E agora José?

(Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Domingo, vida nova. Sai da cabeça do torcedor a Copa do Brasil e retorna o Campeonato Brasileiro.

Na Copa, a posição atual do Flamengo pode ser considerada muitíssimo boa, já que não levou gol em casa e fez dois, o que equivale a dizer que a classificação para a fase semifinal, onde – se classificado – pegará Botafogo ou Atlético Mineiro, está maravilhosamente bem encaminhada.

No Campeonato Brasileiro, embora nove pontos distante do líder, a terceira colocação na tabela é animadora, mas dependendo do que aconteça na Copa do Brasil, e na Copa Sul Americana, o Campeonato Brasileiro poderá virar uma bola ou búrica, isto é, ser campeão passar a ser o único objetivo, pois a vaga para a Libertadores pode chegar antes, seja pela Copa do Brasil ou, pela Sul-Americana.

A grande verdade é que nenhum outro jogo no ano empolgou tanto quanto este contra o Santos. E, sem que os mais novos reforços tivessem participado, pois não estavam e, não mais poderão ser inscritos. Fato é que alguns jogadores se encontraram e, Zé Ricardo, talvez tenha dissipado certas dúvidas, como por exemplo, a definição do melhor meio campo e, quem sabe, continue com um ou outro grilinho na cabeça.

Até 26 de julho, data do novo jogo contra o Santos, tenho a impressão de que o nosso treinador possa ter dois questionamentos. Se, efetivamente, Thiago vai aguentar o rojão, e se começa com Pará ou Rodnei. No mais, Réver e Rodholfo, a zaga. Trauco na lateral esquerda. O meio, com Márcio Araújo, Cuellar, Diego e Éverton, e o ataque, com Éverton Ribeiro e Guerrero.

Este jogo de ontem foi formidável, pois além de uma monstruosa injeção de confiança, ressuscitou quem já estava sendo enterrado, como Cuellar, Márcio Araújo e Berrío. Joguinho santo…

Antes que esqueça, e até entendendo em função da modificação introduzida no calendário com o alongamento da Copa Libertadores e, em função disso, modificando outras competições, é importante que a CBF esteja atenta para uma Copa do Brasil com uma melhor distribuição de jogos para o ano que vem, pois a distância entre as duas partidas de uma determinada fase acaba sendo muito grande, como é o caso agora, entre os jogos de ida e volta, nestas quartas de final. Muito tempo entre um jogo e outro. Quebra o encanto…

E, a meteorologia informa que no jogo de domingo, contra o São Paulo, São Judas Tadeu terá São Pedro como companheiro. Sorte dos funcionários responsáveis por molhar, antes do jogo, o gramado da Ilha do Urubu. São Pedro fará o serviço de graça e, com enorme prazer… Os mais velhos que preparem suas galochas… Em tempo: Ainda se compra galocha? Por favor, quem souber, transmitir através do blog. Carlos Egon, que irá ao jogo, não abre mão de tão útil objeto, que até agora não encontrou no mercado…

Isso é FLAMENGO

(Fotos: Gilvan de Souza / Flamengo)

. Sem medo de errar: a melhor atuação do Flamengo neste ano. Antes do segundo gol, imaginei “de ruim, só o placar” como título do post, pois tanta superioridade, perfeição tática e atuações impecáveis, 1 a 0 seria uma maldade. No finalzinho, o golaço de Cuellar mudou tudo, inclusive o título do post.

. No domingo, afirmei aqui que Corinthians e Grêmio eram equipes muito bem arrumadas. Hoje, o time do Flamengo foi superior, pois além de muito bem arrumado, foi guerreiro, intenso, inspirado e criativo. O Flamengo que sonhamos…

. O primeiro tempo foi de uma perfeição impressionante. A diferença entre os dois times foi a determinação da nossa equipe, onde a marcação foi perfeita, ao contrário do Santos, que não tinha a mesma pegada e pecava defensivamente.

. A perfeição foi “do goleiro ao ponta esquerda”, onde cada um cumpriu a sua missão de forma impecável, o que contribuiu para o jogo coletivo engrenar.

. Nada contra William Arão, mas, indiscutivelmente, o time fica mais compactado com Márcio Araújo e Cuellar. As subidas de Arão deixam buracos naturais atrás. Contra um time de qualidade técnica inferior, vá lá. Hoje, a escalação do time foi perfeita, rigorosamente coerente em função do adversário e da necessidade da vitória.

. Berrío fez a sua melhor partida pelo Flamengo. Em outros jogos cheguei a concluir que havia ele errado na escolha do esporte, pois ante tanta deficiência técnica no trato com a bola, e tanta velocidade, o atletismo deveria ter sido para ele a melhor opção. Neste jogo, Berrío pareceu jogador de futebol e, muito bom. Tomara que continue sendo…

. Diego, um príncipe. Guerrero, decisivo. Tão decisivo que participou dos dois gols. Éverton, foi o motorzinho de sempre, em noite iluminada, com direito a gol de altíssima categoria.

. Zé Ricardo, tão criticado, em noite inspirada, a começar pela escalação do time.

. Quarta-feira, deliciosa. A melhor do ano.

Tudo pode acontecer

Joel comemora um de seus gols contra o Botafogo (Foto: Agência Estado)

Alguma coisa me dizia para aguardar o jogo do Botafogo. O meu santo realmente é forte, pois talvez tenha sido esta vitória do Avaí sobre o clube da Estrela Solitária a maior zebra deste atual Campeonato Brasileiro.

A mesa estava posta e com talheres de prata. Vitória que guindaria o Botafogo para a terceira colocação, com direito a terminar o dia na frente do Flamengo. Não bastassem os retornos anunciados de seus dois principais jogadores, Camilo e Montillo.

O começo do jogo já anunciava a tragédia. Um gol espírita, num bate rebate e, Montillo saindo contundido. Depois disso, um belo gol do Avaí, e o Botafogo, principalmente no segundo tempo, consagrando o goleiro da terra do Guga.

Até agora, dois times demonstraram bom futebol e, mais do que justo, estejam Corinthians e Grêmio, liderando o campeonato.

A pergunta é a seguinte: até quando?

Se continuar na batida que vem até aqui e, de forma invicta, o Corinthians pode ser o campeão com três rodadas de antecipação. Mas será que vai aguentar o repuxo?

O mesmo se aplica ao Grêmio. Time bem organizado, mas que já deu uma rateada em momento decisivo. A derrota, em casa, para o Corinthians, convenhamos, foi desanimadora. E, pior ainda, pelo fato de Luan, o craque do time, além de não ter jogado nada, ainda ter perdido um pênalti.

Uma coisa é uma coisa. Outra coisa é outra coisa. Da mesma forma que decepcionado fiquei com a atuação do nosso time contra o Bahia, animado estou pelo que está por vir neste Campeonato Brasileiro, onde a sensação que se tem é que tudo pode acontecer.  Por isto mesmo, minimizar os equívocos passa a ser fundamental. A começar pela escalação do time…

Agora, é novamente a Copa do Brasil e, contra um Santos com muitos problemas. Embora competições distintas, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro são competições interligadas pelo emocional. Uma boa vitória na quarta é a melhor vitamina para domingo.

Nesta véspera de encarar o Santos, vou propor aqui uma discussão tática, onde já lanço a questão que é polêmica: o treinador deve ter na cabeça o que considera ideal como concepção tática ou, escalar em função do material humano disponível?

Indo mais longe e, como exemplo: o treinador ama jogar no 4-4-2, porém, o quarto homem deste meio campo não pode jogar, e o reserva não é uma “Brastemp”. O treinador deve manter o seu esquema de jogo, mesmo sendo este reserva, que vai entrar, no máximo razoável ou, você mudaria o plano de jogo, utilizando um jogador de melhor qualidade técnica?

Indo mais longe ainda: sem Éverton, no jogo contra o Bahia, você escalaria Matheus Sávio, mantendo o 4-4-2 ou, entraria com Berrío, ou Vinicius Júnior, indo para o 4-3-3?

Por favor, comentem…

Pingadinhas de segunda…feira!!!

(Foto: Divulgação)

. Hoje na CBF, não houve sorteio e sim, azareio… Pegar o Santos nas quartas de final e ainda por cima decidir na Vila, é dose… Aliás o estudo feito recentemente fez cair por água abaixo a tese de que a vantagem seja relativa quando se faz o segundo jogo em casa. Os números demonstram claramente que, jogar o último jogo em casa é uma vantagem considerável.

. Vamos encarar uma série de quatro jogos que, a meu ver, vão definir onde o Flamengo vai brigar neste Campeonato Brasileiro. Os dois próximos jogos, quarta e domingo, serão fora de casa, respectivamente, contra Sport Recife e Avaí. Na quinta-feira seguinte, na Arena da Ilha, pegamos a Ponte Preta e, no domingo, com o Fluminense como mandante, teremos o Fla-Flu.

. Dois titulares não vão estar presentes nos três próximos jogos. Trauco e Guerrero estarão defendendo a Seleção Peruana e, somente retornarão ao time no Fla-Flu. E, por falar nisso, por onde anda o Vizeu?

. Com todo respeito à opinião de alguns companheiros que espinafraram Guerrero, não posso deixar de dar ênfase ao que venho colocando aqui no blog. Impossível ter um ataque positivo com apenas um atacante. Guerrero, aqui pra nós, tem jogado completamente isolado. Enquanto algum fato novo não chega, Vinícius Júnior, já!!!

. Como diria Paulo Cesar Ferreira, “Uma coisa é uma coisa. Outra coisa, é outra coisa”. Uma coisa, é criticar o comportamento do treinador Zé Ricardo, como ocorreu no jogo de ontem, quando entrou com três volantes para um jogo contra um time mediano e, além disso, demorou a introduzir as modificações necessárias. A outra, é imaginar trocá-lo por Dorival Junior. Com todo respeito…

Boas notícias

Treino do Flamengo – 26/05/2017 (Fotos: Divulgação / Flamengo)

Hoje, sinto o nosso ambiente no Flamengo bem mais descontraído. Mais uma vez repito e, pelos comentários, muitos companheiros pensam como eu. Tudo bem que a atuação contra o Atlético Goianiense, apesar da vitória, foi muito ruim. Só que os jogadores são seres humanos que sofrem influência psicológica e, isto ocorreu em função da desclassificação da Libertadores.

Diria mesmo que, o jogo pela Copa do Brasil foi o da ressaca… e isto vai passar. Aliás, já passou. Pelas fotos e vídeos dá pra notar o clima bem mais descontraído. Apesar do gramado sintético e, pelo jeito, ainda sem Éverton, dá para acreditar num bom resultado no domingo.

Assustado e preocupado

(Foto: CÉLIO MESSIAS/ESTADÃO CONTEÚDO)

Ontem, aliás madrugada de hoje, ouvi do meu querido Carlos Egon que, a atuação do nosso time havia sido muito ruim.

Daqui, raciocinei que o jogo, apesar de valer uma classificação para a próxima etapa da Copa do Brasil, trazia a facilidade que encontramos na partida de sábado pelo Campeonato Brasileiro e, por este motivo, o time devia ter entrado em campo mais relaxado do que deveria, daí a má atuação.

Acabei de falar com o Egon e fui para o blog. Confesso que fiquei assustado com seu texto e, mais ainda, com as notas por ele atribuídas. Fui dormir preocupado e, ao acordar, lendo os comentários, fiquei além de preocupado, assustado.

Reparem que desta feita, houve quase que uma unanimidade com relação ao trabalho que vem sendo feito pelo treinador Zé Ricardo. Até onde li, apenas um companheiro, entre todos, livrava a cara do nosso treinador. Não bastasse isso, uma quantidade considerável de jogadores foi descartada.

Pelo que li, de antemão, sei que o que vou aqui dizer não vai agradar à maioria absoluta dos companheiros, mas, é o tal negócio: amigo não é aquele que diz o que o outro quer ouvir, e sim, o que o outro precisa ouvir. Quanto mais em se tratando desta nossa família rubro-negra, que discorda, mas ama.

Amigos, acho que em função de uma atuação horrorosa, vá lá, a conclusão de um todo está distorcida.

Muralha é um Yashin? Claro que não. Mas, pergunto: no atual futebol brasileiro, quantos são bem superiores a ele? O nosso quarteto de zagueiros – Pará, Rever, Vaz e Trauco – é ruim? Será que já esquecemos de César Martins e Wallace? No meio defensivo, vocês acham mesmo Márcio Araújo, Arão e Éverton ruins?

Não há técnico no mundo que faça um time ser vencedor, se não houver um mínimo de criatividade no meio-campo. E, não há time no mundo que conquiste algo importante tendo apenas um atacante.

Com a saída de Diego e, sem poder ainda contar com Conca, não há solução, pois só estes dois sabem criar. E, só com Guerrero no ataque, definitivamente, não dá.

Contratar um atacante JÁ, é o mais primário dever de casa a ser feito. E, enquanto isso, por favor, Zé Ricardo, não invente e coloque o Vinícius Júnior para jogar 90 minutos.

No mais, acabar com este “centro de inteligência” que contrata com total incompetência.

Era isso. Falei com o coração, sem esquecer a razão.

Mengão pós jogo

(Foto: Celio Messias / Estadão Conteúdo)

Como sempre, quando – apesar de todo esforço possível, como agora – fica impossível para mim ver o nosso jogo, quem coloca a bola para rolar é o nosso doce, talentoso e bem-humorado, Carlos Egon Prates.

Diga aí, querido Egon…


Bem! Jurava que o festival de horror tivesse ficado na Argentina. Perdemos, com um festival de lambanças do Zé.

Vencemos hoje, com Zé fazendo um esforço abissal pra sair de Goiás eliminado…
Não existe nota maior que 5, pra qualquer jogador.

O Atlético tomou um gol, encostou a marcação no meio de campo e, foram para o suicídio. Deu certo! E, por pouco não deu MUITO certo…

Guerrero, nosso pivô, responsável pela chegada do meio, não viu cor de bola. O técnico do Atlético encostou o zagueiro no cangote dele. Babou!!!

Apesar das inúmeras faltas sobre o centroavante, a jogada morria ali.

Conseguimos (não sei como) jogar muito menos que contra o San Lorenzo. Definitivamente, saímos no lucro de Goiás…

Vamos às notinhas, que só serão dadas, por consideração ao meu amigo Kleber.
ELES não mereciam!!!

MURALHA – Sem culpa pontual em nada mas, culpado pela péssima reposição de bola. Pode cair em qualquer lugar – 3

PARÁ – De certa forma atacou com certa objetividade. Em compensação, fez um balaio de lambanças na marcação. O 1-2 sobre ele, só não foi notado pelo Zé Ricardo – 3

RÉVER – Nunca vi tão nervoso e afoito. Uma das poucas atuações pífias que assisti do nosso capitão – 2

VAZ – Definitivamente é o Fio Maravilha da nossa defesa. Alterna jogadas interessantes, com absurdas. Em dois lances, quase entrega a rapadura – 1

RENÊ – Posso quase garantir que, no futebol brasileiro, não existe lateral-esquerdo parecido com ele. Na contramão da modernidade, não passa do meio de campo. Só marca!!! – 3

MÁRCIO CARAMUJO – A pior partida que vi jogando esse ano! Errou tudo que podia e não podia. Até mesmo tropeços hilários na bola – 1

ARÃO – Coisa do outro mundo! Um terror tanto no meio como atacando. Nada deu certo para nosso volante – 1

TRAUCO – Para Traque faltou pouco. O perninha curta foi um dos responsáveis pela avalanche do Atlético. Nem marcava nem atacava – 1

ÉDERSON – Só foi notado quando perdeu um gol por querer cortar pra dentro. Não entrou em campo – 0

RODINEI – Ajudou na marcação, mas não foi o “ponta” que tem sido em outros jogos. Por outro lado, os lançamentos também não aconteceram. Valeu pela garra demonstrada – 4

GUERRERO – Continuo afirmando que é o melhor pivô “brasileiro”. Dentro da área é um jogador comum. Evidentemente, valeu pelo gol, mas hoje, não ganhou uma bola do zagueiro do Atlético – 4

MATHEUS SÁVIO – Entrou sob vaias, cruzou uma bola vadia e, caprichosamente entrou no cantinho. Como sou complicado para esquecer traumas, só pelas lambanças na terra do Maradona… – 0

ZÉ RICARDO – Pensei que tivesse aprendido na Argentina! Novamente jogou o time adversário pra cima de nós. Com a saída do Rodinei, deu sorte com o gol do Matheus. Por outro lado, perdemos a pouca posse de bola que tínhamos no ataque. Além, é claro, de liberar o lateral deles. Substituição básica e chorada pela Nação. Sai Rodinei, entra Vinicius Jr. Simples assim! As entradas de Rômulo, ManCUello e Matheus Sávio, tornaram Guerrero mais solitário ainda – 0

Valeu pela classificação, mas não valeu pela péssima partida que fizemos.

Abs amigos

Carlos Egon Prates

Pingadinhas de segunda…feira!

(Reprodução da internet)

. Em apenas duas rodadas está dado o recado: se o Campeonato Brasileiro do ano passado foi marcado pelo equilíbrio, este ano a disputa será mais acirrada ainda. Impressionante como os times estão nivelados.


(Fonte: Twitter do Vasco)

. E não é que sem o seu melhor jogador, o Vasco tirou a barriga da miséria… Mesmo assim, continuo firme no conceito de que nada substitui o talento. Nesse time do Vasco, Nenê ver o jogo do banco, deve ser difícil, pois o elenco carece de talentos. Nesta matéria, além de Nenê, só se salva Douglas, que realmente é bom jogador.


(Foto: Fernando Michel/Lancepress)

. Com todo respeito ao Fluminense, a vitória sobre o Atlético Mineiro, no alçapão do Galo, pode ser considerada uma meia zebra. De negativo, a arbitragem. Flagrante ficou que o árbitro se deixou “impressionar” pelo ruído do alçapão…


(Foto: Staff Images / Flamengo)

. Lá ia eu dizer que é desagradável jogar contra o mesmo adversário duas vezes seguidas e, por competições diferentes. No fundo, ruim mesmo é para quem perde o primeiro jogo por 3 a 0, ter que pegar o mesmo adversário três dias depois…

. No que nos compete, o negócio é ganhar o jogo de depois de amanhã, garantindo o seguimento na Copa do Brasil. E, no dia seguinte, refletir muito e concluir que jogamos duas vezes contra ninguém.

. Por isso acho precipitado qualquer tipo de avaliação individual no nosso time. O pessoal aqui gostou do Éderson no primeiro jogo. Preciso de mais um pouco de tempo, e de adversário também…


. Hoje, vi de cima a nossa Arena na Ilha do Governador. Todos que estavam nas janelas, do lado direito do avião, ficaram embasbacados. A nossa Arena está simplesmente LINDA!!!


(Foto: Gilvan de Souza/ Flamengo)

. A pergunta que não quer calar – e que vale um “bolão”. Em que jogo Conca vai estrear? Quem arrisca?


. Meu parceiro Robert Rodrigues enviou uma enxurrada de matérias dos principais jornais do mundo sobre o garoto Vinícius Júnior. Tenho o palpite de que, muito antes do que se imagina, Guerrero, finalmente, vai ter um companheiro de ataque…

Guerrero e Copa do Brasil

(Reprodução do SporTV)

. Hoje, o diretor de futebol do Flamengo, Rodrigo Caetano, esteve no programa do talentoso Marcelo Barreto e, desmentiu que exista uma proposta do futebol chinês pelo artilheiro do Campeonato Carioca, Paolo Guerrero (assista ao vídeo aqui).

. Se foi firme, negando a proposta por Guerrero, Rodrigo Caetano, “se virou nos trinta” para falar sobre a transferência de Vinicius Júnior para o Real Madrid. Meio sem jeito, não disse que sim e também não desmentiu. Para quem viu o programa ficou a certeza de que, tudo que ontem foi aqui colocado no blog corresponde à verdade.


. Hoje, completa 50 anos de vida meu sócio, e querido amigo, Sergio Campos, o Serginho da Klefer.

Há trinta anos, Serginho, estudante de comunicação, por indicação de Carlos Alberto Pinheiro, começava na Klefer. A correção de caráter, o dom da bela convivência e a extrema competência, o guindaram a sócio na empresa.

Carlos Alberto Pinheiro, quando me pediu uma oportunidade para o rubro-negro Serginho, disse que naquele momento estava eu fazendo um favor a ele, porém, um dia, eu é que ficaria devendo este favor. Verdade pura. Obrigado, Carlos Alberto, você tinha razão. Conviver com o Serginho é um privilégio.

E, viva o cinquentão!!!


. Como não poderei ver o jogo da Copa do Brasil ao vivo (claro que verei quando chegar), pois estarei na festa do cinquentão, deixo o espaço com o meu querido amigo Carlos Egon Prates, que rolará a bola para o comentário de todos.

Diz aí Egon…

(Fotos: Gilvan de Souza / Flamengo)

Atualmente, vejo mais jogos do Flamengo que minha namorada… Em 10 dias, jogamos 3 decisões e um joguinho mequetrefe como o de hoje. 

Mesmo com time alternativo, 33 mil testemunhas assistiram essa pelada morna.

Algumas considerações não podem passar em branco. Difícil dizer quem foram os melhores em campo. Mas, fácil apontar os 3 piores: Damião, Cuellar e Paquetá!

O saldo da nossa maratona não pode ser desconsiderado. Em 12 pontos disputados, além de um campeonato invicto, arrumamos 10 preciosos pontinhos.

Acho mais fácil dar notas para os bonecos, que relatar o pouco que aconteceu em campo.

De bom, com time alternativo ou principal, Zé mantém seu esquema defensivo e ofensivo. Difícil chegar na cara do Mureta…

MURALHA – Continua batendo mais roupa que lavadeira do interior na beira de rio. Transmite absurda insegurança – 4

RODINEI – Nosso mais novo atacante está numa empolgação que dá gosto. Não existe bola perdida para o cara. Perde na qualidade, mas ganha na vontade – 7

JUAN – Jogando na sobra, ainda pode brincar. Se colocar correria, só chega na bola semana que vem. Por toda experiência é muito útil, mas acho que não passa desse ano – 6

VAZ – Parou de brincadeiras e, com o jeito meia de ser. Seguro por cima e por baixo. Não tem mais vergonha em dar um bicão pra arquibancada – 6

RENÊ – Quase posso afirmar que estamos bem na lateral-esquerda. É um ótimo reserva do Trauco. Mais objetivo defendendo que atacando – 7

RONALDO – Continuo não vendo absolutamente nada de fora do comum. Jogador lento, que erra poucos passes, joga simples tocando o mais perto possível. Muito mais cara de 2º volante, que de 1º – 6

CUELLAR – Errou uma cacetada de saídas de bola. Me parece completamente inseguro e dando sempre um toque a mais. Não vejo nenhum futuro neste colombiano – 2

PAQUETÁ – Por enquanto, e acho que NÃO vai mudar, continua sendo apenas uma ilha na Cidade do Rio de Janeiro. Além de individualista ao extremo, é um meia à moda antiga – 3

MATHEUS – Quase no mesmo nível da ilha acima. De bom, apenas o segundo nome. Tenho observado que os oriundos da base, além de individualistas, sempre se perdem no último toque – 3

GABRIEL – Acho que estou me acostumando ao futebol “regular” do Gabriel… Útil quando faz o papel de escudeiro de lateral, péssimo, quando faz o papel de segundo-atacante – 5

DAMIÃO – Como essa vassoura conseguiu jogar um dia na Seleção Brasileira? O cara é ruim de tudo! É farto. Farta tudo… Sem dúvida alguma, o pior “centroavante” do futebol brasileiro. Só merece nota porque esteve em campo – 1,99

ZÉ RICARDO – Como deixar Vizeu no banco! Mesmo não sendo o Mickey Mouse, é um oceano melhor que o Cone. Bola fora, do meu técnico campeão invicto…”

Carlos Egon Prates

Quinta-feira quente

. Conforme anunciamos aqui, “um século atrás”, o Governador Luiz Fernando Pezão bateu o martelo e determinou nova licitação para o Maracanã, inclusive com a participação dos clubes. No momento de turbulência em que vive o país, medida mais do que pertinente. Agora, que cada clube procure seus parceiros e, como diziam os antigos, “leva quem tiver mais garrafas vazias para vender…”


(Foto: Rodrigo Rodrigues/CBF)

. No sorteio da Copa do Brasil, foi sorteio para o Flamengo (graças a Deus), e “azareio” para o Fluminense. O Flamengo pega o Atlético Goianiense e o tricolor vai pegar o Grêmio. Em contrapartida, o Flamengo decide fora, enquanto que o Fluminense faz o segundo jogo no Rio. O Botafogo, terceiro carioca participante, pegou o Sport Recife, com o segundo jogo programado para a capital pernambucana.


(Fotos: Pedro Vilela / Agencia i7 / Mineirão)

. O sucesso de ontem no Mineirão, quando jogaram Cruzeiro e São Paulo, foi a criação do “ARCÃOBANCADA”, que é o espaço criado para os cães, inclusive com direito a veterinário e treinador. Muitos torcedores puderam torcer, tendo ao lado o melhor amigo. Quem lá esteve, achou o ambiente simplesmente espetacular.


(Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)

. E Vinícius Júnior não será inscrito para a fase decisiva do Campeonato Carioca, embora o regulamento permitisse. A comissão técnica entendeu que não deveria alterar a programação feita para o jogador.

Com todo respeito a quem pensa assim, discordo. Zico, na Copa de 74, e Maradona, na de 78, foram vítimas de avaliações equivocadas. Pelé, em 58, na Copa, a dupla Robinho e Neymar, no Campeonato Brasileiro, e nosso goleiro Júlio César, na Copa dos Campeões Mundiais e na Copa de Ouro, são exemplos de meninos que entraram e venceram. Todos dizem que, apesar de jovem, Vinícius tem cabeça boa. Se é diferenciado, por que não colocá-lo para jogar?

Além de todos estes argumentos, há o psicológico. A frustração que representou para a torcida a contusão de Diego seria compensada pela esperança de ver este menino de ouro em campo. Enfim, tomara que ele não faça falta…