Desculpem-me os pessimistas, mas ainda dá…

(Foto: Staff Images/Flamengo)

Jogo conforme todos estavam prevendo. O Corinthians todo lá atrás, se defendendo, e o Flamengo, com os seus pecados de sempre, a começar pela escalação.

Os nossos três principais erros:

  1. Escalar Uribe. Melhor entubar o péssimo negócio e ponto! O que não pode mais é se admitir o rodízio entre os centroavantes. O pior é que nenhum joga o que o time precisa.
  2. Não dá mais para abrir mão de Paquetá como jogador decisivo. Para isto, tem que jogar mais na frente e, jamais de volante. Paquetá tem que estar sempre perto da área adversária.
  3. Demora em substituir, em tentar algo novo. Está mais do que na cara que, como não temos camisa 9, a saída é improvisar. Tomara que em São Paulo entre Arão, adiantando-se Paquetá.

Não adianta ficar aqui apontando outros defeitos técnicos, por exemplo, dos nossos laterais. É o que temos…

O Corinthians jogou com sabedoria. Aliás, isto vale para o futebol e para a vida. Quem tem a noção exata do seu limite de competência está dando o primeiro passo para o sucesso.

O Time do Corinthians é fraco. Jogou como time pequeno. Sabedoria…

Agora, querem saber? Se o nosso treinador for minimamente feliz, temos tudo para garantir a vaga no campo do adversário. Lá eles não poderão jogar como time pequeno. A torcida não vai deixar. E aí, para eles, mora o perigo…Se partirem pra cima, vão perder o jogo.

Continuo levando fé. Dependemos do Barbieri. Aí mora o nosso perigo.

Tomara que São Judas o ilumine.

Restou a Copa do Brasil

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo) Kléber Leite Blog

Que vergonha! Que papelão!!! Quanta incompetência!!!!!!!!

Tive dois pressentimentos ruins. Do nada, resolvi não ir ao jogo. E, quando vi a escalação do Flamengo, com o treinador afirmando que a barração de Vitinho por Marlos Moreno era por motivo técnico, tive a certeza de que o departamento de futebol é o verdadeiro samba do crioulo doido.

O que me espantou não foi a barração divulgada pelo próprio treinador, e sim, o fato de ir para o banco o jogador mais caro da história – pra lá de centenária – do clube mais querido do Brasil. Infelizmente, o nosso futebol é um barco sem rumo, onde não há comandante, nem imediato…

Querem a prova disso. Em Belo Horizonte, com um jogo programado para domingo e outro para a quarta-feira seguinte, respectivamente, contra América e Cruzeiro, o óbvio era o time jogar domingo, ficar em BH, e voltar a jogar na quarta. Pois bem, o time voltou para o Rio, para voltar depois para Belo Horizonte. E vocês sabem por que? Pela pressão dos jogadores e pela falta de autoridade de quem comanda. Este filme, já vi mil vezes…

Voltando ao jogo. Repararam como é bem arrumado o time do Ceará? Vi a partida deles contra o São Paulo, que ganhou no finalzinho, por sorte pura.

E o nosso time, hein? Para não me alongar, temos um quarteto muito bom, composto por Cuellar (que hoje não jogou), Paquetá, Diego e Éverton Ribeiro. De muito bom, ainda temos o goleiro – que hoje falhou. E, ainda, apesar da idade, Réver, que é bom. Daí em diante e, em meio a contratações estapafúrdias a peso de ouro, uma verdadeira calamidade.

A presença de um estagiário comandando, provavelmente, o mais caro elenco do campeonato, no mais popular clube do Brasil, é o retrato do nosso barco, no meio do oceano, à deriva, completamente sem rumo.

Ah, ia esquecendo que apesar de tudo, temos um “Centro de Inteligência “…

Resta, agora, a Copa do Brasil

Bolinha malvada

(Foto: Fernanda Fiuza) Kléber Leite Notícias

E, ao invés de sorteio, azareio

Por todos os motivos do mundo, inclusive em respeito aos números, a torcida era para fazer o segundo jogo, o decisivo, pela Copa do Brasil, em casa.

Os matemáticos, baseados no retrospecto, informam que quem joga a segunda partida em casa tem 60% de chance de sair classificado.

Os torcedores mais ferrenhos, principalmente aqueles que não perdem um jogo no Maraca, querem sempre a decisão em casa. Enfim, por um motivo ou por outro, fazer a segunda partida em casa é preferência nacional.

O problema é que a bolinha não queria nada conosco e se bandeou para o lado do Corinthians. Agora, é fazer do limão uma limonada, até porque outra alternativa não há.

De bom, o fato do gol fora de casa não ser mais dobrado em caso de igualdade nos dois jogos. Acho mais justo e, cria uma possibilidade maior para tudo ser decidido nos pênaltis.

O nosso elenco é melhor do que o do Corinthians. O nosso time é melhor do que o do Corinthians. Desta forma, como disse Éverton Ribeiro na entrevista coletiva, é ter cuidado para não errar, pois segundo ele, vai se classificar para a final quem errar menos.

Prefiro dizer que vai para a final quem acertar mais, começando pela escalação…

Pergunta: O Flamengo é favorito?

Zaga perfeita

(Foto: Thiago Ribeiro/AGIF) Klefer

O pessoal do Grêmio saiu reclamando da sorte, achando o placar injusto. Como sempre dizia meu amigo João Saldanha, ”justiça no futebol, é bola na rede”!!!

Jogo emocionante, muitíssimo bem disputado, com o Grêmio com maior posse de bola, porém, sem criar grandes chances.

Claro que sorte no futebol, faz parte. Demos sorte no gol, na falha de Cortês e, a sorte soprou rubro-negra mais uma vez, pois a bola caiu no pé direito de Éverton Ribeiro, que não desafinou.

No domínio do Grêmio, o comportamento da zaga do Flamengo foi acima da média. Réver e Léo Duarte não erraram. Jogaram muito!!!

Outro que se destacou, principalmente no primeiro tempo, foi Éverton Ribeiro. Combativo e criativo, foi o destaque do Flamengo, quase se igualando à nossa zaga.

E quem diria, hein? Léo Moura, que para muitos, antes do jogo, seria o mapa da mina para o Flamengo chegar à vitória, acabou sendo o mais lúcido jogador do Grêmio. Errou apenas uma jogada. Errou a jogada e saiu. Jogou muito, também.

Flamengo e Grêmio tiveram o mesmo problema. No Flamengo, Ceifador não ceifou… No Grêmio, André e Jael, à altura do Ceifador…

O comando de ataque é o calcanhar de Aquiles de Flamengo e Grêmio.

E, que venha o Corinthians…

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S H O W

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo) Klefer

O jogo foi um show. O Flamengo foi um show, e o Grêmio fez parte do show.

Talvez tenha sido este o jogo de maior intensidade entre os clubes brasileiros e, levando-se em conta todos os campeonatos disputados.

E, por falar em intensidade, o preparo físico do time do Flamengo foi algo espantoso. Diria mesmo e, torcida à parte, que o Flamengo atropelou o Grêmio no segundo tempo.

Um primeiro tempo equilibrado, em que o Grêmio saiu vencedor, em função de uma jogada que, apesar de coletiva, teve Léo Moura como protagonista.

O segundo tempo, a partir dos 15 minutos, virou ataque contra defesa, com o Flamengo imprensando o Grêmio até o último minuto.

Não tivesse o Grêmio uma zaga de área espetacular, a vitória do Flamengo seria certa.

Gostei de quase tudo no nosso time. O quase fica por conta do centroavante Uribe. Marlos Moreno, mais ou menos. Nosso goleirão, pouco exigido. No mais, oito como nota mínima.

Vitinho entrou bem, demonstrando personalidade e que é um jogador agudo. Tem tudo para ocupar com qualidade o lugar deixado por Vinícius Júnior.

O nosso treinador ia cometendo um equívoco, quando quase tira Paquetá para entrar Geuvânio. Quem o salvou foi Paquetá, que fez uma jogada espetacular, obrigando o treinador a desistir da alteração.

E, registre-se este fato como ponto positivo, pois não é vergonha nenhuma se corrigir um quase equívoco. Ali, o “professor” demonstrou ter personalidade.

E, o gol santo de Lincoln, no último minuto, foi de matar de alegria.

Quarta de gala!!! E, que a quinta seja de justiça.

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Quarta da arrancada

Treino do Flamengo – 30/07/18 (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo) Klefer

A quarta-feira pode ser o início de tudo. Vamos jogar contra um time muito bom que, normalmente, tem ótimo desempenho atuando em casa.

Claro que em situação como esta, em que o Grêmio se vê obrigado a fazer o resultado na primeira partida, o contra-ataque passa ser uma arma poderosa.

Foi muito bom, que na goleada sobre o Sport, o colombiano Marlos Moreno tenha ido bem. Ganhou moral e, em função de suas características naturais, cria, pelo fato de ser um jogador veloz, uma ótima opção de contra-ataque.

E, este é o tipo de jogo que o time visitante deve jogar fechadinho, porém sem abrir mão de também agredir o adversário. Ficar todo mundo lá atrás, empurrando o jogo com a barriga e torcendo para o tempo passar, é suicídio.

Vitinho, que foi com a delegação, embora para alguns uma incógnita, passa a ser um trunfo precioso, pois, a exemplo de Marlos Moreno, é muito veloz e agudo, ou seja, tudo que o Flamengo precisa neste jogo.

Pelo retrospecto recente, não há do que duvidar sobre a forma de Vitinho, pois o seu adeus pelas bandas de lá foi conquistando um título importante, com atuação elogiada por todos.

Sem esquecer que, depois de longa inatividade, Berrío, que não é tudo aquilo que esperávamos – mesmo assim – também pode ajudar.

Muito interessante estarmos recompondo o elenco no momento exato em que vamos começar uma autêntica maratona.

Agora é torcer para o centroavante colombiano desencabular e, que de maneira rápida, tragam um substituto a altura para Cuellar.

Se estas preces forem ouvidas e, tendo dona sorte do lado, dá até para imaginar o sonho dos sonhos, qual seja, ganhar tudo que vier pela frente.

Já pensou???

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Quem é o nosso principal adversário no Campeonato Brasileiro?

Treino do Flamengo – 23/07/2018 (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo) Kleber Leite

Este é um bom tema. Chegando a pouco mais de um terço do Campeonato Brasileiro, em tese, sete clubes brigam pelo título:

  • Flamengo – 30 pontos
  • São Paulo – 29
  • Atlético, Palmeiras, Inter e Grêmio – 23
  • E, acrescento o Cruzeiro, embora com 21 pontos, pelo fato de ter um jogo a menos, pois vencendo o jogo que deve, ultrapassaria Atlético, Palmeiras, Inter e Grêmio.

Como sugiro o debate, vou começar. E começo acatando a tese aqui apresentada pelo nosso amigo Henrique que, em boa hora, lembrou que o São Paulo, coladinho no Flamengo, está disputando o Campeonato Brasileiro, já que eliminado foi da Copa do Brasil e, não disputa a Libertadores, porém ainda na Copa Sul-Americana (como bem lembrado pelo amigo Silviomar Cunha), segunda divisão de clubes do nosso continente, onde certamente vai utilizar um time reserva.

Realmente, este argumento é muito forte. Baseado nele, também é bom lembrar que há outro clube até em melhor condição, no caso, o Internacional, pois joga apenas o Campeonato Brasileiro. Em síntese, não há como negar que a vantagem, no aspecto físico, de São Paulo e Inter, será enorme.

Desta forma, rendendo-me a um melhor argumento, fico com a opinião do Henrique, apontando o São Paulo, porém com os dois olhos abertos para o Palmeiras e um para o Atlético Mineiro, que ontem me deixou muito boa impressão.

Neste meio de semana tenho o palpite de que a missão do São Paulo será mais complicada do que a nossa, pois pega o Grêmio, em Porto Alegre, enquanto o Flamengo vai pegar o Santos, na Vila.

Caiu Jair Ventura e, quando este tipo de coisa ocorre, dependendo da agilidade da diretoria, contratando imediatamente um novo treinador, normalmente funciona bem, pois todos os jogadores vão além da conta, na tentativa de causar boa impressão ao novo “professor”. Quando a diretoria é lenta, e não define, já não é a mesma coisa. Dizem que Zé Ricardo é o preferido da diretoria santista. Tomara que a negociação demore…


Deu no rádio que o nosso treinador pretende manter Matheus Sávio. Com todo respeito ao bonito gol de Matheus contra o Botafogo, acho uma opção equivocada. Com o retorno de Éverton Ribeiro, há a enorme necessidade de se escalar um jogador veloz no ataque e, esta, definitivamente, não é a característica de Matheus Sávio.


Ri muito quando me contaram uma tirada do português Cristiano Ronaldo. O repórter quis saber dele o motivo de não ter uma única tatuagem. Cristiano, respondeu: “Você por acaso já viu alguma Ferrari com adesivo?”

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“Azareio” de novo?

(Foto: Jorge Adorno / Reuters) Kléber Leite

Na Copa do Brasil, quando o sorteio indicou o Grêmio como adversário, a maioria de quem aqui comenta entendeu que não foi sorteio e sim, azareio…

Agora, nas oitavas de final da Libertadores, pela quantidade enorme de clubes brasileiros classificados, era certo que houvesse confronto nacional e, quis o destino que o Flamengo fosse um dos clubes e que, o Cruzeiro fosse o nosso adversário. Neste caso, duplo azareio…

As situações são distintas. Na Copa do Brasil, o sorteio indica não só o adversário, como também quem faz o segundo jogo, o decisivo, em casa.

Na Libertadores, só há sorteio para se conhecer o adversário, pois decidir em casa fica por conta do mérito na fase de classificação.

Neste caso, o sorteio foi bom, pois pela Copa do Brasil vamos fazer, contra o Grêmio, o segundo jogo no Maracanã.

Na Libertadores, pela melhor campanha do Cruzeiro na fase de grupos, a decisão será no Mineirão.

Há quem não dê importância em fazer o jogo decisivo em casa. Ao contrário, acho que seja uma bela vantagem.

No nosso caso na Libertadores, quando vamos tentar resolver no primeiro jogo, exatamente neste, não contaremos com Lucas Paquetá.

Só nos resta torcer para que a bola maior, a do jogo, seja mais amiga do que tem sido a bola menor, a famosa bolinha dos sorteios. Isto é, dos azareios…

Em síntese, dos três piores adversários hipotéticos – Palmeiras, Grêmio e Cruzeiro – vamos encarar dois.

Há, porém, uma vantagem. Se ultrapassarmos estas barreiras o moral vai lá em cima e os adversários bem abaixo…

Vamos à luta!!!

Página inicial de Kleber Leite

Sorteio ou “azareio”?

(Foto: CBF, Fernanda Tórtima / Divulgação) Kleber Leite

Estava no meio da rua, quando fui surpreendido por um alegre torcedor tricolor que, querendo brincar e ao mesmo tempo provocar, veio em minha direção, muito sorridente, e gritando para quem quisesse ouvir: “Foudez-vous!!! Vocês vão pegar o…Grêmio!!!”

Como o fator surpresa conta, fiquei meio sem jeito e, de cara, imaginei que fosse o sorteio da Libertadores. Em fração de segundos, me dei conta de que este sorteio será no dia 4 de junho e, confesso ter ficado meio sem rumo, até o torcedor rival esclarecer que a definição por sorteio era pertinente à Copa do Brasil.

A minha primeira preocupação, já que a “curra”, na opinião dele, era inevitável, foi saber onde seria o segundo jogo. O companheiro tricolor teve que recorrer à internet e, não demorou muito para afirmar – a bem da verdade, desapontado – que o segundo jogo, o decisivo, seria no Maracanã.

Ai, o sorteio que tinha virado azareio, passou a não ser tão ruim assim. Respeito qualquer tipo de opinião, mas se dependesse de mim, o Flamengo faria sempre o segundo jogo em casa. Por isso, apesar do adversário ser complicado, o final do filme não foi ruim…

De uma certa forma, para o Flamengo, a Copa do Brasil soa como um seguro, levando-se em conta que o campeão tem direito adquirido de participar da Copa Libertadores. Entendo como seguro, pois a boa campanha inicial do Campeonato Brasileiro sinaliza que estaremos sempre no pelotão de cima da tabela, o que equivale a dizer que, a presença na Libertadores deverá vir, certamente, por este caminho.

Além disso, há a própria Libertadores em disputa, onde o campeão tem vaga assegurada na próxima competição.

Como toda competição “mata-mata”, a emoção é outra e desperta um interesse muito maior do que a “procissão” que é o Campeonato Brasileiro.

E como argumento final, o campeão da Copa do Brasil leva para casa 50 milhões de reais. Antes que alguém argumente com o famoso “e daí?” – na equivocada conclusão de que este dinheiro não vai para os jogadores e sim para os clubes – garanto a todos que, seja lá quem for o campeão, os jogadores serão “sócios” no projeto…

Em síntese, a meu conceito, para o futebol e, como gerador de fortes emoções, este sorteio foi …espetacular!!!

Kleber Leite

Só valeu a vitória

(Foto: Staff Images / Flamengo)

Jogo duro. De se ver…

Conforme anunciado, o time começou com Geuvânio no lugar de Diego. Conforme previsão geral, decisão equivocada, pois mais uma vez Geuvânio nada fez e, além disso, obrigou Éverton Ribeiro a compor o meio, quando no último jogo havia acertado quase tudo, jogando no ataque, pela direita.

O resultado foi justo, em função da disparidade técnica entre os times. É bom lembrar que este time da Ponte, sábado passado, perdeu para o Londrina e, em Campinas.

A jogada do gol, muito bonita, com Éverton Ribeiro e Paquetá contribuindo com o talento e, Ceifador, que talento não tem, mas neste jogo ceifou.

Dois jogadores destoaram. Léo Duarte e Renê quase entregam o ouro. Sorte nossa, e de Renê, o árbitro não ter marcado um pênalti, em que o jogador da Ponte estava de costas para o gol do Flamengo. E Léo Duarte, inseguro, perdeu tolamente uma bola na área que quase nos custou a vitória. A trave salvou no primeiro lance e Diego Alves, no segundo.

Cuellar, de novo, muito bem. Paquetá, a cada jogo, deixa claro que é o mais criativo jogador do Flamengo. Vinícius Júnior, mesmo sem ser brilhante, deu trabalho, pois sempre parte pra cima do marcador. Ceifador foi bem em um segundo. O do gol. No mais…

Os aqui não citados, não brilharam, mas não comprometeram. Valeu pela vitória. Time desarrumado e escalado de forma equivocada.

CADÊ O NOSSO TREINADOR?