Três pontinhos preciosos

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Estava preocupado com este jogo, pois o empate já poderia ser um desastre.

Felizmente, a magia do Maracanã, em noite de gala, fez a diferença no início do jogo e, no embalo, no colo da galera, chegamos aos 2 a 0.

Arão fez um primeiro tempo primoroso, bem coadjuvado por Márcio Araújo.

Guerrero, sempre brigando, e Diego, a estrela solitária de sempre.

A dobradinha, Renê/ Trauco, até que foi bem no primeiro tempo. No segundo, Trauco cansou.

Segundo tempo complicado, com o Atlético diminuindo o placar e ameaçando sempre.

Não gostei da entrada de Matheus Sávio. Melhor seria ter entrado Cuellar, liberando Arão.

Tomara que o nosso treinador não se sinta obrigado em colocar os garotos da casa. Aliás, embora o mais jovem, cravo que Vinícius Junior será, entre todos os nossos meninos, o que vai vingar. E que na próxima fase da Libertadores, seja ele inscrito.

Os três pontinhos foram fundamentais.

MEEEEENGOOOOOOOO!!!

O jogo do ano. Até aqui…

Treino do Flamengo – 10/04/2017  (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo).

Exagero? Coisa nenhuma. Este Flamengo x Atlético Paranaense, sem nenhuma dúvida, é o mais importante entre todos os jogos realizados neste ano.

Primeiro, que é em disputa da competição de maior apelo e, com cara de decisivo, na medida em que, até aqui, o Flamengo venceu um jogo – 4 a 0 no San Lorenzo, no Maraca –  e perdeu outro – Universidad Católica 1 a 0, no Chile.

O fato de jogar em casa obriga o Flamengo a vencer o jogo, pois o compromisso seguinte será contra o mesmo Atlético Paranaense, em Curitiba, em campo de grama artificial, onde o clube paranaense registrou a melhor pontuação como mandante no último Campeonato Brasileiro.

Ganhar lá, mais do que provado está, não é fácil. Vencendo amanhã a situação fica mais folgada e o espírito para o jogo no gramado que é o “xodó dos ortopedistas”, certamente, será mais positivo.

Some-se ainda o fato de que podemos fazer o último jogo, contra o San Lorenzo, com o time argentino já podendo estar desclassificado. Este seria um belo cenário…

Pelo que comentam, Zé Ricardo vai manter a zaga com dois “zagueiros, zagueiros”, o que não me agrada, pois a saída de bola será mais complicada. Éverton voltando, ajuda. Mancuello ou Gabriel?… eis a questão…

Torcer para Diego estar inspirado. Se estiver, meio caminho andado…

Cabeça de treinador

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

A do nosso deve estar a mil…

Três dias para definir o melhor time para o jogo contra o Atlético Paranaense.

A primeira dúvida, na zaga. Em que pese achar Réver e Donatti bons jogadores e, claro que, Réver num nível acima, não gosto da ideia desta formação. São jogadores de características semelhantes. Prefiro zagueiro clássico ao lado de um mais técnico. A nossa última zaga próxima à perfeição era assim: Fábio Luciano e Ronaldo Angelim. Agora, prefiro o Rafael Vaz, ao lado de Réver. A zaga fica mais equilibrada e, com a saída de bola bem melhor.

Voltando Éverton, a outra dor de cabeça fica no lado direito e, com toda sinceridade, a definição será pelo menos ruim. Mancuello ou Gabriel. Sei que muita gente vai discordar, mas ante tantas deficiências, ainda acho Gabriel mais participativo. Aguardemos…

Quarta-feira, com certeza, dia de fortes emoções…

Pensar é preciso!!!

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Claro que, nenhum rubro-negro que tenha um mínimo de intimidade com o futebol, está em estado de graça neste sábado.

Onde erramos? Pra começar, escalando um time que pode ser considerado titular. Na pior das hipóteses, Diego jamais deveria ter sido escalado. Ele é a nossa estrela solitária. Arriscar, levando-se em conta que o jogo não valia nada, e havia a rivalidade, com jogo mais do que anunciado como pegado, escalar o nosso único grande talento, por que? Caramba, quarta tem Libertadores, e o nosso talento único tem idade avançada…

Esta zaga, com dois zagueiros grandes, rebatedores, lentos e com pouca intimidade com a bola, é um perigo. Pegar um time com um bom contra-ataque, adeus…

Guerrero jogou só. Ninguém para ajudar com um mínimo de talento. Vinícius Jr poderia ser um ponto de desequilíbrio. O talento desmonta a maioria das retrancas. Só o talento salva…

Por favor: arranjem uma contusão para qualquer um dos inscritos no campeonato e, inscrevam o menino abusado e talentoso no lugar dele. Caramba, o regulamento permite!!! Alô Dr. Tanure!!!!

Enfim, vamos para o jogo pela Libertadores com a pulga atrás da orelha. Acho que está faltando conversa. O nosso treinador precisa ser ajudado.

Amanhã falamos mais.

Pingadinhas de segunda…feira!!!

 

(Reprodução/Twitter Chapecoense)

. Leio e vejo com muita emoção a recepção feita pelos torcedores da Chape à delegação do Atlético Nacional da Colômbia, adversário na Recopa, onde o primeiro jogo será em Santa Catarina.

Sei que muita gente vai discordar, mas as homenagens ao clube colombiano, responsável pela mais linda atitude no mundo da bola – abrindo mão de um título continental – poderia ir além das demonstrações de amor, carinho e reconhecimento do povo de Chapecó.

Outro dia, após ver um jogo extraordinário entre Federer e Nadal, vencido por Federer, o Pelé do tênis, ante tanta comoção pelo fato de ter sido um jogo épico entre dois tenistas que deram a volta por cima, fiquei imaginando que Federer iria pegar o troféu conquistado e oferecer a Nadal. Seria para mim a consagração do esporte através de uma atitude inspirada por Deus. Acho até que Federer pensou nisso, mas a homenagem ao grande adversário ficou no discurso e, como dizia minha avó Corina, “palavras, o vento leva”…

O que quero dizer é que após a atitude do Atlético Nacional, entregando o título de campeão para a Chapecoense, o mínimo que poderia se esperar é que a recíproca fosse verdadeira, isto é, que a Chapecoense, independente dos resultados que venham a ocorrer no campo, e até do consentimento da Conmebol, deixasse claro que aquele caneco iria para a Colômbia. Tomara que haja algo parecido programado. Os colombianos merecem…


(Foto: Lucas Figueiredo/MoWA Press)

. E Tite foi agradecer a Deus e aos santos que o protegem, a conquista da vaga para o mundial. Aqui pra nós, este Tite é uma figura extraordinária e merecedor de todas as homenagens e elogios. Independentemente do conhecimento de causa, há o talento, o talento de alma…

Jogador de futebol é um ser como outro qualquer. Claro que há as peculiaridades inerentes ao ofício, mas de um modo geral, como qualquer ser humano, o boleiro precisa confiar para se entregar. Precisa de carinho para assimilar. Precisa ser respeitado para respeitar. Precisa de paz para produzir. Precisa de bom humor para conviver. Precisa de um líder para seguir e vencer. Vocês já repararam a maneira como os jogadores olham para o Tite? É isso aí…

Tite foi a minha primeira investida, quando ao lado de Hélio Ferraz, encarei aquele desafio em 2005, de manter o Flamengo na primeira divisão. Ali, Tite já me parecia diferenciado e por isso foi o primeiro nome que me veio a cabeça. O problema é que nem ele acreditava que fosse possível sair daquele buraco e, com receio de comprometer sua carreira, saiu pela tangente, declinando do convite.

O final do filme foi feliz para todos. O Flamengo seguiu a sua rota de gigante, e Tite se transformou em unanimidade nacional.


(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

. Com todo respeito a todas as opiniões registradas aqui no blog, acho que, de um modo geral, pegamos pesado… Quando digo nós, está claro que, como em um time de futebol, quando há unidade e companheirismo, na vitória ou na derrota, há de se estar junto. Aqui, igual. Como o processo é democrático, onde todas as opiniões são respeitadas, acaba prevalecendo um peso maior para uma determinada linha de pensamento.

De ontem para hoje, havia – sem qualquer dúvida – um descontentamento flagrante com o desempenho do elenco, e do treinador. Embora, pelo que li, faça parte, hoje, da minoria que acredita que tudo vai terminar bem, fica para mim, em razão de tantas ponderações contrariando o que penso, uma pontinha de preocupação.

Volto a afirmar que, psicologicamente, foi um gol contra não ter colocado, a exemplo do Fluminense, um time reserva em campo. O sempre atento companheiro Henrique lembra que, se o time principal não jogasse, ficaria quinze dias fora de competição. É verdade, mas pior do que isso é dar chance a que a confiança obtida vá para o vinagre por perder para o time B do Fluminense. Entendo o argumento, mas até por uma questão de coerência, por acreditar que confiança é quase tudo no futebol, volto a afirmar que arriscamos sem necessidade… até porque, o jogo não valia nada.

Até o telefone do Zé Ricardo foi parar em tudo que é lugar e, em consequência, tome corneta…e, ao vivo e a cores…

Sem pregar otimismo exagerado, acho que a hora é de se dar um voto de credibilidade ao treinador, que precisa de paz e de confiança para seguir adiante.

Continuo achando que o Flamengo tem um bom elenco e um time de razoável para bom. Aposto todas as minhas fichas em bom resultado no Campeonato Brasileiro, pelo fato de ser longo e por pontos corridos. Aí, vai pesar mais a força do elenco. Já em competições tipo mata-mata, como Libertadores e Copa do Brasil, a força do time é que vai decidir até onde se vai.

Que Papai do Céu ilumine o nosso Zé Ricardo e, que sopre favorável para que Conca entre em campo o mais rápido possível.

Conca, Carioca, Libertadores e Nelson Rodrigues

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

. Vamos começar por Conca. As imagens do talentoso argentino treinando com bola são realmente animadoras e, não tenho nenhum tipo de dúvida de que, se ao retornar aos gramados jogando 70% do que jogava, além de acrescentar uma barbaridade ao setor de criação do time, será o responsável direto para que Diego tenha mais liberdade, pois hoje em dia, como talento isolado, Diego é vigiado o tempo todo pelos adversários. Se Conca voltar tinindo, sua simples presença em campo será um alívio para Diego.


. Esta fórmula do Campeonato Carioca, definitivamente, foi um tremendo gol contra. Não há nada pior para uma competição do que jogos que não valem absolutamente nada, como por exemplo o Fla-Flu de domingo agora.

O Fluminense já é finalista por ter conquistado a Taça Guanabara, e o Flamengo pelo somatório de pontos. Impensável, diria mesmo ridículo, um clube conquistar os dois turnos de um campeonato e não ser proclamado campeão, e isto pode acontecer, caso o tricolor conquiste a Taça Rio que, na realidade, é o segundo turno do campeonato. Ao invés de levantar a Taça, se isto acontecer, o Fluminense vai ter que disputar um outro campeonato. Ridículo…

Bom mesmo era quando o campeonato tinha dois turnos. Campeão do turno, contra o campeão do returno, saindo o campeão. Se o mesmo clube fosse o vencedor dos dois turnos, como aconteceu conosco em 96, levava o caneco.

Octávio Pinto Guimarães

Houve um caso interessante, se não estou equivocado, quando Octávio Pinto Guimarães era o presidente da Federação. O regulamento abriu uma brecha para um terceiro participante, desde que, mesmo não tendo vencido a Taça Guanabara e a Taça Rio, um clube somasse no campeonato inteiro, um número de pontos maior do que os dois vencedores de turno. Esta forma abriu uma brecha para o clube mais regular e, como só poderia entrar por mérito, ninguém contestou. O que fica claro é que este regulamento precisa ser mudado de maneira imediata. Definitivamente, não foi uma ideia feliz.


 

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

. Não há como, a partir de agora, separar o Campeonato Carioca da Copa Libertadores. Muito em breve o treinador Zé Ricardo vai ter que definir sua estratégia, pois no sábado, dia 08, ou no domingo, dia 09, haverá um jogo decisivo e eliminatório pela Taça Rio e, já no dia 12, quarta-feira seguinte, a partida contra o Atlético Paranaense, pela Libertadores, em jogo que o Flamengo não pode nem pensar em empatar, pois ficaria em uma situação muito ruim na tabela.

Para o jogo de domingo agora, contra o Fluminense, Zé Ricardo afirma que os titulares que estiverem bem fisicamente irão jogar e, disse ainda não ter se definido no que vem pela frente. Deve Zé Ricardo jogar a semifinal da Taça Rio com um time reserva, preservando os titulares para o jogo pela Libertadores?

Acho que, de cada dez rubro-negros que responderem, onze vão cravar o SIM!!!


. O nosso querido companheiro e amigo Eduardo Bisotto, para nossa tristeza um pouquinho sumido do nosso convívio diário, reaparece e, de forma espetacular!!!

Com vocês, enviado por ele, um verdadeiro poema, escrito em vermelho e preto, pelo genial tricolor Nelson Rodrigues.

 

Quem diria…

(Foto Staff Images / Flamengo)

Modéstia de lado, com todo respeito a todos os outros blogs, o nível dos nossos comentaristas, com ou sem corneta, é simplesmente espetacular. Aqui, aprendo muito, o que me dá a possibilidade de reciclar, além de me divertir sempre. Alguns companheiros, já não preciso nem ler o nome, pois conheço pelo texto e, diga-se de passagem, muitos são brilhantes.

Nos comentários após o jogo de ontem contra a Universidad Católica, ficou mais do que claro que, antes combatido, Márcio Araújo virou quase que uma unanimidade rubro-negra. Unanimidade positiva, com muitos companheiros chegando a afirmar que no atual elenco, Márcio Araújo é o único volante realmente combativo e com capacidade de saída de bola.

O lado positivo disto tudo, como no futebol a confiança é quase tudo, é que estamos assistindo à recuperação de um jogador que pode ainda ser de extrema utilidade, principalmente na disputa da Libertadores.

Outra quase unanimidade, só que pelo aspecto negativo, é Rômulo. Acho que estamos vendo os mesmos jogos e os mesmos jogadores. O problema de Rômulo, é que ele não é lá, nem cá. Não destrói e tão pouco ajuda na construção das jogadas. Pode ser que a falta de ritmo – pois andou parado um bom tempo – possa estar influenciando o desempenho ruim de Rômulo. Se é isto mesmo, só o futuro vai definir.

Ainda pelos comentários, há por parte de alguns uma preocupação com Rafael Vaz, que realmente ontem não foi bem. Particularmente, acho a nossa zaga boa. Tipo, queijo minas com goiabada. Os estilos de Réver e Vaz são diferentes e casam perfeitamente. Talvez Rafael Vaz esteja passando um pouquinho do ponto na sua própria auto análise. Aqui, neste caso, talvez seja confiança em excesso. Arriscar menos e diminuir os lançamentos, é o que aconselho.

Vou agora tocar em um ponto que reconheço ser delicado. Não concluí ainda um pensamento definitivo sobre Berrío, porém, até por uma questão de me sentir obrigado a ser sincero nesta tribuna democrática, confesso que estou com a pulga atrás da orelha. Talvez tenha eu, influenciado pelo noticiário otimista, imaginado um tamanho equivocado para o talento deste colombiano que tem cara boa, sorriso encantador, velocidade de gazela, mas que ainda me deixa meio desconfiado… Tomara que eu esteja errado e que esta confissão seja fruto da frustração pela derrota de ontem.

Agora, é sacudir a poeira e pensar no Resende, jogo marcado para sábado, em Volta Redonda, às 18h30. E, lembrar que no outro sábado, dia 25, já pegamos o Vasco.

Libertadores, só no mês que vem, onde os dois jogos em seguida, contra o Atlético Paranaense, o primeiro aqui, e o segundo lá, praticamente definirão se avançamos para as oitavas de final ou, se ficamos na fase de grupos. Ganhar, principalmente o jogo aqui em casa, será absolutamente fundamental. Qualquer outro resultado que não seja a vitória, o risco da vaca ir pro brejo será enorme.

Ainda bem que há tempo suficiente para Zé Ricardo arrumar a casa.

Difícil comentar

(Foto: Staff Images / Flamengo)

. Resultado justo? Não!

. Time foi bem escalado? Juro que, embora aqui não tenha colocado, imaginei que Zé Ricardo pudesse surpreender, com Márcio Araújo ao invés de Gabriel ou Arão. Deu certo – e muito – no primeiro tempo. A estratégia foi feliz, infelizmente, com amplo domínio, faltou o gol.

. Se Zé Ricardo foi feliz na largada, ou seja, surpreendendo e conseguindo o mais difícil, o mesmo não ocorreu na etapa final. A entrada de Berrío, no lugar de Rômulo, foi perfeita, porém, a sequência de alterações, com Gabriel no lugar de Éverton e, principalmente, a de Damião no lugar de Arão, muito ruim, desestruturando o time.

. Hoje, o nosso craque foi um desastre. Diego, além de não contribuir em nada na construção das jogadas, foi o responsável direto pelo gol que tomamos. A falta que cometeu foi totalmente sem sentido.

. A zaga, que vinha muito bem, hoje, só a metade funcionou. Réver, perfeito. Rafael Vaz, titubeante. Laterais participativos, porém, sem brilho. Meio combativo, embora, pouco criativo. Ataque pecando nas finalizações, principalmente Guerrero.

. Outra coisa. Nesta competição, com arbitragens ridículas como a de hoje, a malandragem é terminar com 11. A expulsão de Berrío foi patética. Pouca inteligência… Tão importante como ser rápido, é pensar…

. Agora, é sacudir a poeira e ganhar o próximo jogo, que será contra o Atlético Paranaense, em casa.

. Sugiro segurarmos as cornetas. Continuo otimista. O duro, depois de um jogo como esse, é encontrar o sono…

Só vai dar Brasil na Libertadores

(Foto: Gazeta Press)

Acabo de ver a bela vitória do Botafogo, do Brasil, sobre o Estudiantes, da Argentina.

Embora não tenha um time brilhante, e com um elenco de razoável para bom, determinação, disciplina, força de conjunto e superação, fazem com que o torcedor alvinegro tenha o direito de torcer e de imaginar um final feliz para este sonho continental. No time argentino, o atacante colombiano Otero é o destaque absoluto. Baita jogador. E, jovem…

No Botafogo, o sistema defensivo quase perfeito. Meio pegador, com destaque para Aírton e, ataque que deu para o gasto, com direito a um golaço de voleio, o primeiro. Brilharam, Pimpão, autor do gol da vitória, e Sassá, que entrou e infernizou a defesa Argentina.

A manchete deste blog faz total sentido. Com este novo formato, indo até o final do ano, e com a maior quantidade de clubes, sendo que nesta edição são oito equipes brasileiras, as nossas chances aumentam barbaramente.

Acho bom lembrar que no início da Libertadores, apenas o campeão de cada país podia participar. Depois, campeão e vice. Até aí, era muito ruim para os grandes clubes brasileiros, onde o nosso campeonato é muito mais disputado, com pelo menos dez clubes podendo ser campeão ou vice.

Por isso, os grandes da Argentina, Paraguai e Uruguai ganharam muito mais do que os grandes brasileiros, pois participaram bem mais. Em seguida, um pequeno aumento, proporcional à importância de cada país, e agora, tudo liberado…

Com mais representantes, as nossas chances aumentam de mais. Podem me cobrar. De cada cinco disputas, no mínimo três títulos, quem sabe quatro, (para cravar) vão ficar por aqui. Quem viver, verá.

E nesta quarta-feira, que São Judas esteja em Santiago e, seja o que Deus quiser.

MEENNNNGGOOOOOO!!!!

Pingadinhas de terça…feira!!!

O garoto Manu com Mascherano.

. O pessoal do Grêmio está subindo nas tamancas e declarando guerra ao Barcelona. Emanuel Ferreira, o Manu, hoje com 11 anos, chegou do Nordeste há dois anos para um teste no Grêmio e, com nove aninhos deixou a gauchada enlouquecida. O tempo passou e, eis que o nosso Manu aparece este ano vestindo a camisa do Barcelona, com o pai tendo emprego garantido na Catalunha…

Na minha época de garoto, à primeira vista, o comentário seria de que “deram uma perna de anão” no Grêmio, porém, este tema merece uma análise mais profunda. Pela legislação atual, nenhum jogador pode assinar qualquer contrato com idade inferior a 16 anos, o que torna qualquer ligação, de qualquer menino com um clube, muito frágil.

O que meus amigos gaúchos afirmam é que o empresário de Manu (é verdade! com 11 anos, Manu já tem empresário…) convicto da genialidade do seu “cliente”, providenciou um teste no Barça. Manu encantou e, mesmo não havendo nenhum vínculo entre as partes, com o pai já devidamente empregado e recebendo em euro, Manu vai ficando por lá e, dentro de dois anos poderá ter sua ligação com o clube espanhol devidamente registrada. O Grêmio promete recorrer à FIFA, inconformado com a situação, mas como não há qualquer documento que ligue Manu ao Barça, vai ser difícil reverter o quadro, até porque, a vontade de Manu e Cia… é ficar por lá.

Vamos guardar bem este nome e acompanhar. Quem sabe estamos diante de Messi 2, a missão…


(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

. Hoje, vinha ouvindo no carro a Rádio CBN e, para os nossos companheiros de latinha, Zé Ricardo vai começar o jogo desta quarta-feira com Berrío, na direita. Embora não tenha um contato estreito com o treinador, já me julgo um razoável conhecedor do que vai naquela cabecinha e, seria capaz de apostar que vamos começar o jogo com Gabriel.

Sei que este é um jogador muito combatido, mas faço questão de afirmar que, se assim optar, Zé Ricardo estará sendo coerente pelo passado recente e, prudente, levando-se em conta as circunstâncias do jogo. Indo um pouco além, ousaria dizer que alguns jogadores evoluem com o tempo. Ficam melhores, mesmo! E, a meu conceito, este é o caso de Gabriel, a quem considero um jogador útil para compor o elenco. Como já defendo Márcio Araújo, depois dessa, estou pronto para as cornetadas. Futebol, é isso mesmo…


Gustavo Scarpa se machuca durante partida entre Fluminense X Ypiranga-RS. (Foto: Rudy Trindade)

. A diferença entre Flamengo e Fluminense, dentro das quatro linhas favorece ao Flamengo, porém, a diferença não é tão gritante. Esta distância aumenta quando fazemos a comparação entre os dois elencos. Aí, a vantagem do Flamengo é muito boa. Puxo o assunto para falar sobre a fissura no pé deste talentoso Gustavo Scarpa, que deverá parar por quatro ou cinco semanas. Em síntese, o favoritismo do Flamengo para conquistar o Campeonato Carioca, aumentou sensivelmente…


(Foto: Lúcio Adolfo)

. Coisa complicada a volta de Bruno ao futebol. Pela internet, uma enxurrada de ofensas ao goleiro e ao seu empregador. Os patrocinadores do clube certamente não foram consultados sobre a polêmica contratação e, inconformados com a possibilidade da transmissão de uma imagem negativa para as marcas, estão tirando o time de campo… É verdade que alguns torcedores foram assistir e apoiar o primeiro treino de Bruno, pelo Boa, seu novo clube.

Tudo vai depender muito da cabeça do Bruno, pois em cada jogo ele terá que ouvir, com certeza,  da torcida adversária, cobras e lagartos… A provocação será permanente, como aconteceu com Edmundo, após o acidente de automóvel na Lagoa. Neste aspecto, Edmundo foi light, matando no peito as provocações e reconstruindo, com a ajuda do tempo, a sua carreira. Não vai ser fácil para Bruno….