta: Qual é a estratégia?

Treino do Flamengo – 27/08/2018 (Foto :Gilvan de Souza / Flamengo) Kléber Leite Blog

Esta é a pergunta que estamos fazendo desde o momento em que o calendário ficou atropelado. Tenho a sensação de que este tema vem sendo empurrado com a barriga e, não é de hoje.

Pode até ser que no futebol do Flamengo as pessoas tenham a sensação exata desta necessidade, mas como não há uma liderança clara e natural e, como ninguém quer ser o pai da criança que pode nascer feia, o melhor é olhar a paisagem, deixar o tempo passar, e torcer para São Judas ajudar.

O que tem o Flamengo de organizado, competente e criativo na sede da Gávea, no “Ninho”, é exatamente o contrário. Parece que são dois clubes diferentes. Pior. Parecem rivais.

Finalmente, qual é a nossa prioridade? Enquanto isto não for definido, nenhuma programação lúcida, pertinente e competente pode ser traçada.

Por isso mesmo, estamos pela bola sete na Libertadores e entregamos, de mão beijada, a liderança do Campeonato Brasileiro para o São Paulo, cujo elenco – desculpe quem pensa em contrário – é bem inferior ao nosso.

Já dizia minha avó Corina que é melhor um pássaro na mão, do que três voando e, este é o caso.

Esta inércia em definir, em ter coragem de arriscar, está jogando por terra, talvez, o mais fácil Campeonato Brasileiro que tenhamos disputado.

Estamos no limite para saber o que queremos, no sentido de que as decisões pertinentes e corretas sejam tomadas para estes dois próximos jogos, na quarta e no domingo, sendo o primeiro pela Libertadores, e o segundo pelo Brasileirão.

Lembro aqui que, errar é humano. Imperdoável, é a omissão. Mil vezes melhor errar na ação, do que capitular pela irresponsável omissão.

Finalmente, qual é a nossa prioridade?