Fla x Flu no topo

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Se o Campeonato Brasileiro, corrida de cavalo fosse, quem apostaria nesta dupla?

Não acredito em nada por acaso nesta vida. Vejo claríssimas explicações, tanto para Flamengo, como para Fluminense.

Vamos começar pelo Flamengo. Como somos apaixonados, imaginamos, diariamente, vestindo o Manto Sagrado, um combinado da seleção húngara de 54 e da Seleção Brasileira de 70 e, com o treinador dando um jeito de Zico jogar…

Enfim, somos bem mais exigentes do que os torcedores do arco-íris.

E, a bem da verdade, fosse em outra época, nós os exigentes, poderíamos até ter razão. Acontece que olhamos apenas para o nosso umbigo, e por isso somos tão críticos. Se esta análise for comparativa, vamos começar a entender que, se no céu não estamos, tão pouco no inferno estaremos.

O futebol brasileiro está muito nivelado e, desta forma, tudo pode acontecer, inclusive o Flamengo ser o líder do campeonato, e o Fluminense, vice.

Temos um ótimo goleiro. Dois laterais feijão com arroz e sem sal. No cômputo geral, a zaga é boa.

Temos um volante (Cuéllar) que – com certeza – é um dos três melhores em atividade no Brasil. Daí para a frente,

Diego que não é mais o mesmo, mas pode ainda ser útil. Éverton Ribeiro que voltou a boa forma, poderia estar melhor se não fosse escalado para ser auxiliar de lateral.

Paquetá, igual. Muito bom, jogando muito recuado, encurtando o seu potencial ofensivo.

E, para encerrar, Vinícius Júnior é um atacante que faz a diferença. Tudo isto, tendo um estagiário no comando do time. Técnico, não temos.

Vamos ao Fluminense, cujo sucesso poderia ser definido com um único nome: Abel.

Vou acrescentar mais um e, este é de lascar, pois só existe pelo fato de algum gênio ter pago 10 milhões pelo Ceifador. Aí, com os tricolores agradecendo ao “gênio” rubro-negro, surgiu o jovem Pedro.

Sintetizando, Fla e Flu, líder e vice-líder do Campeonato Brasileiro, pode ser surpreendente, mas dá para explicar…

Tite errou

(Foto: Staff Images / Flamengo)

Vou repetir aqui o pitaco que dei em comentário de um post anterior.

Se Tite, quando relacionou Paquetá entre os 35 jogadores, fez isso pensando em ter uma opção diferente, errou. Nada contra Paquetá, que considero muito bom jogador, e que vem jogando, como nesta partida contra o Atlético, muito recuado, prejudicando seu potencial ofensivo. Paquetá é muito bom, mas não é um jogador diferente, não é um jogador decisivo.

Ao contrário, Vinicius Júnior é tudo isso.

Neste jogo, Vinícius foi a única arma ofensiva do Flamengo e, como é diferente, decidiu o jogo. O gol foi de Éverton Ribeiro, mas a obra de arte foi do garoto.

Por falar em Éverton Ribeiro, de novo, foi ajudante de lateral. Está sendo escalado de forma equivocada.

Os garotos da zaga deram conta do recado. Os dois zagueiros bateram um bolão. Depois de Vinícius Júnior, foram os melhores do nosso time.

E o Ceifador, hein?

Voltamos à liderança. E, sem essa de que o Atlético dominou, atacou e chutou mais. Tudo isso é verdade. O problema é que o Galo não tem um jogador diferente. O Flamengo, como tem, ganhou o jogo.

Em síntese, Tite errou…

A influência da imagem na hora do jogo

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Todos sabem que o futebol está longe se ser uma ciência exata. Aliás, no mundo dos esportes, é o futebol quem mantém a maior distância da regra natural das coisas, porém, mesmo com a sua imprevisibilidade, não há como negar que o fator psicológico tenha influência decisiva na hora do jogo.

Certa vez, me indispus com um jogador, quando após uma derrota no Morumbi, entrei no vestiário e ouvi a seguinte barbaridade: “Também, queriam o que? Ganhar do São Paulo?” Não deixei passar batido, até porque aquele comentário foi feito na frente de todos, com alto risco de contaminar o grupo.

Disse com todas as letras que quem pensava daquela forma não podia mais jogar no Flamengo que, distante naquele momento estava do São Paulo em organização, mas não em grandeza. Concluí dizendo que, quem não se sentia um super-homem com a camisa do Flamengo, não deveria ali estar.

E, é bom lembrar que, este episódio ocorreu em período, de 1995 a 1998, em que todos os jogadores e funcionários do Flamengo recebiam religiosamente em dia, embora a diferença de imagem de clube organizado, do São Paulo para o Flamengo, fosse realmente grande.

Faço esta colocação em função do noticiário comparativo de hoje, que coloca o Flamengo no céu e o Vasco da Gama no inferno. Claro que os jogadores de futebol também são impactados pela mídia e, com certeza, todos os jogadores de Flamengo e Vasco tomaram conhecimento de que, neste clássico, no Maracanã, haverá um confronto entre quem mais fatura no Brasil, contra quem passa por enorme dificuldade.

Pode ser que este clima apequene os jogadores vascaínos que, como seres humanos, reagem de acordo a situação de momento. Em síntese, no aspecto psicológico, o Flamengo, sem jogar, já sai ganhando de 1 a 0.

Acontece que o jogo não termina aí. Ele apenas começou com uma grande vantagem rubro-negra, porém, como dizia João Saldanha, “o jogo é mole, mas para ganhar, primeiro, tem que jogar”.  E, como certa vez, em um clássico dos milhões onde o Flamengo era franco favorito, Yustrich, nosso treinador, escreveu com letras garrafais no quadro negro, colocado, estrategicamente, na porta do vestiário, a seguinte mensagem: “Vasco é Vasco!”

O momento nos é amplamente favorável, mas nesta hora, humildade, sensibilidade e inteligência são fundamentais.


Não sei se a TV a cabo irá transmitir a preliminar, marcada para às 16 horas, na decisão do Campeonato Carioca sub-20, entre Flamengo e Vasco.

Quem vai ficar em casa, vale a pena procurar e, quem vai ao jogo, sugiro chegar bem mais cedo, pois a partida da garotada promete ser muito boa.

Este é o segundo e último confronto. No primeiro, no campo do Bangu, empate em 1 a 1. Bill, em que levo a maior fé, fez o nosso gol. Nesta decisão, em caso de novo empate, pênaltis.

Estarei lá antes das quatro, de olho em Vitor Gabriel, Bill e cia…

 

 

Quem autorizou esta loucura?

(Foto: Staff Images / Flamengo)

Recuso-me a comentar o jogo, pois o que vale a pena ser comentado é o que aconteceu antes da bola rolar.

Meu Deus do Céu, que loucura é essa, de poupar um monte de titulares, quando estamos no início da temporada e, durante a Copa do Mundo, teremos mais de um mês de descanso.

Os comentaristas disseram que o motivo de tantos poupados foi para ter o time inteiro na quarta-feira. Por favor… na quarta, o jogo é contra um time ruim, já eliminado na fase de grupos da Libertadores.

Gostaria muito de saber de quem foi a “genial ideia” desta loucura. E, apenas por curiosidade.

O que me espanta é como os dirigentes permitiram, admitiram, endossaram, esta inconsequência, esta brutal irresponsabilidade. Quanta incompetência…

Jogamos três pontos fora. Quem é o responsável?

Se isto ocorre em uma empresa, é demissão geral. Do presidente ao massagista.

Que absurdo!!!

Descanso perigoso

Treino do Flamengo – 11/5/18 (Foto; Gilvan de Souza / Flamengo)

O noticiário de hoje dá conta de que quatro jogadores serão poupados para o jogo, neste domingo, contra a Chapecoense, em Chapecó.

Levei um susto quando li a matéria informando que Diego Alves, Réver, Lucas Paquetá e Éverton Ribeiro vão ser poupados. Caso não haja motivo plenamente justificável, reputo como erro gravíssimo, pois está em jogo para nós a liderança do Campeonato Brasileiro e, consequentemente, somar pontos preciosos que podem ser decisivos na reta final do certame.

Diego Alves está atravessando o seu melhor momento no Flamengo, defendendo as bolas possíveis, as impossíveis e, quando é vencido, sua amiga trave, segura a barra. Poupar goleiro? Nunca vi…

Réver, que alguns companheiros criticam, julgo ser fundamental, pois é muito bom no jogo aéreo, além de ser o líder do time. E, Rhodolfo, que vai entrar, não joga há 200 anos… Paquetá, sem comentários… E Éverton Ribeiro, a exemplo de Diego Alves, sai do time, em seu melhor momento, desde que aqui chegou.

Será que estão sendo poupados em função do jogo pela Libertadores, que será em casa e contra um time fraquíssimo?

Decisões dignas e pertinentes ao célebre Professor Pardal… Pelo jeito, será um domingo de fortes emoções…

Quem sabe, sabe!!!

(Fotos: Gilvan de Souza / Flamengo)

Embora seja o futebol um esporte em que onze jogadores, em tese, dividem a responsabilidade em uma partida, uma única peça pode fazer toda diferença. Isto ocorreu neste Flamengo e Inter, em que, com a entrada de Guerrero, o time do Flamengo se transformou.

Confesso que temia que Guerrero, pela longa inatividade, estivesse sem ritmo. Doce engano. Logo no primeiro lance, deixou Vinícius Júnior na cara do gol. Um pouco depois, uma cobrança de falta que o Maracanã inteiro gritou gol.

Na sequência, uma partida irretocável, voltando mais do que sempre faz e armando com maestria para as penetrações de Éverton Ribeiro, Vinícius Júnior e Paquetá.

E por falar em Paquetá, o nosso camisa 11 foi o outro destaque. Combativo, criativo, marrento e decisivo. E, bom não esquecer que Paquetá jogou como autêntico volante. De negativo, a distância que fica da área adversária. De positivo, a saída de bola melhora de forma sensível.

Encontrei no Maracanã com Eduardo Uram, empresário de Paquetá. Tenho receio de que, muito mais rápido do que se imagina, o nosso melhor jogador vai bater asas e voar para a Europa.

Apesar do amplo domínio, se não tivesse o Flamengo um grande goleiro, o resultado poderia ser outro. Diego Alves fez, neste jogo, três defesas espetaculares.

Léo Duarte e Geuvânio, um pouco enrolados. No mais, todos acima da média. Demos sorte de Paquetá não ter sido expulso, tendo ficado no cartão amarelo. O mais sensato seria Paquetá ter sido substituído. Corremos o risco por inexperiência do nosso postulante a treinador.

Éverton Ribeiro, que fez um bom jogo e marcou um golaço, vai melhorar muito com a entrada de Guerrero. Como faz um pião espetacular e sabe jogar, Guerrero vai abrir caminho para quem vem de trás e para Vinícius Júnior.

Após o apito final, foi emocionante ver o Maracanã inteiro cantar o hino do Flamengo.

E o Inter, hein? Nosso amigo Bisotto tinha razão. O time é muito fraco. D’Alessandro, o único talento, está totalmente sem força. Ex-jogador…

A tabela está ajudando. Na quinta, Ponte Preta pela Copa do Brasil, e domingo, Chapecoense, em Chapecó.

O vento está soprando a favor. E, o time está ajudando.

Prova final?

Treino do Flamengo – 5/5/18 (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Meu querido amigo Gerson Biscotto sugere o título do post. A interrogação vai por minha conta, respeitando o espírito democrático que reina no nosso blog.

Explico. Na opinião de Biscotto, o jogo deste domingo contra o Inter que, na opinião dele, é uma das forças deste campeonato, será a nossa prova final, decisiva, pra valer. A partir deste jogo vamos ter a certeza se os últimos resultados resultaram de uma efetiva subida de produção ou, se os bons resultados ficaram na conta da fragilidade dos adversários.

O meu ponto de interrogação nada mais é do que uma provocação a todos os companheiros do blog, no sentido de que cada um opine se este jogo vale como conclusão definitiva sobre a evolução do nosso time ou, não.

De cara, já antecipo que não vejo o Inter como pretendente ao título, portanto, não creio que seja uma prova final. Este time do Inter é instável, completamente dependente de D’Alessandro.

A nossa novidade é que Guerrero foi relacionado e, em consequência, vai para o banco. Fico imaginando se nas primeiras jogadas o nosso Ceifador demonstrar pouca intimidade com a bola, qual será a reação da torcida, estando Guerrero na reserva.

Sou da teoria de que há certos jogadores que não podem ficar no banco, pois desestabilizam quem entra para começar o jogo. Já vi este filme uma centena de vezes…

Acho que o público será muito bom e, é bom não esquecer que o Flamengo estará defendendo a liderança do Campeonato Brasileiro.


Hoje, neste 5 de maio, dia da comunicação, meu fortíssimo abraço para o querido companheiro Robert Rodrigues, ilustre aniversariante do dia. Robert foi um destes presentes, surpreendentes e adoráveis, que Papai do Céu vai nos entregando ao longo da vida. Vida longa, saúde, paz e muito amor, querido amigo.

Por falar em presente, recebi um e, ESPETACULAR, esta manhã. Agora, na NET, no ar, a RÁDIO LULU SANTOS. Todas as músicas de Lulu, interpretadas por ele e muitos outros cantores. Muito bom!!!

Que o nosso domingo seja de muita alegria.

Gangorra Rubro-Negra

(Fotos: Staff Images / Flamengo)

Definitivamente, a paixão de um rubro-negro tem características próprias, onde praticamente não existe meio-termo e, em consequência, de forma pragmática, é céu ou inferno.

Meu querido amigo Michel Assef, dentro de sua linha objetiva de encarar as coisas, sempre coloca que, “No Flamengo, tudo pode, menos perder.”

Nesta segunda-feira, em que nos deliciamos vendo nos jornais a tábua de classificação do Campeonato Brasileiro, com o Flamengo ao lado do número 1, entendo ser uma boa oportunidade para que tentemos, com equilíbrio, entender a quantas realmente andamos.

Para começar, achei genial a colocação do nosso amigo FLA D+. Na discussão se os protestos tiveram influência na atuação de ontem, FLA D+, foi… Disse ele que o protesto funcionou positivamente e, que funcionará sempre. Emendou, dizendo que o que vai além do protesto, é crime e, como tal, deve ser tratado.

Em síntese, uma coisa é protestar. A outra coisa é agredir. Protestar, sempre que for necessário e, “cana” para quem passar do limite.

Incrível como uma vitória muda, de 8 para 80, a opinião de muita gente. Houve quem elogiasse o nosso estagiário por ter trocado as funções de Diego e Paquetá. E quem até agora escalava Diego como volante? E, quantas e quantas vezes protestamos aqui no blog, achando isto um absurdo? O mais correto é se concluir que, ante evidência clara e, ante tantos protestos, tardiamente, o óbvio foi constatado. E, como dizia minha avó Corina, “antes tarde do que nunca”…

Quantas vezes aqui no blog o menino Vinícius Júnior foi espinafrado? Um monte!  Claro que Vinícius ainda não está pronto, mas será difícil enxergar tratar-se de um atacante agudo e que pode ser decisivo?

Renê, talvez o mais criticado de todos, após o jogo de ontem, ganhou salvo-conduto. Será que não dá para se fazer uma análise justa, dizendo que, ontem, Renê jogou bem, mas longe está de ser a solução para a nossa lateral esquerda?

Poderia dar seguimento a esta linha de raciocínio, falando de Cuellar, de Éverton Ribeiro, do Ceifador e, por aí vai…

Deixo a sugestão, no sentido de que comecemos a entender que nem todos são ruins quando a coisa vai mal e a recíproca é absolutamente verdadeira.

O exemplo mais flagrante é o próprio jogo de ontem, onde não é justo se dizer que tudo deu certo pelo fato de o time do Ceará ser fraco. Como também, não se pode achar que estamos no céu pelo que se viu ontem em Fortaleza.

Já pegamos times mais fracos do que o Ceará e, fomos péssimos. Da mesma forma, devemos entender que a vitória de ontem é muito pouco para transformar abóbora em príncipe.

Em síntese, foi bom, melhorou, mas para objetivos maiores, ainda falta muita coisa.

Por exemplo: CADÊ O TREINADOR?

Domingo santo

(Foto: Staff Images / Flamengo)

A vitória de qualquer time começa na escalação. Não que eu ache que o time do Flamengo que entrou em campo seja o melhor que possa ser escalado. A lateral esquerda e o comando de ataque são posições que, a meu conceito, carecem de melhores valores.

Além disso, finalmente, Diego deixou de jogar como volante. Liberado, pôde criar mais e, pelo fato de jogar mais próximo à área adversária, voltou a ser um jogador útil.

Paquetá, trocando de função com Diego, teve uma atuação quase perfeita. Como tem muito mais “gás” e mobilidade do que Diego, foi combativo como volante, e criativo como armador. O maior mérito, contudo, foi ter tido o espírito de equipe, abandonando – tomara que, de vez – a individualidade exagerada, que vinha comprometendo suas últimas atuações.

Éverton Ribeiro foi outro que evoluiu demais. A evolução foi dupla. Técnica e taticamente, talvez tenha realizado a sua melhor apresentação com a camisa do Flamengo.

Vinícius Júnior, o torcedor tem que entender, é um jogador agudo e de lances decisivos. Há jogadores assim que não participam tanto, mas são capazes de decidir um jogo, como hoje ocorreu com Vinícius Júnior.

Neste jogo, pode discordar quem quiser, houve uma entrega muito maior por parte de todos. Quando se elogia um plano tático, embutida está a entrega dos jogadores para que tudo funcione.

Neste jogo, quantas e quantas vezes, principalmente no primeiro tempo, vimos todo o time do Flamengo no seu campo defensivo. Isto é entrega.

Pode discordar quem quiser, mas a sacudidela acabou surtindo efeito. Não estou aqui apoiando atos de grosseria, selvageria e estupidez, quando alguns jogadores quase foram agredidos. Refiro-me à clara demonstração de insatisfação, de forma civilizada, demonstrada pela torcida rubro-negra. Funcionou, sim!

Muito bonita a atitude de Diego, indo para os braços da torcida após marcar o gol. Pela primeira vez não fiquei enfurecido pelo cartão amarelo quando um jogador é punido por ir para a torcida ou, tirar a camisa. Hoje, foi justo, pertinente. Tinha tudo a ver. Tomara que este jogo, que vencemos por 3 a 0, tenha sido um divisor de águas.

Que situação melhor do que esta, tem a nossa diretoria, para começar a dar soluções definitivas com relação ao comando da equipe. Que melhor hora pode haver para se contratar, finalmente, um treinador? O momento é tão bom, que o nosso estagiário jamais será contestado como auxiliar.

Uma delicia, depois de tanto tempo, esperar O Globo chegar e ver o Flamengo, na classificação, ser antecedido pelo mágico número 1.

Pensaram que eu fosse esquecer? CADÊ O NOSSO TREINADOR?

Mudanças? Novidades?  Só no Campeonato Brasileiro

E, para nós rubro-negros, as mudanças foram boas.

O jogo do dia 6 de maio, o outro domingo, contra o Internacional, pelo Campeonato Brasileiro, saiu da Ilha do Governador e passou para o Maracanã. O horário continua o mesmo, 16h.

No jogo do dia 13 de maio, um domingo, também pelo Campeonato Brasileiro, houve modificação no horário. Ao invés das 11 da manhã, como estava programado, passou para as 16h.

Mudanças para nós, saudáveis. Melhor jogar no Maraca do que em qualquer outro lugar. E, comissão técnica e jogadores devem estar adorando não jogar às 11 da manhã, pois este horário foge completamente aos hábitos dos nossos jogadores. Aliás, dos nossos e, dos outros…


(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Quem lidera, quem comanda, não pode ser um “Maria vai com as outras”, isto é, decidir sempre de forma política, sempre procurando ficar bem com a maioria.

E, claro, um comandante, na acepção da palavra, não pode admitir que o clube que comanda seja dirigido de fora para dentro, quando o dirigente se curva a quem fala mais alto ou, quando se curva aos formadores de opinião.

Até aí, tudo bem. Isto é uma coisa. A outra coisa, é saber que a quase unanimidade dos rubro-negros entende que um TREINADOR deva ser contratado, IMEDIATAMENTE.

A pesquisa foi feita pelo Globo.com (ler aqui), onde mais de 85.000 rubro-negros participaram.

Ia esquecendo. Três por cento dos entrevistados afirmaram que são favoráveis à efetivação do nosso estagiário. Eu disse, 3%. Os outros 97%, clamam por um TREINADOR.

CADÊ O NOSSO TREINADOR?