A importância do jogo

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Este Flamengo e Botafogo, caso o Flamengo tivesse vencido o River, seria um jogo como outro qualquer, em que o treinador poderia, após consultar sua comissão técnica, até poupar alguns jogadores, principalmente os de idade mais avançada.

Acontece que a vitória não veio. Ficamos no empate em 2 a 2 e, pior do que os dois pontos perdidos, talvez tenha sido o estopim da falta de confiança que, quando aceso, pode provocar um enorme estrago.

Neste momento, a sensibilidade do treinador, somada a boas e produtivas conversas com quem seja do ramo no nosso departamento de futebol, será o início do nosso final que, pode ser bom ou um desastre.

Para ser bom, primeiro é necessário dirimir as dúvidas e deixar claro quem é quem. Pra começar, dar força a Diego Alves. Falhou, é verdade, mas há alguém no elenco melhor do que ele?

Parar com Pará. Nem que seja um pouquinho, é mais do que oportuno. Soltar o Rodnei, dar corda e força a ele, é o óbvio a ser feito. Na lateral esquerda, duas alternativas. Retornar com o peruano ou, de uma vez por todas, efetivar Éverton 22 e, com isso, abrir, finalmente, uma brecha para Vinícius Júnior.

No meio, não há como não colocar Jonas, afinal, ainda no segundo jogo, pela Libertadores, Cuellar estará cumprindo suspensão.

Em síntese, seria bom, ver contra o Botafogo, o seguinte time: Diego Alves, Rodney, Juan, Rever e Everton 22; Jonas, Diego, Paquetá e Éverton Ribeiro; Vinícius Júnior e Ceifador.

Pode parecer que este jogo contra o Botafogo seja um jogo normal. Não é. Este é o jogo da encruzilhada, que vai dar confiança para voos mais altos ou, colocar o time no divã do psicanalista…

Tempo para refletir

(Fotos: Gilvan de Souza / Flamengo)

Li, como sempre, todos os comentários. Ao chegar no nonagésimo, concluí pela necessidade de dar uma paradinha para uma profunda reflexão.

Não que a média dos comentários tivesse sido contundente além da conta ou, que grandes aberrações tivessem sido cometidas. A minha necessidade em parar para refletir, tem muito de pragmatismo, de sentido prático.

Vamos começar por aí. Pelo prático. Bem ou mal, o elenco é esse aí. Este time ou, este elenco do Flamengo, embora muito criticado, é muito pior do que os melhores do continente?

Pode se admitir que, com um sopro de sorte – até porque sem isso ninguém vai a lugar nenhum – o time, melhor arrumado, possa ir caminhando até chegar a uma final de Libertadores? Quantas e quantas vezes equipes medianas conquistaram títulos importantes? Deixo no ar estas indagações, na intenção de que haja tempo para que se reflita.

Pra começar, proponho quebrarmos o retrovisor. Não adianta, em meio a este momento decisivo, ficar se levantando lebres sobre contratações. O elenco, salvo uma ou outra novidade que possa acontecer, é esse aí. Certo ou errado, bem ou mal contratado. É o nosso elenco. É o que nós temos. E, é por quem temos que torcer.

O rubro-negro – graças a Deus – é exigente por natureza. O que queremos é o Guardiola, ou o Tite, dirigindo o time e, quem sabe, Cristiano Ronaldo e Messi juntos…

Só que há uma enorme distância do sonho para a realidade. E, me desculpem, mas a nossa realidade, se não corresponde ao que sonhamos, também não é esta coisa medonha toda. Ora, se por um momento, alguém admitiu que, mesmo com este elenco tão criticado, podemos – com um pouquinho de sorte – ir “remando”, é sinal de que o diabo não é tão vermelho como está sendo pintado.

E, por favor, que ninguém confunda criticar com não acreditar. As críticas são válidas e pertinentes e, na maioria das vezes, ajudam o treinador a se encontrar. Ontem mesmo, Carpegiani se equivocou escalando Pará, colocando Arão em campo, e trancafiando Vinícius Júnior no banco. As críticas foram perfeitas. Agora, em função disso, deixar de acreditar, são outros quinhentos…

A nossa jornada é dura. No sábado – por que no sábado e não no domingo? – pegamos o Botafogo no Engenhão. Tipo do jogo chato. Embora o Flamengo já esteja classificado para a fase final do campeonato, uma derrota pode gerar uma crise.

Uma semana e meia depois, o primeiro jogo, pela Libertadores, fora de casa. E, no retorno, mais um jogo, no Rio, sem público. Enfim, o panorama não é animador. Se nesta hora não houver um sopro de confiança e carinho, a vaca vai pro brejo.

Por favor, reflitam…


Ia esquecendo. O pau roncou até para o presidente Eduardo e, numa visível mistura de estações, levou umas cacetadas por ter anunciado o seu sonho de ingressar na política. Como no Flamengo a banda toca de acordo com o resultado do futebol – e é assim mesmo que tem que ser, pois o futebol é responsável por 99.9% da paixão rubro-negra – se ele não anda, nada serve, nada presta.

Aí, novamente peço que se reflita. O que este país mais precisa? Simples. Renovar o seu quadro político. Quem está aí, já deu…  já cansou… Deveríamos como cidadãos, encarar a atitude ou o sonho do Eduardo, homem de bem, de reputação ilibada, como o caminho que precisamos para mudar toda esta pouca vergonha que está sufocando o país.

Em síntese, precisamos de mais Eduardos. Isto é bom. Isto não é ruim. Como diria Paulo César Ferreira, uma coisa, é uma coisa. Outra coisa, é outra coisa.

Vamos refletir?

Jogo difícil de comentar

Flamengo 2 x 2 River Plate – 28/02/18 (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Placar justo? Não tenho nenhuma dúvida em afirmar que sim.

Bom não esquecer a enorme desvantagem do Flamengo, em jogar no Rio, sem a sua torcida. Realmente, muito estranho, um jogo com dois gigantes do continente e, sem molho, isto é, sem a torcida. Isto precisa ser revisto.

A punição ao Flamengo pelos fatos ocorridos na final da Copa Sul-Americana, era óbvia e necessária. O problema é que a pena acabou sendo para o espetáculo seguinte, no caso, o jogo de hoje. Futebol sem público, definitivamente, é um crime.

Vamos à partida. A novidade foi o fato de Pará ter começado, quando todos esperavam a escalação de Rodnei. Pará não esteve bem, e Rodnei acabou entrando. No mais, o que se esperava com respeito à escalação.

Estranhei a entrada de Arão, completamente fora de ritmo. Se não estou equivocado, foi o primeiro jogo oficial dele este ano. Naquele momento, deveria ter entrado Vinícius Júnior.

Tenho muito cuidado em comentar, pois o psicológico, neste estádio vazio, influiu. O time jogou bem? Claro que não. Mas muito cuidado em avaliar, pois estivemos diante de uma situação inusitada.

Para não dizer que não houve algo bom, a atuação de Lucas Paquetá, foi longe, a melhor entre todos de vermelho e preto.

Diego, em uma nova função, sendo um armador e não um ponta de lança, foi até razoável. No mais, nenhum destaque. Muito pelo contrário…

E, não há como não deixar de colocar que o nosso bom goleiro, Diego Alves, foi bem atrasado no segundo gol do River. Chute de muito longe, totalmente defensável.

Que os marginais que aprontaram aquela zorra no jogo contra o Independiente, se, efetivamente, são rubro-negros, que tenham a certeza de que jogaram contra o patrimônio. Foram os maiores culpados pelos dois pontos que deixamos de ganhar hoje. Marginais, irresponsáveis e estúpidos.

Este grupo vai ser complicado. Agora, um jogo fora e depois, em casa, e sem a torcida.

Este próximo jogo, pelo resultado de hoje, passa a ter um caráter decisivo. Grupinho difícil…

Continuo levando fé…

O silêncio que dói

(Foto: Vipcomm)

A quarta-feira chegando e, ante a proximidade dela, muito mais do que a expectativa em competição tão aguardada – e contra adversário que é um gigante continental – a frustração de imaginar o Flamengo jogando sem a sua torcida e, além disso, ficar antevendo cenário tão inusitado.

Vez por outra, aqui no Brasil ou até mesmo no exterior, temos visto imagens de jogos de futebol sem a presença de público, onde normalmente o fato ocorre em função de punição para o time da casa.

E, nunca consegui ver, nestas condições, nenhum jogo que prestasse. Os espetáculos sempre foram deprimentes, onde tudo se ouve e pouco se joga, o que é mais do que normal, até porque, a pimenta ou o molho do futebol – como queiram – está na presença do público. E, imagino o que os homens da televisão estejam sofrendo, pois na telinha, jogo de futebol sem torcida é uma pobreza…

Será que não há outra forma de punir? Exemplo: por que não determinar que o clube penalizado seja impedido de colocar em campo os seus 11 jogadores que mais atuaram nos últimos três meses?

A punição seria da mesma forma rigorosa, só que o espetáculo estaria preservado.

Definitivamente, sou contrário a qualquer jogo de futebol sem público, onde o espetáculo vai para a cadeira elétrica. Muito melhor, a prisão perpétua…

Assimilando o golpe

O domingo, como não poderia deixar de ser, foi o dia da redenção para os tricolores e, de meditação para “nosotros”…

Acordei com a seguinte mensagem do meu querido amigo, tricolor – que andava sumido – Luiz Oscar Niemeyer.


Para dar sequência aos desabafos dos amigos, depois da gozação do Lulu, dois depoimentos recebidos do grande rubro-negro Fernando Versiani. Chamo a atenção para o segundo, onde acho que ele tem total razão e, para nós, é preocupante.

Quem escala time sub 20 num Fla x Flu corre o risco de ser humilhado”

O Flamengo tem hoje no elenco apenas quatro jogadores que “fazem o time jogar”. Os dois Évertons Diego e Paquetá. Não tem meia de criação reserva. Isso é erro de montagem de elenco. Sem esses quatro, o time não anda. É simples assim.


Segunda-feira, vida nova. Que a lição tenha sido assimilada. Quarta, agora, sem o nosso maior patrimônio e, nossa melhor arma, vamos começar a nossa “Copa do Mundo”.

Que São Judas não seja barrado, no Engenhão, pela Conmebol…

Falha minha…

Carpegiani, na entrevista após a vitória de ontem (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo).

Ontem, imediatamente após o jogo, falei da importância de um teste mais duro antes da estreia na Libertadores, quarta-feira que vem, contra o River, no Engenhão.

A nossa única partida antes de começar a competição mais aguardada do ano será o Fla-Flu, que não acontecerá no Rio, e sim, na Arena Pantanal, em Mato Grosso.

Mais do que óbvio que a programação abraçada pela comissão técnica do Flamengo é correta, pois, em função do desgaste que esta viagem irá provocar, o time será a meia bomba. A decisão, repito, é correta, muito embora o ideal seria um teste forte, para, realmente, colocar à prova o time que vai entrar em campo contra o River.

Até agora, contra adversários tecnicamente fracos, a estratégia de jogar com apenas um volante tem dado mais do que certo. No jogo contra o River, já não contaremos com o titular da posição, que é Cuellar.

Ontem, Jonas jogou bem, mas ainda não dá para cravar que ele, sozinho na condição de volante, vá ter a mesma atuação contra um time peso pesado. Mas, mais uma vez, sou obrigado a concordar com a decisão de Carpegiani. Melhor arriscar improvisando, do que escalar quem já se sabe que não vai render nada. Aliás, se este Jonas não emplacar, urge que se contrate um bom volante.

E o Vasco hein? O futebol é realmente algo mágico. Quem poderia prever o que aconteceu ontem na Bolívia? Todos, “INCLUSIVE, TODOS” os meus amigos vascaínos, só conseguiram dormir após o sol nascer…

Inacreditável…

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Há certas coisas na vida e, claro que, também no futebol, que fazem qualquer pessoa normal não acreditar no que está lendo ou ouvindo. Por exemplo: Esta notícia de que a Conmebol está estudando e, a tendência seja rejeitar, a indicação do Flamengo, no sentido de que o primeiro jogo do rubro-negro, pela Copa Libertadores, seja disputado na Ilha do Urubu.

Fosse este jogo realizado dentro da normalidade, isto é, com ingressos sendo vendidos normalmente e, obviamente, com a presença de um grande público, até daria para entender, pois as arquibancadas são improvisadas e, poderia ser este um motivo razoável para Confederação Sul-Americana resistir em aprovar o estádio indicado pelo Flamengo. Acontece que neste jogo, o primeiro do Flamengo pela Libertadores, contra o River Plate, não haverá presença de público em função da punição imposta pela Conmebol ao Flamengo, pelos fatos ocorridos no Maracanã, quando do jogo final pela Copa Sul Americana.

Este jogo, contra o River, de portões fechados, poderia ser realizado na Rua Figueira de Melo, campo do São Cristovão, caso o gramado estivesse em condições, o que infelizmente não acontece, pois, as ovelhinhas resolveram fazer greve de fome… Francamente, ter que conviver com este tipo de absurdo, é de se perder a paciência. Dona Conmebol não toma jeito…



 
Outro exemplo: Após empate contra um time sem expressão, Oswaldo de Oliveira, treinador do Atlético Mineiro, profissional pra lá de calejado, sempre educado, gentil, muda radicalmente sua permanente postura, partindo pra cima do repórter que havia feito uma pergunta, para ele, cabeluda (vídeo acima, iniciando aos 2min35seg)…. A partir daí, um festival de ofensas e, só não foi pior pela pronta intervenção da turma do deixa disso. O que leva uma pessoa tão educada, perder a cabeça por algo de importância relativa?


(Foto: André Costa / Estadão)

Mais um: Você já tinha ouvido falar em clube cujo nome é APARECIDENSE? Você sabia que este clube existe e, que sua sede, como diria o saudoso grande locutor Antônio Porto, fica no coração verde da Pátria (Goiás)? E o Botafogo, hein? Que loucura…

Aliás, este novo regulamento da Copa do Brasil, em que no seu início, o time mais bem qualificado, obrigatoriamente, em jogo único, é o visitante, podendo se classificar com o empate, começa a apresentar surpresas, como ocorreu com a desclassificação do Botafogo e, levando-se em conta de que o tema em pauta é o futebol, onde a zebra existe, com certeza, não vai parar no papelão do Botafogo. Outros Aparecidenses irão infernizar a vida de grandes clubes.


Mudando de assunto. Curioso como pouco se fala da decisão da semifinal desta Taça Guanabara, entre Flamengo e Botafogo. Será pelo carnaval? Ou haverá outros motivos?

Que autoridade, TCHÊ!!!

(Foto: REUTERS / Agustin Marcarian)

Amigos, mesmo tendo a certeza de o time do Lanús ter suas limitações, o jogo poderia ter outro desfecho, não fosse a perfeita postura do Grêmio no primeiro tempo.

O time argentino começou querendo se impor na base da coação e do jogo violento. Aí o Grêmio ganhou a partida.

Primeiro foi firme, não se intimidando, e depois, muito bem arrumado e criativo, liquidou a fatura ainda no primeiro tempo.

Impressionante a marcação alta imposta pelo time gaúcho na primeira metade do jogo. Além do bom futebol, preparação física e psicológica invejáveis.

O gozado é que no segundo tempo meu amigo Galvão reclamava que a pegada do Grêmio já não era a mesma. Lembrei do saudoso João Saldanha, que dizia com muita propriedade que é impossível durante noventa minutos ficar indo e vindo, beijando o pé e a bochecha da girafa…

Em síntese, a estratégia do Grêmio foi perfeita. Se impôs e liquidou a fatura nos primeiros quarenta e cinco minutos.

Parabéns aos amigos gremistas e, em especial a um que não mais está entre nós. Com certeza, o Carioca está promovendo uma linda festa no céu

E, os clubes brasileiros agradecem, pois com esta conquista do Grêmio mais uma vaguinha pintou na próxima Libertadores. E, dependendo do Flamengo, mais uma vaguinha pode chegar…

E o Fernandinho, hein? Trocamos pelo Geuvânio…

Nesta quinta-feira, seja o que São Judas quiser. Que o Flamengo tenha, ao menos, a mesma atitude do Grêmio, que soube se impor jogando bola.

Vamos torcer. E muito!

A incerteza é a força do futebol

(Reprodução da internet)

Quando era garoto, o nosso ídolo era o Popeye, marinheiro franzino, cujo combustível para se tornar o homem mais forte do mundo era o espinafre. Pois bem, se o futebol fosse o Popeye, o espinafre seria a incerteza.

E por esta imprevisibilidade o futebol é o mais popular esporte do planeta. Disparado…

Quem viu o jogo entre Lanús e River Plate, na noite de ontem, vai entender perfeitamente o que quero dizer.

No primeiro jogo, no Monumental de Nuñez, River 1 a 0. Ontem, no campo do Lanús, o River chegou fácil aos 2 a 0, ainda no primeiro tempo.

Em síntese, para se classificar para a final, o Lanús precisava fazer quatro gols. E, por incrível que pareça, fez!

Um no finalzinho do primeiro tempo e três no segundo, sendo que o último, com o auxílio do árbitro de vídeo, que confirmou o pênalti.

Enfim, este negócio de dizer que “já vi tudo em futebol”, só mesmo para quem não sabe nada do nosso tema.

O futebol, definitivamente, é mágico!!!


(Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA)

Com a vitória do Lanús, o Grêmio passando hoje, fará o segundo jogo na Argentina. Se o finalista fosse o River, a final seria em Porto Alegre.

Sei lá, mas acho que o torcedor gremista devia estar torcendo pelo River. Não deve ter acreditado no que viu…


Treino do Flamengo – 30/10/2017 (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

E, hoje à noite, no Maraca, seja o que Deus quiser. A vantagem é do Flamengo, mas a vitória do Lanús deve servir de alerta para que todos entendam que, ninguém deve ter a certeza da vitória, por melhor que seja.

Vamos torcer para o nosso Rueda não inventar. Isto acontecendo, tudo ficará mais fácil, mais simples.

Aliás, a simplicidade, até provem em contrário, é o caminho mais curto e rápido para o sucesso.

Desastre

(Foto: Staff Images/ Flamengo)

Realmente, inacreditável. A sensação é a de que fomos vítimas de uma conspiração.

Por uma questão de conceito de vida, prefiro meditar um pouco antes de dizer o que penso. Desta forma, minimizo a possibilidade de ser injusto e, me dou um tempo para ter certeza do que tenho vontade de dizer.

Muito triste. Que noite horrorosa!!!

Fiquem à vontade. Extravasem, comentem…

Juro que, neste momento, embora saiba o que dizer, não tenho força…

Que tristeza…

Amanhã, falamos…