De ruim, o resultado e o amarelo

Macaé x Flamengo -10/03/18 (Fotos: Gilvan de Souza / Flamengo)

A escalação foi curiosa, na medida em que não foi poupado para o jogo de quarta, pela Libertadores, exatamente o jogador que mais vinha se destacando nos últimos jogos.

Lucas Paquetá foi escalado para este jogo contra o Macaé e, jogou somente o primeiro tempo. Dos que vão começar o jogo pela Libertadores, somente mais dois atuaram: Diego Alves e Jonas.

No intervalo, meu amigo Fernando Versiani enviou mensagem dizendo que o jogo deveria estar sendo disputado com três bolas. Uma para Lucas Paquetá, uma para Vinícius Júnior e a última para todos os outros jogadores…

Realmente o Fernando tinha razão. Embora tecnicamente Vinícius Júnior e Paquetá sejam inquestionáveis, abusaram em prender demais a bola.

Nada contra a tentativa do drible, até porque, contra um time todo retrancado, se não houver a jogada individual para desmontar o esquema defensivo, fica difícil. O problema é que os dois prenderam demais a bola.

Ao contrário deles, Willian Arão jogou, principalmente no primeiro tempo, uma boa partida, distribuindo bem o jogo.

O Flamengo teve inúmeras oportunidades de gol. No único contra-ataque eficaz, Lepu, com passe de Pipico, fez o gol do Macaé. Não bastasse, Léo Duarte foi expulso, complicando mais o que já estava enrolado.

O resultado só não foi pior em função de duas defesas espetaculares de Diego Alves. Por ele, ficamos no 0 a 1. Achei a nossa zaga muito fraca. Aliás, no sistema defensivo, o único razoável foi Trauco. No mais…

Vou fazer aqui uma colocação que poderá surpreender. Vítor Gabriel, o centroavante da Copinha, é muito melhor do que todos os outros centroavantes que temos, excetuando-se Guerrero.

É isso mesmo. Acho Vítor Gabriel muito melhor do que Ceifador, Felipe Vizeu e Lincoln. Por onde anda Vítor Gabriel?

Para encerrar. Seja com time principal, “alternativo” ou juvenil, ver o Flamengo perder é muito ruim. Tão ruim quanto, é ver o Flamengo jogar com esta horrorosa camisa amarela.

Senhores, por favor: As cores do Flamengo são vermelha e preta!!!

Campeonato Carioca

Até aqui, o nosso campeonato estadual tem sido pobre como espetáculo e uma tragédia com respeito a publico pagante. Claro que alguém vai comentar que uma coisa está diretamente ligada à outra, porém, infelizmente, há outros motivos.

O primeiro problema começa pelo regulamento. Como é que pode um clube vencer os dois turnos do campeonato, isto é, ser campeão da Taça Guanabara, e também da Taça Rio e, não ser consagrado campeão? É isso mesmo. Caso venha a ocorrer, o vencedor dos dois turno, ou seja, do campeonato, só terá a vantagem do empate, em um novo campeonato. Isto existe? Será que alguém imagina que o torcedor é um idiota?

Há em todo este processo o lado político e o financeiro. Como os clubes pequenos representam maioria, fica o presidente da Federação na obrigação de não contrariá-los. E o que querem eles? O maior número de jogos, para que possam faturar mais. Este modelo já deu…

Acredito ser possível um projeto bem elaborado que divida o Campeonato Carioca em duas etapas. A primeira, envolvendo apenas os clubes pequenos. Se for bem elaborada, bem programada e com boa comunicação, pode ser até atraente. Este campeonato classificaria os quatro primeiros colocados para a etapa final, com estes quatro pequenos e os quatro grandes, um contra todos, em dois turnos. Taça Guanabara e Taça Rio. Se o mesmo clube fosse o vencedor dos dois turnos, seria proclamado campeão. Se houvesse um vencedor da Taça Guanabara, e outro clube levantasse a Taça Rio, dois jogos, e aí sairia o campeão estadual. Simples, não?

Outra coisa que não dá para entender fica por conta da programação. Flamengo x Botafogo, em um sábado, às 17h. Vasco e Fluminense em uma quarta-feira, às 19h30. E por aí vai…

Caso os clubes grandes não tomem a iniciativa de provocar um diálogo que possa conduzir a uma profunda modificação neste cenário tenebroso a que estamos assistindo, serão, pela omissão, cúmplices na morte de uma competição maravilhosa, que um dia já foi a mais importante do calendário carioca.

Há solução. Para isso e, já, ação e, vontade de mudar.

Hoje é com o Egon

Boavista 0 x 3 Flamengo – 07/03/2018 (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

A vida é de encontros, embora haja tantos desencontros pela vida. O meu encontro rubro-negro é com o Egon.

Egon, querido amigo, comente o nosso jogo de hoje:


Enfim, vimos um Flamengo lutador e ocupando todos os espaços do campo. Mudou a postura da rapaziada…

Mais uma vez, imposto pela fornecedora, tivemos que assistir nosso Tabajara rodando. Nosso saudoso Bussunda deve estar dando cambalhotas no túmulo.

De acordo com a entrega, o placar tornou-se irrelevante. É a pegada que estávamos esperando faz tempo.

Carpegiani mantém o mesmo esquema da década de 80, esquecendo que o recheio é completamente diferente. Andrade cobria Leandro e Júnior, sem precisar de um segundo volante para auxiliá-lo.

O asterisco que não é irrelevante, é a quantidade de gols que continuamos perdendo. Um verdadeiro absurdo jogo a jogo, ano a ano…

Vamos as notinhas das crianças!

JÚLIO CÉSAR – Se estivesse no gol a Susana Werner, ninguém notaria a diferença. Cansou de bater tiros de meta, sem correr nenhum perigo. Valeu pelo que foi e, pela belíssima intenção de encerrar a carreira no clube do coração – 10

RODINEI – Definitivamente desempregou Pará! Bela partida, tanto na marcação como no ataque. Precisa urgentemente aprender a cruzar, já que chuta bem e volta e meia faz seus golzinhos – 9

RHODOLFO – Acho que encontramos uma boa trinca em termos de zagueiros. Tirando Léo Duarte, os três se equivalem, com uma leve vantagem para Réver e Juan – 8

JUAN – Se não for na correria, no mano a mano é absoluto. Jogando na sobra, sobra na maioria dos Jogos – 8

RENÉ – Ótima partida do lateral. Marcou justamente o cara mais perigoso do Boavista (Lucas) e se deu muito bem. Enfim, apareceu – 9

CUELLAR – Na cabeça do técnico, é o Andrade dos dias atuais. Muitas vezes deixa espaços por falta de ajuda dos meias, mas sempre correndo e se entregando – 9

PAQUETÁ – É uma pena que chute pedras! Habilidoso ao extremo, marcador ferrenho e, talvez, o cara do time atualmente. Golaço de falta – 9,5

DIEGO – Continua encerando mais que Zinho nos seus bons tempos. Mas hoje correu mais que o normal. Com a bola paradinha, é um gênio – 9

ÉVERTON RIBEIRO – Aquele jogador do Cruzeiro 2013 está começando a aparecer. O Boavista ainda não é um bom teste, apesar da colocação. Mas a melhora do meia já é flagrante – 8

ÉVERTON CARDOSO – Se fosse um centavo mais inteligente, estaria na Seleção Brasileira. É de uma utilidade ímpar – 9

DOURADO – A camisa mudou de cor, amarelou como TODOS os centroavantes que temos. Não sei se sinto falta do Tuta Peruano ou, se sinto falta do Brocador. O que sabemos, é que faz tempo que não temos um definidor Top. Tudo carniça da pior qualidade – 2

Carlos Egon Prates

Arbitragem

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Li que o responsável pela arbitragem da FERJ, em pronunciamento à TV FERJ, anuncia afastamento temporário, para que façam reciclagem, do árbitro de Flamengo x Botafogo e do bandeira que não marcou impedimento no gol de Rhodolfo. O árbitro, pelo fato de não ter dado cartão vermelho para Éverton que, na opinião dele, agrediu um jogador do Botafogo.

E, não parou aí. Também teve tempo de elogiar o árbitro pela expulsão de Vinícius Júnior.

Li e não acreditei. Imaginava que os comentaristas de arbitragem estivessem restritos às emissoras de rádio e televisão com quem diariamente convivemos. Agora, há o comentarista de arbitragem na própria comunicação da nossa Federação. Isto me parece meio estranho.

Mesma coisa que o diretor de futebol do Flamengo, após o jogo, fazer a análise individual do time na FLATV. Que loucura…

Estas observações, tanto cá, como lá, são temas de ordem interna. Sei não, mas fica no ar uma certa falta de respeito profissional.

Ah, ia esquecendo. Discordo do diretor comentarista de arbitragem, quanto à expulsão de Vinícius Júnior. Exagerada.

Vitória importante

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Vou começar fazendo algo que não gosto, que é criticar o trabalho de um companheiro.

Hoje, na transmissão de Flamengo e Botafogo, após uma jogada espetacular de Paquetá, puxando a bola com os dois pés e jogando por cima do jogador do Botafogo que, como única alternativa, fez a falta. E não é que Paquetá foi criticado? Desde quando driblar é debochar do adversário? Quanto mais que foi um drible para frente.

Francamente… os nossos comentaristas estão muito sisudos, chatos…

Um primeiro tempo com uma leve superioridade do Flamengo. Primeiro tempo de dois gols, em que só um foi validado – o do Flamengo – embora os dois tenham sido ilegais.

Esta é aquela velha história da sorte que, em um jogo parelho, pode ser fator decisivo. E, a sorte foi grande, pois o impedimento não marcado de Rodolpho, foi mais claro do que o impedimento de Kieza que, acertadamente, foi marcado.

O segundo tempo começou com o Flamengo dando sopa para o azar. Jonas deveria ter sido substituído no intervalo, pois após tomar o cartão amarelo, cometeu duas faltas desclassificantes. A sorte continuou ao nosso lado…

Quem não tinha lado, mas foi muito ruim, foi a arbitragem. Quem pagou o pato do jogo violento, da pancadaria, sem que o árbitro se impusesse, foi Vinícius Júnior que, em falta normal, levou o cartão vermelho.

O que ninguém pode reclamar é que o time não tenha jogado com raça. Paquetá foi o melhor e Diego Alves fez uma defesa espetacular. Ceifador, não ceifou… Renê, desafinou.

Valeu pela vitória. Ganhar, em se tratando de Flamengo, é tudo!!!

A paz voltou.,


Hoje é dia do nosso Rei

Galo querido,

Hoje é o dia de quem mais alegria me deu nesta vida.
Hoje é o dia de quem mais torci nesta vida.
O dia é seu. A alegria, de quem te ama.
PARABÉNS!!!

 

A importância do jogo

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Este Flamengo e Botafogo, caso o Flamengo tivesse vencido o River, seria um jogo como outro qualquer, em que o treinador poderia, após consultar sua comissão técnica, até poupar alguns jogadores, principalmente os de idade mais avançada.

Acontece que a vitória não veio. Ficamos no empate em 2 a 2 e, pior do que os dois pontos perdidos, talvez tenha sido o estopim da falta de confiança que, quando aceso, pode provocar um enorme estrago.

Neste momento, a sensibilidade do treinador, somada a boas e produtivas conversas com quem seja do ramo no nosso departamento de futebol, será o início do nosso final que, pode ser bom ou um desastre.

Para ser bom, primeiro é necessário dirimir as dúvidas e deixar claro quem é quem. Pra começar, dar força a Diego Alves. Falhou, é verdade, mas há alguém no elenco melhor do que ele?

Parar com Pará. Nem que seja um pouquinho, é mais do que oportuno. Soltar o Rodnei, dar corda e força a ele, é o óbvio a ser feito. Na lateral esquerda, duas alternativas. Retornar com o peruano ou, de uma vez por todas, efetivar Éverton 22 e, com isso, abrir, finalmente, uma brecha para Vinícius Júnior.

No meio, não há como não colocar Jonas, afinal, ainda no segundo jogo, pela Libertadores, Cuellar estará cumprindo suspensão.

Em síntese, seria bom, ver contra o Botafogo, o seguinte time: Diego Alves, Rodney, Juan, Rever e Everton 22; Jonas, Diego, Paquetá e Éverton Ribeiro; Vinícius Júnior e Ceifador.

Pode parecer que este jogo contra o Botafogo seja um jogo normal. Não é. Este é o jogo da encruzilhada, que vai dar confiança para voos mais altos ou, colocar o time no divã do psicanalista…

Assimilando o golpe

O domingo, como não poderia deixar de ser, foi o dia da redenção para os tricolores e, de meditação para “nosotros”…

Acordei com a seguinte mensagem do meu querido amigo, tricolor – que andava sumido – Luiz Oscar Niemeyer.


Para dar sequência aos desabafos dos amigos, depois da gozação do Lulu, dois depoimentos recebidos do grande rubro-negro Fernando Versiani. Chamo a atenção para o segundo, onde acho que ele tem total razão e, para nós, é preocupante.

Quem escala time sub 20 num Fla x Flu corre o risco de ser humilhado”

O Flamengo tem hoje no elenco apenas quatro jogadores que “fazem o time jogar”. Os dois Évertons Diego e Paquetá. Não tem meia de criação reserva. Isso é erro de montagem de elenco. Sem esses quatro, o time não anda. É simples assim.


Segunda-feira, vida nova. Que a lição tenha sido assimilada. Quarta, agora, sem o nosso maior patrimônio e, nossa melhor arma, vamos começar a nossa “Copa do Mundo”.

Que São Judas não seja barrado, no Engenhão, pela Conmebol…

Nem todo tricolor é igual

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

É isso mesmo! Erro de avaliação. Sensibilidade na sola do sapato.  Fica a clara impressão de que o time do Flamengo foi escalado como se fosse jogar, de novo, contra o Madureira, também tricolor…

A falta de respeito, de conhecimento de causa, custou ao Flamengo uma goleada, uma humilhação absolutamente desnecessária.

Não sei como a banda toca no futebol do Flamengo. Na minha época, imperava o diálogo. A palavra final era do treinador, mas o papo era obrigatório. Discutir, argumentar, nunca foi falta de respeito profissional.

Meu Deus do Céu. Quem é o titular da lateral direita? É o Rodnei? Então, por que não jogou o Pará?

Na zaga, no mínimo, um jogador experiente deveria estar em campo. Um meio de campo, no papel, defensivo. Só que foi uma tragédia, onde, com menos de um minuto, Rômulo entregou o ouro…

Na armação, ninguém!!! E este colombiano? O que é isso?

Como não há na vida, nada que seja tão bom, que não tenha um lado negativo e, a recíproca é verdadeira, tomara que tenha ficado claro, inclusive para alguns queridos companheiros do blog, que nem todo jogador, pelo fato de ter sido feito em casa, é uma Brastemp…

Sem medo de errar, entre todos os “ feitos em casa” que começaram jogando, só um vai confirmar. Acho que nem preciso dizer quem é, embora hoje, Vinícius Júnior não tenha jogado nada. Pensando melhor, talvez um outro, o que põe a camisa para dentro do calção, mereça uma melhor avaliação. Patrick, que entrou no segundo tempo, a exemplo de Jean Lucas, também merece ser melhor observado. E, ponto!

Erramos feio na avaliação interna e menosprezamos o adversário. Como diz Muricy Ramalho, “a bola não perdoa”.

O que coloquei aqui antes do campeonato começar, vale para o que aconteceu hoje. O Flamengo só perde para ele mesmo.

A incompetência, a falta de sensibilidade e a soberba, desfilaram pela avenida rubro-negra.

Resultado: nota 4… a zero!

 

Falha minha…

Carpegiani, na entrevista após a vitória de ontem (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo).

Ontem, imediatamente após o jogo, falei da importância de um teste mais duro antes da estreia na Libertadores, quarta-feira que vem, contra o River, no Engenhão.

A nossa única partida antes de começar a competição mais aguardada do ano será o Fla-Flu, que não acontecerá no Rio, e sim, na Arena Pantanal, em Mato Grosso.

Mais do que óbvio que a programação abraçada pela comissão técnica do Flamengo é correta, pois, em função do desgaste que esta viagem irá provocar, o time será a meia bomba. A decisão, repito, é correta, muito embora o ideal seria um teste forte, para, realmente, colocar à prova o time que vai entrar em campo contra o River.

Até agora, contra adversários tecnicamente fracos, a estratégia de jogar com apenas um volante tem dado mais do que certo. No jogo contra o River, já não contaremos com o titular da posição, que é Cuellar.

Ontem, Jonas jogou bem, mas ainda não dá para cravar que ele, sozinho na condição de volante, vá ter a mesma atuação contra um time peso pesado. Mas, mais uma vez, sou obrigado a concordar com a decisão de Carpegiani. Melhor arriscar improvisando, do que escalar quem já se sabe que não vai render nada. Aliás, se este Jonas não emplacar, urge que se contrate um bom volante.

E o Vasco hein? O futebol é realmente algo mágico. Quem poderia prever o que aconteceu ontem na Bolívia? Todos, “INCLUSIVE, TODOS” os meus amigos vascaínos, só conseguiram dormir após o sol nascer…

Coletivos de pré-temporada

Flamengo (esse de amarelo) 4 x 0 Madureira – 21/02/18 (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Com todo respeito ao Madureira, como a todos os outros adversários do Flamengo neste Campeonato Carioca, os jogos foram verdadeiros coletivos nesta pré-temporada que o rubro-negro vem realizando. No coletivo de hoje, goleada. 4 a 0.

Aliás, mérito de quem sabe fazer do limão, uma limonada. Carpegiani e jogadores têm sabido aproveitar o que o calendário está oferecendo. E, muito bom que o Fla-Flu, programado para sábado, na Arena Pantanal, será o jogo que antecede a estreia na Libertadores, quarta, no Engenhão, sem público, contra o River Plate.

Hoje, não foi muito diferente dos outros jogos. Com três novidades – Diego Alves, Rodnei e Jonas – a batida foi a mesma dos outros jogos, com destaque para o amplo domínio do meio campo criativo do Flamengo, composto por Diego, Éverton, Éverton Ribeiro e Lucas Paquetá. Todos muito bem, com Paquetá e Diego aparecendo mais.

Diego Alves fez uma única defesa difícil. Rodnei, sem ser brilhante, mais efetivo do que Pará. Renê, como sempre, discreto. Zaga, praticamente sem trabalho. Jonas, como único volante, foi muito bem.

E, não fosse o pênalti, o Ceifador não teria ceifado… mais uma vez, ficou devendo. Aliás, por falar em pênalti, o que foi claro, em Diego, o árbitro não deu. No que redundou no gol do Ceifador, o pênalti não houve e, o juiz deu. Elas por elas…

E, impressionante a alegria que Vinícius Júnior, quando entra, dá ao jogo. Com ele, há ataque e, mesmo jogando pouco tempo, sempre deixa o dele, como novamente ocorreu hoje.

Neste sábado, contra o Fluminense, vamos ter uma noção aproximada de como estamos para encarar a Copa Libertadores.

Estou levando fé. Com Vinícius Júnior jogando…